quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Opinião de Primeira - RAIO QUEIMA BOMBA DA CAERD E DEIXA PARTE DA CAPITAL SEM ÁGUA DESDE O DOMINGO

A queima de uma peça importante para a captação de água, deixou vários bairros de Porto Velho sem abastecimento da Caerd, desde a madrugada do domingo. Se tudo deu certo, a situação normalizou na noite de terça. “A coisa foi séria”, comentou um funcionário da empresa, resumindo o evento. Desde o acidente, durante o temporal de sábado para domingo, quando um raio atingiu em cheio parte do sistema elétrico na área de captação e tratamento da  Caerd, equipes tentavam desesperadamente resolver o problema, inclusive com apoio de uma empresa especialista no assunto.  Durante a terça, o sucesso do conserto ainda dependia das condições do tempo, porque com chuva ficaria difícil resolver toda a situação. A demora começou no próprio domingo, quando as peças queimadas pelo raio não puderam ser compradas, porque o comércio local estava fechado. Na segunda, tudo foi conseguido e a bomba recomeçou a ser montada. Faltava ainda apoio da Eletrobras, para desenergizar parte do local, para que os técnicos pudessem trabalhar. O acidente da madrugada de domingo, durante o temporal, foi um dos mais complexos a registrados na Caerd, nos últimos anos. O engenheiro Wagner Zacarini, um dos que mais tem dado duro para a normalização dos serviços, disse que resolver o problema foi “uma verdadeira epopeia”. A Caerd estava conseguindo ainda produzir e distribuir metade da água que normalmente é levada para abastecer milhares de casas e prédios em Porto Velho. A empresa espera que até o final desta terça, 100 por cento da água volte às torneiras. Há setores da cidade que já estavam com problemas, como em parte do centro e, com o “acidente atmosférico”, como chamam os técnicos, acabou piorando muito mais a situação.
Numa situação dessas, há que se destacar o esforço da equipe técnica da Caerd em resolver uma situação acidental e de grande gravidade. O que não se compreende é o silêncio sepulcral da direção da estatal e da sua área de (falta de) comunicação. Milhares de pessoas ficaram várias dias sem água, passando enormes dificuldades e a Caerd não veio a público, com informes insistentes, explicar o que ocorreu e, principalmente, quando o serviço seria normalizado. Seus técnicos não podem dar declarações sem autorização explícita do comando. Ruim para todos, inclusive para o Governo, dono majoritário da empresa, porque as críticas da população, muito mal informada ela empresa, desembocam no governador Confúcio Moura e sua equipe. O povo, que fica tentando sobreviver sem água, é desrespeitado duas  vezes. A outra é quando se nega ao consumidor, as informações sobre um acidente de proporções tão graves.


SEGREDO DE ESTADO?
Silêncio total. Quanto mais se mexer, menos fede? Por que não há posicionamentos oficiais dos órgãos chamados responsáveis, pela verdadeira Olimpíada das Fugas, dos presídios de Rondônia? O que há de tão complexo, tão incrível e extraordinário neste pacotaço de delinquentes que voltam facilmente às ruas, que a população não  deva ser informada, no mínimo para poder se precaver? O novo presídio de Ariquemes é um arremedo. Antes mesmo de ser inaugurado oficialmente, já registrava fugas. O novo Presídio 470, de Porto Velho, é irmão gêmeo nesse contexto. Só no último final de semana, 12 perigosos bandidos saíram na maior tranquilidade. Faltou alguém pedir desculpas a eles por tê-los deixados nas celas algum tempo. Ora, alguma coisa muito grave está acontecendo no sistema prisional rondoniense. Há, como diria o Barão de Itararé, alguma coisa no ar, além dos aviões de carreira. Tantas fugas depois (só no ano passado, a PM recapturou mais de 2.200 foragidos, muitos dos quais já fugiram de novo!) e o que se ouve é apenas um estrondoso silêncio. É algum segredo?

CORRUPTO ANÔNIMO NA RECEITA
Se fosse um político, estava ferrado, crucificado, atirado aos leões. Mesmo que alguma denúncia feita contra ele não tivesse sido confirmada, muito menos de que o processo tivesse transitado em julgado, o sujeito apareceria em todas as notícias, com nome completo, apelido, foto, partido político e textos que ajudariam, sem dúvida, a enterrar de vez a carreira dele, mesmo que lá na frente fosse absolvido. Quem mandou ser político? Mas se fosse um criminoso, aí teria alguma chance de não ser identificado, a não ser pelo primeiro nome. Se fosse então um auditor da Receita Federal, aí sim é que permaneceria no anonimato, mesmo que contra ele se encontrasse todas as provas imagináveis. Ou seja, temos corruptos e corruptos. A mídia não pode publicar o nomezinho do pobre agente da Receita, acusado de receber milhões de reais ilegalmente do grupo JBS. Não que os políticos envolvidos em falcatruas não mereçam a peia que estão levando. Merecem muito mais. Mas o que tem de especial um agente público que se envolve em sacanagem, para ser tão protegido?  

OS PEQUENOS TÊM VEZ
Há que se destacar o trabalho incansável do Sebrae rondoniense, em apoio aos micros e pequenos empresários. Os exemplos são tantos que se poderia escrever um livro sobre isso. Mas, escolhendo-se apenas uma área, vale a pena destacar investimentos de mais de 2 milhões de reais, apenas para levar nada menos do que 700 pequenos e micros do nosso Estado, para participarem de missões empresariais, realizadas em vários estados do país. Em suas missões, o Sebrae tem permitido a atualização e possibilitado o contato dos empresários com outras praças, onde, além de realizarem negócios, também conhecem novas oportunidades para crescer. Por isso, levou os empreendedores de Rondônia a eventos como a Fispal Food Service, em São Paulo, e a Semana Internacional do Café, em Belo Horizonte; na Beauty Fair, em São Paulo, da mesma forma que o metal mecânico, com a Feira Automec, sem deixar de registrar, ainda, as missões ligadas ao ramo de hotelaria, franquias e outras áreas. Em Rondônia, o Sabrae é comandado pelo respeitado economista Valdemar Camata Junior.

A VOLTA DO TREM?
A sexta-feira, dia 15, pode marcar mais um grande passo no projeto de revitalização total da Estrada de Ferro madeira Mamoré. Incluindo a volta, num futuro nem tão distante, do trenzinho que fazia o passeio até Santo Antonio, num trecho de trilhos de perto de sete quilômetros. O assunto fará parte da pauta de um debate envolvendo representantes da Justiça Federal, do Ministério Público Federal, da Prefeitura de Porto velho, através da Secretaria de Turismo e de vários outros órgãos. O caso da volta do trem de turismo será uma dos quesitos mais importantes do evento, embora, ao menos por enquanto, o assunto não esteja ainda sendo anunciado publicamente. Há possibilidade de reconstrução do trecho de trilhos da Praça no centro da Capital até próximo a Igreja de Santo Antônio, como era feito quando existia a cachoeira e onde hoje está construída a Hidrelétrica de Santo Antonio, uma das maiores do Brasil e do mundo. Os personagens que irão participar do encontro de sexta vão tratar de várias questões relacionadas com o patrimônio histórico de Porto Velho. Vamos aguardar para ver se, dessa vez, vai sair alguma coisa concreta e menos discursos. Esperemos, pois!

UM CARIOCA E UM MINEIRO
Tem festa do PSB nesta quinta, na Assembleia Legislativa. Iniciativa do deputado Cleiton Roque, dois dos principais nomes do partido, no Estado, serão homenageados. O parlamentar de Pimenta Bueno propôs a entrega de títulos honoríficos de Cidadãos de Rondônia ao carioca Mauro Nazif e ao mineiro Jesualdo Pires, seus companheiros de partido. Nazif é o presidente regional do partido, foi prefeito de Porto Velho por quatro anos e tem uma longa vida pública, com grande destaque principalmente no período em que atuou tanto na própria Assembleia quanto na Câmara Federal. Nazif deve buscar, aliás, novamente uma cadeira no Congresso, na eleição do ano que vem. Jesualdo um deputado estadual atuante e está em seu segundo mandato à frente da sua cidade, Ji-Paraná, com uma aprovação muito acima da média da maioria dos prefeitos brasileiros. Ele pode, aliás, ser o nome do seu partido para disputar uma cadeira ao Senado, em 2018, baseado no sucesso da sua carreira política. As homenagens vão acontecer nesta quinta, dia 14, a partir das três da tarde.

O EXEMPLO DE RONDÔNIA
O dia 26 de janeiro do ano que vem será uma data especial para o funcionalismo. Naquele dia, ainda no futuro, daqui a 43 dias, numa terça-feira, estará na conta dos mais de 50 mil servidores do Estado, o primeiro pagamento relativo a 2018. Todo o calendário de pagamentos de salários para o próximo ano já foi definido pelo Governo, neste final de dezembro. Até o próximo dezembro, o servidor pode se programar, porque saberá que, exatamente no dia marcado, terá seu dinheiro em conta. O pagamento religioso dos salários começou no governo Cassol, depois que, em alguns momentos, os salários chegaram a atrasar em até seis meses. Confúcio não só manteve o depósito religioso dos salários, como criou um sistema de calendário, para que os funcionários pudessem se programar. Neste ano, a administração estadual fecha essa questão com chave de ouro. Na sexta, dia 15, deposita a segunda parcela do 13º salário, já que a primeira foi paga em 30 de junho passado. Sete dias depois, na outra sexta, dia 22, sairá o último salário de 2017. Enfim, com a casa arrumada e organizada, Rondônia dá exemplo para todo o Brasil. Quantos Estados conseguirão terminar o ano com todos os seus compromissos em dia? Menos de uma mão cheia, é a resposta. Rondônia é um destes dedos...

PERGUNTINHA
 Você acha que o ex Presidente Lula será inocentado; terá sua pena de mais de nove anos confirmada ou a terá ampliada, no julgamento em segunda instância, já agendado para 24 de janeiro?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires - Porto Velho/RO.

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Os tipos de homem (na cama) mais odiados e amados pelas mulheres

Faça o teste e veja em qual perfil você se encaixa

caixa


Cada homem é único e cada transa também. Não dá para generalizar a sua performance, mas dá para tirar uma média.
Listo aqui os tipos mais amados e os mais odiados na cama. Leia e avalie – com honestidade – em qual você se encaixa. É possível que tenha começado bem, mas tenha desandado.
Ou que se encaixe no tipo odiado logo de cara. De qualquer maneira, sempre dá para melhorar e mudar de lado: afinal, dizem que amor e ódio estão ali, juntinhos, não é?

OS MAIS ODIADOS


1. O preguiçoso
Há vários tipos de preguiçosos: os que não fazem sexo oral, os que não se empenham em desvendar o corpo feminino, os que não falam nada durante o sexo, os que não se interessam pelo assunto, os que dizem: “Para que motel se a gente tem cama em casa?!”,os que não têm paciência para um denguinho depois, os que seguem aquele roteirinho chinfrim sempre igual e até os que comem ou bebem demais e não têm forças para transar.
Um pouco de preguiça de vez em quando vá lá, mas ser um preguiçoso de carteirinha é pecado capital.

2. O limpinho
Nós, mulheres, adoramos homens cheirosos e que demonstram higiene e cuidado. Mas tem hora que não dá para esperar você ir tomar banho para transar!
Se a cena sexual está quente, se joga, meu amigo! Homem que não beija tudo, não lambe, não cospe, não enfia o dedo, que nunca faz sexo com mulher menstruada e que ainda por cima sai correndo para tomar banho assim que gozou esfria qualquer mulher – a não ser que ela seja também do tipo obcecada por limpeza e meio nojentinha.
Sexo bom é sexo lambuzado!

OS MAIS AMADOS


1. O íntimo
Não adianta você ter todas as técnicas do planeta, se achar o máximo, ter um corpo escultural e um pênis delicioso: mais do que tudo isso, nós gostamos é de intimidade.
Sabe essa coisa de avançar nas conversas, investigar as preferências, testar aos poucos a capacidade feminina de se entregar?
Deixar seu orgasmo para uma próxima, porque a moça está cansada, é sinal de que terão uma próxima – e de que você não se prende às convenções e sabe respeitar o timing dela.
Ser íntimo não significa necessariamente que terá de casar com a gata: os grandes amigos para o sexo geralmente são aqueles que deixam a mulher à vontade, são espontâneos, bem humorados e que gostam, além de transar, de compartilhar ideias, carinhos e confidências. Intimidade requer reciprocidade e troca.
Seja viril e gentil. Treine!

2. O criativo
Nós amamos homens criativos, que saem do lugar comum e fazem da transa cenas de um curta-metragem.
Não é necessário se vestir de Tarzan, mas é importante ler revistas femininas, ler os livros eróticos da moda, assistir aos programas de TV, se inteirar do assunto da sexualidade feminina e até ser bem amigo do melhor amigo gay da sua mulher.
Você que está aqui lendo esta coluna já ganhou pontos! O mais importante é saber conduzir a mulher para que ela se abra e conte suas fantasias sexuais.
Depois, é só fomentar a cena, pode ser descrevendo o que quer fazer verbalmente ou até fingindo ser quem não é.
Nós podemos até estranhar, rir de nervoso, mas nunca vamos achá-lo um ridículo. Pelo contrário: seja um doce sacana curioso que você será amado até o final de seus dias. Vai por mim.
Fonte: Vipabril.com


Especial: Cinco motocicletas nakeds até R$ 40.000

As "peladas", sem carenagem, oferecem versatilidade para quem busca uma moto para o dia-a-dia ou se divertir no final de semana. Escolha a sua!

As fabricantes de motocicletas parecem estar novamente de olho no segmento de motos nakeds, ou seja, "peladas", sem carenagem. E não por acaso: neste ano foi o único segmento, além de scooters, que registrou crescimento nas vendas. Juntas as 10 nakeds mais vendidas do Brasil somam mais emplacamentos (15.525) até novembro do que as bigtrails (11.349).

Ao longo deste ano, diversas motos naked desembarcaram no Brasil com seus modelos atualizados. Visual repaginado, ciclística revista, motores mais potentes... Não faltaram novidades para os fãs do estilo.

Fizemos uma lista com cinco nakeds vendidas aqui e que custam até R$ 40.000. São motos com “cara de moto”, que oferecem versatilidade para o uso diário e diversão para um passeio de fim de semana. Qual a sua preferida?
  
- Kawasaki Z 650 - R$ 32.990Kawasaki trocou o nome e o visual pacato da antiga ER-6n por um design mais agressivo, repleto de linhas angulosas, na Z 650 2017. Mas não foi só isso: o quadro em treliça e a balança traseira são totalmente novas, o que resultou em uma perda de 19 kg: a nova Z 650 pesa 187 kg em ordem de marcha.

O motor, embora tenha a mesma arquitetura e capacidade cúbica (649 cm³), mudou tanto interna como externamente, com cilindros open-deck e novo comando de válvulas. A potência caiu 4 cv: de 72 para 68 cv a 8.000 rpm. A redução foi compensada pelo “regime” e também pelo bom torque da Z 650 desde os baixos giros. Uma naked ágil para a cidade e bem equipada: o painel ficou mais completo e os freios ABS são de série.
- Honda CB 650F – R$ 33.500Para atualizar sua naked média, a Honda começou por adorar uma identidade visual mais moderna com farol poligonal de LED, mas não foi só isso. O modelo 2018 ganhou uma suspensão dianteira mais sofisticada e progressiva, além de uma posição de pilotagem mais esportiva. 

A esportividade da CB 650F também aparece no novo sistema de escapamento, com ponteira mais curta e ronco mais encorpado. A melhoria na alimentação resultou em um aumento de 1,5 cavalos na potência máxima do motor de quatro cilindros em linha: agora são 88,5 cv a 11.000 rpm. Com freios ABS de série, a Honda manteve o preço da CB 650F 2018. E ela continua sendo uma boa opção para quem curte os tetracilíndricos.
- Suzuki GSX-S 750 – R$ 36.533Recém-lançada pela Suzuki, a GSX-S 750 também aposta em um motor de quatro cilindros, porém com mais capacidade e melhor desempenho.  Derivado da superesportiva GSX-R 750 de 2005, o propulsor de 749 cm³ oferece 114 cv de potência máxima a 10.500 giros.

Para ajudar a controlar toda essa potência, a naked japonesa tem garfo telescópico invertido KYB com tubos de 41 mm na dianteira; e monoamortecedor traseiro. O sistema de freios tem discos duplos na dianteira com pinças de fixação radial e ABS de série. Como diferencial a GSX-S 750 vem com controle de tração de série.
- Triumph Street Triple S – R$ 38.990Completamente renovada para 2017, a Street Triple cresceu: o motor de três cilindros em linha passou de 675 cc para 765 cm³, que produz 113 cv de potência máxima (a 11.250 rpm) na versão “S”, de entrada. O modelo ainda traz dois modos de pilotagem, controle de tração comutável e freios ABS de série.

A versão “S” da nova Triumph Street Triple tem o mesmo quadro e motor da versão top de linha, “RS”, mas as suspensões e freios são mais “espartanos”: não se trata de pinças Brembo M50 e suspensões totalmente ajustáveis, mas quem precisa disso no dia-a-dia ? Por R$ 10.000 a menos do que a versão RS, você leva para casa o novo design da Street Triple e o mesmo motor que será utilizado no Campeonato Mundial de Moto2 a partir de 2019.
- Yamaha MT-09 – R$ 39.770 Um dos modelos de maior sucesso lançado pela Yamaha nos últimos anos, a MT-09 tem no seu visual agressivo e no motor de três cilindros em linha seus maiores argumentos de venda. Com 847 cm³ de capacidade (a maior de nossa lista), ela entrega 115 cv de potência máxima a 10.000 rpm e, de quebra, ainda oferece bom torque em baixos e médios regimes. 

O quadro em alumínio faz dela uma moto leve: são apenas 191 kg em ordem de marcha. As suspensões têm bom curso para enfrentar as imperfeições do asfalto urbano, mas não oferecem regulagem. A eletrônica limita-se a três mapas de aceleração e freios ABS de série. Embora o modelo produzido pela Yamaha no Brasil esteja defasado em relação ao que é vendido no exterior, a MT-09 pode ser uma opção para quem busca uma naked nada convencional.




Fonte: Moto. com.br


terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Coluna do Heródoto - SEM CELULAR NÃO DÁ

Os professores estão em pânico. Os toques de celular repercutem em toda a sala de aula. Está em todo lugar com ou sem o som ativado. Alunos  dividem sua atenção entre o que o mestre tenta explicar e o que aparece na telinha do smart phone. Como eles são encontrados com todos os preços, são acessíveis nas  escolas da elite, privada, e nas públicas, nas periferias sociais. Ninguém escapa deles. Nem mesmo os professores. O que fazer? Nos encontros corporativos dos hotéis de luxo, há uma pessoa na porta da sala que recebe os  celulares dos participantes e fica incumbida de atender e anotar o recado, que será passado no coffee brake. Em outros encontros é possível leva-lo para a reunião, e se as mesas estiverem colocadas de forma favorável, consulta-los  mesmo durante as palestras e os cursos. Afinal,  muitos dos participantes são gerentes e diretores e precisam ficar conectados com o que acontece na empresa a qualquer momento, mesmo quando está em treinamento ou em uma reunião de planejamento estratégico. Sutilmente, lê os recados que chegam pelas plataformas disponíveis, como o what´s app, facebook, twitter e inúmeras outras. Para o professor, palestrante, expositor é inquietante. O que apresenta não deve ser interessante, nem contém nada de novo, por isso entre o humano e o gadget, muitos preferem o segundo.

  O que fazer nas escolas ? Em São Paulo, a secretaria da educação liberou geral. Pode trazer o aparelhinho na escola e consulta-lo durante a aula. Este dilema é universal. Em vários países do mundo pesquisadores avaliaram o desempenho dos alunos que usam o celular na escola. Os resultados foram díspares. Ficar off-line deixa a todos, escolares e executivos, ansiosos, inseguros que alguma coisa está acontecendo e ele não pode acessar. Com o uso regulamentado o aproveitamento na aprendizagem é melhor para os conectados. Já do outro lado, quando não há monitoramento, organização, um pacto entre alunos e escolas, o rendimento cai. Mais de 90 por cento dos alunos admitem que trocam mensagens durante as aulas. Só perde para a quantidade de aparelhos no  recinto. Assim, chegou-se à conclusão, em vários lugares do mundo que não é possível o professor disputar a atenção contra os smart phones. Então é melhor se aliar com um inimigo forte e que , gostem ou não, veio para ficar. Para essa convivência é  preciso criar aplicativos que possibilitem o acesso apenas para estudar o conteúdo apresentado nas aulas e nada mais. A conexão com o exterior se dá através deles, que possibilitam acesso a sites de interesse do assunto que está sendo apresentado. Um dicionário de inglês, por exemplo. Ou a vários sites de  notícias em uma aula de história, e por aí vai.

  A tecnologia criou uma verdadeira dependência psicológica. As crianças chegam nas escolas já falando no celular, com os país que acabaram de deixa-las na porta. Falam com os colegas que estão no pátio ou já em sala de aula. Os professores por sua vez, aguardam o horário de começar a aula com os seus celulares nas mãos, ou lendo notícias ou falando com familiares. As selfies não param jamais. Qualquer motivo é  motivo para uma. Seja com o colega, o cachorrinho da família, um quadro na parede, um professor ou um you tuber. Todos querem as melhores fotos de seus rostos diante da paisagem que escolheram. Quando muito dividem meio a meio com um colega.

Levada ao extremo a ansiedade de se conectar já ganhou um nome : nomofobia. Nomofobia é a fobia causada pelo desconforto ou angústia resultante da incapacidade de acesso à comunicação através de aparelhos celulares ou computadores. Surge quando alguém se sente impossibilitado de se comunicar ou se vê incontestável estando em algum lugar sem um aparelho de celular ou qualquer outro gadget.(Wikipedia). Em alguns lugares do mundo o serviço público de saúde oferece psicoterapia a jovens que se sentem dependentes de celular. Não é de crack. Diante desse quadro o que resta ao professor? Talvez tirar o seu aparelho do bolso e, através dele, se conectar com os seus alunos.

Fonte: Jornalista Heródoto Barbeiro - Record News/SP.

MANJAR DOS DEUSES




RESENHA POLÍTICA - ROBSON OLIVEIRA

LOROTA – Não passa de lorota para acalmar o mercado financeiro as declarações governamentais de que terá força para aprovar a Reforma Previdenciária ainda este ano. Em 2018, antes das eleições, também não haverá clima para colocar a proposta em votação, mas entre a apuração das urnas e o final e posse da próxima legislatura é bom o trabalhador ficar atento porque o golpe está sendo engendrado para este período.

REAÇÃO – Os congressistas têm em mãos pesquisas nacionais indicando que a proposta da Reforma da Previdência é rejeitada por mais de sessenta e cinco por cento da população. Embora todos saibam que esta área precisa de ajustes para que não quebre nos próximos anos, a proposta defendida pelo Governo Federal é dissenso dentro do próprio governo, o que revela um descompasso entre o que os governistas falam para o mercado com o que discutem internamente. Percebendo que a conta da reforma recairia tão somente nas costas do trabalhador, a reação contrária é justificável.

LEÃO - A reforma tributária, igualmente importante para o país, sequer está na pauta dos congressistas por afetar privilégios empresariais e a fome atávica por recursos da União. O leão estatal ruge feroz para tributar quem trabalha e produz no país e silencia quanto à distribuição equânime dos recursos entre as administrações para que o mesmo tributo retorne ao contribuinte em forma de serviços públicos.

CANDIDATO – Apesar das diversas declarações públicas feitas pelo governador Confúcio Moura de que não é pré-candidato a senador nas eleições de 2018, um ato público promovido por colaboradores e correligionários do PMDB de Ariquemes, sábado passado, lançou oficialmente a postulação do governador ao Senado Federal com direito a faixa. Já há quem diga que o adereço (faixa) possa ser caracterizado como crime eleitoral antecipado.

SURPRESA – Não é surpresa para nenhum jornalista político que Moura seja candidato a candidato ao Senado Federal, mesmo negando. Todas as vezes que se aproximavam as eleições seja de prefeito seja de governador, Confúcio declarava publicamente que não disputaria, mas reservadamente inflava os correligionários a defender tais candidaturas. Dessa vez não é diferente. A única diferença é que a versão dissimulada não consegue enganar nenhum incauto. Quem se surpreende é porque não é do ramo.

PROJETO – Também não será surpresa a hipótese de Confúcio Moura deixar o PMDB em direção ao PSB e apoiar uma eventual candidatura a sucessão do vice-governador Daniel Pereira. Ao assumir a titularidade do cargo é pule de dez que o vice queira virar titular por mais quatro anos e há conversas no interior do palácio sobre a possibilidade de Pereira vir a ser oficialmente o candidato de Confúcio Moura. Um projeto que o vice está levando a sério e já entabula conversas com outros partidos neste sentido.

PERFIL - Confúcio Moura tem defendido internamente um sucessor com perfil diferente dos candidatos cogitados pela mídia e chegou a especular os nomes do atual secretário de fazenda (Vagner Garcia) e do planejamento (George Alessandro Gonçalves Braga). Como ambos não empolgaram os caciques do PMDB nas consultas feitas a governador, passou a estimular o vice para que se lance na disputa.

MODELO - Isto significa dizer que não passa pela cabeça do governador apoiar o presidente da Assembleia Legislativa, Maurão de Carvalho, conforme declarou num regabofe recente promovido pelo PMDB. O perfil de Governo defendido por Confúcio Moura se enquadra no modelo do atual vice. Totalmente diferente do modelito de Maurão. Apesar de que Maurão tem se esforçado para melhorar sua apresentação em público com um comedimento pouco usual.
 
ERIÇADO – Quem está abespinhado com as movimentações de Confúcio Moura em direção à Câmara Alta é o senador Valdir Raupp. Por diversas ocasiões públicas e privadas, Moura jurava apoio ao senador peemedebista e anunciava que não disputaria com ele o mesmo cargo. Raupp chegou a acreditar no governador e agora está com os pelos da cara eriçados com o anúncio da candidatura ao Senado de Confúcio Moura.

CANDIDATO - O prefeito Jesualdo Pires (PSB), de Ji-Paraná, em conversa com a coluna avisou que está propenso a colocar o nome por uma vaga no Congresso Nacional. Confirmou que deixa a prefeitura início de abril para disputar as eleições e é um nome cobiçado por várias legenda para vice-governador. Jesualdo é hoje o prefeito mais bem avaliado e administra o segundo maior colégio eleitoral do estado o que aumenta o cacife para 2018. Além de bom gestor, conhece como ninguém os meandros da política e, portanto, avalia o cenário e os atores na disputa para decidir o destino eleitoral. 

LEVEZA – Foi um deleite para as mentes felizes o discurso de posse do novo presidente do Tribunal de Justiça de Rondônia, desembargador Walter Waltemberg Silva Júnior. Em sua fala percebeu-se a leveza com que a corte deverá ser conduzida pelos próximos dois anos. Historicamente com ares medievais e dissociada do povo, Waltemberg – constitucionalista garantista da melhor qualidade – deverá estreitar a relação do Poder com os jurisdicionados com a mesma autoridade de quem fez uma brilhante carreira togada sem perder o espírito humanista que lhe é peculiar. Este cabeça-chata teve a honra de tê-lo como orientador na conclusão do curso de Direito e percebeu que quase duas décadas depois o desembargador continua ministrando aula melhor ainda, em particular, de simplicidade. Se as vaquinhas dele são felizes, imagine os jurisdicionados!

RECOMENDAÇÃO – William Haverly Martins – fundador da Academia Rondoniense de Letras – lançou mais uma obra ficcionista que tem provocado muito debate nos meios acadêmicos. Intitulada o “Réu do Sexo”, a obra é prefaciada pelo juiz federal Dimis Braga e apresentada pelo ex-reitor José Dettoni. Embora a obra seja instigante desde o início e que leva o leitor a colocar outros personagens à história original, é um livro de ficção ambientado em Rondônia, e que poderia sê-lo em qualquer estado da federação. Recomendo como boa leitura neste final do ano. Aliás, adquiri alguns exemplares para ofertar como presente de Natal a amigos leitores. 

Fonte: Jornalista Robson Oliveira - Porto Velho/RO.

Severino Biio - Feliz Aniversário

No último sábado (9) o querido Amigo e motociclista fez mais uma Aniversário. O Severino é uma pessoa simples, querida por todos e um amante do motociclismo e, integrante do Moto Grupo Pioneiros. Este escriba, juntamente com outros amigos estivemos em sua residência para participar do festejo e saboreando um almoço especial em companhia do querido Amigo Severino. Por volta das 16h foi cortado o famoso bolo. Valeu Severino, tudo de bom e, que Deus sempre o proteja. Veja as fotos.

Severino, o dono da festa.



















segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Opinião de Primeira - A BOA NOVA: TEMOS MAIS UM VIADUTO INAUGURADO. A MÁ: ELE TAMBÉM FICARÁ NA ESCURIDÃO

Durante a inauguração do viaduto da Três e Meio, sobre a BR 364, em Porto Velho, nesta segunda de manhã, boas e más notícias. A primeira boa: depois de anos de espera,  a obra, que poderia ter sido concluída em seis meses, foi, enfim, entregue aos usuários. Com alta qualidade, aliás, graças ao trabalho da Madecon, empresa genuinamente rondoniense, contratada pelo Dnit.  O novo sistema que vai melhorar muito o trânsito na entrada e saída da cidade, está funcionando. A má notícia: como o inacreditável caso da ponte sobre o rio Madeira, no bairro da Balsa, o viaduto será uma escuridão total nas noites porto velhenses. Não foi instalada iluminação, como se esperaria de uma obra deste vulto e da sua importância, no contexto das transformações, para melhor, que estão acontecendo na capital rondoniense. Mais ainda: a ponte que está sendo construída sobre o rio Madeira, ligado Rondônia e Acre por via rodoviária, na Ponta do Abunã, também não terá qualquer tipo de iluminação. Ou seja, uma ponte gigantesca, sobre um rio como o Madeirão, não será iluminada porque, segundo um engenheiro da empresa que está realizando a obra, o Dnit não incluiu a colocação de luminárias no projeto e nem no orçamento, por óbvio. Ou seja, será mais uma grande obra construída na cidade para ser usada, aparentemente, só enquanto durar a luz do dia. Escureceu? Dane-se o usuário. Que se vire no escuro, como está se virando na ponte da Balsa, onde todos os dias pessoas são assaltadas e os riscos são os que todos já conhecem. Inaugurada em setembro de 2014, a ponte continua no escuro, exatamente como no dia em que foi aberta, num absoluto desrespeito à população. Agora, recebemos o novo viaduto, do mesmo jeito e a futura Ponte de Abunã igualmente, sem qualquer projeto de iluminação.

Só como exemplo: em Florianópolis, as pontes que ligam a cidade à famosa ilha são atração especial. Nas grandes pontes país afora, a iluminação é destaque, além de dar segurança aos usuários. Em Porto Velho, nem as obras que ficam na área urbana, que servem de ligação com áreas importantes, estão recebendo o tratamento que merecem. A Fecomércio já entregou ao Dnit, gratuitamente, todo o projeto para dar luz à ponte, só ontem aprovado. Não se sabe quanto será colocado em funcionamento. Até agora, só papo furado, conversa pra boi dormir,  promessas que um dia, quem sabe, talvez. Nem o Governo do Estado e nem a Prefeitura, aliás, pressionam o Dnit para que a população seja respeitada e a iluminação colocada. Será que todas as obras importantes, em Porto Velho, continuarão sendo entregues pela metade? Até quando vamos aceitar isso, sem ao menos botar a boca no trombone?  Cadê nossos representantes para exigir respeito? Aguarda-se respostas decentes, já que luz não se terá mesmo!


APOIOS IMPORTANTES
Do lado positivo da inauguração desta segunda,: nesta reta final, muita gente batalhou para que a obra do viaduto da Três e Meio fosse concluída. O prefeito Hildon Chaves, em postagem nas redes sociais, destacou o trabalho nesse sentido, especialmente, do deputado federal Luiz Cláudio e do senador Ivo Cassol, que foram os que mais se dedicaram a conseguir os recursos para a obra, nos últimos meses. Muitos outros representantes da bancada federal (como o fez também o deputado Lindomar Garçon) e próprio Governo também se envolveram na batalha. Pena que ela durou tantos anos. O que se espera agora é que os dois viadutos da Campo Sales sejam também entregues até o final do ano que vem, como anunciado agora e que, por milagre, o Dnit lembre que precisa iluminar a ponte sobre o rio Madeira, totalmente às escuras, desde sua inauguração, há quase quatro anos. E, finalmente, que vejamos concluída em 2018, a ponte de Abunã, que nos liga por terra ao Acre...

QUEM TEM CAFÉ NO BULE?
Vários vereadores se posicionam na pista, para a largada à disputa de uma cadeira à Assembleia Legislativa no ano que vem. O nome mais forte, na Capital, é o de Aleks Palitot, o campeão de votos na disputa pela Câmara. Mas ele só entra na corrida se seu parceiro Léo Moraes não for à reeleição e optar por concorrer à Câmara Federal. Maurício Carvalho, filho de Aparício e irmão de Mariana, vem também com muita força, no sobrenome e na densidade eleitoral da família. Uma cara nova (Junior Cavalcante), também está pronto para a disputa, assim como a sindicalista Elis Regina, embora o eleitorado dela esteja restrito a parte do funcionalismo da Prefeitura. Joelna Holder, filha do pastor Joel, um grande líder religioso de Porto Velho, também pode aparecer como surpresa. A jovem vereadora Cristiane Lopes pensa, mas parece que vai ficar onde está. Há ainda outros edis querendo: Zequinha Araújo, Jair Montes, Marcelo Cruz e Alan Queiroz estão nesta relação. Lá por março do ano que vem, saberemos quem tem café no bule, como diz o Ratinho, para continuar sonhando com a ALE.  

OS NÚMEROS DE HILDON
Uma média de 35 pontos percentuais entre ótimo (10 por cento) e bom (25 por cento). Mais 40 por cento de regular. Na soma, 75 por cento de aprovação, se usarmos os números como em todas as demais pesquisas. Só 17 por cento de ruim ou péssimo. Esses são números que se referem à administração do prefeito Hildon Chaves, chegando ao final do seu primeiro ano à frente da administração municipal. Não são pesquisas contratadas por Chaves ou pela Prefeitura, mas aquelas feitas praticamente todos os meses pelo deputado estadual Aélcio da TV e outras, geralmente não registradas, que fazem levantamento da situação da opinião pública do momento, realizadas por diversas fontes diferentes. O desafio de Hildon é melhorar esses números, como ele garante que conseguirá fazer. Se conseguir ter resultados melhores na saúde pública, que está cheio de problemas; com o grande programa de asfaltamento da cidade e, se conseguir diminuir as alagações, tem chance concreta de conseguir. De qualquer forma, em seu primeiro ano, é um resultado muitas vezes maior do que o alcançado por seu antecessor, Mauro Nazif, no mesmo período.

REAÇÃO CONTRA O CRIME
Dessa vez foi no bairro Planalto, na Capital. Um desses vagabundos, que vive de pequenos furtos e eventualmente de roubo (usando faca ou revólver), invadiu uma casa, tentou matar o proprietário, numa luta corporal e os gritos de socorro mobilizaram a vizinhança. O sujeito foi pego por um grupo de moradores e espancado de tal forma que teve que ser internado no João Paulo II, com vários ferimentos, alguns graves, pelo corpo todo. A população não suporta mais viver sob a mercê da bandidagem e, quando reage, parte para a vingança, seja quem for o que cai em suas mãos. Cenas como as que se viu no Planalto se repetem em vários bairros de Porto Velho e em outras cidades, tanto em Rondônia como em todo o Brasil. Na maioria dos casos, é a PM quem salva a pele dos marginais, mas daqui a pouco a polícia pode não chegar a tempo. Sem segurança pública, com os criminosos tomando conta das ruas, com leis pífias e penas leves, não há cristão que aguente. Claro que não é o caminho correto, mas não deixa de ser um recado aos bandidos. O povo não aguenta mais sofrer calado!

NOTÍCIA DOENTE
A doença da mentira, da falsidade, da forçação de barra que inunda as redes sociais, tentou espalhar, nessa semana, que o deputado federal Tiririca, renunciou ao mandato. Palhaçada, bobagem, non sense! O que aconteceu, de verdade, é que, numa entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, Titirica fez duríssimas críticas a seus colegas de parlamento e afirmou que não concorreria à reeleição. Depois, num discurso no mesmo tom, confirmou que estará fora da vida pública, porque não concorrerá mais. Bastou para que vários sites (nenhum deles sério e dignos de respeito), começassem a publicar uma notícia fake, inventada, de que, num discurso emocionado, o deputado-palhaço teria renunciado ao mandato, indignado com seus colegas. O que muita gente anda fazendo nas redes sociais e até em sites de noticias é algo abominável, porque, na maioria dos casos, os leitores não checam a veracidade das informações e as repassam, fazendo, pela internet, com que as palavras do nazista Paulo Goebbels cada vez sejam mais realistas: “uma mentira repetida milhares de vezes, se torna uma verdade”! Triste e Lamentável!

OS NÚMEROS SEM MAQUIAGEM
Estardalhaço na mídia nacional sobre o aumento de 27 por cento no número de presos do Brasil, em relação há 26 anos atrás. Temos hoje 726 presidiários, o terceiro país do mundo em número de pessoas aprisionadas. Mas é bom lembrar também o crescimento vegetativo do país. Em 1991, a população brasileira era de 150 milhões. Hoje, segundo o IBGE, somos 208 milhões. Crescimento de cerca de 28 por cento, ou seja, número que coincide com o aumento populacional.  Quando se dá uma informação parcial, como se o salto da população carcerária tivesse dado um salto absurdo, ignorando o crescimento do número de habitantes, pode parecer uma forçação de barra, para dar uma ideia de que houve um exagero no volume de prisões. Não é verdade. Os Estados Unidos e a China têm muitos mais presos que o Brasil e a população nesses dois países não teve crescimento percentual tão alto quanto o nosso. Claro que nosso problema nos presídios é preocupante, mas não aconteceu nada de anormal no aumento do número de presos.

PERGUNTINHA
A delação premiada de Antônio Palocci, desconstruindo a ideia de que Lula não sabia de nada e tem sido injustiçado, vai servir para extirpar esse câncer da política nacional ou ainda não será tratamento suficiente? 

Fonte: Jornalista Sérgio Pires - Porto velho/RO.