sexta-feira, 28 de abril de 2017

Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas

Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Centenas de trabalhadores, a maioria servidores públicos saíram às ruas de Porto Velho na manhã desta sexta-feira em protesto contra as reformas previdência e trabalhista.
A mobilização começou fraca na Praça das Caixas D'Água, mas por volta das 10 horas, a organização acreditava que havia 3 mil trabalhadores que saíram em passeata pela Carlos Gomes, Farquhar, 7 de Setembro, Marechal Deodoro, Carlos Gomes, Campos Sales, Quintino Bocaiúva, Gonçalves Dias e retornaram para a Praça das Caixas D'Água.

A PM e a agentes de trânsito acompanharam a passeata e não houve registro de problemas.
Na Capital, além de trabalhadores, representantes de setores da igreja católica também estavam na passeata.
Para o vice-presidente do Sindsef, Mário Jorge, foi uma demonstração de força. “É um marco histórico do movimento sindical brasileiro, porque praticamente há 20 anos não tínhamos uma mobilização de tamanha envergadura. Vai bater recorde essa greve geral que conseguiu envolver vários seguimentos. E não vale destacar a questão particularizada de ninguém porque não é uma greve de partido, não é uma greve de centrais, é uma greve dos trabalhadores por conta da maldade que está contida na reforma da previdência em especial, que é a questão da idade, a discriminação com as mulheres evidentemente bem acentuada e a também a reforma trabalhista. Então, nós conseguimos mobilizar 14 mil filiados em todo o estado. Todas as nossas 21 delegacias estão paradas com o todo o público coordenando as mobilizações com servidores federais, estaduais e municipais.”.
Os servidores municipais também se mobilizaram, segundo a presidente do Sindeprof, Elis Regina. “Nosso objetivo é mobilizar todos os trabalhadores contra essas reformas, Nós queremos agradecer ao deputado Expedito Neto que ficou do lado dos trabalhadores. Então, estamos mobilizados contra a reforma da previdência que vai atingir os trabalhadores. Nós mobilizamos os distritos. A nossa categoria não parou 100%, mas todos estão conscientes e é um alerta para todos os deputados federais e senadores para que não votem contra o trabalhador”.
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Greve geral: Adesão aumenta e centenas de trabalhadores saem às ruas de Porto Velho contra reformas
Fonte: Rondoniaagora.com

Opinião de Primeira - “NINGUÉM PENSAVA NO BRASIL. SÓ EM SEUS PRÓPRIOS INTERESSES!”

Tem gente que detesta ouvir ou ler algo sobre o regime militar, a não ser que seja pra esculhambá-lo.  Mas História é História e não há como mudar o que está em seus anais. Por isso, continua sendo atual, até hoje, entrevista concedida pelo último Presidente militar, João Batista Figueiredo, que comandou a abertura política, depois de 20 anos de ditadura. Numa conversa com o jornalista Alexandre Garcia, depois de ter deixado o poder, gravada para a Rede Manchete, Figueiredo contou porque, entre outros motivos, se deu mal nas relações políticas: “Eu tentei usar no Governo o mesmo estilo que usava no quartel. Daí é que me dei mal. Porque no quartel, a gente ouvia todo o  dia sobre  cumprir dever, bandeira do Brasil,  priorizar o Pátria, defender o Estado. E aqui fora, só se ouvia sobre interesse particular. A última coisa que eu ouvia falar era em Brasil!”  A gravação é de 1985, poucos meses depois de consolidar a democracia e passar o poder a um civil, José Sarney.  Hoje, o que está acontecendo? Não é exatamente o mesmo contexto, que mereceu frases duras de Figueiredo e até uma pesada ironia, que lhe era peculiar? Ele chegou a relatar, quase em tom de deboche, trecho de uma conversa que teve com um político, que ele não disse o nome, em que questionou: “mas, e o Brasil?” O político olhou para Figueiredo e respondeu, “Ora, Presidente!”, como se o Chefe da Nação, na época, tivesse cometido grande heresia, ao perguntar sobre os interesses maiores do País.

Não se pretende comentar aqui sobre o regime militar, nem seus aspectos negativos, que foram muitos e nem seus avanços, conquistas e questões positivas, que as houve, também. A intenção é se colocar as coisas no tempo e no espaço. Trinta e dois anos depois, a classe política brasileira, em sua grande maioria não evoluiu, porque o eleitor também não evoluiu. Com raras exceções, políticos continuam tratando, primeiro, dos seus interesses pessoais, mesmo que eles sejam contrários aos interesses maiores do Brasil. O mar de lama que corre nas entranhas dos governos (do central e os estaduais); do Congresso e dos parlamentos, afora, é claro, as honrosas e vitais exceções, não começou agora. Ele é resultado de décadas de amor ao próprio bolso e à sua turma, em detrimento do mínimo de amor à Pátria. Nesse quesito, Figueiredo tinha razão. A História não mente!

EXECRAÇÃO E EQUILÍBRIO
Houve quem não compreendesse texto dessa coluna, ontem, falando sobre a grande imprensa. A compreensão, mesmo, não é fácil para todos. Há quem só veja as coisas com paixão e pela pessoalidade da sua lente, embora o tema deva ser discutido sim e tenha múltiplas interpretações. Quando uma série de denúncias coloca na execração pública centenas de pessoas (e quem foi contra o comentário, pode ser vítima um dia desses, por que não?), é sempre bom se ter o bom senso e o equilíbrio da não generalização e de se entender que é preciso não se viver de terra arrasada, porque se um só inocente for jogado aos leões, tudo o que defende a democracia está ameaçado. A colocação dessa coluna foi apenas essa: o equilíbrio no noticiário, o respeito ao contraditório; a necessidade de se dar o mesmo direito a todos. Não foi mais que isso. Interpretações acima dessa afirmativa, ficam por conta de quem não entendeu o que se tentava escrever. Ou quem sabe o colunista não foi o suficientemente claro!

CRUÉIS E COVARDES
Os ladrões estão cada vez mais agressivos e com cada vez com menos medo da lei. Atacam, agridem, são violentos, atiram e, quando presos, ou são soltos pouco depois ou ainda debocham da polícia, avisando que é perda de tempo prendê-los. O pior de tudo, neste contexto de terror a que a população do bem está submetida, é a violência gratuita e cada vez mais covarde. Nessa semana, dois casos a mais chamaram a atenção. Na zona leste, próximo ao Colégio Marcelo Cândia, uma mulher foi assaltada e agredida, porque os bandidos queriam seu celular. Detalhe: ela está grávida e correu o risco de perder o bebê. Já na BR 364, próximo de onde havia o quartel da PM, um homem de quase 60 anos foi barbaramente surrado e seu celular levado. Os criminosos, cada vez mais terroristas, crueis e brutais, quando vão responder por seus crimes, sabem que pouco pagarão.  As leis no Brasil são amigas dos bandidos. E inimigas das pessoas de bem.

HILDON E SEUS SEGUIDORES
As redes sociais estão ajudando muito a alguns nomes que surgem agora no cenário político. Um deles, campeão de influência na internet, é o prefeito de São Paulo, João Dória, virtual candidato à Presidência da República, porque em poucos meses no comando da maior cidade do Estado, marca suas ações em todos os recantos do país, com grande sucesso. E o segundo nome nacional em termos de influência nas redes sociais? Ninguém menos que o prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves. Dória tem hoje 2 milhões de seguidores nas redes sociais.  Hildon já tem quase 154 mil seguidores. Proporcionalmente, Hildon tem nos seus grupos praticamente um quarto da população de Porto Velho. Doria tem menos, um sexto, proporcionalmente à população de São Paulo.  Na mesma lista, em sexto lugar, está Nelson Marchezan Júnior, o prefeito de Porto Alegre. Esse nome, certamente o brasileiro vai ouvir falar muito, daqui para a frente.

QUE SURPRESA É ESSA?
Surpreeeesa! Os bandidos, por essa não esperavam! Nessa sexta, em todo  o país, as polícias militares vão realizar uma grande operação de combate ao crime, de cata a foragidos, de combate ao tráfico de drogas e roubo de carros e planejam muitas prisões. Seria ótimo, não tivesse um pequeno, mas fundamental problema: a ação está sendo anunciada há dias. Ou seja, deu todo o tempo do mundo para que os criminosos se esconderem, sumirem do mapa, escafederem-se. É incrível! O Brasil deve ser o único país do mundo onde grandes operações policiais são avisadas com grande antecedência, permitindo que a bandidagem tenha tempo suficiente para sumir do mapa, até que a tal ação especial termine. Não seria mais óbvio (sem a gente querer se meter na seara de tantos especialistas em segurança pública), realizar ações de surpresa mesmo, sem avisar ninguém antes?

GUERRA AO ANALFABETISMO
Os índices são assustadores: 11 por cento da população rondoniense é analfabeta. Esse percentual salta para inacreditáveis 24 por cento (segundo dados oficiais do IBGE), quando se analisa a faixa etária de pessoas com mais de 60 anos de idade. Esse grave problema precisa ser atacado e resolvido logo. Foi o que disse o presidente da Federação das Indústrias, Marcelo Thomé, durante reunião do Comitê Técnico Movimento Rondônia Pela Educação, realizada esta semana, quando foi apresentado o projeto Rondônia Alfabetizada, cuja meta é zerar o analfabetismo no Estado. “É inadmissível que 11 por cento da população de Rondônia seja analfabeta. Temos a possibilidade de zerar esse número”, afirmou Thomé. Ele destacou ainda a importância de colocar toda essa gente no mundo do conhecimento e inserindo essas pessoas no processo de desenvolvimento rondoniense.

ÍNDIO QUER ÔNIBUS!
No Dia do Índio, um grupo de Cinta Largas decidiu interromper o trânsito na BR 174, entre Vilhena e a cidade de Comodoro, no Mato Grosso, para faturar uma graninha extra. Os indígenas fecharam a rodovia federal e começaram a cobrar pedágio de quem quisesse transitar. Foi o caos, num longo trecho da estrada. Até que a Polícia Rodoviária foi chamada para acabar com a esculhambação. Quando avisados que estavam praticando pelo menos dois crimes – fechar uma rodovia federal e ainda cobrar pedágio totalmente ilegal – os chefes indígenas disseram que havia um bom motivo para isso. Eles estavam juntando dinheiro para alugar dois ônibus, para que pudessem viajar a Brasília e protestar contra o governo, na próxima segunda, dia 24. Queriam porque queriam os tais ônibus e exigiam pagamento dos motoristas, para que levantassem a grana. Foram dissuadidos a sair da BR 174, mas avisaram que voltarão até o final de semana, porque querem o dinheiro para os ônibus. Assim está o Brasil. Índio quer apito, mas quer também ônibus. Por que, senão, como poderão viajar tão longe para protestar? Parece brincadeira, mas não é!

PERGUNTINHA
Será que todas as delações premiadas tornadas públicas até agora representarão condenações de todos os citados? E os que forem considerados inocentes, mais adiante, recuperarão suas vidas?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO.


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Kawasaki Motores do Brasil
Fonte: Moto Esporte.

Blog do Chaddad / Greve - 28 de abril

O Blog do Chaddad informa:


Pronto, não adianta reclamar, repito: Eu, o Blog do Chaddad afirma que:


Fim de papo! Ora, Eu o Blog, também mereço.



quinta-feira, 27 de abril de 2017

Coluna do Heródoto - PROPINEIROS E PROPINADOS

O visconde de Barbacena não tinha ideia do que iria criar. O império necessitava de uma órgão que acompanhasse as contas públicas, que se misturavam com as do imperador. E D.Pedro I  era um estabanado, tinha contratado mercenários  para lutar contra os colonialistas portugueses, e uma frota para cercar por terra os portos das cidades que resistiam em aderir à independência nacional. Além disso suas despesas pessoais, palácio, criadaria, a nobreza sangue suga e as amantes. Por isso o Barbacena, conhecido na intimidade como Caldeira Brandt ,propôs a criação de um órgão que acompanhasse as contas do governante . O primeiro passo foi tentar impedir que o imperador nomeasse seus amigos, apaniguados, áulicos e puxa sacos para o cargo. Afinal como alguém poderia auditar as contas do seu chefe ? E se o amigão Chalaça resolvesse fechar uma casa de prostituição com muitas garotas de programa? Como isso seria contabilizado ? Essa despesa poderia constar da coluna “Despesas do Estado “ ? Seria melhor deixar para lá e consertar as contas de chegar para no fim dar tudo certo , como dois e dois são cinco. 

Rui Barbosa foi ministro da fazenda em uma época onde ministro não tinha apelido e nem precisava pedir dinheiro para o caixa dois do seu partido. Daí ter criado o Tribunal de Contas da União na primeira constituição republicana do Brasil. Era mais uma cópia mal feita do sistema americano de governo. Ele teria competência para liquidar e verificar a legalidade das contas da receita e despesa antes de serem apresentadas no Congresso Nacional. Na atual, não última, constituição se estabeleceu que seria composto por nove ministros. O título era para emparelhar com os juízes do Supremo e outros tribunais superiores. Todo mundo é ministro com a pompa e circunstância que o cargo merece. Ganham e tem as mesmas regalias que os ministros do Superior Tribunal de Justiça. Teoricamente não são subordinados a qualquer outro poder haja vista que tem que  controlar as contas de todos. Contudo são chamados de órgãos  auxiliares do legislativo que dá a última palavra se aprova ou não as contas do poder fiscalizado. Tudo muito bonito, os estados têm os seus tribunais, e dois municípios também têm São Paulo e Rio de Janeiro. Nunca de perguntou quanto isso tudo custa para o contribuinte. Seria melhor contratar a FGV ?

Os professores ensinam nas escolas que dois mais dois são quatro. E assim é reproduzido por um funcionário técnico público ou privado. No  entanto quando se faz a mesma pergunta para um político a soma pode ser três ou cinco. Raramente são quatro. Por isso se acostumou a nomear para os tribunais de contas federal, estadual e municipal, políticos e não técnicos. Estes atuam na retaguarda, não tem poder de decisão. Os políticos encastelados nos cargos decidem, não com base nos cálculos e estudos mas no viés que interessa às forças  econômicas e políticas. Assim pesam empreiteiras e todo tipo de empresa que tem o Estado como cliente e os políticos que assinaram os contratos de compra como presidente, governador e prefeito. Também interferem os intermediários de toda espécie como lobistas, propineiros, propinados, senadores, deputados federais e estaduais, vereadores e outros espertos que aguardam a oportunidade para levar um naco. Quando o escândalo é impossível de ser abafado, se lança mão das inócuas CPIs controladas pelos mesmos protagonistas. Nada se apura, ninguém passa pelo apuro e ser questionado sobre operações suspeitas, e o resultado só tem um destino: um arquivo qualquer. Na outra ponta, abobado, o pagador de imposto assiste a tudo impassivelmente.

Fonte: Heródoto Barbeiro - Record News/SP.


MANJAR DOS DEUSES




Opinião de Primeira - VIOLÊNCIA CONTRA O DIREITO DE OPINIÃO É UM ATAQUE À DEMOCRACIA

Voltamos à barbárie? Os crimes de pistolagem se sucedem no Estado. Políticos e ex políticos estão entre as vítimas. Poucos são esclarecidos. Os confrontos agrários têm deixado cada vez mais cadáveres pelo caminho, como os nove assassinados no final de semana em Colniza, fronteira de Rondônia e com vários rondonienses entre as vítimas. Gangues de traficantes estão se matando, na zona leste e em outras áreas de Porto Velho, pelo controle do tráfico de drogas. Os assaltantes, cada vez mais violentos, ignoram a polícia e, quando pegos, atiram nos policiais para matar. Agora, a gota d´água nesse cenário de brutalidade e desrespeito: começaram ataques a veículos de comunicação. Nessa semana, foi uma viatura do site Rondoniaovivo, que foi parcialmente incendiada, de forma criminosa. Amanhã a vítima pode ser qualquer jornal, emissora de TV, rádio, site ou blog que publique alguma informação contrária aos interesses desses grupos violentos. Não importa quem são. Todos são bandidos. Atacar com violência, na tentativa de calar um jornalista, quem quer que seja e não importam os argumentos, porque todos são absurdos, é atentar contra a liberdade de expressão, a liberdade de imprensa, pilares da essência da democracia. Quem se sentir ofendido, quem achar que foi injustamente criticado, quando não gostar do que leu, ouviu ou assistiu, que busque o caminho democrático da barra dos tribunais para recorrer.  Jornalista que calunia, que difama, que inventa fatos, é também criminoso, mas tem que responder como todos os outros que eventualmente cometam algum crime: na frente de um Juiz.

O que aconteceu com o site Rondoniaovivo, dirigido por Paulo Andreoli, foi um atentado contra toda a imprensa. Não se pode aceitar essa agressão sem protestar. Hoje é o site do Paulinho, que é polêmico, mas que construiu um veículo de comunicação respeitado e  forte.  Amanhã poderá ser o do João. Depois, o Blog do Pedro, da Maria, do José. Depois, a antena da TV que é atacada. Ou um jornal   empastelado. Que a polícia descubra logo os culpados e que os leve para serem julgados. Não é possível que continue impune gente que comete esse tipo de grave crime contra um princípio democrático básico.  Abaixo a violência. Salve o Estado democrático de Direito!

CEREJEIRAS TREME
A pequena Cerejeiras, no Cone Sul, vive dias de terror, medo e angústia. O brutal assassinato de uma garota de 17 anos, não só comoveu a pequena comunidade, de 18 mil habitantes, como a deixou estupefata. Raros eram, até há pouco tempo, os registros de crimes em Cerejeiras. Os poucos que haviam estavam ligados a bebedeiras, brigas familiares ou de vez em quando algum pequeno conflito agrário. No caso da menina Jéssica, ela foi raptada e assassinada (ainda não há provas de estupro), enrolada numa lona e seu corpo jogado numa área rural e encontrado por duas mulheres que  caminhavam pelo local. São crimes como esses que deixam desesperadas as comunidades, porque Cerejeiras é apenas um pequeno ponto no mapa, mas a violência está espalhada em cada metro quadrado do território nacional. Tem coisa pior? Tem, claro. Se o assassino for preso, terá todas as regalias legais e alguns anos depois, poderá estar nas ruas de novo, atacando e matando. Até quando o povo brasileiro vai suportar tanta violência e impunidade?

RODOVIA PAULO MORAES
A estrada que liga a BR 364, na altura das Irmãs Marcelinas, até o porto graneleiro da Capital e que será o futuro anel viário da Capital, vai receber o nome do ex deputado e ex secretário de segurança do Estado, Paulo Moraes, falecido no ano passado. A homenagem foi prestada na Assembleia Legislativa, através de petição dos deputados Maurão de Carvalho, presidente da Casa e Laerte Gomes. Paulo Moraes, cuja família também se destacou na vida pública rondoniense (sua viúva é Sandra Moraes, que chegou a presidir a Câmara Municipal de Porto Velho e um dos seus filhos é o deputado estadual Léo Moraes), teve muitos anos de sua vida  trabalhando em Rondônia, na área policial, até se tornar deputado. Sua morte, depois de longa enfermidade, consternou a todos os seus muitos amigos e companheiros das lides político partidárias. Agora, na Assembleia, ele foi homenageado, dando nome a uma rodovia que, no futuro, será uma das mais importantes, ligando a BR 364 à zona portuária, de onde saem as riquezas da região para o resto do país e para o mundo.

GREVE GERAL? ONDE?
Algumas centrais sindicais e várias organizações de trabalhadores estão programando uma greve geral nessa sexta, dia 28. Seria a primeira paralisação nacional desde 1996. A última grande greve, considerada entre a maior de todas, na história recente, aconteceu em 1986. O mote principal para a greve geral marcada para essa sexta, é a reforma da Previdência. Ela atinge em cheio todas as categorias, mas, é claro, abriram-se tantas exceções que já não se sabe se será uma reforma ou um remendo, que, implantado, não resolverá absolutamente nada da previdência brasileira, a um passo da quebradeira total e de não ter mais recursos de pagar os aposentados. Não se sabe se a convocação que está sendo feita terá resultados. O problema maior é o da credibilidade. Convocada pelos partidos e sindicatos, todos ligados ao PT, à esquerda e à República Sindicalista, ela parece ser uma tentativa política apenas. Já se fala que seria um movimento, aproveitando a ocasião, de apoio ao ex Presidente Lula, suspeito de envolvimento em dezenas de rolos.  Essa credencial é extremamente negativa e pode esvaziar o movimento. Mas, veremos no que vai dar...

MOSQUINI COMEMORA
O deputado federal Lúcio Mosquini tem sido um dos mais atuantes da atual bancada federal. Ele se multiplica, para atuar em várias áreas e, ainda, buscar recursos para diferentes regiões. Uma das ações mais importantes se relaciona com a regularização fundiária na MP 759. Segundo Mosquini, tal MP “será a salvação para resolver os problemas agrários do Estado. Pode representar o fim dos conflitos agrários que tanto mal causam a Rondônia”. O parlamentar sublinha, ainda, sua atuação, para ajudar na solução dos graves problemas da BR 364. Diz que já foi conseguida a autorização para que o trecho entre Ariquemes e Ji-Paraná seja totalmente recuperado. O mesmo, comemora, foi a vitória que teve ao conseguir, do Dnit, a garantia da duplicação da 364, no trecho urbano de Jaru. Tem mais: o deputado vibra quanto fala na instalação do IFRO, obra que ele conseguiu para sua cidade, Jaru, ao custo de mais de 5 milhões de reais. Mosquini diz que tem trabalho muito. E que tem realizado o que chamou de “um mandato técnico e cirúrgico”, para ajudar a resolver os problemas da sua região e do Estado.

PACOTE DE MALDADES
É degradante, insuportável, vergonhoso! Crianças das linhas rurais, em Porto Velho, continuam sem ir à escola, por falta de ônibus escolar. O sistema é tão complexo, tão burocrático, tão infernal, que as disputas para o transporte de crianças, nas licitações, são intensas, mas poucas vezes todas as exigências são cumpridas, de parte a parte. O caso da Linha 28, na Capital, é sintomático, porque sintetiza o que ocorre também em outras cidades. A infernal burocracia e o temor de que os órgãos de fiscalização possam considerar o contrato ilegal, acaba, é claro, estourando lá na ponta: nas crianças, que nada têm a ver com esse absurdo. Além disso, no caso particular, a empresa alega estar há quatro meses sem receber da Prefeitura. Ou seja, uma confusão generalizada, falta de cumprimento do compromisso, muitas vezes ônibus velhos e sem condições transportando estudantes, estradas horrorosas, que destroem os ônibus em poucos meses e por aí vai, fazem parte do pacote de maldades, quando se trata do transporte escolar. Uma vergonha!

UM POUCO DE JUSTIÇA, AO MENOS!
O caso do goleiro Bruno deveria guiar todas as decisões judiciais sobre soltura de assassinos que cometeram crimes hediondos. Preso, ficou pouco mais de seis anos na cadeia, depois de ser condenado pelo assassinato brutal de sua ex namorada Eliza Samudio. Ele foi solto através de uma decisão liminar do ministro Marco Aurélio Mello e logo foi contratado pelo Boa Esporte, clube da segunda divisão do campeonato mineiro de futebol. Durou pouco. A Primeira Turma do STF, por 3 votos a um, determinou que Bruno volte para a cadeia, para cumprir o restante da pena de 22 anos e três meses a que foi condenado. Não seria justo deixar um assassino cruel à solta. Mesmo que ele não ofereça risco à sociedade, como alega a defesa, ele foi um risco fatal para a vítima, a quem mandou matar covardemente, com requintes de crueldade e ainda fazendo desaparecer o corpo da mulher. Embora no caso de Bruno a decisão de mandá-lo de volta à prisão se deu por micuinhas processuais, o que importa é que ele continuará pagando pelo crime odioso que cometeu. O ideal seria tal decisão se estender a todos os assassinos brutais. Mas, daí, já é pedir demais, não é?

PERGUNTINHA
Se a eleição para o Governo fosse hoje e fossem estes os candidatos, em quem você votaria: Maurão de Carvalho, Ivo Cassol, Acir Gurgacz, Expedito Júnior, Jaqueline Cassol, Valdir Raupp ou Jesualdo Pires? 

Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO.


PENSAMENTO DA SEMANA

Os últimos serão os primeiros e os do meio, sempre serão os do meio.

Ditus, o Filósofo