sábado, 26 de maio de 2018

VÍDEO: LEANDRO MELLO VIAJA COM A H-D ROAD GLIDE SPECIAL

Fonte: Revista Duas Rodas.



Líderes sindicais se dividem e trocam acusações

 Wilton Júnior / Estadão Conteúdo Entrada para a Refinaria de Duque de Caxias está fechada desde o início da greve, na segunda-feira. Foto do dia 23/05, quarta-feira
Eles não podem dividir uma mesma boleia, mas são os dois principais dirigentes da categoria que está bloqueando estradas e afetando o abastecimento em todo o País. O presidente da Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos (CNTA), Diumar Bueno, de 57 anos; e o presidente da Associação Brasileira de Caminhoneiros (Abcam), José da Fonseca Lopes, de 76 anos, são adversários no intrincado mundo dos grupos, confederações e federações que dizem representar a luta dos caminhoneiros.
Na última quinta-feira, Fonseca abandonou a reunião das entidades com o governo. Ele se levantou da mesa de negociações assim que percebeu que seus pares estavam prontos para aceitar uma trégua de 15 dias nas paralisações – entre eles, Diumar Bueno. Fonseca saiu do encontro afirmando que só encerraria o movimento depois de “assinada e carimbada a lei que retira dos combustíveis PIS/Cofins e Cide”. Já Bueno preferiu permanecer e, embora não tenha saído completamente satisfeito, deu um voto de confiança ao governo.
Ou seja, com dois líderes pregando posições antagônicas, a categoria, que reúne mais de 1 milhão de profissionais, ficou sem saber qual liderança seguir: Fonseca ou Bueno?
Fonseca foi quem atirou primeiro – dizendo que Bueno seria “cria dele” e que, assim como outras lideranças, estaria no movimento por “vaidade ou dinheiro”. Para ele, ao aceitar a proposta do governo, Bueno não estaria defendendo os interesses dos caminhoneiros, mas do patronato. Por fim, Fonseca acusa o colega de categoria de não ser caminhoneiro – pisando, assim, no calo mais dolorido do presidente da CNTA.
Truck. Os adversários de Bueno costumam mencionar que ele não é caminhoneiro, mas um “ex-piloto de Fórmula Truck (corrida de caminhões). De fato, ele correu na categoria até 2012 – ano em que sofreu aquele que é considerado até hoje o acidente mais “espetacular” desse tipo de competição.
O fato ocorreu durante treino livre para o GP de Guaporé, no Rio Grande do Sul. O caminhão que Bueno dirigia atravessou a pista de corrida a 184 km/h e se chocou contra um muro de proteção – que não conseguiu contê-lo. Reportagens do período afirmam que o veículo despencou de uma altura de 15 metros. Bueno passou 30 dias internado (6 deles na UTI) e teve 52 fraturas – lesionando as duas pernas, o braço direito, a bacia, a face e os pés. “Vi a morte me acenando”, lembrou.
A menção de seu passado como piloto não agrada Bueno. Segundo pessoas próximas, ele considera as lembranças de sua carreira pregressa uma tentativa de diminuir sua atuação como sindicalista. “Minha atividade sindical começou na década de 1980. Enfrentei muita coisa para tentar organizar a categoria – que não tinha tradição sindical e era ligada ao sindicato dos taxistas”. Ao lembrar do pai, que também foi caminhoneiro, Bueno se emocionou e diz não admitir críticas de “quem não sabe manobrar um caminhão”.
Bueno rebateu as críticas de Fonseca afirmando que é a Abcam que não representa a categoria. “Além disso, Fonseca sempre foi da Confederação Nacional do Transporte (CNT). Ou seja, sempre esteve do outro lado. Do lado do patrão”, afirmou.
Além de um embate pelo controle da categoria, a troca de farpas entre os dois, às vezes, parece ser sobre qual deles seria “mais caminhoneiro”. Se Bueno lembra do pai, Fonseca não fica atrás e diz ser sobrinho da primeira mulher caminhoneira do País. Ele também afirma ter participado de uma greve da categoria em 1974. “Desde então, estou sempre participando das movimentações e causas. Sou um caminhoneiro de verdade. Ainda tenho um caminhão estacionado na frente da minha casa”, falou. “Olha, eu já tinha até parado, mas as pessoas, os caminhoneiros, me chamaram para participar das negociações. Eles sabem que eu tenho experiência e que comigo as coisas andam”, completou.
Sem líder. Entre os caminhoneiros da linha de frente (aqueles que estão bloqueando estradas), a liderança do movimento não é clara. Ouvidos pela reportagem, a maioria não reconhece nenhum dos dois. Nem Bueno, nem Fonseca. Mais do que isso: desconfiam que as entidades estejam sendo usadas pelos patrões. Além disso, os grupos parecem se organizar de forma quase independente – com muita comunicação via WhatsApp. Por isso, não é difícil encontrar motoristas pedindo intervenção militar ou apoiando o pré-candidato do PSL, o deputado Jair Bolsonaro.
Bueno e Fonseca preferem não entrar nesse debate. Eles se dizem apartidários e preferem não ser identificados com posicionamentos radicais – e nem se aprofundar nas consequências políticas da greve.
Fonte: MSN

Caminhoneiros seguem com manifestações em rodovias neste sábado

FELIPE RAU | ESTADÃO CONTEÚDO Caminhoneiros bloqueiam as duas pistas da rodovia Régis Bittencourt na altura do município de Embu das Artes (SP)


SÃO PAULO - Caminhoneiros seguem com mobilizações em rodovias de todo o País neste sábado, 26, no sexto dia de protestos. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) ainda não informou o número de interdições nesta manhã. Na sexta-feira, 25, o presidente Michel Temer acionou as forças de segurança nacionais para desbloquear rodovias.O decreto, publicado no Diário Oficial da União, autoriza o emprego das Forças Armadas no contexto da Garantia da Lei e da Ordem (GLO) até o dia 4 de junho.
Segundo a Ecovias, há manifestação na rodovia Anchieta, nos dois sentidos, entre o km 22 e 24, em São Bernardo do Campo. O trânsito, porém, está liberado para veículos de passeio, motos, ambulâncias e coletivos.
Na rodovia Fernão Dias, ocorre um protesto sem interdição na altura do km 37, na região de Atibaia.
De acordo com a concessionária Nova Dutra, os caminhoneiros também permanecem na rodovia Presidente Dutra nas regiões de Santa Isabel, São José dos Campos, Jacareí, Caçapava, Pindamonhangaba, Lorena, Barra Mansa e Piraí. 
Na Régis Bittencourt, a manifestação ocupa uma faixa e o acostamento, em ambos os sentidos, na altura do km 279, em Embu das Artes, e também na altura do km 385, em Miracatu, no sentido de Curitiba. Também há bloqueio no km 477, em Jacupiranga.
No Rodoanel não há interdições, mas a via tem lentidão no trecho de Embu das Artes, em razão dos protestos na Régis Bittencourt.
De acordo com a Autoban, a rodovia Anhanguera permanece com bloqueio na região de Limeira. A concessionária orienta o motorista a utilizar a rodovia dos Bandeirantes.
As rodovias Imigrantes, Raposo Tavares, Castelo Branco, Ayrton Senna e Bandeirantes seguem sem mobilizações.
Fonte: MSN.


sexta-feira, 25 de maio de 2018

Você conhece a versão roadster do Fusca com motor esportivo?

O clássico da Volks tem motor 2.7 boxer capaz de gerar 210 cavalos


Volkswagen Fusca é uma paixão nacional e patrimônio histórico do mercado automotivo. O carro, além de ter empatia com o motorista, é passivo de ideias criativas que o transformam em um verdadeiro clássico. Algumas versões cairam no esquecimento do público, como o modelo equipado com kit Rolls-Royce e a versão perua. 
Desta vez, um Volkswagen Fusca surgiu com o "estilão" de roadster, com direito a um propulsor 2.7 boxer de quatro cilindros capaz de gerar potência de 210 cavalos. O esportivo foi criado pelos alemães da Memminger Feine-Cabrios, empresa especializada na restauração e customização de automóveis conversíveis e limusines. 
O modelo cobaia utilizado para a transformação foi um exemplar fabricado no ano de 1992. O teto foi excluído, oferecendo ao veículo apenas dois lugares e uma atmosfera real de roadster. O exemplar também foi equipado com freios a disco de Porsche 911, rodas de liga aro 18 e suspensão reforçada. 
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O peso atual do Fusca roadster é de 800 kg, por isso, o motor teve de ser instalado em uma posição central para otimizar a distribuição de peso. O carro exclusivo é sempre capitaneado por um câmbio manual com cinco velocidades empretado da Porsche. Há quem interessar, o Fusca roadster está à venda na Alemanha. Vale a consulta, já que no mês de abril, apenas 20 unidades foram disponibilizadas no mercado alemão. 
Fonte: caranddriverbrasil.com.br

Opinião de Primeira - OS HEROIS CAMINHONEIROS NOS REPRESENTAM. ELES TENTAM AJUDAR A SALVAR O BRASIL

Eles são sofredores. Vivem longo de suas famílias. Correm grande risco de vida todos os dias. Ninguém mais que eles merecem serem considerados símbolo dos brasileiros trabalhadores, que lutam para sustentar suas famílias com muita dedicação, sacrifícios e salários insuficientes para uma vida digna. Não há outra categoria, além dos caminhoneiros, para representar melhor a indignação do país, para com o vergonhoso aumento dos combustíveis, que torna a vida da população um inferno; que pode acabar em desabastecimento total; que pode representar a volta da inflação galopante, porque,  quanto menos produtos estiverem nas prateleiras dos mercados, mais caros eles se tornam. Quando a Petrobras foi assaltada por políticos ladrões do PT e dos seus aliados, que quase a destruíram, já se sabia que quem pagaria a conta seria o brasileiro comum. Não deu outra! Somando-se a esses prejuízos bilionários que a estatal teve, pelos roubos, o cenário internacional também contribuiu para que os preços se elevassem às alturas. Um outro ingrediente, importante, somou-se a tudo isso: a absurda, doentia, lamentável incompetência o governo brasileiro, liderada pelo pífio Michel Temer, que assistiu, de braços cruzados, ao assalto ao bolso dos consumidores brasileiros e não tomou atitude alguma para coibir essa sacanagem. Só começou a se mexer, na marra e pressionado, quando a coisa chegou onde chegou. É uma tristeza, todos nós, que vivermos sob o tacão da roubalheira, da vergonhosa omissão, da total incompetência, termos ainda que pagar a conta.

Pois os caminhoneiros são, mais uma vez, nossos heróis. Com exceção daqueles que interditam  BRs e outras rodovias (o que é crime, não importam os motivos), todos os que cruzaram os braços e pararam seus caminhões nas laterais das estradas, merecem o total apoio. Enquanto isso, donos de postos, que deveriam ir para a cadeia, já estão aumentando o preço do combustível de forma abusiva. Em Fortaleza, um posto já cobrava 8 reais o litro. Em Rondônia, alguns empresários espertos também aumentaram vergonhosamente os preços, para ter mais lucro. Em todo o país, é esse o tipo de vampiro de sempre, que vocifera contra o governo, mas é tão canalha quanto os ladrões que assaltam os cofres públicos. Na BR 364, ontem, havia pelo menos 12 pontos de paralisação, com centenas de caminhões sem sair do lugar. A Eletrobras avisa que tem que racionar energia em Buritis e distritos da região, porque não tem óleo diesel para suas usinas termoelétricas. Em alguns mercados, há produtos já em falta. No Brasil inteiro, a situação é de enorme preocupação. Se não houver uma resposta urgente do governo Temer, a situação pode se transformar em  caos. Estamos agora nas mãos dos caminhoneiros. Que eles nos representam da melhor forma que puderem, para salvar nosso país.

PROPOSTA VERGONHOSA
O governo brasileiro, acostumado a enrolar, mentir, enganar, entrou numa fria, no final da tarde desta quinta. Chamou os representantes dos caminhoneiros para negociar uma trégua e apresentou uma proposta pornográfica, sacana, vergonhosa. Pediu um “voto de confiança” e um prazo de 90 dias para apresentar uma proposta para diminuir o preço dos combustíveis. O presidente da Associação Brasileira dos Caminhoneiros, a Abcam, José da Fonseca Lopes, postou um vídeo nas redes sociais, dizendo que a entidade se retirou da reunião com representantes do governo e que os associados devem decidir se continuam ou não o movimento, mas deixando claro que, se não o fizerem, poderão continuar sendo “enrolados”. Segundo Fonseca Lopes, “o governo nunca cumpre metade do que promete e a outra metade engaveta”! É importante que a população apoie o movimento de paralisação dos caminhões, porque se não o fizer, continuará sendo enganada; continuará pagando os mais altos impostos do mundo e, ainda, os preços abusivos dos combustíveis.

TRANSPORTE ALTERNATIVO
Em plena crise de abastecimento que se desenha no país, com a greve dos caminhoneiros e fechamento de inúmeras rodovias, o governador Daniel Pereira foi criativo, em seu discurso, na abertura da Rondônia Rural Show, feira que também está sendo prejudicada pelos inúmeros bloqueios na BR 364, tanto na direção de Vilhena quanto na de Porto Velho. Entre outras propostas para várias questões que envolvem o campo, o Governador rondoniense também se manifestou sobre a importância de termos alternativas viáveis de transporte, principalmente os por via férrea e, na nossa região, os por via aquática, com hidrovias que possam acentuar nosso sistema de transporte e abastecimento. Daniel também abordou a questão da regularização fundiária, alegando que ela é o melhor caminho para acabar com a violência dos conflitos agrários. E destacou ainda a importância da educação ambiental, sublinhando que se preocupa com a questão “não por modismo, mas pela necessidade de garantir qualidade de vida às futuras gerações”! A Rondônia Rural Show, realizada em Ji-Paraná, em sua sétima edição, encerra neste sábado, com previsão de negócios acima de 700 milhões de reais.

ESTREIA COM SUCESSO
Estreando num evento de grandeza internacional – a feira tem participação de expositores brasileiros e estrangeiros e delegações deCuba, Coreia do Sul, Argentina, Bolívia e países africanos – o prefeito de Ji-Paraná, Marcito Pinto, não conseguiu esconder sua alegria em estar sediando um evento de tal grandeza. Há pouco mais de um mês ele assumiu o comando da Prefeitura, já que seu companheiro de administração, Jesualdo Pires, deixou o cargo para disputar uma cadeira ao Senado. Marcito destacou a participação de 460 expositores, numa área de 50 hectares e os 190 milhões de negócios feitos antes mesmo da feira começar, prevendo-se um número superior a 700 milhões, no volume final de negociações da Rondônia Rural Show.  Com o sucesso do empreendimento, Marcito sublinhou também a pujança econômica da sua cidade, que continua sendo uma das mais oferece empregos em todo o país. O prefeito de Ji-Paraná, durante a feira de quatro dias, esteve sempre presente, com sua equipe, recebendo autoridades, participando das iniciativas comerciais e fazendo todo o esforço para que tudo ocorresse com o maior sucesso possível. Suas missões, nesta sua primeira participação na Rondônia Rural Show, certamente foram cumpridas com sucesso!

HERMÍNIO E O GRANDE SUSTO
O combativo deputado Hermínio Coelho, deu um grande susto em seus familiares, amigos e eleitores, nesta quinta. O carro em que ele viajava para Ji-Paraná, onde iria também participar da Rondônia Rural Show, sofreu um acidente em Ariquemes. O motorista que o conduzia perdeu o controle do veículo e só por muita sorte todos os ocupantes escaparam apenas com ferimentos leves e um grande susto. Hermínio sofreu uma luxação nos braços, teve que enfaixá-los, mas, a princípio, nada mais que isso. Um dos parlamentares mais populares da Assembleia, que não tem papas na língua e dos que dá um boi para entrar numa briga, mas uma boiada para não sair dela, Hermínio  está em campanha para mais um mandato como deputado. Os políticos, nesse período pré eleitoral, convivem mesmo com grandes riscos. Na corrida atrás do eleitor, em todos os quadrantes do Estado, eles viajam milhares de quilômetros, por estradas perigosas, tentando se firmar como nome viável e palatável ao eleitorado, para chegar a um mandato ou, como no caso de Hermínio, manterem-se em suas cadeiras. É bom redobrar os cuidados, porque com as estradas do jeito que estão, os riscos são mesmo enormes.

PRESIDENCIÁVEL TUCANO EM JI-PARANÁ
Rondônia recebe, nesta sexta, o primeiro dos muitos presidenciáveis. Geraldo Alkmin, o tucano que até agora não decolou nas pesquisas, estará em Ji-Paraná. Vai visitar a Rondônia Rural Show e, é claro, se reunir com dirigentes e membros do partido, tanto da Capital, que lá estarão, como da região central do Estado. Alkmin começa a percorrer o país, tentando melhorar sua performance nas pesquisas. Por aqui, vai debater com o comando regional (a deputado federal Mariana Carvalho é a presidente,  mas quem tem a grande maioria dos votos do diretório é o ex senador Expedito Júnior), sobre as perspectivas do PSDB em relação às eleições de outubro, em Rondônia. Por enquanto, o quadro no tucanato regional está sem clareza alguma. Expedito pode ser candidato ao Senado, ao Governo ou até não disputar nada. Mariana é, por enquanto, candidatíssima à reeleição, mas pode sair ao Governo, dependendo do rumo que Expedito tomar. Ora, com as duas principais lideranças do partido sem saber exatamente o que farão em outubro, Alkmin só poderá ouvir as histórias e aguardar os acontecimentos. Mesmo assim, a presença do ex governador paulista e um dos nomes mais importantes da política nacional, é uma notícia interessante para Ji-Paraná, que nesse momento sedia uma das maiores feiras do agronegócio do país e a maior a região norte.

NOSSO ESPECIALISTA NA TV NACIONAL
O advogado rondoniense Juacy Loura Júnior deu um show de informações em entrevista que concedeu, em rede nacional, pela Record News, para o jornalista Heródoto Barbeiro. Especializado em direito eleitoral, inclusive já tendo atuando no TRE do Estado como Juiz,  ele falou sobre a importância da Justiça Eleitoral e abordou também a situação do ex presidente Lula, que está preso e, sob o ponto de vista legal, ainda assim poderá pleitear o registro da sua candidatura. O programa, que foi ao ar na noite de quarta-feira, teve grande audiência não só aqui no Estado (pela Record News Rondônia, Canal 31, na TV Aberta e que é  apresentado simultaneamente em várias emissoras de TV fechada) , como também em todo o país. A Record News é a única emissora da TV aberta brasileira que transmite notícias 24 horas por dia e seu publico cresce ano a ano. A presença de um rondoniense, num programa tão importante e em rede nacional, mereceu registros de centenas de telespectadores, elogiando o advogado Juacy Loura Júnior e sua competente performance. Como já acontece aqui em Rondônia, onde é sempre consultado quando o assunto se relaciona com questões eleitorais, Juacy agora se transforma também num nome nacional.  

PERGUNTINHA
Qual sua opinião sobre as aparições-relâmpago de Marina Silva, apenas nas crises, como agora, quando criticou o presidente Temer de agir tardiamente na crise dos caminhoneiros?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO.

Professor Nazareno / Outra Copa do fracasso?

Estamos a poucos dias do início da Copa do Mundo de futebol que será realizada na Rússia. Até agora não se tem visto, como em outros anos, a euforia dos torcedores brasileiros. Parece que o pessimismo tomou conta de todos contrastando com aquela encantadora “onda verde e amarela” que arrebatava corações e mentes de quase todos os cidadãos do país antes do torneio. Tristes e desolados, muitos nem vão assistir aos jogos da seleção canarinho. Ainda curtindo a ressaca dos 7 X 1, muitos torcedores já não acreditam mais na sua seleção. Desiludidos com o futebol e ainda lamentando a roubalheira fora de campo da última Copa do Mundo, realizada no Brasil, muitos brasileiros preferem torcer em absoluto silêncio pelo seu time. Sem nenhum legado nas 12 cidades onde aconteceram os jogos, todos só se lembram do que foi roubado.

Além das humilhantes derrotas para alemães e holandeses, nada ficou como lembrança para o Brasil e os brasileiros. Os políticos e empresários roubaram como nunca e ajudaram a deixar o nosso país nesta situação caótica em que se encontra. Nenhuma das cidades-sede teve melhorias em sua infraestrutura. Isso sem falar em alguns estádios que se mostraram verdadeiros elefantes-brancos. Manaus, Natal e Brasília, por exemplo, não sabem o que fazer com aqueles monumentos ao desperdício do dinheiro público. Deveriam implodir suas inúteis arenas para que não dessem mais tantos prejuízos ao Erário. E como se não bastasse, vários torcedores hoje têm vergonha de vestir a camisa amarela, pois foi com ela que os “coxinhas” foram às ruas pedir a saída da Dilma a fim de colocar o golpista e impopular Michel Temer no seu lugar.

Vestir a camisa verde-amarela é hoje sinal de decepção e idiotice. Isso sem falar que os jogadores não representam o Brasil nem nós, os brasileiros. São homens “podres de ricos” que moram na Europa, ganham em euros e dólares e respondem tão somente pelos interesses de seus clubes e de seus ricos patrocinadores. Nike, Adidas, Heineken, Coca-Cola, Emirates, Visa e Master Card é quem darão as cartas, e os prêmios, na Rússia. Alguns dos “nossos heróis” dão até entrevistas em outros idiomas. Jogador de futebol ter amor ao seu país é coisa do passado. Por tudo isso, o sofredor, explorado e humilhado torcedor do Brasil não deveria vibrar pela sua seleção nacional. Tem que torcer pelo bom futebol e isso não faz mais parte da nossa realidade. Derrota humilhante deveria ser castigada. Que tal obrigá-los a morar um mês na imunda Porto Velho?

Dessa forma, não vou torcer pelo Brasil. Até já escolhi o meu time de coração: é, claro, a poderosa Alemanha e tomara que venham outros 7 X 1. E de novo em cima dos nervosos e fracos canarinhos. Até a camisa do “tanque europeu” de Thomas Müller, Neuer e Özil eu já comprei. Não vi até agora nenhuma rua pintada, não vi ninguém usando a ridícula camisa amarela, nem conheço um só torcedor que saiba de cor a escalação do time de Tite. Se o Brasil ganhar esta Copa do Mundo, o povo brasileiro esquecerá rapidamente a sua situação de “vaca de presépio” e começará a acreditar que somos de novo uma potência. Em 1970 os militares usaram a vitória de Pelé e companhia para descer o cacete no povo e aumentar a repressão aos oposicionistas. Só que a direita dessa vez antecipou as coisas: botou a seleção na rua antes do jogo começar. Agora deve torcer por uma improvável vitória no campo. Ou fracassa de novo.

Fonte: Professor Nazareno / Porto Velho-RO.

Venustidade




Temer aciona forças federais para acabar com greve de caminhoneiros


O governo federal autorizou o uso de forças federais de segurança para liberar as rodovias bloqueadas pelos caminhoneiros caso as estradas não sejam liberadas pelo movimento. O anúncio foi feito há pouco pelo presidente Michel Temer, em pronunciamento no Palácio do Planalto. A decisão foi tomada após reunião no Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que contou com a participação de ministros e do presidente. 

"Quero anunciar um plano de segurança imediato para acionar as forças federais de segurança para desbloquear as estradas e estou solicitando aos governadores que façam o mesmo. Não vamos permitir que a população fique sem os gêneros de primeira necessidade, que os hospitais fiquem sem insumos para salvar vidas e crianças fiquem sem escolas. Quem bloqueia estradas de maneira radical será responsabilizado. O governo tem, como tem sempre, a coragem de dialogar; agora terá coragem de usar sua autoridade em defesa do povo brasileiro." 

Ontem (24), os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil), Eduardo Guardia (Fazenda) e Carlos Marun (Secretaria de Governo) anunciaram acordo para suspensão dos protestos da categoria por 15 dias,. Depois disso, as partes voltarão a se reunir.

Hoje (25), no entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que ainda não registra desmobilização de pontos de manifestação de caminhoneiros nas rodovias do país.

Em seu pronunciamento, Temer disse que uma "minoria radical" está impedindo que muitos caminhoneiros cumpram o acordo e voltem a transportar mercadorias. O presidente enfatizou que o governo atendeu às principais demandas da categoria. "O acordo está assinado e cumpri-lo é naturalmente a melhor alternativa. O governo espera e confia que cada caminhoneiro cumpra seu papel."

O ministro Eliseu Padilha disse, também nesta sexta-feira, que o governo confia no cumprimento do acordo firmado ontem com as lideranças do movimento.

A decisão de suspender a paralisação não foi unânime. Das 11 entidades do setor de transporte, em sua maioria caminhoneiros, que participaram do encontro, duas delas, a União Nacional dos Caminhoneiros (Unicam) e a Associação Brasileira dos Caminhoneiros (Abcam), que representa 700 mil trabalhadores, recusaram a proposta.

Hoje a associação divulgou nota na qual afirma que, ao contrário de outras entidades, "que se dizem representantes da categoria, a Abcam, não trairá os caminhoneiros". "Continuaremos firmes com pedido inicial: isenção da alíquota PIS/Cofins sobre o diesel, publicada no Diário Oficial da União", diz o texto.

Fonte: Rondoniagora.com.br