segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Jair Bolsonaro diz que vai governar com Deus e com a Constituição

"O discurso é de união. Vamos pacificar o Brasil", disse.

Eleito presidente, Jair Bolsonaro (PSL) dá entrevista ao lado de sua mulher, Michelle, e aliados. 

Em seu primeiro pronunciamento após ser eleito presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) disse na noite deste domingo (28) que seu governo será defensor da Constituição.

"O que eu mais quero é, seguindo ensinamentos de Deus e ao lado da Constituição, e com boa assessoria técnica, isenta de indicações políticas de praxe, começar a fazer um governo que possa realmente colocar o nosso Brasil em lugar de destaque", disse Bolsonaro em transmissão ao vivo pelo Facebook.

"O que ocorreu hoje nas urnas não foi a vitória de um partido, mas a celebração de um País pela liberdade", continuou. Bolsonaro disse ainda que a liberdade é um "princípio fundamental". "Liberdade de ir e vir, liberdade política e religiosa, liberdade para fazer escolhas. Este é um país de todos nós."

Ao final da transmissão, disse estar "feliz". "Estou muito feliz. E missão não se escolhe e não se discute, se cumpre."

Na sequência, o candidato apareceu diante das câmeras de TV e fez uma oração com aliados. Em novo discurso, disse que seu governo será "defensor da Constituição, da democracia e da liberdade".
"Isso é uma promessa, não de um partido, não é a palavra vã de um homem, é um juramento a Deus", afirmou.

"O governo federal dará um passo atrás, reduzindo sua estrutura e cortando privilégios para que as pessoas possam dar passos à frente. Nosso governo vai quebrar paradigmas. Precisamos de mais Brasil e menos Brasília. Esse não será um governo de respostas apenas às necessidades imediatas", disse. "O discurso é de união. Queremos unir o Brasil e pacificar. Vamos pacificar o Brasil", encerrou o presidente eleito.

Em outra live, Bolsonaro agradeceu aos apoiadores que celebravam a vitória em frente ao seu condomínio no Rio de Janeiro, mas disse que, por motivos de segurança, não iria sair de casa.
Ao agradecer o apoio, Jair Bolsonaro disse que será o presidente de "todos".

"Assumindo a Presidência, eu serei presidente de todos. Vou buscar pacificar o Brasil, nos pacificar, sem essa história de eles contra nós. Temos como fazer políticas que atendam os interesses de todos", argumentou.

"Vamos unir a todos. Não haverá distinção. Somos um só povo, sob um só país. Peço a Deus que mais do que inteligência; nos dê força para conduzir o futuro do Brasil." Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno e tomará posse como presidente da República no dia 1º de janeiro de 2019. Com 99,99% das urnas apuradas, Bolsonaro teve 55,13% dos votos contra 44,87% do opositor, de acordo com o TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Assista ao pronunciamento transmitido pelo Facebook - https://www.facebook.com/jairmessias.bolsonaro/videos/945681038957259/

 Fonte: MSN.




6 motivos por que Jair Bolsonaro foi eleito presidente do Brasil


Jair Bolsonaro, candidato considerado de extrema direita por veículos internacionais, foi eleito presidente do Brasil neste domingo (28) e deixou o mundo atônito. Como pode o país líder da América do Sul, dono da oitava maior economia do mundo, dar essa guinada tão retumbante à direita?

 Com 57,7 milhões de votos, o candidato do PSL chega ao poder com maior legitimidade que sua antecessora eleita em 2014. Ele teve 55,13% dos votos válidos contra 44,87% de Fernando Haddad (PT), escolhido por 47 milhões de eleitores. Em 2014, Dilma Rousseff teve 54,5 milhões de votos e Aécio Neves (PSDB), 51 milhões — 51,64% contra 48,36%.

O cenário que possibilitou a eleição do capitão reformado do Exército com retórica autoritária vem se desenhando há pelo menos 5 anos. Em 2013, a revolta "contra tudo que está aí" se materializou nas Jornadas de Junho, série de protestos iniciados pelo aumento de 20 centavos nas passagens do transporte público de São Paulo.

Mas não era só pelos 20 centavos, como diziam os manifestantes de então. A seguir, os 6 fatores que levaram à vitória de Bolsonaro:

1. Antipetismo

Jair Bolsonaro simula agressão no © Adriano Machado / Reuters Jair Bolsonaro simula agressão no
O Partido dos Trabalhadores permaneceu 14 anos no poder. Teria ficado até mais se Dilma Rousseff não tivesse sido apeada do poder por impeachment após ser julgada por suas manobras fiscais ilegais.
Nessa década e meia, o partido esteve envolvido em 2 graves escândalos de corrupção: o mensalão, descoberto em 2005, ainda no primeiro mandato do ex-presidente Lula, e o propinoduto da  

Petrobras, descoberto pela Operação Lava Jato, deflagrada em 2014 pela Polícia Federal.
Como estava no governo, o PT acabou sendo associado mais diretamente com os esquemas, muito embora vários partidos da base aliada e até da oposição participassem.
A retórica lulista do "eu não sabia", tanto para o mensalão quanto para o petrolão, foi alimentando a raiva pelo partido que outrora se vendia como baluarte da ética e já então caía na vala comum das legendas marcadas pela corrupção.

Pelo menos desde 2014, Jair Bolsonaro se posiciona mais claramente como inimigo do PT. Mesmo tendo votado de forma semelhante ao partido na Câmara em diversas ocasiões, o militar praticamente se autoproclama "metralhador de petralhas", detonador das esquerdas.

2. Rejeição à política tradicional

Renan Calheiros e Lula: a velha aliança entre MDB e PT. © Adriano Machado / Reuters Renan Calheiros e Lula: a velha aliança entre MDB e PT.
O governo de coalizão, com suas trocas de nacos do Estado por tempo de TV em campanha, atingiu o seu ocaso com a campanha de Dilma em 2014. Foi um dos maiores tempos de televisão graças à maior coligação eleitoral recente. PT e MDB estavam juntinhos, assim como o PP. Todos, partidos investigados pela Polícia Federal. E numa chapa com dinheiro sujo. Adversários histórico do PT, o PSDB, de Aécio Neves, também mergulhara no mar de lama.

"A classe política foi absolutamente devastada com a Lava Jato. Tem uma total destruição dos líderes políticos, crise de credibilidade do Congresso Nacional, partidos e lideranças", analisa Lucas de Aragão, sócio e direto da Arko Advice, empresa de análise política, em entrevista ao HuffPost Brasil.

"É quando aparece um outsider, que assim se vende, e a sociedade aceita", engata Aragão. Refere-se a Bolsonaro, que, a despeito dos 27 anos de Câmara Federal, não foi considerado pelo eleitorado membro do clã da "velha política". Pelo contrário, frequentador dos porões do baixo clero. Dono de uma porção de frases de efeito que o tornavam nada além de uma caricatura.

Mas o sujeito exótico foi ganhando cada vez mais holofotes, ainda mais após defender o impeachment de Dilma na Câmara com homenagens a um torturador. Imprevisível, Jair Bolsonaro se apresentou como o antissistema.

3. Vontade de mudança

 © ASSOCIATED PRESS Romero Jucá e Eduardo Suplicy concorreram ao Senado em 2018 e não conseguiram entrar.

O esgotamento com a política tradicional levou os brasileiros a almejar mudanças. Na busca pelo novo, pelo desconhecido.

Não é coincidência que no 1º turno o Senado brasileiro teve 85% de renovação. Das 54 vagas em disputa, 46 foram ocupadas por nomes novos.

Nomes tradicionais como de Romero Jucá (MDB-RR) e Eduardo Suplicy (PT-SP) ficaram de fora. À direita ou à esquerda, cartolas da velha política foram rejeitados.
Essa vontade de mudar foi decisiva para formar o tsunami pró-Bolsonaro que elegeu a 2ª maior bancada da Câmara Federal. O PSL também conseguiu fazer, além do presidente, 3 governadores estaduais.

4. Crise Econômica

 © ASSOCIATED PRESS Política econômica de Dilma Rousseff gerou inflação e desemprego no País.

Os erros na política econômica de Dilma produziram inflação galopante, juros altos e o mais duro e resiliente reflexo da recessão: o desemprego. Apesar de Temer ter mudado a rota petista, o brasileiro continua se queixando do bolso.

Para Lucas de Aragão, da Arko Advice, Bolsonaro conseguiu endereçar o problema da economia ao enfatizar na campanha sua agenda liberal. "O eleitor brasileiro é maduro e muito pragmático, capaz de eleger um doutor de Sorbonne, que é o FHC, e 4 anos depois um líder sindical que não tinha escolaridade formal [Lula], porque ele julga que essa é a pessoa adequada para prover o melhor para o País naquele momento", explica.

5. Criminalidade

Gabinete de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) na Câmara possui réplica de armas. © Bloomberg via Getty Images Gabinete de Eduardo Bolsonaro (PSC-SP) na Câmara possui réplica de armas.
O Brasil tem cerca de 60 mil homicídios por ano. No ranking de competitividade do Centro de Liderança Pública, 19 dos 27 estados caíram nos indicadores de segurança pública. O medo e a insegurança fazem parte da rotina dos brasileiros.

"Bolsonaro diz que não vai dar margem para a bandidagem, vai diminuir idade penal de 18 para 16 anos e vai armar áreas rurais para defender propriedade", enumera Aragão sobre pontos da narrativa de Bolsonaro contra a criminalidade. "Ele consegue se conectar com o eleitor."

O desejo por uma solução simples para um problema complexo alimenta a esperança no rigor e na disciplina de um ex-militar, que quer cadeia para criminosos — e não "direitos humanos".

6. WhatsApp

WhatsApp é uma das principais ferramentas de comunicação do eleitorado de Bolsonaro. © Buda Mendes via Getty Images WhatsApp é uma das principais ferramentas de comunicação do eleitorado de Bolsonaro.
O Bolsonaro de hoje é certamente uma cria das redes sociais. Sua rede de apoio construída no WhatsApp é uma das mais aguerridas. A professora da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina) Letícia Cesarino diz que o presidente eleito inaugurou no Brasil o "populismo digital".

"A campanha dele é sem precedentes no uso populista das plataformas digitais, em especial o WhatsApp", explicou, em entrevista ao HuffPost Brasil. "Os eleitores tomaram o lugar do Bolsonaro na campanha digital, principalmente depois do atentado que o candidato sofreu."

O esfaqueamento no dia 6 de outubro certamente mudou o curso de sua campanha, levando-o para longe dos debates na TV e para perto dos eleitores em lives e sequências de tweets constantes.
Em todas as redes, fake news como esta e esta foram plantadas pela militância pró-Bolsonaro. O jornal Folha de S.Paulo também denunciou que empresas pagaram por pacotes de mensagens contra o PT pelo WhatsApp.

Fonte: MSN

 

domingo, 28 de outubro de 2018

CARROS - Jóias de Lata





Simplesmente sensacional!


MANJAR DOS DEUSES





DEUS NOS FALA

Evangelho de Marcos 10, 46-52

O evangelista narra que Jesus e seus discípulos chegaram a Jericó. Por que fez questão de nomear essa cidade? Se nós lembrarmos quando Josué conquistou a terra prometida, Jericó foi a última cidade antes de chegar a ela. O que quis dizer relembrando isso? Entrando em Jerusalém, Jesus cumpria seu êxodo final, para entrar na nova ‘Jerusalém celeste’. Nessa etapa final, apresentam-lhe ao longo da estrada “o mendigo cego Bartimeu”. Ele não pode se aproximar e, portanto, a única maneira que tinha era gritar, com a esperança de ser ouvido pelo sumo Mestre.

Qual o sentido desse encontro? Esse cego quer representar, simbolicamente, os discípulos Tiago e João, que, não obstante Jesus tivesse falado que ia ser crucificado, persistiam em não compreender por que ‘eles tinham ouvidos, mas não ouviam, tinham olhos, mas não enxergavam’. Isto é, a preocupação de ter os primeiros lugares, serem importantes na vida, os cegou. Isto significa a grande dificuldade em compreender o projeto de Deus, sobretudo se pensarmos com as nossas pretensões, aspirações. No final, existe de verdade também em nós a cegueira em relação à ação de Deus na nossa vida.

Temos dificuldade de discernir a presença de Deus no nosso cotidiano. Eis aqui o exemplo do cego. Ouvindo falar da presença de Jesus, ele começa a gritar, intercedendo ajuda ao divino Mestre. Ele alimentou essa esperança que somente Jesus podia ajudá-lo. É interessante ver Jesus, não obstante fosse cercado de muita gente, consegue ouvir e dar atenção ao pobre cego. Revela-nos, essa Palavra de Deus, como Deus é atento aos pobres que lhe pedem ajuda. Ele manda-o chamar. Deus é que chama para poder encontrá-lo. Não é suficiente a nossa invocação, mas precisa o seu retorno.
O cego, prontamente, jogou fora o manto. Esse manto representa, simbolicamente, a pessoa; e com esse despojamento, quer romper definitivamente com o passado, com a sua própria ideologia para poder seguir Jesus. Também aqui vemos que é o discípulo que deve ir ao encontro de Jesus e não vice-versa. Então, o Mestre Nazareno lhe perguntou: “Que queres que eu te faça?” O cego respondeu: “Rabbuní, meu Mestre, que eu veja”. Podem observar que o cego não o chama mais de Filho de Davi, mas ‘meu Mestre’, um termo que era usado para Deus, e, no entanto, os mestres de Israel eram chamados somente “mestre”.

Essa diferença de uso do nome significa que o discípulo começa a entender Deus. Bartimeu demonstra ter muita fé em Jesus, embora não tivesse capacidade de se expressar. E Jesus disse: “Vai, tua fé te salvou”. No mesmo instante, ele recuperou a vista e foi seguindo Jesus pelo caminho. Ele foi sarado pela sua fé em Jesus. Consequência disso: deixa tudo e o segue no caminho ao Calvário a Jerusalém. Assim sendo, esse cego Bartimeu se torna o exemplo para todos nós que queremos seguir Jesus no caminho em direção a ‘Jerusalém’. Caminhando com Jesus, achamos a força e a coragem da vitória sobre a cruz, que é uma consequência do compromisso com Deus para servir os outros irmãos, sem ambição nenhuma de poder. Pergunto-te: vives a tua fé em Jesus como o cego Bartimeu?

Fonte: Claudio Pighin -  Sacerdote, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação.



AS REDES SOCIAIS INFORMAM OU DESINFORMAM?

Eu publiquei este artigo no jornal Liberal quatro anos atrás. Fui convidado a republica-lo para melhor compreender esse cenário nacional e internacional das Fake News que ameaçam a nossa convivência.

Por que notícias falsas correm rapidamente nas redes sociais? Qual a intenção de tudo isso? Para que serve esse tipo de (des) informação? Em síntese, poderíamos dizer que as falsas informações percorrem de forma extraordinárias as redes sociais porque é através delas que se tenta firmar as amizades com pessoas de mesmo caráter e que trocam conteúdos entre si. Todos nós sabemos que a informação é um fenômeno de contagio social e, nesse sentido, nunca, como hoje, vimos a grande importância que assumiu a mídia como informação. Essa vitalidade das notícias tem uma semelhança entre as pandemias e a maneira como circula uma falsa notícia nas redes sociais, mas também tem grandes diferenças.

A partir dessas considerações se torna difícil prever e analisar suas dinâmicas. A essa altura, podemos nos questionar: sobre esse tipo de ação nas redes, é possível considera-la como inteligência grupal-comunitária ou poderia ser considerada uma ignorância grupal-comunitária? Provavelmente, por que não considera-la as duas faces da mesma moeda? Uma coisa é certa: a informação é um fenômeno de contágio social. Assim que recebo, por exemplo, algumas informações dos meus amigos ou conhecidos e começo a repassa-las. É como se tivesse sido infectado. E, por sua vez, eu infecto os outros. Portanto, como se defender dos vírus das redes?

Falando de informação, a sociedade tem uma grande incidência sobre a possibilidade de contágio. E se por acaso essas informações vierem de amigos ou de pessoas que simpatizamos e que confiamos porque têm os mesmos interesses e pensamentos, então têm ainda mais importâncias as informações. Assim sendo, é possível prevê onde, quanto e quando se difunde uma informação falsa? Perante esse questionamento, precisamos compreender o que é uma notícia falsa, o que é desinformação. Às vezes, é simples para entender, às vezes, é meio complicado. Portanto, compreender qual é a percepção do mundo a respeito de uma determinada notícia pode ser bem complexo.

Precisamos detalhar o espaço, o ambiente onde nasce essa falsa notícia; identificar as pessoas com quem se mantém o contato constantemente e seus costumes de vida, e assim por diante. Com essas novas tecnologias que invadem qualquer território pode ser mais possível identificar
elementos para uma melhor analise da realidade e, assim, cruzar as notícias e identifica-las. Mas se isso é verdade para peneirar melhor as notícias, também é verdade que se podem difundir cada vez mais notícias falsas. Essas redes sociais, colocando a disposição de todos quaisquer tipos de notícia, podem iludir muitos de saber tudo, de estar informado de maneira eficiente. No entanto, isso não é verdade.

É bem sabido, sobretudo para quem se dedica na área de comunicação, que às vezes são necessários anos de estudo para compreender determinadas notícias. Vejam, por exemplo, essas tão martirizadas notícias de conflitos e guerras no mundo, ou a violência no nosso meio: quem sabe a verdade? Requer conhecimento bem profundo que saiba fazer uma correta leitura da notícia. Para tudo isso é preciso preparação. No final, em todas as coisas que se fazem no dia a dia dificilmente se improvisa: conhecimento e experiência se tornam os ingredientes principais da nossa ação. Alias, pode se tornar uma ignorância coletiva, na medida em que as redes divulgam falsas notícias ou informações. É urgente, nesse sentido, estabelecer uma escala de valores. Isto nos dará mais capacidades de vigiar as notícias. Não somente isso, mas também nos alertar sobre os valores reais que aparecem através dessas informações. É urgente nos conscientizar para evitar abrir um grande conflito entre a idade da inteligência coletiva e da ignorância coletiva. Infelizmente, essa ignorância coletiva pode mudar a própria realidade: compreender uma coisa por outra pode levar a situações desastrosas. É um retrocesso da convivência humana. É recomendável, deste modo, quando se quer lançar uma notícia, embora pensando de fazer um favor aos outros e amigos, sempre verifica-la.

Para fazer isso, pode-se pesquisar até um motor de busca, procurar um site que alerte sobre as falsas notícias ou consultar pessoas que sejam peritos de tal assunto e argumento. Com isso, sentimos de aumentar sempre mais o nosso monitoramento cotidiano sobre aquilo que se comunica nas redes, para analisar até que ponto as informações sejam corretas. Assim, ajudamos fazer transparecer a verdade das notícias.

Fonte: Claudio Pighin, sacerdote, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação.



Brasil, Florão da América

Nossa Bandeira, Terra Amada Brasil!


Dicas de como economizar gasolina

E aí, vai seguir as orientações?