quarta-feira, 6 de maio de 2026

IDENTIFICAMOS A VOZ DO BOM PASTOR

 



No Evangelho de hoje (Jo 10,1), "domingo do Bom Pastor", Jesus apresenta-se com duas imagens complementares: a imagem do pastor e a da porta do abrigo das ovelhas.

O rebanho, que somos todos nós, precisa dispor de um abrigo que lhe sirva de refúgio; de um lugar adequado para refazer as forças, depois da fadiga de cada dia.  O abrigo tem uma porta. O pastor ingressa no abrigo pela porta, ao passo que o desconhecido não. Na primeira imagem do Evangelho, Jesus identifica-se com o pastor e manifesta familiaridade com as ovelhas, que a conhecem pela voz.

A segunda imagem com que Jesus se apresenta é a da porta das ovelhas. Ele afirma: "Se alguém entrar através de mim, será salvo" (v.9). Nas palavras do saudoso papa Francisco: "Cristo, Bom Pastor, tornou-se a porta da salvação da humanidade, porque ofereceu a vida pelas suas ovelhas".

Jesus, Bom Pastor e Porta das ovelhas, é referência cuja autoridade se expressa no serviço e na doação de si. As ovelhas o conhecem pela tonalidade da voz, bastando um sinal (um "vem!" inconfundível dele) para que seja seguido sem temor. Elas o sentem como presença protetora, que orienta, conforta e cura.

Assim é Cristo para nós. Para ele nunca somos desconhecidos, pois nos conhece intimamente. De nossa parte, no entanto, nem sempre é fácil distinguir a voz do Bom Pastor. Há o contínuo risco de nos distrairmos com o barulho de tantas vozes e até de nos deixamos enganar -- ainda mais neste tempo de tanta desinformação nas redes sociais, em que há todo tipo de apelos. Não faltam, até mesmo, os que se utilizam da religião para atender a interesses mundanos. E são correspondidos.

O Evangelho nos convida a seguir decididamente Jesus, o Ressuscitado, o único guia seguro que dá sentido à nossa vida: "Eu vim para que tenham vida, e a tenham em abundância" (v.10).


Fonte: Pe. Darci Luiz Marin, ssp / O DOMINGO - semanário litúrgico-catequético.


Venustidade






 



MOMENTO JURÍDICO - Uso de redes sociais por servidores públicos: limites constitucionais e responsabilidade disciplinar

 

O avanço das redes sociais transformou profundamente a forma como os cidadãos se comunicam — e os servidores públicos não estão imunes a essa realidade. Publicar uma opinião no Instagram, criticar o órgão no Twitter ou compartilhar informações no WhatsApp pode parecer um ato cotidiano e inofensivo. Contudo, para o servidor público, esse comportamento pode gerar consequências disciplinares graves, incluindo a abertura de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) e até a demissão do serviço público.

Este artigo analisa os limites constitucionais à liberdade de expressão do servidor nas redes sociais, os deveres funcionais que condicionam esse direito e as hipóteses em que a conduta digital pode configurar infração disciplinar.

1. A Liberdade de Expressão como Direito Fundamental

Constituição Federal de 1988 assegura, no art. , incisos IV e IX, a liberdade de manifestação do pensamento e de expressão intelectual, artística, científica e de comunicação. Trata-se de um direito fundamental oponível inclusive ao Estado, razão pela qual toda restrição a esse direito exige fundamento constitucional ou legal sólido.

servidor público, na qualidade de cidadão, é titular pleno desse direito. A mera condição funcional não retira do servidor a possibilidade de opinar, criticar, discordar ou manifestar suas convicções nas redes sociais. O que se admite, constitucionalmente, são restrições proporcionais e razoáveis, justificadas pelos deveres inerentes ao exercício de função pública — nunca a supressão arbitrária ou a censura prévia.

Nesse sentido, é inconstitucional qualquer ato administrativo que estabeleça, de forma genérica e prévia, um rol de condutas proibidas nas redes sociais sem amparo legal, pois isso configura restrição desproporcional à liberdade de expressão.

2. Os Deveres Funcionais como Limite

Embora a liberdade de expressão seja ampla, o servidor está sujeito a um conjunto de deveres funcionais que condicionam o exercício desse direito. Os principais são:

  • Dever de lealdade institucional (art. 116, II, da Lei 8.112/90): exige que o servidor mantenha conduta compatível com a dignidade e o decoro do cargo, inclusive fora do ambiente de trabalho

  • Dever de urbanidade (art. 116, XI, da Lei 8.112/90): impõe tratamento respeitoso a colegas, superiores, subordinados e cidadãos — também nas manifestações digitais

  • Dever de sigilo funcional (art. 116, VIII, da Lei 8.112/90): proíbe a divulgação de informações sigilosas ou restritas obtidas em razão do cargo, independentemente do meio utilizado

  • Princípio da impessoalidade (art. 37, § 1º, CF/88): veda a autopromoção pessoal de autoridades e servidores a partir de realizações custeadas com recursos públicos, inclusive em perfis pessoais nas redes sociais.

3. Quando a Conduta nas Redes Sociais Configura Infração Disciplinar?

A Controladoria-Geral da União (CGU), por meio de NOTA TÉCNICA Nº 1556/2020/CGUNE/CRG da Coordenação Geral de Uniformização de Entendimentos (CGUNE), chegou a firmar o entendimento de que a divulgação, pelo servidor, de opiniões sobre conflitos internos ou manifestações críticas ao órgão em mídias sociais caracteriza descumprimento do dever de lealdade previsto no art. 116II, da Lei 8.112/90 e é passível de apuração disciplinar. Em 2023, entretanto, a norma foi revogada diante das controvérsias em torno de possíveis interpretações resultantes do documento que poderiam causar danos à liberdade de expressão de agentes públicos.

As principais condutas que podem ensejar responsabilização disciplinar são:

  • Ofensa à honra e à imagem da instituição: postagens com linguagem agressiva, informações falsas ou críticas que comprometam a credibilidade do órgão perante a sociedade[

  • Divulgação de sigilo funcional: compartilhamento de documentos, dados ou informações restritas obtidas no exercício do cargo — falta grave que pode ensejar demissão

  • Discurso de ódio e discriminação: conteúdo que promova preconceito por raça, gênero, orientação sexual ou religião viola os princípios da dignidade humana e pode configurar infração ética e disciplinar

  • Autopromoção com recursos públicos: agentes públicos que utilizam perfis pessoais para associar realizações governamentais à sua imagem pessoal violam o art. 37§ 1º, da CF/88

  • Identificação funcional aliada a conteúdo impróprio: a mera identificação do cargo no perfil não gera responsabilidade, mas, associada a publicações que causem repercussão negativa à instituição, pode configurar infração

4. O que Não Configura Infração Disciplinar

É fundamental destacar que nem toda manifestação crítica do servidor nas redes sociais é ilícita. A jurisprudência tem equilibrado liberdade de expressão e disciplina funcional, reconhecendo que:

EMENTA: APELAÇÃO CÍVEL - COMINATÓRIA C/C TUTELA DE URGÊNCIA - EXCLUSÃO DE COMENTÁRIOS EM REDE SOCIAL - SIMPLES CRÍTICAS - LIBERDADE DE EXPRESSÃO.A liberdade de expressão só deve ser limitada quando verificados abusos ou excessos por parte dos usuários. Não se verificando que o conteúdo das postagens lançadas em rede social excede o direito constitucional de livre manifestação do pensamento e o direito à crítica, não há motivos para sua retirada.

(TJ-MG – AC: 10000204842074001 MG, Rel. Mônica Libânio, julgado em 16/09/2020)

Portanto, críticas genéricas, opiniões políticas, manifestações de cunho pessoal sem identificação funcional e comentários que não causem repercussão negativa identificável ao órgão, em regra, estão protegidos pela liberdade de expressão e não autorizam punição disciplinar.

A aplicação de penalidade disciplinar exclusivamente por opinião pessoal publicada em rede social particular, sem qualquer vinculação funcional ou dano institucional demonstrado, é ilegal e configura perseguição funcional.

5. O Nexo entre a Conduta Digital e o Exercício do Cargo

Um elemento central para a configuração da infração disciplinar é a relação entre a conduta nas redes sociais e o exercício das atribuições do cargo. Exige-se, a rigor, que a responsabilização disciplinar por condutas na esfera privada só é admissível quando essas condutas estejam relacionadas às atribuições do cargo ou causem repercussão negativa comprovável à imagem da instituição.

Isso significa que o servidor que, em seu perfil pessoal, critica uma política pública de forma genérica, sem revelar sigilo e sem identificação funcional, dificilmente terá responsabilização disciplinar legítima. Por outro lado, aquele que divulga documentos internos, expõe conflitos institucionais com identificação do cargo ou pública conteúdo claramente discriminatório está sujeito à instauração de sindicância ou PAD.

6. Boas Práticas para o Servidor nas Redes Sociais

Para o servidor que deseja exercer sua liberdade de expressão sem correr riscos disciplinares, recomenda-se:

  1. Não identificar o cargo ou órgão em publicações que possam gerar controvérsia institucional

  2. Jamais divulgar informações sigilosas ou de acesso restrito, ainda que em grupos privados de mensagens

  3. Evitar postagens com linguagem ofensiva dirigidas a colegas, superiores ou à instituição

  4. Não associar realizações do órgão à imagem pessoal para fins de autopromoção

  5. Canalizar divergências institucionais pelos canais internos competentes, antes de expô-las publicamente

  6. Consultar o código de ética do órgão e eventuais normas internas sobre uso de redes sociais, verificando sua compatibilidade constitucional

Conclusão: Liberdade com Responsabilidade

servidor público não abre mão de sua condição de cidadão ao ingressar no serviço público. Sua liberdade de expressão nas redes sociais é constitucionalmente protegida e não pode ser suprimida por regulamentos internos genéricos ou por censura prévia. Contudo, os deveres funcionais de lealdade, urbanidade e sigilo — previstos em lei — estabelecem balizas legítimas que condicionam o exercício desse direito.

A linha entre a crítica legítima e a infração disciplinar passa, necessariamente, pela análise do conteúdo da publicação, da identificação funcional do servidor, da existência de sigilo violado e da repercussão institucional da conduta. Quando essa linha é cruzada, o servidor se expõe a penalidades que podem variar da advertência à demissão — e a defesa técnica especializada, nesse cenário, torna-se indispensável.



Fonte: Rogério Mello é advogado especialista em Direito Administrativo Disciplinar, com atuação na defesa de servidores públicos em processos administrativos disciplinares (PAD) e sindicâncias. Dúvidas sobre seu caso? Entre em contato. - (www.jusbrasil.com.br)



Opinião de Primeira - A VERGONHA DA BR 319 SE ARRASTA, COM DECISÕES QUE PROTEGEM OS INTERESSES DAS ONGS E DE MARINA SILVA

                   



Não há mais adjetivos que se possa utilizar sobre a verdadeira saga de horror que o ré asfaltamento da BR 319 tem sofrido, nas mãos do Ministério Público Federal, de grande parte do Judiciário, principalmente em suas instâncias inferiores e, mais que tudo, pela pressão das ONGs, bancadas com dinheiro estrangeiro, que mandam e desmandam na Amazônia. É vergonhoso! É lamentável! É trágico!

                Foi mais uma repetição de tudo o que já se sabia. O governo federal autorizou a obra, liberou os recursos e até mudou a lei para que não se pudesse interromper o trabalho em obras de recuperação onde elas já tivessem ocorrido. Nada adiantou.

               Uma dessas ONGs que representam o terrorismo ambiental que foi imposto à população brasileira, num recurso simples à Justiça Federal, num processo analisado por uma juíza que passou sua vida sendo treinada e preparada para criminalizadr qualquer desenvolvimento na região, para “proteger o meio ambiente”, num canetaço, mandou parar uma obra de mais de 67 milhões de reais.

            Não importa se, poucas horas depois, uma decisão superior, do TRF 1,  tenha cassado a decisão da juíza federal. Não é este o ponto central. O que deixa a milhões de Amazônidas indignados é que, a qualquer momento, uma rodovia que integra o Amazonas ao resto do país; que já foi asfaltada há 50 anos e que é vital para toda a região, pode ter suas obras suspensas novamente paralisadas.

               Não haverá uma Amazônia verdadeiramente brasileira enquanto as ONGs dominarem a região. Algumas delas até que são importantes para a população mais pobre, mas a ampla maioria vivem em torno dos interesses estrangeiros, que estão se lixando em manter a floresta em pé. Querem mesmo são as riquezas que abundam no nosso território.

            Movidas a milhões de dólares e vivendo com o apoio de organismos aparelhados durante décadas, as ONGs vivem em função das nossas riquezas e são sempre agradecidas à sua Rainha, a ministra Marina Silva, que em seu Estado, o Acre, não se elegeria mais nem como vereadora. Mas é eleita por São Paulo, onde vive como uma madame, apoiada nas urnas por descerebrados que acham que ela é a salvadora do Planeta.
         

           Não dá vontade de vomitar?

FOI UMA VITÓRIA DO BRASIL E DA OPOSIÇÃO, MAS PORQUE OS INTERESSES DE ALCOLUMBRE E DO PAÍS DESTA VEZ COINCIDIRAM

            Veja errou! Era assim que, quando era a maior revista semanal do país, em tempos idos, a Veja, se retratava dos seus eventuais erros. Copiando: a OPINIÃO de PRIMEIRA errou! Previu uma vitória do governo, com a aprovação de Jorge Messias para o STF. Foi mal! Lula continua “apenas” com sete dos atuais dez ministros ao seu lado.

               Foi a vitória do Brasil decente? Claro que foi. Foi uma vitória que deu aos brasileiros de bem alguma esperança de que, em algum tempo, voltaremos à verdadeira democracia e sairemos do tacão com viés ditatorial? Claro que sim. Foi uma vitória da oposição? Foi, claro.

                Mas que não nos enganemos. Não foi uma vitória do melhor do Brasil, porque ela foi arquitetada por um político que pensa apenas em si, nos seus interesses e nada do seu país. Se os seus interesses coincidirem, como coincidiram no episódio Messias, melhor para todos. Mas a mão podre de Davi Alcolumbre, decisiva, tirou muito do gosto de uma vitória real.

             Foi também uma pesada derrota, histórica, para o governo do presidente Lula. Mesmo experiente, mesmo sabendo com quem estava lidando, Lula pareceu um principiante, entregando de bandeja seu amigo pessoal que designara o STF, mesmo sabendo dos riscos que corria, quando a oposição se unia a Alcolumbre.

             Há no ar um cheiro de um fim de governo desolador. Caindo nas pesquisas, perdendo o domínio até em regiões do Nordeste, onde sempre foi o Rei, Lula começará, agora, a enfrentar pesada oposição no Congresso, animada com a vitória.

              Em verdade vos digo, como diria um texto bíblico: afora alguns poucos que realmente amam seu país e sua Pátria, a derrota de Lula pode não significar, lá na frente, uma vitória do Brasil, já que políticos como Alcolumbre podem se reeleger. É triste, mas é real!

BAGATTOLI E MARCOS ROGÉRIO COMEMORAM VITÓRIA E NA SABATINA, INFORMARAM PORQUE NÃO APROVARIAM MESSIAS

          Dos três senadores rondonienses, embora o voto tenha sido secreto, dois deles estiveram nas redes sociais, tanto antes quanto depois da votação, para comemorar a vitória. Jaime Bagattoli não cabia em si de alegria, gravando um depoimento sobre o que chamou de “uma derrota histórica do governo, uma vitória histórica do Brasil!”. Marcos Rogério, embora mais comedido, também registrou a derrota do governo, com a negativa da maioria dos senadores em aprovar Jorge Messias.

            Durante a sabatina de Messias, tanto Bagattoli quanto Marcos Rogério deixaram claro seus votos contrários à indicação do Planalto, ambos lembrando ações do candidato derrotado na votação final por 42 votos a 34. Ambos lembraram o apoio de Messias às prisões e as penas arbitrárias do golpe que não houve; a criação do Ministério da Verdade, proposto por ele, para censurar quem atacasse o governo e, ainda, seu aval para a assistolia, ou seja, o assassinato dos fetos até o nono mês de gravidez.

            O terceiro senador, Confúcio Moura, ao menos até a noite desta quinta-feira não havia se pronunciado oficialmente sobre a derrota. Embora o voto secreto, não há dúvida de que Confúcio foi um dos 34 que votaram a favor da indicação de Jorge Messias. Sua posição governista, sempre a favor de projetos e planos do governo Lula, atestam esta afirmação.

             Na Câmara Federal, embora ela não participe da votação, deputados rondonienses também usaram as redes sociais para comemorar a vitória da oposição e a derrota histórica do governo.

O ADVERSÁRIO DENTRO DE CASA? CADA VEZ QUE TONY PABLO FALA, OS ADVERSÁRIOS DE ADAILTON FÚRIA COMEMORAM

         Em breve, o mundo da política vai trazer novidades inesperadas. Uma série de acontecimentos, que já são conhecidos nos bastidores, vão começar a sair à tona, porque neste meio não há segredos que seja mantido entre mais de duas pessoas. As fofocas pululam pelos corredores e, quem sabe em breve, se terá mais detalhes.

          O que não é fofoca e nem Fake News é que, além de todos os problemas da campanha que se avizinha, o ex-prefeito de Cacoal e candidatíssimo ao Governo, Adailton Fúria, mais cedo ou mais tarde, terá que enfrentar um problema que jamais esperava.

           Na sua cidade, o prefeito que o substituiu, escolhido como vice a dedo por ele, um amigo de 17 anos, tem se tornado uma voz perigosa contra aquele que lhe passou o comando de uma das melhores cidades de Rondônia, graças, aliás, a um e meio governo de Fúria.

          O agora prefeito Tony Pablo, cada vez que grava um vídeo, cada vez que faz uma declaração pública, não só dá a entender que quer romper com seu amigo de quase duas décadas como, ao mesmo tempo, municia os adversários de Fúria.

          Pablo não só tem agido como adversário, como ainda ataca o governo de Rondônia, principal aliado de Fúria. Nos últimos dias, o alvo de duríssimas críticas do agora Prefeito, foi o médico e secretário de Saúde do Estado, Edilton Oliveira dos Santos, que é também da sua cidade.

          Fúria tenta minorar o problema, enquanto pensa em alguma alternativa que possa mudar o quadro. Mas a pura verdade é que, cada vez que Tony Pablo abre a boca, a oposição ao candidato Fúria comemora!

VEREADORES DE TODO O PAÍS PEDEM A ANDRÉ MENDONÇA QUE ELE SALVE O BRASIL, DURANTE ENCONTRO EM BRASÍLIA

               “Salve o Brasil!” “Salve o Brasil!” “Salve o Brasil!”. O grito, em uníssono, se repetiu várias vezes. Ecoou por todo o auditório onde centenas de vereadores de todo o país. Os aplausos foram longos, antes de todos sentarem para ouvir o palestrante. A homenagem e a justa manifestação foi feita quando foi anunciado o nome do ministro André Mendonça, do STF, um dos palestrantes do evento.

              O evento faz parte do programa da Marcha dos Vereadores deste  ano, quando representantes de centenas de cidades brasileiras e centenas de  municípios acorrem a Brasília, para apresentarem reivindicações em nível federal.

               Rondonienses que estavam no local testemunharam tudo. Entre eles o conhecido advogado e ex-juiz eleitoral Juacy Loura Júnior, que inclusive, entregou a Mendonça (aliás, o mesmo o fez com várias altas autoridades nacionais), um exemplar do seu livro “Igreja, Religião e Política “, lançado nacionalmente durante o evento.

                  André Mendonça é hoje uma esperança de milhões de brasileiros, relator do escabroso caso da quebra do Banco Master, ele tem dado exemplo ao país de quem ninguém está acima da lei, autorizando ações da Polícia Federal contra inúmeros grandões envolvidos nas denúncias.

               A grande saudação que recebeu antes da sua palestra e durante sua participação no grande encontro de vereadores brasileiros, de certa forma retrata a esperança dos brasileiros de bem de que nem tudo está perdido na Suprema Corte Brasileira.  

APROVADO PROJETO DE LUÍS DO HOSPITAL QUE ACABA COM TAXA DE LICENCIAMENTO DE VEÍCULO EM RONDÔNIA

          Menos uma taxa, das tantas existentes. Projeto do deputado Luís do Hospital foi aprovado pela Assembleia Legislativa, nesta semana. Vai significar uma economia de, em torno de 230 reais todo o ano, em valores atuais, que o contribuinte não precisará maios pagar.

          Trata-se do fim da cobrança da taxa de emissão do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo Eletrônico, conhecido como  (CRLV-e). A proposta também estabelece novos critérios para cobranças de taxas pelo Estado, determinando que os valores estejam vinculados ao custo do serviço, com justificativas técnicas e transparência nos cálculos e nas transações.

          Foi uma luta muito importante do deputado Luís do Hospital, não só para criar um projeto que libertasse o contribuinte de uma das taxas cobradas pelo Detran, como, ainda, segundo ele destaca, “para atender à uma demanda direta da população e corrigir uma distorção na cobrança pública”.

             Ele ainda sublinhou que “não é justo que o cidadão continue pagando por um serviço que hoje é digital e não tenha qualquer custo, como antes. Por isso, nossa luta para aliviar o bolso de quem trabalha e já paga tantos impostos”.

               O valor a menos que o usuário dos serviços do Detran vai pagar, espera-se que, no futuro, some-se a outros tantos que são cobrados. Já houve, por iniciativa do próprio órgão, alguns cortes de custos, mas ainda é possível fazer muitos outros.

             O projeto segue agora para a sanção do governador Marcos Rocha.

 ÍNDIA QUE É YOUTUBER CRITICA O GOVERNO, DIZ SER CENSURADA POR ATACAR O GOVERNO E QUE SOFRE AÇÕES DO IBAMA

          Quem está habituado a ouvir índios treinados para repetir a catilinária da esquerda, em relação às questões ambientais, à vida deles, de suas tribos, sabe que sempre são aqueles “adotados” pelo petismo e pelas ONGs internacionais

          Andam pelo mundo afora, vivendo bem e comendo bem, desde que repitam o que os contratam pagam para ouvir. Mas é bom saber que há índios que não concordam com isso e que são proibidos de se pronunciar, sob pena de pesadas multas e até de prisão. É assim no Brasil da Democracia Relativa, como diz o presidente Lula.

           Alguém aí já ouviu falar numa índia que é youtuber? O nome dela é Ysani Kalapalo. O sobrenome é da etnia dela. Ysani chegou a acompanhar Jair Bolsonaro, quando ele era Presidente, numa reunião na ONU. Embora ela diga em publicações e vídeos que está proibida de falar, criticar, ironizar ou sequer citar o nome do Ibama, sob pena de uma multa imposta pela Justiça, não há registro oficial sobre isso e nem processo correndo sobre o tema. Ou seja, exagera, sem dar provas.

           Mesmo assim, ela se destaca em relação a todos os indígenas que são favoráveis ao atual governo, podem dizer o que quiserem. Há coisas que Ysani não pode. Quem quiser saber o que ela pensa sobre a doutrinação dos indígenas, sobre como vivem os povos sob o tacão da ideologia esquerdista, pode acessar o link https://www.instagram.com/reels/DXfHfutJ887/Ou no youtube, pelo link https://www.youtube.com/results?search_query=ysani+kalapalEm ambos, a índia Ysani pode falar o que quiser. Vale a pena conferir.

PMS CORAJOSOS, QUE ENFRENTARAM AS BALAS DOS BANDIDOS, TERÃO QUE EXPLICAR PORQUE MATARAM UM DELES

          Um grupo de policiais militares rondonienses, bravos e corajosos, que enfrentaram criminosos foragidos de um dos presídios de Porto Velho (um deles, condenado a penas de mais de 200 anos de prisão) certamente terão que responder perante as doentias leis brasileiras, feitas sob medida para proteger bandidos, os motivos pelos quais mataram um assassino que aterrorizou Rondônia, conhecido como Furúnculo, que tinha, nas costas, dois séculos de prisão para cumprir.

          Os PMs terão que provar que o morto e seus asseclas, todos foragidos do Presídio 470 (aliás, fugir dali é uma moleza!) tentaram escapar do cerco policial atirando contra os representantes da lei. Mesmo assim, correrão o risco de terem problemas em suas carreiras e suas vidas. Ajudaram a proteger a sociedade, mas para a legislação que temos, eles deviam se defender dos tiros dos canalhas?

          Desde que a esquerda começou a dominar a política brasileira (primeiro com o Mensalão e agora com a liberação de milionárias emendas parlamentares, ou seja, o Mensalão tornado legal) muitas leis propostas para defender bandido e criminalizar a polícia vem sendo aprovadas, numa sucessão de excrescências, que deixa as pessoas decentes apavoradas.

          Em Rondônia, mesmo sabendo do que pode lhes acontecer, os policiais têm dado respostas duras contra o crime. “Bandido aqui não se cria”, repetia sempre o ex-comandante da PM, Coronel Régis Braguin. Ainda bem!

FEDERAIS CENSURAM FAIXA COM A PALAVRA LADRÃO, ALEGANDO QUE SERIA UMA OFENSA CONTRA O PRESIDENTE LULA

         Polícia de Estado? Claro que não! Polícia de Governo? Sim, ao menos neste caso específico! Agentes da Polícia Federal, agindo como seu fosse a polícia política de governos ditatoriais, mandaram um cidadão retirar uma enorme faixa onde estava escrita a palavra “Ladrão” em frente da sua casa. Foi na cidade de Presidente Prudente, onde o presidente Lula passaria horas depois. O diálogo dos agentes com o proprietário da casa onde estava a faixa é surreal, com pedidos de retirada, inclusive com a ameaça de que “senão nossos superiores podem mandar tirar”!

           O termo era apenas “Ladrão”. Não citava nomes. Não condenava ninguém. Nada. Só “Ladrão”. Mas os atentos homens da PF, decidiram agir como se tudo fosse uma ofensa ao presidente da República, mesmo sem citar o nome dele. O nível da censura chegou a um ponto tão assustador que, mesmo sem citar qualquer nome, o responsável pela faixa poderia ser incluído num inquérito que investiga ataques e calúnias contra Lula.

              É inacreditável a que nível de subserviência ao poder chegou nossa antes poderosa, independente e vital para a verdadeira democracia, a nossa Polícia Federal. Agora, vamos aos Estados Unidos perseguir refugiados políticos e, dentro do país, escrever a palavra “Ladrão” numa faixa pode dar cadeia. Imagine-se se isso acontecesse no governo anterior, a grita generalizada que aconteceria. Mas, certamente, seria difícil, até porque o Presidente anterior não pode sequer nomear o chefe da PF. Mas agora, tudo é diferente, na nossa nova Democracia Relativa!

PERGUNTINHA

            Na sua opinião, quais as prioridades devem ter destaque na reta final do mandato até agora bem sucedido do governador Marcos Rocha: início da implantação do Hospital de Urgência e Emergência de Porto Velho; investimento pesado em mais quilômetros de asfalto da Rodovia do Boi; asfalto nas principais rodovias que escoam a produção no Estado ou aumentar consideravelmente o efetivo da segurança pública para o combate ao crime?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO