domingo, 28 de fevereiro de 2021

PROFESSOR NAZARENO - Vacinas: “Rondonha” na frente



Engana-se quem pensa que “Rondonha” é um fim de mundo sem eira nem beira. É sim, um dos Estados mais progressistas do Brasil. Durante esta terrível pandemia do Coronavírus, por exemplo, a classe política não mede esforços para atender bem o povo daqui. O recém-eleito prefeito de Porto Velho, Dr. Hildon Chaves, deve ter feito “das tripas coração” para conseguir as vacinas para seus munícipes. Com menos de dois milhões de habitantes, a “nova estrela no azul da União” é um lugar abençoado. O governador, coronel Marcos Rocha, é um incansável batalhador e tudo tem feito para salvar cada cidadão rondoniano. Isso sem falar na Câmara de Vereadores de Porto Velho e na briosa Assembleia Legislativa do Estado. Sem esses grandes homens públicos e instituições, todos estaríamos na lona total. Eles já domaram o Coronavírus.

“Rondonha” é de fato um lugar inusitado: por causa dos seus notórios homens públicos e de suas autoridades de renome, praticamente já deve ter vacinas suficientes para imunizar toda a sua gente. Acho que é apenas uma questão de tempo vacinar todos os felizes, acomodados e risonhos habitantes. A competência das nossas autoridades é tão grande que até parece que a matemática nestas “paragens do poente” é diferente. Será que abrimos mão do número de vacinas a que temos direito? Quando o governo federal manda o imunizante para o Estado dos “destemidos pioneiros”, percebe-se que mesmo tendo uma população duas vezes maior do que o vizinho Acre, para aqui veio um número bem menor de doses. Nesta última remessa, segundo o site G1, os acrianos receberam 21,9 mil doses enquanto “Rondonha” recebeu apenas 5,4 mil. Não entendi!

Ou seja, se a matemática básica ainda não foi mudada, as “atentas” autoridades daqui receberam mais essa remessa a conta-gotas, mas foi o Acre que “ganhou” pelo menos oito vezes mais vacinas do que “Rondonha”. Com 1,8 milhão de habitantes, desta vez nos chegaram pouco mais de cinco mil doses. O Acre, com metade desta população, deveria ter recebido 2,7 mil doses, portanto. Mas levando-se em conta o total de vacinas recebidas pelos acrianos, os alegres rondonianos deveriam ter recebido pelo menos 43,8 mil doses. Só que por aqui foram raras as manifestações de protestos. Até agora, apenas um deputado estadual abriu o bico. O “atuante” secretário de Saúde do Estado e o bolsonarista governador dos rondonienses pelo visto não deram um pio sobre o delicado tema. Deve ser por que em tempos de pandemia é bem melhor ser acreano.

Porém, o mais pitoresco de tudo isso foi o que aconteceu no Hospital Infantil Cosme e Damião de Porto Velho, a suja e imunda capital de “Rondonha”. Mais de 35 servidores do referido hospital teriam sido vacinados por engano contra a Covid-19 com doses de vacinas de diferentes laboratórios. Em vez de tomarem a segunda dose da Coronavac, os pobres trabalhadores dizem que receberam doses da vacina de Oxford. Se for verdade esse absurdo, “Rondonha” vai virar caso raro no mundo. Só que ninguém gostaria de estar na pele desses dedicados cidadãos vítimas da incompetência pública. E por que “Rondonha” recebe menos vacinas do que outros estados da região Norte? Deve se por que por aqui o vírus não assusta mais ninguém ou então por que as autoridades já compraram os lotes de vacinas que prometeram na última campanha eleitoral. Ou então nossos hospitais estão vazios com muitos leitos vagos. Mas o “Mito” vai resolver isso.

Fonte: Professor Nazareno/Porto Velho




Pablo e Esposa - Motociclista / Bate e Volta até Itapuã Do Oeste-RO - Casa do Queijo



Pronto, mais um divertido bate e volta, desta vez é o Pablo e esposa, ambos integrantes dos Pioneiros/MG. O passeio foi até a cidade de Itapuã Do Oeste, mais precisamente lá na Casa do Queijo. Muito bom, legal mesmo. Veja as fotos e o vídeo realizado pelo Pablo.








     Vídeo:







Opinião de Primeira - CONFRONTO IDEOLÓGICO NA SAÚDE: DOIS MIL MÉDICOS ASSINAM MANIFESTO APOIANDO TRATAMENTO PRECOCE DA COVID



O racha ideológico que atinge em cheio o Brasil, divide também, profundamente, a classe médica nacional, composta hoje por mais de 450 mil profissionais. Tratamento precoce pode ou não pode? Grande parte dos profissionais da saúde defende recorrer a tentativas que possam amenizar os perigos da doença, antes que ela se instale e cause danos destruidores no organismo do infectado. Há uma outra ala, que repudia essas atitudes, não importando quantas provas se tenha de que elas ajudam a diminuir a intensidade do vírus. Dois mil médicos brasileiros, representando várias entidades, publicaram um anúncio em grandes jornais, defendendo o tratamento precoce com medicamentos como Hidroxicloroquina, Azitromicina, Ivermectina, Vitamina D, Zinco, anticoagulantes e outros. Representando a “Associação Médicos pela Vida”, o enorme grupo já têm a adesão de outros milhares de seus colegas, enquanto há um outro contingente, também significativo, que não aceita as medidas, alegando falta de comprovação científica. Em função de posições pessoais, profissionais e na maioria dos casos, ideológicas, muitos médicos não aceitam, por exemplo, publicações de revistas especializadas, inclusive nos Estados Unidos, que apoiam esse tipo de tratamento. Também ignoram exemplos práticos, como os há em profusão em várias cidades brasileiras, que adotaram o sistema precoce e que diminuíram significativamente o número de internações e de estágios mais graves da doença, além de terem queda acentuada no número de óbitos. Exemplos disso são as cidades de Porto Feliz, no interior de São Paulo e Porto Seguro, na Bahia, onde os índices da doença são insignificantes perante a tragédia que atinge todo o país.

“Quando métodos profiláticos e terapêuticos comprovados não existirem ou forem ineficazes, o médico, com o consentimento informado do paciente, deve ser livre para utilizar medidas profiláticas, diagnósticas e terapêuticas não comprovadas ou inovadoras, se, no seu julgamento, esta ofereça esperança de salvar vida, restabelecimento da saúde e alívio do sofrimento”.  Esse é trecho da um argumento forte dos defensores do tratamento precoce, baseado nesse ensinamento básico da Declaração de Helsinque. E ainda defendem a posição do Conselho Federal de Medicina, entidade em que um dos dirigentes é o médico rondoniense Hiran Gallo, que orienta, em seu Parecer 04/2020: “considerando que o princípio que deve obrigatoriamente nortear o tratamento do paciente portador da Covid-19, deve se basear na autonomia do médico e na valorização da relação médico-paciente, sendo esta a mais próxima possível, com o objetivo de oferecer ao doente o melhor tratamento médico disponível no momento”. Os leigos, que ignoram ideologias dos médicos, no meio dessa estranha guerra entre os profissionais da saúde, questionam: é melhor deixar uma pessoa morrer do que dar a ela todas as opções de tratamento, sejam eles quais forem? Que essa pergunta seja respondida por cada um que atua na luta pela vida!

GOVERNO, BANCADA E PREFEITURA: META É COMPRAR 670 MIL DOSES - A informação foi repassada pelo empresário Chico Holanda, do grupo Pensar Rondônia, pelo governador Marcos Rocha. O Estado pode investir até 40 milhões de reais na compra de vacinas. Rocha convocou o secretário Luiz Fernando, da Sefin, determinando que ele faça estudos urgentes, para tentar buscar esse recurso. Se fosse viável este investimento, o governo rondoniense poderia adquirir um total superior a 465 mil doses, aos valores de hoje, na faixa de 16 dólares cada. A isso se poderia somar os 11 milhões liberados pela bancada federal (cada um dos oito deputados e três senadores), o que permitiria a aquisição de outras 125 mil doses. Acrescente-se também a decisão, reafirmada pelo prefeito Hildon Chaves, de a Prefeitura da Capital buscar mais 80 mil doses, num investimento de 6 milhões e 880 mil reais. Todo esse pacote, se concretizado num prazo razoável, somaria nada menos do que 670 mil doses, o que permitiria vacinar praticamente todos os rondonienses dos chamados grupos de risco. Infelizmente, mesmo com todo esse dinheiro, se ele for mesmo disponibilizado, teria grande dificuldade na aquisição das doses, já que faltam vacinas no mercado e há uma grande disputa em torno delas, não só no Brasil, mas como no mundo todo.

LAERTE QUER LEI QUE AUTORIZE O ESTADO A COMPRAR VACINAS - Comprar vacinas. Comprar vacinas. Comprar vacinas. Essa tem que ser a única prioridade, neste momento em que recrudesce a pandemia, para o deputado estadual Laerte Gomes, ex-presidente da Assembleia. Ele comemorou a decisão do STF, que autorizou Estados e Municípios a adquirirem as vacinas e, mais que isso, sugeriu que o governador Marcos Rocha encaminhe um projeto, em regime de urgência, para que os deputados autorizem uma adequação do orçamento, legalizando investimentos imediatos para a compra dos imunizantes. Lembrou que, no Rio Grande do Sul, por exemplo, o governo do Estado já encaminhou projeto neste sentido à Assembleia gaúcha, dando total prioridade a essa intenção. Elogiou ainda o que chamou de “grande esforço do governador Marcos Rocha e do secretário de Estado da Saúde, Fernando Máximo, na implantação de infraestrutura para criação de leitos de UTI para combater o covid-19. Não é fácil ser gestor em uma crise ocasionada por pandemia, por isso reconheço o trabalho do governador e do secretário”. Contudo, acrescentou que “a hora é de dar total prioridade para salvar rondonienses, ainda mais num momento em que o vírus dilacera tantas vidas, enlutando tantas famílias”. 

NOVO LOCKDOWN: POR ENQUANTO, NÃO PASSA DE BOATARIA - A boataria correu solta neste final de semana. Muito barulho por nada, como diria Shakespeare. Havia comentários de que o governador Marcos Rocha poderia decretar novo Lockdown. Nada disso. O que houve foi um novo decreto, confirmando a situação atual, em que todas as cidades rondonienses continuam dentro da chamada Fase 1, ou seja, com todos os cuidados, controle de aglomerações, proibição de venda de bebidas e toque de recolher às 21 horas, com exceção dos restaurantes, que podem receber clientes até esse horário, mas não depois dele. O que poderia acontecer, e isso também se ouviu nos bastidores, é que o Ministério Público estadual poderá ingressar na Justiça com um pedido de implantação do Lockdown na Capital e outras cidades rondonienses. Obviamente que isso não é impossível de acontecer, mas daí a questão seria judicializada e não se sabe qual seria a posição do Judiciário, caso provocada. Mas também essa questão, ao menos até a noite do sábado, não saiu do rol da boataria.

PREFEITA FECHA ARIQUEMES, PARA DIMINUIR A FORÇA DA DOENÇA - Todo o Estado está vivendo o pior momento da pandemia. A superlotação dos hospitais e a fila de espera para leitos de UTI são as principais comprovações disso. Neste momento, a Energisa está trabalhando em parceria com o governo, para conseguir criar pelo menos mais uma dúzia de UTIs, enquanto o número de infectados e mortos só aumenta. Em Ariquemes, como em muitas outras cidades rondonienses, a situação também assusta. A tal ponto que a jovem prefeita Carla Redano, teve que tomar medidas drásticas, na tentativa de evitar que a situação piore ainda mais. Decreto assinado pela Prefeita permite, com apenas 30 por cento da capacidade, o funcionamento apenas de estabelecimentos que vendem gêneros alimentícios e medicamentos. Tem mais: toque de recolher das oito da noite às seis da manhã. Aulas presenciais estão proibidas, tanto em escolas públicas quanto privadas. Restaurantes podem funcionar, mas apenas quando o cliente for buscar o pedido. Assim como Ariquemes, todas as demais cidades rondonienses estão na Fase 1, de grande perigo, através de decreto reeditado nesta sexta pelo governador Marcos Rocha.

 PONTE SERÁ MESMO CONCLUÍDA DURANTE O MÊS DE MARÇO - Representante do Dnit muda a história das obras da ponte. Explica que realmente, no ano passado, houve falta de aço para que a obra andasse mais rapidamente. Contudo, o problema está sanado. A nova informação: já há todo o aço necessário, na obra, para que o trabalho do acesso do lado de cá da ponte seja concluído. Engenheiro do Dnit explica que “tivemos muitos atrasos na entrega do aço no ano passado, fazendo com que reprogramássemos nosso cronograma, mas agora em março finalizaremos a ponte”. Segundo a mesma fonte, “só a drenagem e algum outro serviço de recomposição vegetal ficará para abril, mas isso não impede de liberarmos a obra em março”. O que não está definido é que, na data em que o presidente Bolsonaro anunciou que entregará a ponte (18 de março) ela já poderá ser aberta ao tráfego. O que está certo é que o essencial para que a ponte comece a receber tráfego, estará tudo concluído neste mês que começa nesta segunda-feira. As cabeceiras já foram pavimentadas, falta agora só terminar a concretagem das lajes do viaduto (extensão da ponte sobre o Rio em terra). Não se sabe ainda o dia exato. Mas a ponte vai sim, ser entregue neste mês de março.

HILDON: SE DNIT NÃO FIZER, PREFEITURA ILUMINARÁ A PONTE - Aliás, faltou mais um detalhe dos mais importantes no projeto da ponte sobre o Madeirão, na Ponta do Abunã. Como na ponte construída no bairro da Balsa, ligando a BR 319 do lado de cá do rio ao lado de lá, em direção ao Amazonas, não há previsão para a iluminação de uma das mais importantes obras públicas já realizadas na nossa região. Localizada numa área onde não existe extensão de energia, há uma grande dificuldade de se conseguir colocar uma fiação que possa abastecer postes de iluminação sobre a ponte, que está na fase final, com a concretagem do último acesso sendo pronta em 15 dias para, em seguida, começar a fase final de asfaltamento. A ponte será aberta ao tráfego, então, como ocorreu com aquela que atravessa o Rio Madeira, perto do centro de Porto Velho, mas sem luzes. A ponte da Balsa ficou mais de seis anos às escuras, até que a Prefeitura da Capital, via convênio com o Dnit, realizou todo o trabalho. Demorou, mas o serviço feito foi de qualidade elogiável. Agora, o prefeito Hildon Chaves avisa: se o Dnit não implantar a iluminação da nova ponte do Abunã, a Prefeitura da Capital vai fazê-lo. Basta para isso ter condições técnicas. Se isso for confirmado, certamente a nova ponte não ficará meia dúzia de anos na escuridão. Ao menos é o que se espera.    

CUIDAR DO VÍRUS OU DA ECONOMIA? É A ESCOLHA DE SOFIA - Antônio Augusto é dono da Churrascaria Estrela do Norte, bem pertinho do Palácio do Governo. Não sabe mais o que vai fazer. Quer saber onde estão as ajudas que o Governo do Estado e a Prefeitura da Capital poderiam dar aos restaurantes, que estão tendo enormes prejuízos, há quase um ano, por causa das medidas de fechamento do comércio, determinados pelos vários decretos contra a Covid 19. Ele é um dos inúmeros empresários do setor de alimentação, de bares e boates, que estão pedindo socorro. Nesta sexta, aliás, um grupo de representantes deste segmento, incluindo-se aí funcionários prestes a perderem seus empregos, foram à frente do Palácio Rio Madeira, com faixas e cartazes, protestar e pedir ajuda do Governo. A situação piora a cada dia. Enquanto a pandemia se expande, a economia, ao menos em alguns setores, começa a fraquejar. Muito mais portas fecharão, em breve, com risco de um recorde de demissões, jogando na rua centenas e centenas de trabalhadores dos setores que estão impedidos de trabalhar. O governo de Rondônia e todos os governos do país, aliás, vivem a Escolha de Sofia. Se fecham tudo para combater o vírus, podem destroçar a economia, principalmente dos médios e pequenos. Se abrirem, a pandemia pode explodir. Tem solução?

PERGUNTINHA - Você achou justa a conquista do Campeonato Brasileiro pelo Flamengo ou acha que a conquista deveria ter ficado com o Internacional de Porto Alegre?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires - Porto Velho-RO.




Wagner e Natália - Motociclistas / Honda PoP 110i na BR-319- Amigos da estrada do Rio Novo até Igapó Açu - Vídeo 04


Palavras do Wagner (geleia): Episódio 4, muita lama e irmãos de estrada. Chegamos ao Igapó Açu, na BR 319.






Arthur e Leide (prima) - Motociclistas / Bate e Volta até a cidade de Ariquemes



Olha aí, o querido Amigo e motociclista, o Arthur e a sua prima a Leide fazendo uma Bate e Volta até a simpática cidade de Ariquemes e, ainda visitando os Amigos Zadoque e o professor Tarde Bike, neste domingo. E é claro dando uma passada rápida em Itapuã Do Oeste. Realmente os nossos passeios, que chamamos de bate e volta é uma tradição aos domingos. Veja as fotos e os vídeos registrados pelo Arthur.












     Vídeos:









Virago 535: review com teste, consumo, ficha técnica e mais

 

A Yamaha XV 535 S Virago, ou apenas Virago 535, foi uma custom vendida pela japonesa no Brasil de 1994 a 2002. O modelo enriquecia o então aquecido segmento das clássicas ‘norteamericanas’ e rivalizava, sobretudo, com a Honda Shadow 600. Relembre seus dados de consumo, preço, ficha técnica e desempenho.

Virago 535 chegou ao Brasil e permaneceu até 2002, ano em que a Yamaha aposentou a família por aqui

Yamaha Virago 535

A Virago 535 integrava a família Virago, que ainda tinha as irmãs de 250, 750 e 1.110 cm³. O modelo segue o estilo chopper, com guidão alto, pneu traseiro largo, dianteiro estreito e tanque em formato de gota. O escape duplo e muitos cromados completam o pacote.

A família Virago seguia rigorosamente a mesma receita, o que facilita confundirmos uma média como a 535 com a ‘pequena’ 250 (foto)

Desta forma, a motocicleta foi uma das “Harley-covers” que mais se aproximou da proposta original da marca americana. A semelhança deve-se principalmente ao motor de dois cilindros em V, com refrigeração a ar, que proporciona um ruído mecânico maior do que nos motores de refrigeração líquida. O conjunto rendia 45 cv a 7.500 rpm e 4.56 kgf.m a 5.000 rpm e seu consumo médio era de 19 km/litro na estrada e 15,3 km/litro na cidade.

Virago 535 ou Shadow 600?

A principal concorrente da Virago era a Shadow 600 – relembre sua história aqui. Uma das maiores diferenças para a rival era o sistema de transmissão, que na Yamaha era por eixo-cardã e na Honda por corrente. Outro diferencial é o sistema de arrefecimento do motor. Pela ausência do radiador e outros motivos, a Virago também era mais leve que a Shadow: 182 kg contra 199 kg.

Mesmo com motor a ar, Virago entregava mais potência que a Shadow 600: 45 cv e 4.56 kgf.m de torque contra 39 cv e 5,1 kgfm

Com o passar dos anos, as Viragos de deslocamento maior foram retiradas de produção, sendo substituídas pelas séries de motocicletas V-Star e Road Star. Aliás, a última motocicleta com o nome Virago foi a 250 de 2007. Já em 2008, ela foi renomeada como V-Star 250 no exterior, porque por aqui foi aposentada ainda em 2002.

Assim como acontece com a Yamaha, hoje é difícil encontrar nas ruas uma Shadow 600 (foto) que não tenha sido customizada

Pontos positivos

Entre os pontos positivos da 535 estão a proposta fiel e “raiz” do modelo ao estilo custom. Isso inclui mecânica simples e durável, bom acabamento e o ronco clássico do V2 com arrefecimento a ar.

Pontos negativos 

O modelo não sofre de problemas crônicos, mas tem uma série de detalhes que entregam a idade do projeto. É o caso do freio a tambor na traseira e da alimentação por carburador, que também onera o consumo. Mesmo com estilo, a posição do garupa é desconfortável em longas viagens.

Yamaha Virago 535 customizada ou original? Com uma infinidade de acessórios compatíveis, a resposta depende do estilo de cada motociclista

Virago 535 vale a pena?

Com toda a confiabilidade do conjunto, a XV 535 S Virago pode ser um boa escolha para quem busca uma moto custom usada com experiência ‘old school’. Entretanto, na hora da compra pode ser difícil encontrar uma unidade que não tenha sofrido grandes modificações – ou customizações, se preferir.

Virago 535 é uma ‘custom raiz’ para quem quer rodar com estilo, bom torque e nenhuma eletrônica

O preço também irá variar graças ao estado de conservação e acessórios da unidade pretendida. Mas segundo a FIPE o modelo 1994 tem preço médio de R$ 6.564, enquanto o valor médio cobrado em um 2002 é de R$ 13.481.

Para saber mais, ver a ficha técnica ou opinar sobre a Yamaha XV 535 S Virago, acesse o Guia de Motos!

Ficha técnica Yamaha Virago 535

Motor
Tipo4 tempos, 2 cilindros
Cilindrada583 cc
ArrefecimentoLíquido
CombustívelGasolina
Potência Máxima:45 cv a 7.500 rpm
Torque Máximo:4.56 kgf.m a 5.000 rpm

Fonte: Motonline



Alimentação:Carburada
Partida:Elétrica
Transmissão:5 velocidades
Suspensão e rodas
Suspensão dianteira:Garfo telescópico/ curso 150 mm
Suspensão traseira:Duplo amortecedor a gás/ curso 85 mm
Chassi:Aço
Pneu Dianteiro:3.00S-19 4PR
Pneu Traseiro:140/90-15M/C 70S
Dimensões e capacidades
Peso a seco:182 kg
Comprimento:2225 mm
Largura:780 mm
Altura do Banco:720 mm
Distância entre Eixos:1511 mm
Capacidade do tanque:13,5 litros
Preço (FIPE, fevereiro de 2021)
1994R$ 6.564,00
2002R$ 13.481,00

Fonte: Motonline -


sábado, 27 de fevereiro de 2021

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO AO BRASIL PARA A QUARESMA

Queridos irmãos e irmãs do Brasil!

Com o início da Quaresma, somos convidados a um tempo de intensa reflexão e revisão de nossas vidas. O Senhor Jesus, que nos convida a caminhar com Ele pelo deserto rumo à vitória pascal sobre o pecado e a morte, faz-se peregrino conosco também nestes tempos de pandemia. Ele nos convoca e convida a orar pelos que morreram, a bendizer pelo serviço abnegado de tantos profissionais da saúde e a estimular a solidariedade entre as pessoas de boa vontade. Convoca-nos a cuidarmos de nós mesmos, de nossa saúde, e a nos preocuparmos uns pelos outros, como nos ensina na parábola do Bom Samaritano (Lc 10, 25-37). Precisamos vencer a pandemia e nós o faremos na medida em que formos capazes de superar as divisões e nos unirmos em torno da vida. Como indiquei na recente Encíclica Fratelli tutti, «passada a crise sanitária, a pior reação seria cair ainda mais num consumismo febril e em novas formas de autoproteção egoísta» (n. 35). Para que isso não ocorra, a Quaresma nos é de grande auxílio, pois nos chama à conversão através da oração, do jejum e da esmola.

Como é tradição há várias décadas, a Igreja no Brasil promove a Campanha da Fraternidade, como um auxílio concreto para a vivência deste tempo de preparação para a Páscoa. Neste ano de 2021, com o tema “Fraternidade e Diálogo: compromisso de amor”, os fiéis são convidados a «sentar-se a escutar o outro» e, assim, superar os obstáculos de um mundo que é muitas vezes «um mundo surdo». De fato, quando nos dispomos ao diálogo, estabelecemos «um paradigma de atitude receptiva, de quem supera o narcisismo e acolhe o outro» (Ibidem, n. 48). E, na base desta renovada cultura do diálogo está Jesus que, como ensina o lema da Campanha deste ano, «é a nossa paz: do que era dividido fez uma unidade» (Ef 2,14).

Por outro lado, ao promover o diálogo como compromisso de amor, a Campanha da Fraternidade lembra que são os cristãos os primeiros a ter que dar exemplo, começando pela prática do diálogo ecumênico. Certos de que «devemos sempre lembrar-nos de que somos peregrinos, e peregrinamos juntos», no diálogo ecumênico podemos verdadeiramente «abrir o coração ao companheiro de estrada sem medos nem desconfianças, e olhar primariamente para o que procuramos: a paz no rosto do único Deus» (Exort. Apost. Evangelii gaudium, n. 244). É, pois, motivo de esperança, o fato de que este ano, pela quinta vez, a Campanha da Fraternidade seja realizada com as Igrejas que fazem parte do Conselho Nacional das Igrejas Cristãs do Brasil (CONIC).

Desse modo, os cristãos brasileiros, na fidelidade ao único Senhor Jesus que nos deixou o mandamento de nos amarmos uns aos outros como Ele nos amou (Jo 13,34) e partindo «do reconhecimento do valor de cada pessoa humana como criatura chamada a ser filho ou filha de Deus, oferecem uma preciosa contribuição para a construção da fraternidade e a defesa da justiça na sociedade» (Carta Enc. Fratelli tutti, n. 271). A fecundidade do nosso testemunho dependerá também de nossa capacidade de dialogar, encontrar pontos de união e os traduzir em ações em favor da vida, de modo especial, a vida dos mais vulneráveis.

Desejando a graça de uma frutuosa Campanha da Fraternidade Ecumênica, envio a todos e cada um a Bênção Apostólica, pedindo que nunca deixem de rezar por mim.

Roma, São João de Latrão, 17 de fevereiro de 2021.

Franciscus PP.



Fonte: Claudio Pighin / Sacerdote / Belém-PA.