quarta-feira, 3 de março de 2021

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

DESABAFO  - “Estou ficando 'aporrinhado' com tanto negacionismo. Enche o saco mesmo. Todo mundo está vendo a situação que o Brasil vive nesta pandemia. Aí aparece o 'líder' deste país, quase ficcional, vadiando com ideias absurdas”, com este desabafo o senador emedebista Confúcio Moura sintetiza a indignação de boa parte dos brasileiros que assistem atônitos o negacionismo presidencial contra o coronavírus, na medida que aumenta exponencialmente o número de óbitos no país. 

PLANEJAMENTO  - Ninguém pode se queixar de desconhecimento da crise aguda que colapsou todo o sistema de saúde com o agravamento dos casos de Covid 19. Ano passado, diante de um relatório produzido por especialistas a pedido do CREMERO, que traçou um cenário sombrio de casos e mortes, a maioria das autoridades deu de ombros. Alguns setores, inclusive da imprensa da capital, zombaram e criticaram. Hoje, a realidade ali apontada se impõe e revela que nossas autoridades não planejaram as ações corretamente para combater a pandemia. Muitos, infelizmente, desativaram as UTIs acreditando que o pior havia passado, embora os cientistas tivessem alertado para uma segunda onda. Uma onda que está virando um tsunami.  

KIT EMBUSTE  - Mesmo a comunidade científica alertando que o kit Covid (hidroxocloroquina, ivermectina) distribuído por autoridades não tinha serventia nenhuma na prevenção do vírus, tanto o governador de Rondônia, Marcos Rocha, quanto o Secretário de Saúde, Fernando Máximo, foram para ruas da capital distribuir o kit. Seguindo a mesma linha do nosso presidente que nega as recomendações da ciência. 

ANTES TARDE DO QUE NUNCA  - Depois de superar a fase negacionista, ao que parece, o governador Marcos Rocha e o secretário Fernando Máximo foram às redes sociais alertar para a dimensão do problema dessa segunda onda de contaminação. As falas são bem elaboradas e com um conteúdo que merece elogios, especialmente porque chama a atenção dos jovens de que a doença não escolhe idade, condição social, raça nem credo para ceifar vidas. Além de que já não há leitos de unidade de terapia intensiva para atender a quantidade imensa de contaminados. Os alertas bombaram nas redes sociais. Embora, ano passado, quando ainda seguiam a linha negacionista, os dois criticaram o lockdown que o prefeito da capital baixou para conter a disseminação do coronavírus. Antes tarde do que nunca... 

DESCARTE  - Ao trocar o PP (liderado no estado pela família Cassol) pelo PODEMOS (presidido pelo deputado federal Léo Moraes), a ex-vereadora Cristiane Lopes deixou irritado o patriarca do clã, ex-senador Ivo K-Sol. Lopes perdeu recentemente as eleições para prefeita da capital, mas obteve uma votação surpreendente anabolizada pelo apoio engajado de deputado federal Léo Moraes.   

IRRITAÇÃO  - A irritação da “Cassolândia” é em razão do PP ter acreditado na postulação da ex-vereadora a prefeita no momento em que muitos não apostavam em sua viabilidade. Ademais, com a atual regra eleitoral, o desfalque de um nome eleitoralmente denso, afeta os cálculos dos pepistas em apresentar uma nominata matematicamente forte para eleger mais de um deputado federal.  

DESABILITADO  - Na hipótese da liminar concedida pelo ministro Kassio Marques, que modificou o entendimento do cálculo do cumprimento das sanções da lei da ficha limpa, seja confirmada no plenário do STF – o que esta coluna duvida – o ex-governador K-Sol estaria habilitado a concorrer nas eleições de 2022. Razão pela qual, nos últimos dias, o ex-governador e ex-senador começou a circular nos meios políticos, após o isolamento imposto pela lei que o tornou ficha suja.  

GOLPE  - Caso a população não atente para as manobras que estão sendo engendradas no Congresso Nacional, será surpreendida com mudanças substanciais das regras que estabelecem as eleições 2022. A famigerada coligação, flexibilização do financiamento de campanha e dos instrumentos jurídicos existentes hoje para prestação de contas serão suavizados ( para não dizer algo mais contundente) visando atender interesses inconfessáveis. Como diria o ministro do Meio Ambiente Sales: enquanto a mídia está voltada para a pandemia, “vamos passando a boiada”. Os deputados são profissionais em tocar o berrante sem que o som ecoe além do necessário. O golpe vem a galope.  

ESTIMULANDO  - Um dos políticos que será instado a entrar na disputa pelo Governo de Rondônia é o ex-prefeito de Ariquemes, Thiago Flores. Não há atualmente movimento do ex-prefeito neste sentido, mas é bom não subestimar a capacidade que adquiriu nas urnas em sair vitorioso. Os caciques conhecem bem para onde o vento sopra, mesmo quando os céus mudam de direção inesperadamente. O mesmo assédio já começa a estimular o prefeito da capital, Hildon Chaves. Dois novatos na política que deram certo e vão ser decisivos nas eleições de 2022.  

PROTAGONISMO  - O Conselho Regional de Enfermagem de Rondônia iniciou o ano mostrando a que veio com a nova gestão liderada pelo ex-presidente Nacional do Cofen, Manoel Carlos Neri. Em pouco mais de dois meses na gestão estadual, Neri protagonizou ações firmes na defesa do exercício dos profissionais nesta pandemia inscritos na autarquia e, portanto, fiscalizou os atos administrativos das nossas autoridades de saúde. Um exemplo concreto é o relatório que produziu na vistoria que realizou pessoalmente nas unidades de saúde de Guajará-Mirim, revelando o caos em que se encontra aquela área na pérola do Guaporé. Na presidência do COFEN foi uma voz de referência ouvida pelos principais veículos de comunicação na primeira onda da Covid 19.  

OUTRO LADO  - Em razão da coluna da semana passada, quando criticamos a nomeação da ex-prefeita de Cacoal em um gabinete de um parlamentar filiado do Podemos, a direção do partido enviou à coluna sua versão sobre os fatos que em nome do bom jornalismo publicamos na íntegra.  

“Na data de ontem, 23 de fevereiro de 2021, foi veiculado junto ao site tudorondonia, a coluna Resenha Política do jornalista Robson Oliveira, onde consta que 'O PODEMOS, em Rondônia, tem se firmado com um discurso moralista prometendo fazer da política uma atividade limpa. O ato do parlamentar Deiró, até o momento, não recebeu nenhuma censura da direção partidária. Aguardemos!'. 

O PODEMOS RONDÔNIA, neste ato representado por seu Presidente Estadual OSCAR DIAS DE SOUZA NETTO, informa que o deputado estadual CIRONE DEIRÓ realmente foi eleito para o cargo nas eleições gerais de 2018 por esta agremiação, porém, em reunião ordinária da Comissão Executiva Estadual, realizada no dia 30/03/2020, foi deliberada a sua desfiliação.  

O deputado ingressou junto ao Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, com uma Ação Declaratória de Desfiliação Partidária, a qual foi julgada procedente, por unanimidade, para que o mesmo deixe o partido e desde então a direção partidária não mantém qualquer contato com o deputado.  

Dessa forma, pelo fato de o PODEMOS/RO ter adotado as medidas para a desfiliação do referido deputado desde o ano passado e não possuir mais qualquer relação com o parlamentar, torna incabível a adoção de qualquer (sic) medidas em face do evento noticiado, por parte desta agremiação partidária. 

Registre-se, contudo, que o partido PODEMOS pauta sua atuação com  base nos preceitos republicanos, atuando sempre com lisura com a coisa pública, e não compactua com quaisquer subterfúgios que busquem violar os princípios norteadores da administração pública”.  

OSCAR DIAS SOUZA NETTO – PRESIDENTE. 

  

Em tempo: a mesma coluna também é publicada simultaneamente nos sites: Rondônia Dinâmica, Gente de Opinião, Expresso Rondônia, Folha Rondoniense, Rondônia Notícias, Correio de Rondônia, Painel Político, Mais RO, Que Notícias Ariquemes, Eu Ideal, Chaddad, entre outros.  

DOSE DUPLA  - A partir deste mês a coluna passa a ser atualizada nas terças e sextas-feiras. Exceto feriados.


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho - RO.  









COMUNICADO - Animal desaparecido / O gatinho MARSHALL


Olha ai, quem viu este lindo gatinho, o MARSHALL, solicitamos por favor entrar em contato com a Karleny - Fone: 69-98101-3804. Veja a foto.   Ficamos muito agradecidos.






VESPA PX FOI SUCESSO DE VENDAS NO BRASIL, MAS DUROU POUCO

 

Italiana resgatou a nostalgia pela marca no Brasil dos anos 1980 e vendeu quase o mesmo que a Yamaha


A história da Vespa no Brasil é quase tão longa quanto a da própria marca italiana. O simpático scooter data de 1946, e chegou ao país já na década seguinte. Foi montado pela carioca Panauto nas versões M3 e M4, respectivamente de 3 e 4 marchas, sempre com motor 150cc de 2 tempos. A operação no bairro de Santa Cruz durou de 1958 a 1964, seguida de uma década de ausência no país. 

O retorno da Vespa ao Brasil aconteceu durante a instalação da indústria nacional de motocicletas, a partir de 1974. Na época, a B. Forte passou a montar a versão 150 Super na Zona Franca de Manaus (AM). Foram quase dez anos de atividade, até que uma sociedade se formou incluindo Caloi e Piaggio (proprietária da marca Vespa). A nova empresa Motovespa foi criada para impulsionar a expansão das operações no país, e conseguiu.

Hoje um ícone da marca, o então recém-lançado modelo PX foi escolhido para capitanear a nova fase de crescimento. Tinha linhas mais modernas, com vincos e um conjunto óptico que destacava as luzes de direção retangulares na cor âmbar. Outra novidade era o motor de 198cc com ignição eletrônica. A Vespa PX 200E mantinha a tradição de modelos anteriores, com câmbio de 4 marchas engatadas pelo giro da manopla esquerda. Na traseira rechonchuda, tampas cobrem o estepe do lado esquerdo e o motor à direita da roda. 

Em dezembro de 1985, Duas Rodas testou pela primeira vez o novo modelo e ressaltou a evolução representada pela PX. “Quem já conduziu uma Vespa antiga ou mesmo uma Lambretta sentirá muita diferença. Para melhor, porque o modelo atualizado tem o motor mais potente disponível na Itália (lá existem as de 80, 100, 125, 150 e 200cc) e é bem mais estável e seguro que os antigos.” 

O primeiro teste alcançou a velocidade máxima de 104 km/h. Elogiava principalmente o torque em baixas rotações e a capacidade de poupar trocas de marcha pelo condutor. Foi um sucesso de vendas em 1986, ameaçando a vice-liderança da Yamaha em alguns meses. 

O interesse do público animou a fabricante nacional Motovespa a expandir a linha para o ano seguinte, com três versões. A topo de linha Elestart (partida elétrica), a intermediária GT e a básica S, estas duas diferenciadas pelo acabamento. A partida elétrica era um dos componentes importados, assim como virabrequim, cárter, carburador e embreagem. Pelas regras de nacionalização da Zona Franca na época isso correspondia a 15% da composição da Vespa brasileira. 

A Vespa se mantinha “cult” e nostálgica, o que a permitia manter um público cativo que não cogitava comparações com os novos scooters japoneses. Era um produto que tinha personalidade, mesmo que tecnicamente já estivesse defasado. No exterior, concorrentes como o Honda Elite – seria importado para o Brasil na década de 1990 com o nome Spacy – já usavam motor de 4 tempos com câmbio automático, consumiam menos gasolina e entregavam melhor dirigibilidade.

O sucesso de vendas de 1986 nunca se repetiu, diminuindo já em 1987 e despencando para um terço daquele volume em 1988. Iniciou-se um processo de decadência e fechamento das 140 concessionárias, até que a produção no Brasil foi interrompida em 1990. Algumas lojas ainda venderam o estoque de unidades 0 km em 1991, totalizando 45 mil PX brasileiras. A marca só retornaria ao país anos mais tarde, importada, usando tecnologia equivalente à das asiáticas. O modelo PX continuou à venda na Europa até a saída de linha definitiva depois de mais de 30 anos. 












 

PROFESSOR NAZARENO - Lockdown de mentirinha




A pandemia da Covid-19 não dá tréguas ao Brasil e aos brasileiros. Enquanto países do mundo desenvolvido e civilizado como Israel, Estados Unidos e Reino Unido já estão tendo certo êxito ao enfrentar o Coronavírus com isolamento social e campanhas de vacinação em massa de suas populações, no nosso país as coisas estão totalmente fora de controle. O número de mortes não para de crescer e logo chegará aos 300 mil óbitos com 11 milhões de infectados. Num único dia, chegou-se à assombrosa marca de quase 1800 pessoas mortas. Hospitais públicos e particulares estão lotados em todas as cidades e Estados. O caos é iminente. Para piorar tudo de vez, no meio desta tormenta, também estamos sem nenhuma coordenação nacional. Não há vacinas, não há maneiras de deter o monstro incontrolável. O Brasil está abandonado sem rumo algum.

Encurralados e sangrando em sua fraca popularidade, muitos governadores estão desesperados. O de Rondônia, por exemplo, o coronel bolsonarista Marcos Rocha está “mais perdido do que cego em tiroteio”. O Estado de Rondônia, que sempre foi um zero à esquerda dentro na realidade nacional, enfrenta o caos de maneira desastrosa. Num único dia foram registradas 46 mortos pela Covid-19 sendo 19 óbitos somente na capital. As incompetentes autoridades locais estão perdidas como nunca. Tenta-se de tudo para tentar estancar a sangria causada pela pandemia. Há indícios relatados recentemente pelo Ministério Público estadual de que o número de leitos disponíveis nos poucos hospitais do Estado foi forjado para que assim não fosse necessário decretar nenhum Lockdown. Verdade ou não, agora a realidade macabra bate a nossa porta.

Fechado em tudo com o presidente Jair Bolsonaro, o “fraco coronel rondoniense nada tem a oferecer aos seus governados”. Assim como o Brasil, Rondônia está jogada à própria sorte. Aqui não há vacinas, não há vagas nos hospitais, não há médicos, não há esperanças. Dessa vez, tenta-se um Lockdown fake e de última hora “só para inglês ver”. Bem diferente das cidades inglesas e de outros países civilizados, a paralização em Porto Velho não para absolutamente nada. Pessoas continuam se aglomerando e as festas acontecem nas barbas da polícia, que nada pode fazer. Em Cacoal, interior do Estado, uma festa clandestina com mais de 200 futuros médicos e outros filhos de autoridades teria sido interrompida pela polícia. Nos poucos parques de Porto Velho, as caminhadas continuam acontecendo sem nenhum problema. E o comércio nem fechou.

Na terra das “sentinelas avançadas” durante esta cruel pandemia é cada um por si. E sempre foi assim, entra governo e sai governo. Por acaso o “açougue” João Paulo Segundo de Porto Velho já resolveu o seu eterno problema de superlotação? Só que agora muitas das autoridades políticas, à procura dos holofotes, prometem trazer vacinas e mais vacinas para acabar com a aflição dos rondonienses. Tudo balela e conversa fiada. Promessas de político mesmo. A realidade visível até o momento é que raríssimas e sortudas pessoas receberam o imunizante, que chega a conta-gotas ao Estado. A próxima remessa de vacina se vier só Deus sabe quando vai chegar às terras karipunas. Enquanto isso, doentes se acumulam nos hospitais e mortos nos cemitérios. É preciso fazer Lockdown de verdade e não de mentirinha. Fato: “o governo finge que o decreta, o comércio finge que o cumpre, as pessoas fingem que obedecem e o vírus pega todos”.


Fonte: Professor Nazareno/Porto Velho-RO.







Wagner e Natália - Motociclista / Honda PoP na BR-319 de Igapó Açu até Manaus-AM - Video-05






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terça-feira, 2 de março de 2021

Venustidade

 










Coluna do Heródoto - UM GENERAL NA PETROBRÁS

O chefe do executivo conseguiu o que queria. Nomeou um general para a presidência da Petrobrás. Muitos, erroneamente, consideram a companhia uma estatal e por isso o governo federal tem o poder para trocar quem quiser da diretoria da empresa. A razão social é Petróleo Brasileiro S.A. Em outras palavras, quando a empresa foi criada pelo presidente Getúlio Vargas, ela tomou um caráter de uma empresa de capital misto, ou seja público e privado. Isto não perturba a imagem nacionalista de Vargas, turbinado pela campanha do Petróleo É Nosso. O nacionalismo para uns é o Estado ter o controle total de um monopólio considerado estratégico, o petróleo. Outros entendem que  brasileiros podem comprar ações da empresa que são negociadas na bolsa de valores. E isto está longe de uma socialização de um setor da economia. Está mais perto de um capitalismo estatal. Direita e esquerda são defensores das empresas do Estado. 

O Estado é detentor da maior parte do capital da Petrobrás. Em outras palavras, é o maior acionista. Tem, inclusive as Golden share, ou seja, tem o direito de indicar não só o presidente da empresa, mas influenciar na composição de toda a administração. Há uma ala nacionalista nas forças armadas que entendem que a Petrobrás tem valor estratégico-militar e é gestora de um produto essencial se voltar a ocorrer um conflito internacional de grandes proporções como ocorreu no século 20. Assim, mesmo que as ações sejam negociadas, inclusive, na bolsa de valores de Nova York, o Estado não perde poder sobre quais os caminhos que a exploração e o refino do petróleo podem tomar. Especialmente quando as jazidas de petróleo no mar ganham espaço na prospecção e exploração graças à tecnologia de desenvolvimento acelerado. O exemplo da Noruega inspira os nacionalistas tupiniquins.  

 

Afinal, o general que assume a empresa tem experiência na área ? Essa é uma das questões que ninguém debate publicamente com receio de ser considerado opositor do governo ou alguém que defende o interesse das “Sete Irmãs do Petróleo” , as maiores petroleiras do mundo, acusadas de serem a ponta de lança do imperialismo nas áreas petrolíferas, principalmente no Oriente Médio. Elas devem ser mantidas à distância das regiões onde se pressupõe a existência de petróleo que em terra, ion shore, ou no mar, off shore. Elas são criticadas da extrema direita à extrema esquerda. Portanto a Petrobras deve continuar sob o controle do governo uma vez que ele tem a maioria das ações. Com os militares no poder, não foi surpresa a indicação do general Ernesto Geisel para presidente da empresa. Com a imprensa sob censura e as liberdades individuais cerceadas pelo ato institucional 5 em vigor, o máximo que se vê é uma reprodução do perfil do novo presidente, sua carreira no exército e como chegou ao posto de general. Contudo já há quem admire que a presidência da Petrobrás pode se em um degrau para a presidência da república. Afinal o regime é militar. 

 


Fonte: Heródoto Barbeiro é âncora do Jornal da Record News o primeiro em multiplataforma