sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Viagem a Costa Marques - RO

Começamos o ano muito bem, ou seja, este escriba acompanhado do Amigo Cordeiro estivemos na simpática cidade de Costa Marques-RO, nos dias 1,2 e 3. Saímos no dia 1, bem cedo, por vota das 6h da manhã e chegamos em Costa Marques por volta das 16h. Retornamos neste dia 3. 

Viagem tranquila, clima muito bom. E como sempre às nossas motos respondendo com perfeição. A Yamaha Ténéré 660z é simplesmente fantástica;  O trecho de aproximadamente 730 km está bom, porém existe 18 "cabeceiras" de ponte ainda à ser concluídas. Coisas do nosso governo, mas vamos torcer que este ano que está iniciando, seja concluída.

Lá em Costa Marques, cidade tranquila, fomos muito bem recebido pelo pessoal do Hotel  Tropical, além do taxista Alcenir, pessoa muito simpática, sendo que o citado amigo nos levou até o Forte Príncipe da Beira, 'marco histórico da colonização dos portugueses'. Também o pessoal do Exército nos recebeu muito bem lá no Forte.

Um passeio muito bom e cheio de aventura, pois esta região do nosso Estado é muito bonita. Agradecemos a Deus pela oportunidade oferecida e esperamos voltar mais vezes em Costa Marques. Veja as fotos.

















Estou apontando ao fundo a Bolívia









































Cordeiro e Alcenir





















OPINIÃO DE PRIMEIRA

O AGRONEGÓCIO DA CAPITAL TEM O MAIOR PIB DA REGIÃO NORTE

Porto Velho tem o maior PIB do agronegócio em toda a região norte. Mesmo com muita gente jogando contra; com a pressão das ONGs que querem nos manter dependentes e, ao mesmo tempo, tomar nossas riquezas para seus países de origem, mesmo assim Porto Velho, com todos os seus problemas, tem um crescimento do PIB da agricultura e pecuária muito acima da média de todo o norte. Rondônia, como um todo, está andando no mesmo caminho. Nossa carne é disputada por grandes mercados mundiais, como Espanha, China e a União Soviética. Nossa Capital, que já tem um porto graneleiro para a soja, principalmente, está ganhando mais dois outros portos privados. Um deles é do gigantesco Grupo Maggi, começa a funcionar já neste ano de 2014, ao que tudo indica. Nossa economia, que os mais pessimistas diziam que despencaria depois da conclusão das obras das duas usinas hidrelétricas, continua crescendo e, cada vez mais, no agronegócio, que é sólido e se amplia. Não fossem os excelentes resultados da nossa produção, vinda na grande maioria dos casos de pequenos produtores - quase 100 mil propriedades no Estado - estaríamos numa enrascada, com crescimento negativo assustador.
É sempre bom observar esta questão para destacar que é uma lástima que tenhamos tantas forças contrárias ao nosso desenvolvimento, muitas vindas das pressões externas, mas outras tantas da política ideológica e por vezes atrapalhada do governo federal, em relação a esse segmento vital da nossa economia. O agronegócio é quem tem mantido nosso país  com  a cabeça para fora da recessão, mas nosso governo, ao mesmo tempo que sabe disso, precisa prestar contas aos seus amigos da vizinhança e de outros países, que exigem que a Amazônia seja mantida intocada. Por enquanto, o bom senso ainda está prevalecendo, mas não se sabe até quando.
 BÊBADOS À SOLTA- No total, 718 pessoas pegas em 2013, dirigindo bêbadas em Porto Velho. Praticamente 60 casos por mês. Houve um final de semana em que 29 motoristas foram pegos e tiveram suas habilitações apreendidas nas blitz. Pena que nenhum deles tenha sofrido algum tipo de punição dura, a não ser pagar uma multa e sair livre. Para dirigir bêbado de novo. Lamentável a legislação que tem começo e meio, mas não tem fim. Sem punição de verdade, os bêbados continuarão ferindo e matando no trânsito.
NO PAÍS DA DONA DILMA - Seria muito bom morar no país que dona Dilma Rousseff apresentou como seu fosse o Brasil, em sua discurso de final de ano. Recheado de autoelogios, ela só falou sobre as coias boas (e as há, realmente!). Nenhuma palavra sobre o PIB ridículo, metade do previsto; sobre a economia que só se mantém com a cabeça de fora por causa do agronegócio. No país dela não há a guerra civil com 50 mil assassinatos por ano e nem 45 mil mortes no trânsito. Todos nós gostaríamos de morar no país virtual que nossa Presidente criou!
CRISE DE HUMAITÁ - A crise entre brancos e índios, acirrada pelas posições políticas e ideológicas de vários organismos oficiais, que deveriam pregar a paz e a integração, antes de tudo, continua fervilhando na região de Humaitá. Sobre o assunto, vale a pena ler uma postagem nas redes sociais feita pelo competente jornalista Valbran Júnior: "para dizer o mínimo, é muita má vontade, aliada à irresponsabilidade das autoridades envolvidas na operação para conter os revoltosos contra os índios Tenharin, na região de Humaitá", desabafou.
PERMISSIVIDADE IRRACIONAL - E prosseguiu: "mesmo com cerca de 400 homens do Exército, Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Militar e Polícia Rodoviária Federal destacados para conter os ânimos, assisto nos noticiários que ainda deixaram os indígenas reativar o pedágio ilegal na rodovia Transamazônica, onde três pessoas teriam sido sequestradas. Essa permissividade irracional, tolerada há décadas, poderá servir de combustível para incendiar ainda mais a situação". Precisa dizer mais?
ABISMO SOCIAL - Rondônia tem 32 milionários, com fortunas que superam os 50 milhões de reais. Eram pouco mais de 20, há oito anos, mas o percentual cresceu em mais de 30%. Os riquíssimos são 35 no Acre e 129 mil no Brasil, a grande maioria concentrada em São Paulo. Os outros cerca de 190 milhões de brasileiros, que sobrevivem às duras penas e, entre eles, muitos milhões que não têm nem o que comer, ficam do lado de cá do enorme abismo social que caracteriza nosso país. Do lado de lá, a minoria vive no Paraíso.
COMEMORAR O QUÊ? - O impostômetro fechou 2013 com outro recorde: 1 trilhão e 700 bilhões de reais em tributos pagos pelos brasileiros. Fosse numa terra de lideranças e gente séria, a população até comemoraria, porque teria certeza de que grande parte dessa absurda fortuna, reverteria em serviços de qualidade em todas as áreas. Mas por aqui, só protestos. Corrupção, obras inacabadas, a classe política devoradora dos recursos públicos e a obesidade mórbida da estrutura de governo, garantem apenas que a maior parte dessa grana jamais chegará ao seu principal destino. Lamentável...
PERGUNTINHA - Depois de autorizar os índios a fazerem o que bem entendem, inclusive matar, que outras ações dantescas as estruturas de governo e de poder no Brasil vão priorizar contra a maioria do seu povo?
Fonte: Jornalista Sérgio Pires






MANJAR DOS DEUSES

Aline, para começar o ano muito bem!

TRANSPOSIÇÃO DOS SERVIDORES

TRANSPOSIÇÃO: Amir Lando diz que os demitidos do “Bianco” serão transpostos para os quadros da União

Servidor esperando a Transposição!
O deputado federal Amir Lando (PMDB-RO) em várias audiências realizadas no Ministério do Planejamento e na Advocacia Geral da União (AGU) para tratar do impasse da transposição de servidores estaduais de Rondônia para os quadros da União, sempre defendeu o direito dos servidores que foram demitidos em 2.000 no governo José Bianco, alegando inclusive, que eles jamais poderiam ser punidos duas vezes. Amir, na última reunião com o Secretário de Relações do Trabalho do Planejamento, Sérgio Mendonça, foi didático ao explicar que os servidores em 1987 estavam trabalhando e a demissão aconteceu três anos depois. O STJ reintegrou esses servidores declarando a ilegalidade do ato demissionário.

Amir preparou uma defesa prévia aos servidores demitidos, caso a AGU emita parecer técnico normativo vinculante contrário aos interesses do Estado. O parlamentar disse que:

“Não se justifica como óbice à transposição, a suposta interrupção de contrato de trabalho dos servidores públicos demitidos por meio do Decreto 8.954, de 17 de janeiro de 2000, o que somente sob uma primeira e superficial ótica poderia prevalecer”.

É que, na verdade, não se operou a interrupção do contrato de trabalho por força das demissões ocorridas, pois houve decisão judicial reconhecendo a nulidade do ato demissionário e, o ato nulo, por seu turno, não produz qualquer efeito no mundo jurídico. Logo, as demissões não podem ser consideradas como válidas. Se não valeram as despedidas, não se fala em interrupção ou suspensão da relação, mas sim em unicidade desta, como se jamais tivesse havido uma rescisão, para os efeitos jurídicos.

Os servidores contratados antes da Constituição Federal de 1988 foram considerados celetistas pelo próprio Poder Judiciário Estadual de Rondônia, que se embasou numa decisão anterior, a qual não reconheceu a validade de outro Decreto, que os transmudou para o regime celetista, entendendo, com base na dita decisão, que, uma vez inválido o referido Decreto, deveria prevalecer à condição de servidores celetistas.

Diante da reconhecida ausência de competência da Justiça Comum Estadual para dirimir a questão naquela oportunidade, a Justiça do Trabalho foi provocada. Ali, na esfera trabalhista, em sede liminar, posteriormente confirmada, a 2a Vara do Trabalho de Porto Velho reconheceu serem os servidores celetistas e como tal entendeu que até poderiam ser despedidos, por inexistir estabilidade conferida aos servidores celetistas, mas para a validade das demissões, exigiu que fossem observadas as formalidades legais exigidas para essa categoria de servidores, em especial a existência de depósitos de Fundo de Garantia por Tempo de Serviço.

Assim, enquanto não houvesse comprovada existência de depósitos fundiários aos servidores demitidos, alvos do aludido decreto, todos com tempo superior a 17 anos de trabalho prestado para o Estado de Rondônia, em áreas essenciais, a exemplo de saúde e educação, fez constar expressamente que as despedidas seriam nulas de pleno direito, ou seja, como se nunca tivessem ocorrido, determinando o imediato retorno aos quadros, condicionando a validade ao cumprimento de requisitos indispensáveis, como o adimplemento das verbas rescisórias e os recolhimentos do FGTS .

Ainda que posteriormente os servidores tenham celebrado acordo para viabilizar o efetivo retorno, pois os recursos interpostos retardavam o cumprimento da decisão, não há como se olvidar o registro expresso da sentença que fundamentou a imposição da readmissão exatamente na nulidade do ato praticado, tendo-o como inexistente para os efeitos legais, por contrariar princípios e formalidades exigidas para sua validade, posto que servidores celetistas. Esta condição de celetistas exigia, nos termos da lei, a existência de contas vinculadas de FGTS em seus favor es.

Se os servidores fossem estatutários, seriam detentores de estabilidade e como tal não poderiam ser despedidos sem prévio processo administrativo. Sendo os servidores celetistas, assim considerados pela Justiça Estadual, que invalidou a transmudação de regime jurídico, poderia haver despedida imotivada, mas desde que observadas às formalidades desta, pois não poderiam tais servidores ficar numa espécie de “limbo”, sem FGTS e sem estabilidade, ao “bel prazer” da Administração Pública.

Assim, se não existentes contas vinculadas com os devidos depósitos do FGTS por todo o período contratual, com habilitação ao levantamento desta parcela, acrescida da indenização compensatória de 40% em virtude da modalidade de rescisão, não poderia haver despedida válida, ainda mais ao se considerar o impacto e o efeito econômico altamente prejudicial aos trabalhadores, que prestaram serviços por longos 17 anos, para então serem abruptamente demitidos, sem qualquer amparo financeiro para lhes amparar enquanto buscassem novos meios de subsistência.

A outra conclusão não se poderia ter chegado senão reconhecer a nulidade dos atos que ensejaram em tão repugnáveis despedidas, destituídas das devidas formalidades, sem observar a forma prescrita em Lei (as verbas devidas a servidores celetistas), mascaradas na necessidade de cumprimento de uma legislação (Lei Camata), que não se cumpria, efetivamente, fato também abordado na decisão judicial.

O ato nulo (neste caso, a despedida dos servidores), como ensina Hely Lopes Meireles, não gera direitos ou obrigações para as partes, não cria situações jurídicas definitivas e não admite convalidação.

A nulidade pode ser absoluta ou relativa. É absoluta, quando se diz que o ato é nulo e relativo, quando passível de anulação, valendo até o dia em que se reconheceu a irregularidade. No caso das demissões em tela, foi considerada a nulidade do ato, ou seja, o ato da despedida, para os efeitos jurídicos, não teve valor algum, equivaleu a não ter existido, operando-se a nulidade absoluta, ou de pleno direito.

Nessa condição, é como se Decreto 8.954, de 17 de janeiro de 2000 não tivesse qualquer validade, como se nunca tivesse existido, havendo que se reconhecer, para os efeitos legais, que os contratos de trabalho dos servidores celetistas afetados pelo referido Decreto, eram, em verdade, unos, sem que tenha sido afetada a continuidade das respectivas relações de trabalho.

Por conseguinte, havendo apenas um contrato de trabalho plenamente válido entre o Estado de Rondônia e os servidores celetistas admitidos anteriormente aos cinco anos que antecederam a promulgação da Constituição Federal de 05 de outubro de 1988, sumariamente despedidos pelo Decreto 8.954/2000, não se pode falar em qualquer circunstância interruptiva do direito e, como tal, a eles também são aplicáveis às regras da transposição, sob pena de lhes estar sendo novamente retirado mais outro direito decorrente do sagrado (e muitas vezes sangrado!) labor, na contramão de todos os princípios universais de prestígio à dignidade humana e ao equilíbrio das relações sociais”.

Amir foi enfático com relação à bancada federal: “Temos que ir até o fim cobrando que o atual governo pratique a justiça social e reconheça esse direito, caso contrário, a Justiça existe para dirimir as dúvidas e reparar o direito, mas, esperamos não ter que utilizar esse caminho, porque a Lei é clara e a EC 60 é autoaplicável, basta cumprir o que ela determina”, finalizou.

Amir Lando afirmou ainda que a bancada vai cobrar do governo federal que tome uma decisão célere na questão dos servidores demitidos e que esse parecer seja prioridade na AGU, porque o povo do Estado de Rondônia não pode ser enganado e não quer mais esperar. A transposição para os servidores demitidos é uma realidade jurídica inquestionável.

Fonte: Assessoria