terça-feira, 29 de setembro de 2020

Clever - Motociclista / Chegada em Porto Velho, vindo de Manaus-AM


Olha aí o motociclista Clever e amigos, retornando a Porto Velho, depois de visitarem Presidente Figueiredo e Manaus-AM. O Clever é integrante dos Nacionaes-LE




Coluna do Heródoto - MILITAR DISCURSA NA ONU

 A plateia é global. É uma rara oportunidade para que chefes de estado, democráticos ou não, façam a sua aparição triunfal. É uma oportunidade que ocorre somente uma vez por ano. A mídia se divide entre os que atacam o discurso do presidente e os que elogiam. Há uma enxurrada de análises em todas as plataformas. Afinal, dizem alguns críticos, ele é um militar que apoiou o golpe de 1964. As grandes potencias reafirmam sua hegemonia e compromissos com a paz, crescimento econômico e ajuda aos parceiros fieis. Os pequenos países fazem críticas às potencias e denunciam o que entendem ser uma ameaça à segurança de todos. Há um protocolo que ninguém deve falar mais do que 15 minutos para expor sua mensagem. A ONU garante que todos os chefes de estado entrem e saiam dos Estados Unidos, sem nenhum constrangimento. Mesmo os acusados de ditadura, violação dos direitos humanos, corruptos, traficantes, mandantes de assassinatos de opositores políticos. Ninguém tem nada a temer, há uma inviolabilidade garantida na carta da ONU. Por isso os desafetos aproveitam a abertura da Assembleia Geral para discursar e defender o que bem entendem. É verdade que nem todos os representantes dos membros precisem ficar no plenário. Em sinal de protesto podem se levantar e sair. Isto também dá destaque na mídia mundial, com direito a imagem e reportagens.

A tradição da Organização das Nações Unidas é que os discursos na Assembleia Geral sejam feitos pelos ministros das relações exteriores dos países. Os chanceleres como dizemos aqui. São homens de longa carreira diplomática, conhecedores dos bastidores da política internacional e fieis intérpretes das mensagens do governo que representam. Enquanto a tradição durou, os discursos eram duros, técnicos, burocráticos e o público em geral não dava muita atenção a eles. O conteúdo sofria a análise técnica dos especialistas que passavam para os jornalistas credenciados. Estes por sua vez se esforçavam para encontrar notícias que chamassem a atenção do público em geral. Afinal a ONU é um local onde se discute o futuro do mundo, a sobrevivência da humanidade e do meio ambiente, enfim os temas que afetam a todos em todos os continentes. E na Assembleia Geral cada país tem um voto. Nenhum tem o direito a veto, privilegio de cinco potencias que se encastelam no Conselho de Segurança. Os demais membros do conselho não tem esse direito. Há inúmeros países que anseiam em fazer parte dos membros permanentes pelos  mais diferentes motivos, até mesmo histórico e tradicional como o Brasil.

 

Os políticos descobrem a tribuna da ONU. E nunca mais abrem mão dele. Em plena guerra fria, americanos e soviéticos ameaçam-se mutuamente em cada abertura da Assembleia Geral. E o presidente do Brasil também. O ministro das relações exteriores perde o lugar para o presidente da república. Agora é ele que usa o tempo e a tribuna para não só defender o seu  governo, como para criticar as grandes potências. Para surpresa geral pede um mundo novo e que é necessário caminhar para a implantação de uma interdependência verdadeiramente solidária entre América Latina, África e Ásia. Fica claro no discurso presidencial que ele fala muito mais para o público do seu próprio pais do que para a comunidade global . Afinal a imprensa internacional diz que a democracia corre risco no Brasil, há uma ameaça de um novo golpe militar para sufocar a oposição e os que desejam a democracia. A violação dos direitos humanos é outro tema sensível, apesar das negativas do governo. O general João Figueiredo inaugura a presença de presidentes brasileiros na tribuna da ONU em  1982. Ultimo mandatário da ditadura militar ele foca sua fala em temas gerais e internacionais e não toca na política interna nem nas ameaças ao regime democrático.



Fonte: Jornalista Heródoto Barbeiro / Record News-SP.



segunda-feira, 28 de setembro de 2020

CONVITE - 6º Condor MotorRock / Condor-RS


 Pronto, já que você está com vontade de "pegar a estrada", aí está a oportunidade. Boa Viagem!



BRASIL - E o seu lamentável cotidiano dentro do Poder


 



MIMO - Tirando uma soneca na cadeira



Olha só o MIMO, tirando um soneca. É um sono profundo... Ah!... como eu amo este sujeito! Ele é simplesmente fantástico.



 



Proibição com toda razão da cantora (que não canta nada), Anitta de fazer palhaçada aos pés do Cristo Redentor no Rio de Janeiro

Quero fazer aqui uma singela homenagem ao Cardeal do Rio de Janeiro, Sua Eminência Rev.ma Dom Orani Tempesta, pela santa atitude de proibir a gravação da cantora Anitta no Cristo Redentor. Para quem não sabe, o monumento pertence à Arquidiocese do Rio e aos pés daquela estátua, existe um santuário com a presença de Jesus Eucarístico, onde já tive a honra de celebrar a Missa. Sabemos que a referida cantora está acostumada a gravar clipes sensuais e pornográficos, logo, aquele lugar não é propício para tal evento. Que este gesto de Dom Orani seja conhecido por todos, para que o mundo aprenda a respeitar nossa religião e os nossos espaços sagrados. Em nome de uma certa tolerância, estamos ficando cada vez mais acuados e amordaçados. Se não ocuparmos nosso lugar na sociedade, a Igreja será cada vez menos respeitada. Como diz o antigo ditado, quem não se impõe, não se estabelece. A hora é agora!!!

Fonte: Padre Gabriel Vila Verde


COMENTÁRIO DO BLOG: Perfeito Dom Orani, parabéns pelo seu gesto. Um absurdo, uma falta de respeito com um lugar Sagrado. Além, de uma falta de respeito com Nosso Senhor Jesus Cristo. Esta cantora simplesmente é ridícula e não tem a mínima condição de manifestar nenhum tipo de cultura.   Parabéns mais uma vez Dom Orani pelo seu gesto sincero e corajoso.



PRIMEIRA MOTO DA SÉRIE ESPORTIVA BMW M É SUPERBIKE M 1000 RR

 

Mais potente, leve e com asas, modelo vai a fundo em performance para circuitos fechados


Depois de levar o conceito M dos automóveis da marca para as motos através da oferta de componentes opcionais, nesta quarta-feira (23) estreia o primeiro modelo na linha de motos. Apesar das modificações para otimizar a performance em pistas fechadas, é homologada para uso em vias públicas. 

A superbike S 1000 RR ganhou uma variação extrema rebatizada de M 1000 RR com 212 cv a 14.500 rpm (5 cv a mais), peso em ordem de marcha de 192 kg (18 kg a menos) e novos componentes que incluem asas na carenagem.   

O motor de 4 cilindros em linha da M foi preparado para alcançar 500 rpm extra com ajuda de novos pistões forjados, bielas de titânio, câmara de combustão redesenhada, ajustes no comando de válvulas e taxa de compressão elevada de 13,3:1 para 13,5:1. O torque máximo permanece de 11,5 kgf.m a 11.000 rpm.

Para a exaustão, o escapamento é de titânio 3 kg mais leve com fluxo otimizado para altas rotações. Assim a M 1000 RR entrega mais potência de 6.000 rpm a 15.100 rpm.   

A carenagem também recebeu as primeiras asas de uma BMW para proporcionar downforce adicional e mais contato da roda dianteira com o solo. O para-brisa com novo formato, mais abaulado e alto, melhora a aerodinâmica e estabilidade ao isolar melhor o piloto da turbulência do vento em sentido contrário.

Visualmente também estão destacadas as rodas de fibra de carbono com pinças de freio azuis M, desenvolvidas pela divisão da BMW. No painel TFT de 6,5 polegadas, além da animação inicial com logomarca M, conectividade com telemetria por GPS opcional passa a estar disponível para cronometragem de voltas. 

Por fim, a geometria de chassi foi revisada para modificar a distribuição de peso entre as rodas, oferece possibilidades adicionais de ajuste do pivô do braço oscilante e o garfo de suspensão foi revisado.    











Fonte: Revista Duas Rodas