segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

SAÚDE - Saúde Vascular

 



Trombose venosa profunda diagnosticada tardiamente. Ela pode passar despercebida?

A trombose venosa profunda (TVP) constitui uma doença vascular com elevada incidência em nosso população e caracteriza-se pela obstrução do segmento venoso acometido por um coágulo de sangue. Na grande maioria dos casos, a TVP ocorre em veias dos membros inferiores; todavia, ela também pode ser diagnosticada nos membros superiores e em localizações atípicas, tais como, em veias renais, em veias hepáticas e e em veias oculares.

Dor e edema no membro são sintomas que, apesar da sua inespecificidade, sugerem a probabilidade diagnóstica de TVP e merecem avaliação vascular adequada. A magnitude dos sintomas, entretanto, varia de acordo com a localização do segmento venoso obstruído. Por exemplo, a TVP distal, identificada em veias próximas ao tornozelo, geralmente não manifesta sintomas clínicos importantes. Por outro lado, a TVP proximal, observada em veias acima do joelho e próximo da virilha, comumente manifesta-se com membro de forte intensidade e até mesmo dificuldade para deambulação.

Se o quadro clínico da TVP for de pequena intensidade e o individuo  não valorizar os seus sintomas, o diagnóstico da TVP pode passar despercebido. Isso geralmente pode ocorrer nos casos de TVP abaixo do joelho, em veias dos grupamentos musculares da panturrilha e em veias próximas ao tornozelo. Nestes casos, o diagnóstico da TVP poderá ocorrer tardiamente, em ocasiões específicas em que for realizada uma avaliação circulatória para  diagnóstico da insuficiência venosa crônica ou em avaliações pré-operatórias.

A maior preocupação associada a TVP consiste em sua evolução para a embolia pulmonar, que representa o desprendimento do coágulo de sangue das veias periféricas e a sua posterior impactação nas artérias pulmonares. Dependendo do volume de trombo que obstruiu a circulação pulmonar, a falta de ar  pode evoluir para insuficiência respiratória. Além disso a dor no peito pode ser significativa a ponto de estimular a procura pelo atendimento médico de urgência.

Em casos de diagnóstico tardio da TVP, o risco de evolução da trombose para embolia pulmonar é menor. Todavia, é recomendável investigar o motivo pelo qual ocorreu a TVP. De um modo geral, três entidades promovem a formação do trombo: (1) lesões endoteliais em decorrência de procedimentos cirúrgicos; (2) estase sanguínea promovida pela lentificação do fluxo sanguíneo venoso, como observado em paciêntes acamados; e (3) estados pró-trombóticos, tais como, gestação, puerpério e na vigência de doenças oncológicas Para mais informações, acesse o site www.drsthefanovascular.com.br



Fonte: Dr. Sthefano Atique/ Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo / Jornal DHOJE/São José do Rio Preto-SP




(sjrp)

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Quais são os diferentes tipos de capacetes para motos?

 

Guia completo com todos os tipos de capacetes, os capacetes que são permitidos por lei e muito mais!

O capacete é um item essencial para a segurança de quem utiliza motocicletas, sendo também de uso obrigatório no Brasil. Segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), tanto o piloto quanto o passageiro são obrigados a usá-lo. 

 


Capacete articulado NoRisk - Foto: Reprodução

 

A Organização Mundial da Saúde (OMS) ressalta a importância do equipamento, afirmando que ele reduz em até 74% o risco de lesões na cabeça e até seis vezes o risco de morte no trânsito.

Para trafegar por ruas, avenidas ou rodovias, todo motociclista deve usar capacete. A obrigatoriedade abrange desde os ciclomotores, scooters, e até todos os tipos de motocicletas. A não utilização é considerada infração gravíssima pelo artigo 244 do CTB, com multa de R$ 293,47, sete pontos na carteira e suspensão do direito de dirigir.


Capacete aberto Givi - Foto: Reprodução

 

Principais tipos de capacetes para motociclistas

O mercado oferece diferentes modelos de capacetes para atender às necessidades de conforto e segurança. Confira os principais:


Capacete Off-road HJC - Foto: Reprodução

 

  • Capacete Aberto: Leve e confortável, oferece boa ventilação, mas não protege a face e mandíbula em caso de queda, pois não possui queixeira. É bastante usado em ambientes urbanos, onde a velocidade tende a ser menor. Confira os principais modelos, clique aqui. 
  • Capacete Fechado (Integral): Também chamado de capacete integral, oferece cobertura total da cabeça, incluindo a área do queixo, proporcionando maior segurança em eventuais quedas. Clique aqui para conhecer os modelos mais vendidos. 
  • Capacete Articulado (Escamoteável ou Modular): Apresenta um sistema que permite levantar a parte frontal, deixando o rosto descoberto quando necessário. Esse tipo é popular entre motociclistas que buscam um meio-termo entre os modelos abertos e fechados. Conheça mais detalhes, clique aqui. 
  • Capacete Off-Road: Ideal para trilhas e esportes fora de estrada, é derivado do modelo fechado, mas possui entradas de ar maiores, pala para proteger do sol e exige o uso de óculos específicos, pois não vem com viseira. Neste caso, é necessário o uso de óculos para proteção. Clicando aqui, você confere os principais modelos. 
  • Capacete Vintage: Inspirado em modelos antigos, pode ser encontrado nas versões aberto ou fechado e, geralmente, possui viseira tipo bolha, adicionando um toque estético clássico.  Os modelos mais clássicos, você encontra aqui. 

 

Quais capacetes são permitidos por lei?

No Brasil, os capacetes abertos, articulados e fechados são permitidos para motociclistas. Todos devem possuir o selo de certificação de um órgão credenciado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), o que garante que o equipamento atenda aos requisitos de segurança. 

Além disso, o capacete deve conter adesivos refletivos nas laterais e na parte traseira, que são obrigatórios e não devem ser removidos.

 


Capacete fechado Texx -  Foto: Reprodução

 

Regras para o uso de viseiras e óculos de proteção

Para rodar nas vias públicas, é necessário que o capacete tenha uma viseira. Em caso de ausência de viseira, o uso de óculos de proteção específicos para motociclistas é obrigatório, como os óculos de motocross, que permitem o uso conjunto de óculos corretivos ou de sol.

A legislação exige que viseiras e óculos ofereçam total proteção aos olhos enquanto a motocicleta está em movimento. Ao parar em um semáforo, é permitido levantar a viseira, mas ela deve ser fechada antes de seguir viagem. 

 


Capacete fechado HJC - Foto: Reprodução

 

Durante o dia, são permitidas viseiras ou óculos escurecidos, mas, à noite, é obrigatório o uso de viseira ou óculos cristal. Por isso, comprar capacetes com viseira solar retrátil são uma opção prática, já que permitem alternar a proteção conforme a luminosidade.

Conduzir motocicleta sem viseira ou óculos de proteção, ou com esses itens em desacordo com as normas do Contran, configura infração média, com multa de R$ 130,16 e cinco pontos na carteira de habilitação.

 

 

Onde comprar capacetes baratos para motos? 

Se você busca um capacete que una segurança e estilo, o Moto.com.br recomenda aproveitar as promoções de Black November da Grid Motors. 

A loja oferece uma ampla variedade de capacetes e acessórios das melhores marcas, como LS2, NoriskHJCSharkKYT, Shoei, GIVI, Texx, entre outras. 

Você pode pesquisar por faixa de preço:

Encontre o modelo ideal para suas necessidades e pilote com mais segurança e tranquilidade.


Fonte: - Equipe MOTO.com.br


(sjrp)

MOMENTO JURÍDICO - IA e o Futuro da Advocacia: Competências Jurídicas Essenciais em 2026

 


Competências Jurídicas para Liderar a Advocacia na Era da IA


Introdução: O Novo Paradigma da Prática Jurídica

A inteligência artificial deixou de ser discussão abstrata e passou a integrar a rotina jurídica cotidiana. Ferramentas de IA já são utilizadas para pesquisa jurisprudencial, análise documental, elaboração de minutas e organização de grandes volumes de dados. Nesse contexto, a questão central não é mais se o advogado deve utilizar IA, mas como fazê-lo com rigor técnico, ética e visão estratégica.

O avanço tecnológico trouxe ganhos evidentes de eficiência operacional. No entanto, também introduziu riscos que exigem atenção cuidadosa. A adoção acrítica de sistemas automatizados pode amplificar erros de forma sistemática, comprometer a confidencialidade de informações sensíveis e fragilizar a credibilidade profissional. Em sentido oposto, o uso estruturado da IA tende a se consolidar como fator decisivo de competitividade na advocacia a partir de 2026. A diferença fundamental reside na capacidade de integrar tecnologia e método jurídico, transformando ferramentas automatizadas em instrumentos de amplificação da expertise humana.

1. Pesquisa Jurídica com Verificação Forense: O Novo Padrão de Rigor

A pesquisa jurídica sempre foi um dos pilares fundamentais da advocacia competente. Com a introdução da IA generativa, no entanto, a natureza do risco mudou significativamente. O principal problema já não é a omissão de precedentes relevantes, mas a confiança indevida em informações inexistentes ou imprecisas, apresentadas de forma plausível por sistemas automatizados.

Modelos de linguagem generativa são treinados para produzir textos coerentes e aparentemente fundamentados, mas não possuem mecanismos internos de verificação factual. Podem gerar citações de jurisprudência que nunca existiu, atribuir teses a tribunais que jamais as defenderam ou misturar elementos de casos reais de forma tecnicamente incoerente. O resultado é um texto que soa profissional mas carece de ancoragem na realidade processual.

Diante desse cenário, a verificação forense das fontes tornou-se competência central e inegociável. O advogado precisa garantir que toda afirmação jurídica esteja sustentada por fontes oficiais, localizáveis e conferidas individualmente. A IA pode acelerar o levantamento inicial, mas a garantia de qualidade depende integralmente da revisão humana qualificada. Escritórios que desenvolvem protocolos claros de verificação ganham vantagem competitiva ao oferecer confiabilidade superior e reduzir significativamente o risco de constrangimentos processuais.

A IA amplia capacidades. A responsabilidade permanece integralmente humana.

2. Prompting Jurídico e Desenho de Fluxos de Trabalho: Arquitetura da Automação

A qualidade dos resultados gerados por sistemas de IA depende diretamente da qualidade das instruções fornecidas. Prompts genéricos tendem a produzir respostas superficiais e desalinhadas com a estratégia do caso. Comandos bem estruturados permitem direcionar a análise jurídica, definir limites claros de escopo, especificar o tom argumentativo desejado e obter textos coerentes com o contexto normativo aplicável.

O domínio do prompting jurídico tornou-se habilidade técnica diferenciadora. Isso envolve compreender como modelos de IA processam instruções, quais informações contextuais são relevantes, como solicitar estruturas argumentativas específicas e de que forma revisar iterativamente os resultados até atingir qualidade adequada.

Além do domínio de prompts individuais, o advogado contemporâneo passa a exercer função de arquiteto de fluxos de trabalho, integrando etapas de pesquisa, elaboração, revisão e validação em processos claros e repetíveis. Isso significa pensar a IA não como ferramenta isolada, mas como componente de uma cadeia produtiva maior, onde cada etapa alimenta a seguinte e onde controles de qualidade são inseridos em momentos estratégicos.

Essa habilidade transforma a IA em ferramenta de apoio estratégico genuíno. Escritórios que investem em documentação de processos, treinamento de equipes e refinamento contínuo de fluxos constroem vantagens competitivas sustentáveis e difíceis de replicar.

3. Governança, Ética e Compliance no Uso da IA: Responsabilidade como Diferencial

O uso de inteligência artificial na advocacia envolve necessariamente o tratamento de dados sensíveis e informações protegidas por sigilo profissional. Contratos empresariais confidenciais, estratégias processuais e informações pessoais de clientes fazem parte do material rotineiramente processado. A ausência de regras claras sobre o uso de ferramentas de IA pode gerar riscos éticos graves, passivos contratuais significativos e danos reputacionais de longo prazo.

A governança do uso da IA passou a integrar o próprio dever de competência profissional. Isso se manifesta em diversos níveis práticos. Primeiro, é necessário estabelecer políticas internas claras sobre quais ferramentas podem ser utilizadas, para quais finalidades, com quais tipos de dados e sob quais condições de segurança. Segundo, implementar protocolos de revisão humana obrigatória antes da entrega de qualquer trabalho ao cliente, garantindo que nenhum produto automatizado seja encaminhado sem validação qualificada. Terceiro, assegurar transparência perante o cliente sobre o uso de ferramentas tecnológicas, esclarecendo benefícios, limitações e medidas de proteção adotadas.

A governança estruturada atende simultaneamente três deveres profissionais fundamentais: dever de diligência, ao estabelecer processos de controle de qualidade; dever de competência, ao exigir domínio técnico das ferramentas utilizadas; e dever de confidencialidade, ao proteger informações sensíveis de exposição indevida.

Escritórios que desenvolvem frameworks de governança não apenas reduzem riscos, mas também constroem diferencial de mercado. Clientes corporativos sofisticados já questionam sobre políticas de uso de IA, protocolos de segurança da informação e mecanismos de controle de qualidade. A capacidade de demonstrar governança madura torna-se critério de seleção de fornecedores jurídicos.

Organismos reguladores da advocacia em diversos países já sinalizam que o uso inadequado de IA pode configurar violação de deveres profissionais. A American Bar Association emitiu diretrizes éticas específicas estabelecendo que advogados permanecem integralmente responsáveis pelos trabalhos produzidos com auxílio de IA e devem adotar medidas razoáveis para garantir qualidade e confidencialidade.

4. Automação Jurídica com Mentalidade de Produto: Consistência como Estratégia

A automação de tarefas jurídicas repetitivas representa um dos principais ganhos proporcionados pela IA. Contratos padronizados, petições de rotina e organização de documentos volumosos são candidatos naturais à automação. No entanto, a simples adoção de ferramentas disponíveis no mercado não garante vantagem competitiva sustentável.

O diferencial está na capacidade de estruturar processos com previsibilidade, controle rigoroso e qualidade consistente. Isso exige adotar mentalidade de produto aplicada à advocacia, tratando serviços jurídicos automatizados como produtos que precisam ser desenhados, testados, refinados e mantidos ao longo do tempo.

Essa mentalidade pressupõe definição clara de fluxos de trabalho, especificação de padrões de qualidade mensuráveis, estabelecimento de critérios objetivos de revisão e implementação de mecanismos de feedback contínuo. Automatizar um processo-chave de forma profunda e consistente tende a gerar mais valor de longo prazo do que tentar automatizar toda a operação de forma desordenada.

Escritórios que desenvolvem capacidade interna de automação customizada, adaptada às suas práticas específicas, constroem ativos intangíveis valiosos. Esses processos automatizados tornam-se parte da identidade operacional do escritório e fonte de eficiência difícil de replicar por concorrentes.

5. Estratégia e Comunicação de Risco: O Insubstituível Julgamento Humano

Embora a IA seja capaz de produzir textos tecnicamente adequados e organizar informações complexas, a tomada de decisão estratégica permanece como atribuição central e insubstituível do advogado. A avaliação de cenários jurídicos, a mensuração qualitativa de riscos processuais e a recomendação fundamentada ao cliente continuam a exigir julgamento humano, experiência profissional acumulada e sensibilidade ao contexto específico.

Decisões estratégicas envolvem elementos que vão além da análise técnica pura. Incluem compreensão das motivações do cliente, avaliação do perfil de magistrados e câmaras julgadoras, percepção do momento processual adequado para determinadas movimentações e capacidade de antecipar reações de partes adversas. Esses elementos dependem de inteligência contextual, empatia e experiência que sistemas automatizados não possuem.

Em ambiente de abundância de informação, destaca-se o profissional capaz de comunicar riscos de forma clara e objetiva, traduzindo complexidade jurídica em opções compreensíveis para o cliente. A habilidade de sintetizar informações dispersas, identificar o que realmente importa e apresentar recomendações com clareza torna-se diferencial competitivo fundamental.

Clientes não precisam apenas de análises técnicas corretas, mas de orientação estratégica que os ajude a tomar decisões informadas. O advogado que domina essa comunicação estratégica, articulando riscos jurídicos com objetivos de negócio e apresentando caminhos com transparência sobre probabilidades e incertezas, constrói relações de confiança duradouras e se posiciona como conselheiro estratégico.

Tabela Comparativa: O que a IA Automatiza × O que Permanece Humano

Leitura estratégica: Quanto mais tarefas operacionais são automatizadas, maior se torna a responsabilidade humana sobre método, decisão e comunicação. A automação aumenta a exigência de diligência, não a reduz.

O Modelo AC de Integração Jurídica da IA

A relação entre automação e competência humana na advocacia pode ser compreendida por uma distinção central entre o que a IA automatiza e o que permanece essencialmente humano. Na pesquisa jurídica, a IA automatiza o levantamento inicial de normas e precedentes; a competência humana permanece insubstituível na validação crítica, na hierarquização estratégica e na análise da aplicabilidade ao caso concreto. Na redação, a IA acelera minutas e rascunhos; a estratégia argumentativa e a narrativa persuasiva continuam dependentes do julgamento humano. Na análise, a IA organiza e compara dados; o significado jurídico, a ponderação de riscos e a interpretação contextual continuam sendo responsabilidades humanas. Na gestão, a IA automatiza fluxos; decisão e comunicação seguem humanas.

Os Três Pilares do Modelo AC

  1. Automação Operacional Estruturada: Processos claros, repetíveis e controlados que garantem consistência e qualidade na execução de tarefas rotineiras.
  2. Governança Ética Rigorosa: Proteção de dados sensíveis e manutenção da responsabilidade profissional em todas as etapas do trabalho jurídico.
  3. Julgamento Estratégico Humano: Decisão qualificada, interpretação contextual e comunicação clara que orientam o cliente de forma efetiva.

Escritórios que confundem automação com substituição intelectual tendem a perder relevância competitiva. A vantagem sustentável reside na integração consciente entre tecnologia, governança institucional e estratégia jurídica, onde ferramentas amplificam capacidades humanas sem substituir responsabilidade profissional.

Conclusão: Redefinição dos Critérios de Excelência

A inteligência artificial não elimina a advocacia, mas redefine seus critérios de excelência. O profissional competitivo em 2026 e nos anos seguintes será aquele capaz de governar tecnologia com método, avaliar riscos complexos com precisão e oferecer direção segura ao cliente em ambiente de incerteza crescente.

As competências essenciais para essa nova era incluem domínio técnico de ferramentas automatizadas, rigor metodológico na verificação de informações, capacidade de desenhar processos sustentáveis, implementação de governança ética e desenvolvimento de comunicação estratégica efetiva. Essas habilidades não substituem o conhecimento jurídico tradicional: elas o complementam e o amplificam.

Escritórios que investem na formação dessas competências, que constroem cultura de uso responsável da tecnologia e que mantêm o julgamento humano no centro da tomada de decisão estarão melhor posicionados para liderar a prática jurídica nas próximas décadas.

A IA amplia capacidades. A responsabilidade permanece integralmente humana.

Referências e Fontes

  • Thomson Reuters – Relatórios sobre IA e transformação da prática jurídica.
  • American Bar Association – Diretrizes éticas para uso de inteligência artificial na advocacia.
  • Reuters Legal – Análises sobre adoção de IA por escritórios de advocacia.
  • Estudos acadêmicos e relatórios setoriais sobre automação jurídica e governança tecnológica.


Fonte: Dr. Alfredo Cardoso F. Jr. – AC Advocacia - (Jus Brasil.com.br) -Advocacia estratégica com olhar humano -Instagram: @alfredo.ac.advocacia


(sjrp)

AMIGOS DO FUSCA - Encontro no Estacionamento da Loja Havan / Sábado



Viver é enfrentar desafios,  quem nunca enfrentou desafios , apenas passou pela vida e não viveu. Somente quando vivemos de acordo com nossa essência,  sabemos o que fazer para sermos felizes e fazer a felicidade dos outros quando expomos aos sábados nossos Clássicos.  Sempre estamos avançando sem medo. Sempre estamos agradando, e oferecemos oportunidades única para as pessoas que nos visitam. Nosso Sucesso faz parte da nossa inteligência onde demonstramos a estética em nossos carros que é apenas facilitadora de nossas relações. Sempre estamos subindo, e essa escada é infinita,  porque ao longo alcançaremos o objetivo.  O Grupo AMIGOS DO FUSCA,  com seus companheiros compromissados fazem com que sobressaímos a cada Encontro. A vida não para, não temos tempo a perder. Aproveite enquanto tem saúde,  porque amanhã não sabemos o que poderá  acontecer. Hoje 21 de fevereiro mais um Encontro de Sucesso. Obrigado a todos os fusqueiros que estiveram presente.

                                    Henrique - Amigos do Fusca






(sjrp)

Mais uma chegando? Chinesa Benda registra sua marca no Brasil

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O registro da marca Benda no Brasil foi concedido pelo INPI neste mês de janeiro de 2026. A moderna fabricante chinesa chamou a atenção recentemente no Salão de Milão 2025.

Benda (Benda Motor Group) teve sua marca registrada oficialmente no Brasil, segundo dados públicos do Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI). O pedido foi feito pela própria Hangzhou Saturn Power Technology Co., Ltd., empresa responsável pela fabricante chinesa de motocicletas.

Detalhe do motor Benda Rock 125 - DivulgaçãoDetalhe do motor Benda Rock 125 - Divulgação

O registro da Benda não confirma, de forma automática, o início de operações comerciais no mercado brasileiro. Esse tipo de procedimento é comum entre fabricantes que buscam garantir proteção legal da marca em mercados estratégicos.

Ainda assim, o movimento da Benda ocorre em um momento de maior visibilidade da empresa no cenário internacional e em meio a informações que circulam em canais (Youtube) especializados em motociclismo (Papo na Moto e MotoDiário), muito bem informados por sinal, revelando que a Benda já estaria com pelo menos "um pé" no Brasil.

Registro da Benda no INPI

A concessão da marca Benda no Brasil foi identificada após consulta ao banco de dados do INPI. O processo tem como titular a Hangzhou Saturn Power Technology Co., Ltd., sem indicação de representantes ou parceiros locais.

Detalhe do registro da marca - DivulgaçãoDetalhe do registro da marca no INPI - Reprodução

O registro garante o uso do nome da marca em território nacional, mas não estabelece prazos, modelos homologados ou planos comerciais. Até o momento, a Benda não divulgou informações oficiais sobre vendas, rede de concessionárias ou início de operações no país.

Apesar disso, o registro coloca a Benda no radar do mercado brasileiro, especialmente em um contexto de ampliação da presença de fabricantes chinesas no segmento de motocicletas.

Quem é a Benda

Fundada em 2016, a Benda atua na produção de motocicletas e também desenvolve veículos off-road, além de ATVs e UTVs. A marca tem expandido sua presença em mercados como Europa e Estados Unidos.

Entre as características técnicas da Benda está o desenvolvimento de motores próprios, incluindo configurações V4, V-twin e quatro cilindros em linha. A empresa também investe em plataformas modulares e soluções híbridas.

Conceito híbrido P51 - DivulgaçãoConceito híbrido P51 - Divulgação

A participação frequente em eventos internacionais tem sido uma das estratégias da Benda para apresentar novos projetos e ampliar sua visibilidade global.

Destaques apresentados no Salão de Milão

No Salão de Milão - EICMA, realizado em novembro, a marca chinesa apresentou motocicletas de diferentes segmentos. Entre os destaques estiveram a Dark Flag 950, a Rock 707, a Rock 250 CVT e o conceito híbrido P51.

Os modelos reforçam a diversidade do portfólio e mostram propostas voltadas tanto ao uso urbano quanto a motocicletas de maior cilindrada.

Estande da Benda no EICMA - Salão de Milão 2025 - Divulgação EICMAEstande da Benda no EICMA - Salão de Milão 2025 - Divulgação EICMA

Dark Flag 950

A Dark Flag 950 foi apresentada como a motocicleta de maior cilindrada já produzida pela Benda. O modelo utiliza motor V4 de 948 cm³, com potência declarada de 108 cv e torque de 8,67 kgf.m.

Dark Flag 950 - DivulgaçãoDark Flag 950 - Divulgação

Segundo a fabricante, a aceleração de 0 a 100 km/h ocorre em 3,8 segundos. A lista de equipamentos inclui embreagem deslizante, transmissão final por correia, freios com ABS e controle de tração com opção de desligamento.

O motor conta ainda com sistema de desativação de cilindros, recurso que busca reduzir o consumo em situações de baixa exigência.

Rock 707

Rock 707 ocupa o segmento de média cilindrada. O modelo é equipado com motor V-twin de 691 cm³, que entrega 73,4 cv e torque de 6,94 kgf.m.

Rock 707 - DivulgaçãoRock 707 - Divulgação

Um dos destaques técnicos é a embreagem eletrônica BEC Mk2, que permite trocas de marcha sem o uso da manete. A suspensão traseira pneumática eletrônica ajusta automaticamente a altura do assento, variando entre 690 mm e 720 mm.

Rock 250 CVT

Voltada ao uso urbano, a Rock 250 CVT utiliza motor V2 de 249 cm³, com 25,8 cv e torque de 2,55 kgf.m. O modelo conta com transmissão automática CVT.

Entre os recursos estão controle de tração TCS e freios ABS. Segundo a fabricante, a proposta é facilitar a condução no uso diário.

Conceito híbrido P51

conceito P51 combina um motor boxer bicilíndrico de 250 cm³ com um motor elétrico. A potência combinada chega a 62 cv, enquanto o torque total é de 10,20 kgf.m.

A plataforma é modular e permite diferentes formas de operação. A marca informa que o conceito deve evoluir para um modelo de produção, mas não divulgou peso nem cronograma.

Conceito híbrido P51 apresentado no EICMA - DivulgaçãoConceito híbrido P51 apresentado no EICMA - Divulgação

Sobre o registro

Apesar do registro da marca no Brasil, não há confirmação oficial sobre o início das atividades no país. O procedimento garante apenas a proteção legal do nome.

Novas informações dependem de comunicados formais da fabricante ou de registros adicionais junto a órgãos reguladores. Até lá, a possível chegada da Benda ao mercado brasileiro segue em observação, enquanto a marca Benda amplia sua presença internacional.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



CORAÇÃO SINCERO

O tempo de conversão que se abre para nós é um tempo de mudança de mentalidade, marcada pela busca da justiça do Reinado de Deus.

Para o povo da Bíblia, as três principais obras de justiça eram a esmola, a oração e o jejum. Mas o ensinamento de Jesus aos seus discípulos chama a atenção para a hipocrisia que pode se esconder nas práticas de piedade.

A hipocrisia é a máscara que esconde, nas práticas religiosas, o desejo de aparecer e se mostrar melhor que os outros. É um modo de tentar esconder os próprios limites e fraquezas, deixando passar oportunidade de buscar a justiça do Reinado de Deus e dar sentido autêntico à própria vida. As palavras de Jesus, então, fazem-nos pensar sobre o que trazemos no coração.

Dar esmolas, mais que dar uns trocados aos necessitados para aliviar a própria consciência, é solidarizar-nos com os que não têm condições de vida digna. Quando realizarmos ações concretas a favor do bem dos que mais sofrem, então mostramos a Deus que nossa esmola, é de fato, expressão de um coração compassivo e solidário.

A oração ensinada por Jesus só tem sentido se feita com humidade diante de Deus, que nos atende quando rezamos em nome de Jesus, quando pedimos coisas boas, como o Espírito Santo, o perdão e o bem dos outros. É assim que mostramos a Deus que nossa oração é expressão de um coração necessitado e confiante.

O jejum, privação do alimento, traz consigo a denúncia profética de um mundo injusto, onde uns poucos têm tanto, enquanto muitos morrem de fome. Quando nos privamos de algo para servir os outros, mostramos a Deus que nosso jejum é expressão de um coração sóbrio e generoso.

O que conta, portanto, é o que trazemos no coração e espalhamos no mundo. Deus conhece nossos sentimentos, decisões e ações. E se quisermos entregar algo a Deus, ele aceita nosso coração sincero e nossas boas ações em favor dos irmãos, sobretudo dos que sofrem.


Fonte: Paulo Bazaglia, ssp / O DOMINGO - semanário-litúrgico-catequético




(sjrp)

Bate e Volta / Sombra e Água Fresca - Lanchonete



Nesta última terça-feira (17), juntamente com o meu Amigo Cido, realizamos um rápido bate e volta até a Lanchonete Água Fresca, as margens da Rodovia SP 320, próximo a cidade de Bálsamo, para um passeio com o Fusca do Cido e também saborear uma coxinha com suco de laranja. Passeio rápido, o famoso bate e volta. Muito bom e assim, saindo um pouco do movimento da cidade grande. Veja as fotos.
















Vídeo:


(sjrp)