sábado, 15 de agosto de 2026

AUTO CLUBE/RO - Encontro no estacionamento do Auto Posto Trevo / Sexta-Feira



Mais um encontro aconteceu nesta última sexta-feira (14), lá no estacionamento do Auto Posto Trevo, localizado na Avenida João Vieira Caula. Desta vez regado a um arroz carreteiro, além da boa conversa e informações sobre os Autos. Veja as fotos e os vídeos registrado pelos Amigos que lá compareceram.







                                                                              

      "Simpatico", Guardião do Auto Posto Trevo



                                                                              Vídeos:




Opinião de Primeira - RELAÇÃO PARCIAL NO ESTADO JÁ CHEGA A MAIS DE 340 CANDIDATOS PARA AS 36 CADEIRAS EM DISPUTA

 



Este 2026 poderá quebrar todos os recordes em número de candidatos na eleição geral de outubro em Rondônia (que terá segundo turno ao governo, certamente!) embora, até esta quinta-feira, o TSE não tenha registrado todos os nomes. As relações definitivas podem ser entregues até a meia noite deste sábado. A partir do domingo, começam as análises pelo TRE e a campanha está autorizada para ir às ruas.

         Já existem mais de 340 candidatos, para as 36 vagas em disputa: um governador, um vice; dois senadores; oito deputados federais e 24 deputados estaduais. 

          Das seis candidaturas ao Governo, quatro haviam sido oficializadas na Justiça Eleitoral: Marcos Rogério, Adailton Fúria, Hildon Chaves e Expedito Netto. Pedro Abib, do MDB e Samuel Costa haviam tido seus nomes confirmados até a noite desta quinta-feira.

          Para o Senado, embora haja são 11 candidatos, também só sete haviam chegado ao TSE. Também sete primeiros suplentes e sete segundo suplentes. O Partido Missão, como curiosidade, terá três candidato ao Senado. O total de concorrentes às duas cadeiras subiu para dez.

           Para a Câmara Federal, o TSE, até a quinta-feira, já havia oficializado nada menos do que 102 postulantes, E ainda falta muitos registros. Mas, com os 102, se a eleição fosse hoje, seriam quase 13 candidatos por cada vaga.

                E para as 24 cadeiras da Assembleia Legislativa? Também a relação parcial apresentava aos 208 nomes, mas esta sim é uma relação que deve crescer muito mais. Claro que este não será o número definitivo, mas se fosse, seriam menos de 9 candidatos por vaga. A tendência é que o número dê um salto, até o final de todos os registros.

           Mais do que tudo, é bom que se avise: esta é uma relação parcial. A partir das análises que começam agora, na Justiça Eleitoral, haverá certamente mudanças. Nomes certos podem ter suas candidaturas vetadas, por impugnação legal. Outros, que ainda não foram encaminhados, começarão a entrar no rol dos que disputarão.

          O fato  do MDB e nem o PSB terem oficializado seus candidatos ao Governo, deixa espaço para uma situação óbvia: está havendo negociações entre os partidos, que podem mudar parte ou até tudo, nas relações a todos os cargos eletivos.

              Há ainda a questão do MDB na relação dos candidatos, há ainda a questão judicializada por candidatos que ficaram fora da relação oficial à Câmara Federal e que ainda depende de decisão do TRE.

Por enquanto, são 340 candidatos. Mas pode-se esperar pelo menos outros entre 60 e 70 candidatos.

               Para acompanhar os registros oficiais, basta acessar o TSE. Ali estão todas as informações, atualizadas rodos os dias: https://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/candidato/regiao/NORTE/20322002026.

PEDRO ABIB E SAMUEL COSTA DEPENDIAM DE DOCUMENTAÇÃO DOS SEUS VICES PARA REGISTRO NO TSE, MAS ESTÁ TUDO OK   

           Ainda sobre o mesmo tema: os dois candidatos ao Governo que ainda não haviam registrado seus nomes na disputa, via TSE, o fizeram ainda nesta quinta-feira. Nos dois casos, houve pequenos problemas com os candidatos a vice, Mauro Santos, do MDB de Pedro Abib e Sargento Machado, do PSB de Samuel Costa.

          No caso de Abib, está tudo definido. Mauro Santos, procurador em Ariquemes, será seu vice. Teve uma questão pendente na documentação com um homônimo, mas a situação já está corrigida. Abib, aliás, tem desmentido qualquer intenção de desistir da candidatura. Mesmo com a previsão de uma verba ínfima que irá receber para a campanha.   

           O emedebista lembrou que, até agora, fez sua campanha sem apoio, praticamente sozinho (aliás, teve a criatividade de visitar todas as cidades rondonienses num motor home, acompanhado de sua família) e garante que continua firme em seus propósitos.

          No caso de Samuel Costa, o atraso no registro junto ao TRE e TSE se deu em função da demora do comando da Polícia Militar em expedir documento que autoriza o seu vice, Sargento Machado, a disputar o pleito de outubro.

           Em relação ao Senado, já estão lançados 12 nomes, mas apenas sete, até a noite da quinta-feira, haviam sido registrados no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Os outros cinco ou entraram na última hora (como os representantes do partido Missão) ou ainda correm atrás de documentos.

ACIR: “COMO EXPLICAR QUEM ENTRA NA POLÍTICA SEM UM CARRO PARA ANDAR E DEPOIS TÊM FAZENDA E AVIÃO?”

          É polêmico, mas infelizmente, real! O candidato ao Senado, Acir Gurgacz, grande empresário de Rondônia e ex-senador, concedeu uma entrevista dias atrás, registrando o que, ao se traduzir para o Português claro, o enriquecimento ilícito de muita gente do mundo da política.

           Acir afirmou que “nós temos aqui políticos que entraram para a política e não tinham um carro para andar. Hoje, são fazendeiros. Têm avião. Como se explica isso?”. Ele mesmo responde: “isso não tem explicação”.

               O ex-senador continuou: “e estas pessoas saem na rua, com a maior cara de pau, pedindo votos, dizendo que são isso e aquilo, super honestos. Mas, como é que explicam não sei quantas cabeças de gado, fazendas? Então, não tem como”.

               Mais adiante: “ninguém fica rico com o salário de parlamentar ou de Executivo, seja municipal, estadual ou federal. É impossível! Só desviando dinheiro mesmo”.

               A sinceridade do candidato do PDT/MDB ao Senado é rara no mundo da política. Mas, Acir alerta: caso ele esteja dando qualquer informação incorreta e isso for provado a ele, retirará o que disse.

              Obviamente, isso não ai acontecer! Haverá silêncio total, porque pelo menos algumas das suas declarações refletem a mais triste e lamentável verdade.

           Que não se estenda a crítica ao mundo generalizado da política. Sempre há exceções. Mas, no geral, Acir Gurgacz, homem rico graças a décadas de trabalho e dedicação dele e sua família, sabe muito bem o que está dizendo.

SÓ BOATARIA? CHEFE DA CASA CIVIL TERIA PERDIDO SEUS PODERES E FORÇA DECISÓRIA NO GOVERNO. ELE AINDA NÃO COMENTOU O ASSUNTO

          Aqui e ali ouve-se alguma coisa. Nunca oficial. A reta final do governo Marcos Rocha está envolta em boataria, muitas não desmentidas, mas também de questões que circulam nos meios políticos e que podem ter algum tom de verdade. Uma dessas histórias envolve a perda de poder de uma das figuras, até agora, entre as que mais detinham força e decisão dentro da atual administração.

          Trata-se do chefe da Casa Civil, Elias Rezende, que sucedeu Júnior Gonçalves, na crise de relacionamento que culminou com a saída do ex-secretário. Elias, inclusive, foi um dos líderes do movimento interno no governo para que Júnior fosse defenestrado. Assumiu o posto logo depois.

          A partir daí, algumas mudanças aconteceram. Rezende passou a ter audiências selecionadas. Muitos apoiadores e simpatizantes do Governo, inclusive na Assembleia Legislativa, foram sendo preteridos. Nos últimos dias, segundo o bem informado jornalista Nilton Salinas, que conhece bastante os meandros palacianos, pelas informações que recebe, divulgou vídeo nas redes sociais garantindo que o poder de Elias Rezende se esvaiu.

          O chefe da Casa Civil, que também é o presidente regional do PRP, partido que faz parte da Federação e da aliança que apoia o candidato Adailton Fúria, não se pronunciou. Faz ainda total silêncio, inclusive sobre comentários que são desairosos à sua atividade e em questões pessoais.

          Em tudo que se lê, ouve e assiste em vídeos, certamente há exageros. Mas há também uma base de verdade. Por isso, é vital que Elias se pronuncie.

          Até lá, ficarão as dúvidas.

JI-PARANÁ FERVE NO DOMINGO: ACIR GURGACZ E BRUNO SCHEID LANÇAM OFICIALMENTE SEUS NOMES PARA O SENADO

          A política regional vai sacudir Ji-Paraná, neste domingo. Duas candidaturas ao Senado, de postulantes que têm suas bases principais na segunda maior cidade do Estado, vão oficializar suas candidaturas ao Senado. Ambos pela manhã, embora em locais diferentes.

          A partir das oito da manhã, segundo convite feito à sua base, aliados e parceiros, Acir Gurgacz lança sua candidatura, num encontro marcado para Chácara da Eucatur, localizada na Estrada do Nazaré, bairro Alto Alegre. Lançado por seu partido, o PDT, com apoio do MDB, A ir torna-se nome forte na corrida pelas duas vagas ao Senado.

          Uma hora depois, também na manhã do domingo, dia 16, será a vez do lançamento oficial da candidatura do empresário ao agronegócio Bruno Bolsonaro Scheid. O evento está marcado para a Prime House, na avenida Marechal Rondon, 134, bairro União. ]

          Num vídeo que percorre as redes sociais, a ex-primeira dama Michele Bolsonaro convida para o evento, dizendo que Scheid é “o candidato do Jair Messias Bolsonaro”, seu marido. Michele não confirmou se estará presente ao evento.

          Na verdade, Ji-Paraná tem três dos principais nomes na corrida pela representação de Rondônia no Senado Federal. Acresça-se à dupla que lança oficialmente seus nomes no domingo, o da deputada federal Sílvia Cristina.

          Ji-Paraná também tem um candidato ao Governo: o atual senador Marcos Rogério.

OUTRA VERGONHA PARA O PAÍS: COMENTARISTA DA GLOBO DÁ TÍTULO DE IDIOTA AOS QUE RECLAM DA ALTA DOS PREÇOS

          Até quem achou que já tinha visto tudo e ouvido tudo na busca frenética da destruição da verdade e do jornalismo, praticado pela Rede Globo, se surpreendeu com a última e vergonhosa ação da emissora. Comentarista política, que já foi, há anos atrás, esculhambada pelo presidente Lula, Miriam Leitão desceu ao mais baixo degrau de quem tem a responsabilidade de informar.

           Nesta semana, ao ser questionada pelo apresentador do programa de que, cada vez que ele ia ao mercado, se assustava com o aumento de preços, a ex-guerrilheira, travestida de jornalista buscou, na mentira absurda e criativa, a solução para o problema.

             Disse que, na verdade, não existe aumento de preços dos produtos nas prateleiras e nos açougues dos supermercados. “O que há é uma SENSAÇÃO de aumento”. Ou seja, aquele sufoco que as pessoas passam para fazer suas compras, adquirindo cada vez menos e pagando cada vez mais, segundo a teoria psicopata de Leitão, é apenas um devaneio psicológico da massa de compradores. Traduzindo: para ela, são idiotas os que reclamam dos preços.

            Repetir as mentiras oficiais, cumprindo o ensinamento de Paul Goebbels (“uma mentira repetida mil vezes se torna uma verdade!) é uma tática do atual governo, muito conhecida. Está na mesma faixa do “recorde de empregos”, que exclui os milhões que recebem Bolsa Família. No mesmo tom dos “300 milhões de brasileiros que passam fome!” e por aí vai.

               Os verdadeiros jornalistas brasileiros decentes - e o são a ampla maioria – morrem de vergonha em ver que sua profissão está sendo prostituída, vendida, comercializada, em defesa de ideologias e governos. Uma tragédia!

DESTRUIR ASFALTO RECÉM COLOCADO E NÃO DEIXAR COMO ESTAVA, AGORA TEM MULTA PESADA DA PREFEITURA

          Deu ruim para a Caerd! Ao menos se depender do prefeito Léo Moraes. Pela primeira vez, desde que lei neste sentido foi aprovada, ele determinou a aplicação de uma pesada multa contra a empresa responsável pela distribuição de água na Capital. O motivo: a Caerd fez uma obra em cima do asfalto recém colocado pela Prefeitura e simplesmente não cumpriu a obrigação de deixar o local exatamente como estava, antes da perfuração.

          Ao invés de asfaltar o local em que fez valas e colocou canos, a Caerd jogou terra e barro por cima, num asfalto novo, que havia sido colocado há menos de três meses. Indignado, Léo Moraes gravou um vídeo protestando contra a forma como a rua recém melhorada ficou transformada. “Tá vendo isso aqui?”, questiona no vídeo, mostrando o estado do trecho da rua com terra e barro. “Agora a Caerd vai ser multada”, avisou!

             A rua Benedito de Souza Brito, no bairro Industrial, faz parte de um pacote de asfalto que está sendo colocado na cidade. Moraes protestou, dizendo que o que aconteceu naquele local, se repete na cidade toda.

              Com a nova lei, que Léo diz ser “de nossa autoria”, quem fez intervenção sobre asfalto novo, tem dez dias para reparar. Se não o fizer, será notificado. Superado o prazo (como o que ocorreu na rua Benedito Brito) a multa é aplicada e ela dobra a cada três dias.

            Obviamente que isso vai causar muita discussão e debates jurídicos. Mas, é importante destacar, pela primeira vez em décadas, a questão de obras recém feitas serem reabertas e depois deixadas de qualquer jeito, está sendo enfrentada com dureza.

Veremos o que vai acontecer daqui para a frente!

A CANALHICE NACIONAL TAMBÉM ESTÁ DESTRUINDO O FUTEBOL. AGORA, DRIBLAR PERNA DE PAU É CONSIDERADA OFENSA

          Estão tentando destruir o futebol brasileiro, como estão destruindo muitas outras coisas boas deste país. Parece uma espécie de conluio, que envolve dirigentes da CBF, alguns dos quais jamais militaram no futebol nacional, mas são filhos ou parentes de poderosos; dirigentes de clubes;  árbitros horrorosos, cada vez piores e, ainda, alguns pernas de pau que querem viver do esporte, mas não tem talento algum. São apenas trogloditas, querendo exercer uma profissão para a qual não têm qualquer chance de se darem bem.

        A última e trágica demonstração clara de tudo isso ocorreu numa partida de futebol da Série C, a terceira divisão do futebol brasileiro, mas lamentavelmente, foi sintomático. Numa partida entre o Guarani de Campinas e o Anápolis, de Goiás, o jogador Juninho deu dois balõezinhos seguidos (um drible que mereceria aplausos de pé de todo o Estádio) em dois pernas de pau que ousam usar o apelido de jogador de bola.

           Na sequência da jogada, Juninho foi agredido a socos e pontapés pelos trogloditas que driblou e outros pernas de pau do mesmo time. O juiz Wallas Lopes, que certamente faz parte do projeto de destruição do nosso futebol, ao invés de mandar para fora todos os agressores, travestidos de jogadores, expulsou o craque, alegando que ele teria humilhado seus adversários.

             É isso que dá amador envolvido num esporte que já foi orgulho nacional. Jogar bem, dar um drible digno de aplausos, vencer os podres em jogadas individuais, agora é “humilhar” o adversário. Estamos chegando no fundo do poço, porque agora o politicamente correto chegou no futebol, sob o comando de gente estúpida, sem preparo e envergonhando o verdadeiro futebol, com aval de árbitros que ajudam o conluio da destruição.

              Num país sério, onde o futebol e respeitado, estes cartolas canalhas e seus seguidores, deveriam todos serem expulsos e proibidos de participar de qualquer ação esportiva. Mas estamos no Brasil, onde bandido é tratado como mocinho e polícia como bandido. E onde craques têm que pedir desculpas aos pernas de pau, por seu talento!

          Adeus futebol.

MISSÃO “ESTRADEIRO 2026”, COM APOIO DO GRUPO ROVEMA, VÊ DE PERTO A SITUAÇÃO DA BR 319 DESTACA A IMPORTÂNCIA DA RODOVIA

           Com participação de entidades do setor produtivo e apoio do Grupo Rovema, “Estradeiro 2026” percorreu a rodovia  BR 319 durante cinco dias, da segunda até esta sexta-feira, dia 14. Uma comitiva formada por entidades representativas do setor produtivo realizou, nesta semana, a Missão Nova BR-319 – Estradeiro 2026, com o objetivo de percorrer o trecho entre Porto Velho e Manaus e registrar, de perto, as condições da rodovia e a importância da ligação terrestre entre os dois estados.

          A mobilização reuniu representantes da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Faperon, FAEA, FEAC, FAERR, FAEPA, Farsul, Famasul, além de Sebrae, Fecomércio-RO, Fiero, Apron e Aprosoja Rondônia representada por Victor Paiva. A missão contaoainda com o apoio do Grupo Rovema, que disponibilizou uma caminhonete Mitsubishi para o deslocamento da equipe.

          Representando o Grupo Rovema e a Apron, participou da missão Valdecir Ghedin, diretor de Agronegócios do Grupo, além de Ricardo Sufi, da Mitsubishi Motors Brasil. Para Ghedin, a experiência permitiu compreender os impactos que a ausência de uma ligação terrestre adequada provoca na economia, na logística e na vida das comunidades.

           O presidente do Grupo Rovema e também presidente da Apron, Adélio Barofaldi, destaca que apoiar iniciativas que aproximam o setor produtivo da realidade da infraestrutura regional é uma forma de contribuir para um debate que ultrapassa interesses empresariais.

          “A BR-319 é uma questão que diz respeito ao desenvolvimento de toda a região. Apoiar uma missão que se propõe a conhecer a realidade da estrada, ouvir quem vive essa realidade e reunir instituições de diferentes setores é contribuir para que essa discussão tenha cada vez mais informações, responsabilidade e força”, destacou Barofaldi.

 

PERGUNTINHA

           Você acredita que depois de tantos anos criando leis para proteger bandidos e protestando contra a decisão americana de considerar o PCC e o Comando Vermelho como organizações criminosas, o presidente Lula vai cumprir promessa de campanha que, caso tenha um quarto mandato, vai criar um Ministério da Segurança, para retomar territórios onde o crime organizado é quem governa?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO





sexta-feira, 14 de agosto de 2026

BMW Motorrad celebra 10 anos de produção em Manaus com série especial

 

Serie da BMW R 1300 ADV edição especial Limitada a apenas 10 unidades, a edição comemorativa conta com identidade visual exclusiva e numerada

BMW Motorrad celebra uma década de produção em Manaus com o lançamento de uma série especial e extremamente exclusiva da BMW R 1300 GS Adventure. Limitada a apenas 10 unidades, a edição foi criada para comemorar os 10 anos da fábrica da marca na capital amazonense e homenagear uma trajetória marcada pela expansão da produção local e pela forte relação da BMW Motorrad com o mercado brasileiro.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil
 

A escolha da BMW R 1300 GS Adventure para protagonizar a série comemorativa carrega um significado especial. Referência no segmento de motocicletas Adventure no Brasil, o modelo também foi responsável por marcar a produção da motocicleta de número 150 mil da BMW Motorrad em Manaus, tornando-se um símbolo da evolução da operação brasileira.
 

Produzida em uma configuração exclusiva para a celebração, a série especial reúne elementos desenvolvidos especificamente para as dez motocicletas, transformando cada unidade em uma peça comemorativa da história da BMW Motorrad no país.

 

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil

 

Uma BMW R 1300 GS Adventure única

A edição especial dos 10 anos da fábrica de Manaus se diferencia por uma identidade visual exclusiva, desenvolvida a partir de uma combinação própria de pintura, acabamentos e elementos gráficos.
 

Os detalhes comemorativos estão distribuídos por diferentes partes da motocicleta, incluindo tanque, painéis laterais, protetor de cárter e protetores das tampas de válvulas, além de outros componentes que receberam personalização específica para a série.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil


Até mesmo o top case recebeu elementos gráficos exclusivos, reforçando o cuidado dedicado à criação de uma motocicleta que celebra tanto o produto quanto sua origem brasileira.
 

Cada uma das dez unidades contará ainda com uma placa comemorativa numerada com “01/10”, destacando o caráter colecionável da edição.
 

Tecnologia para uma edição especial


Além dos elementos exclusivos de design e equipamentos já presentes nas versões regulares, as dez unidades serão equipadas com o Automated Shift Assistant (ASA), tecnologia que automatiza a operação da embreagem e permite trocas de marcha de forma automatizada ou por meio do comando no pedal, ampliando o conforto e oferecendo uma nova experiência de pilotagem.
 

A presença do sistema na série especial reforça a combinação entre tradição e inovação que acompanha a trajetória da BMW Motorrad no Brasil, conectando a celebração dos dez anos de produção em Manaus a uma das tecnologias mais recentes disponíveis no portfólio da marca.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil


 

 Uma década de produção brasileira


A série especial também representa um novo capítulo na história da fábrica da BMW Motorrad em Manaus. Ao longo de dez anos, a unidade consolidou-se como um importante pilar da operação da marca no Brasil, acompanhando o crescimento do mercado nacional e a ampliação do portfólio de motocicletas produzido localmente.
 

A marca de 150 mil motocicletas produzidas, alcançada justamente com uma BMW R 1300 GS Adventure, materializa essa evolução e reforça a importância da produção brasileira para a BMW Motorrad.


 

Agora, ao transformar o modelo responsável por esse marco em uma série limitada a apenas dez exemplares, a BMW Motorrad conecta passado, presente e futuro em uma motocicleta criada especialmente para celebrar uma década de produção em Manaus.


 Dez anos, dez motocicletas


A escolha de produzir apenas dez unidades, uma para cada ano de operação da fábrica, torna a série ainda mais simbólica. Cada exemplar reúne elementos que remetem diretamente à trajetória da BMW Motorrad no Brasil e à importância da fábrica de Manaus na história recente da marca.
 

Com produção limitada, identificação individual e componentes desenvolvidos exclusivamente para a série, a BMW R 1300 GS Adventure comemorativa dos 10 anos nasce como uma das edições mais exclusivas já produzidas pela BMW Motorrad no Brasil.
 

Mais informações da BMW Motorrad Brasil - https://www.bmw-motorrad.com.br/pt/home.html#/filter-todos


Fonte:
Equipe MOTO.com.br


ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 PESQUISA

A nova pesquisa Genial/Quaest traz um recado que os candidatos ao Senado em Rondônia deveriam ler com alguma atenção -  antes que descubram, tarde demais, que campanha eleitoral não se faz apenas de fotografia com líder nacional, discurso inflamado contra o adversário ou postagem indignada nas redes sociais. O eleitor quer resultado.
ENTREGAS
Segundo a pesquisa, 31% dos brasileiros apontam como principal atributo de um candidato ao Senado a capacidade de levar emendas, recursos e obras para o Estado. É o item disparado na preferência. O apoio de Lula aparece com 15%; o fim da escala 6x1, com 13%; a independência da polarização, 12%; o impeachment de ministros do STF, 11%; e o apoio de Bolsonaro, apenas 8%. A fotografia é particularmente interessante para Rondônia, onde a eleição oferece duas cadeiras para  um pelotão numeroso de candidatos.
ESTRATÉGIA
A pesquisa desmonta, pelo menos parcialmente, a tese de que a eleição para senador será exclusivamente um campeonato de bolsonarismo contra lulismo. A polarização continua importante, evidentemente. Mas o eleitor parece querer algo mais prosaico: um senador que tenha acesso a Brasília e consiga transformar essa influência em dinheiro, estrada, hospital, saneamento, infraestrutura e investimentos. Em outras palavras: o eleitor pode até gostar do senador que briga no plenário. Mas quer aquele que também aparece na fotografia da obra inaugurada. Isso muda a estratégia.
PRESTAÇÃO
Para candidatos que já exercem mandato federal, a campanha será inevitavelmente uma prestação de contas. Quantas emendas trouxeram? Que obras ajudaram a viabilizar? Que ministérios abriram portas? Que projetos efetivamente saíram do papel? O discurso de competência precisará encontrar provas no mundo real.
DESCONHECEM
A pesquisa também contém uma informação estratégica pouco explorada: apenas 34% dos entrevistados sabem que poderão votar em dois candidatos ao Senado. Outros 22% acreditam que votarão em apenas um e 34% não sabem responder. Esse desconhecimento pode ser decisivo em Rondônia onde o índice de quem não decidiu em quem votar é altíssimo. A eleição não será uma corrida de sobrevivência individual. Cada eleitor poderá escolher dois nomes. Isso permite combinações improváveis e, sobretudo, abre espaço para o chamado segundo voto. Um candidato pode não ser a primeira opção de determinado eleitor e, ainda assim, aparecer como a segunda escolha. É nesse território que a eleição pode ser ganha. E aí a pesquisa Quaest conversa diretamente com a realidade rondoniense.
CREDIBILIDADE
Se a capacidade de levar recursos é o atributo mais valorizado, os candidatos precisarão disputar não apenas votos, mas credibilidade para entregar resultados. Aquele que conseguir construir a imagem de senador útil ao Estado poderá capturar o segundo voto de eleitores que já tenham uma preferência ideológica definida. É uma péssima notícia para quem pretende transformar a campanha numa guerra de narrativas.
PRAGMATISMO
Ser de direita, ser de esquerda, ser bolsonarista, ser lulista, ser contra o STF ou ser contra a polarização pode ajudar a conquistar uma parcela do eleitorado. Mas a pesquisa indica que nenhuma dessas bandeiras supera a expectativa por obras e recursos. Até o apoio de Bolsonaro, uma das marcas mais cobiçadas por candidatos conservadores, aparece com 8%, enquanto a defesa do impeachment de ministros do STF chega a 11%. A capacidade de trazer recursos, entretanto, alcança 31%. Não significa que a ideologia morreu. Longe disso. Significa que o eleitor pode estar ficando mais pragmático.
REALIDADE
E pragmatismo, em política, é uma criatura bastante conhecida: pode passar quatro anos discutindo grandes questões nacionais e, na hora de votar, perguntar simplesmente quem trouxe alguma coisa para casa. Para os candidatos ao Senado em Rondônia, portanto, a pesquisa serve como um alerta. A campanha precisará sair um pouco do palanque nacional e voltar os olhos para a realidade estadual.
VALOR
BR-364, saúde, saneamento, energia, infraestrutura, agricultura, logística, educação e desenvolvimento regional são temas que podem valer mais votos do que uma dúzia de discursos sobre Brasília. A eleição ainda está começando. As pesquisas locais mostrarão quem largou melhor. Mas a Quaest ajuda a compreender uma coisa que números de intenção de voto não conseguem revelar sozinhos: o eleitor vai escolher dois nomes, mas quer uma razão concreta para escolher cada um deles. No Senado de Rondônia, talvez não vença apenas quem tiver o melhor padrinho político. Pode vencer quem convencer o eleitor de que, depois da eleição, será capaz de abrir a porta de Brasília e trazer alguma coisa de volta. Porque promessa todo candidato traz. Obra é que precisa chegar. Este é o mapa real que a pesquisa aponta neste momento, não é uma receita acabada, mas dá caminhos para novas reflexões.
SAÚDE
Não foi exatamente uma surpresa para ninguém que acompanha a política de Rondônia o diagnóstico pouco animador apresentado pelo Tribunal de Contas do Estado aos candidatos ao governo. Se alguém ficou espantado, provavelmente passou os últimos anos em alguma ilha paradisíaca, longe dos corredores dos hospitais públicos e, principalmente, do João Paulo II.
DIGNIDADE
A saúde pública é, disparadamente, uma das áreas mais deficitárias da administração estadual e aquela que mais diretamente bate à porta do cidadão. E não bate para pedir licença. Bate com a urgência de quem precisa de atendimento, exame, cirurgia, medicamento e, muitas vezes, simplesmente de uma vaga para ser tratado com um mínimo de dignidade.
PROMESSAS
O problema é que essa história não começou ontem. Nos últimos 12 anos, os políticos de Rondônia fizeram o que políticos fazem com especial desenvoltura: prometeram melhorar a saúde. Prometeram hospitais, equipamentos, atendimento digno, redução das filas e modernização da estrutura. A promessa, como se sabe, é o produto mais abundante da política brasileira. Não paga imposto, não exige licitação e pode ser renovada a cada eleição.
INCAPAZ
Enquanto isso, unidades hospitalares continuam enfrentando problemas conhecidos, com o João Paulo II convertido quase em monumento à incapacidade histórica do poder público de resolver aquilo que todo mundo sabe que precisa ser resolvido. Mas estas eleições apresentam uma circunstância particularmente interessante - e que merece ser explorada pelo eleitor.
TRIUNVIRATO
Os três últimos secretários estaduais de Saúde estarão na campanha, pedindo o voto e o apoio da população. Dr. Maiorquim, coronel Jefferson e Fernando Máximo ocuparam a cadeira mais importante da administração estadual na área da saúde. Conhecem, portanto, não apenas os problemas, mas também os bastidores, os números, as dificuldades administrativas e, sobretudo, as razões pelas quais tantas promessas não conseguiram virar realidade. É uma excelente oportunidade para que expliquem ao eleitor.
GRANA
Não se trata de fazer acusação gratuita, muito menos de transformar ex-secretários em réus de uma tragédia anunciada. Trata-se de uma questão elementar de responsabilidade política: quem comandou a saúde precisa ter algo a dizer sobre por que ela não chegou ao nível que a população esperava. E há um agravante que torna a pergunta ainda mais pertinente. Os três passaram pela secretaria em períodos nos quais a pasta contou com orçamento expressivo, reforçado inclusive por emendas parlamentares. Ou seja, não se pode resumir tudo à velha desculpa de que “faltou dinheiro”.
SOLUÇÃO
Se faltou dinheiro para determinada ação, que expliquem. Se faltou gestão, que expliquem. Se houve entraves burocráticos, que expliquem. Se o problema estava na estrutura, que expliquem. E se alguma coisa foi feita e não produziu o resultado esperado, que expliquem também. O eleitor não precisa de milagres. Precisa de respostas.
NÚMEROS
Agora, as promessas serão renovadas pelos candidatos ao governo. E deverão mesmo ser renovadas, porque seria absurdo imaginar que alguém possa disputar o Palácio sem apresentar uma proposta séria para a saúde. A diferença é que, desta vez, há uma pequena novidade no roteiro: ninguém poderá alegar desconhecimento da situação fiscal e financeira do Estado. O TCE colocou os números sobre a mesa. E número, ao contrário de discurso de palanque, não se comove com aplauso.
PREVISÕES
O diagnóstico dos burocratas daquela Corte é preocupante, mas não precisa ser tratado como o anúncio do Armagedom fiscal. Já vi muitos diagnósticos produzidos pelo próprio Tribunal de Contas carregados de advertências severas, previsões sombrias e cenários que pareciam anunciar a chegada dos quatro cavaleiros do Apocalipse. Nem todos os desastres previstos chegaram a se materializar. Isso não significa, evidentemente, que se deva jogar o relatório numa gaveta e voltar à velha política do “depois a gente resolve”. O diagnóstico merece ser estudado com seriedade, sobretudo pelos candidatos que pretendem governar o Estado pelos próximos quatro anos.
PLANEJAMENTO
E há uma razão simples para isso: não existe dinheiro sobrando no cofre para financiar todas as promessas que cabem num programa eleitoral. O orçamento tem limites, a despesa tem limites e até a criatividade dos marqueteiros deveria ter algum. Rondônia possui uma economia robusta em diversos setores e tem condições de continuar crescendo. Mas robustez econômica não é salvo-conduto para irresponsabilidade fiscal. A máquina pública precisa de ajustes, planejamento e, sobretudo, capacidade de executar bem e rapidamente os recursos disponíveis.
RETÓRICA
Porque existe também um fenômeno curioso na administração pública brasileira: às vezes há dinheiro, mas falta capacidade para transformar orçamento em obra, contratação, atendimento e serviço. O recurso fica parado, o cidadão continua esperando e o governante aparece depois para anunciar que “está trabalhando”. Na saúde, esse truque retórico já não engana ninguém. E é justamente por isso que a   presença dos três ex-secretários na disputa eleitoral torna esta eleição particularmente interessante.
EXPLICAÇÕES
Eles não chegam à campanha como comentaristas de arquibancada. Chegam com experiência de quem esteve dentro do campo, sentou na cadeira, assinou documentos, administrou orçamento e conheceu de perto as dificuldades da máquina. Terão, portanto, uma oportunidade extraordinária de explicar ao eleitor o que fizeram, o que não conseguiram fazer e, principalmente, o que fariam diferente se tiverem novamente poder para decidir.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira - Porto Velho-RO