quarta-feira, 4 de novembro de 2026

Ibex 550? CFMOTO 550MT é mostrada no EICMA 2026 com motor de 54 cv e em duas versões

 

Nova  Ibex 550! A CFMOTO revelou no EICMA 2026 a 550MT, trail de 526 cc. O modelo terá versões voltada ao asfalto e ao fora de estrada, enquanto a marca também exibiu uma super esportiva V4 e uma scooter urbana de 125 cc.

A CFMOTO apresentou no EICMA 2026 novas motos que farão parte de sua linha 2027. Entre os lançamentos exibidos na Itália, a nova 550MT chama atenção, principalmente por alguma possibilidade de futuramente chegar ao Brasil.

No mercado brasileiro, a fabricante vende a 450MT com o nome de Ibex 450. Se a empresa mantiver a mesma estratégia comercial, a inédita 550MT poderá ser chamada de Ibex 550 no país.

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

Até o momento, porém, a CFMOTO não confirmou a vinda da 550MT ou da 550MT-X ao Brasil. Também não há datas de lançamento, definição de versões nem valores divulgados para o mercado nacional.

Ibex 550 seria bem vinda?

A expectativa em torno da 550MT ocorre graças a excelente recepção e vendas da 450MT no Brasil, onde o modelo passou a usar a denominação Ibex 450.

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - no Salão de Milão 2026 - Divulgação

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - no Salão de Milão 2026 - Divulgação

A trail apresentada no salão italiano estreia uma plataforma de 550 cc desenvolvida internamente pela CFMOTO. A família será formada por duas configurações com a mesma base mecânica, mas com propostas distintas.

A 550MT convencional foi configurada para uma utilização mais rodoviária. Já a 550MT-X adota rodas, suspensões, ergonomia e equipamentos voltados com maior ênfase à condução fora de estrada.

Nova base

O motor da CFMOTO 550MT é um bicilíndrico paralelo de 526 cc. Segundo os dados divulgados pela fabricante, o conjunto entrega 54 cv a 8.500 rpm e torque de 5,3 kgf.m a 6.000 rpm.

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

O chassi é feito de alumínio e produzido pelo processo de fundição a vácuo sob baixa pressão, identificado pela marca como Vacuum Low-Pressure Die Casting. A tecnologia integra a nova arquitetura da trail.

Outro item anunciado foi uma embreagem com configuração por controle eletrônico.

Nas duas motos, o pacote eletrônico é fornecido pela Bosch. Ele inclui ABS em curva e controle de tração.

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

Na 550MT-X, o controle de tração pode ser desligado pelo piloto. A possibilidade está alinhada à proposta de uso fora de estrada da configuração, que recebe também componentes específicos para esse tipo de percurso.

550MT

A CFMOTO 550MT convencional tem banco posicionado a 800 mm do solo, com possibilidade de ajuste para 820 mm. O tanque de combustível comporta 23 litros, capacidade superior à da versão X.

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

CFMOTO 550MT - Ibex 550 - Divulgação

O painel é o MMI 2.0 de 8 polegadas, com compatibilidade com CarPlay. A lista informada pela fabricante ainda reúne controle de cruzeiro, chave inteligente com Bluetooth e NFC e sistema de detecção traseira, o RDS.

Nessa configuração, a embreagem eletrônica é oferecida como item opcional. A CFMOTO não detalhou na apresentação quais serão os mercados que terão o recurso ou como será organizada a lista de equipamentos em cada país.

550MT-X

A 550MT-X utiliza rodas raiadas, com aro de 21 polegadas na dianteira e 18 polegadas na traseira. Os pneus fornecidos para a moto apresentada pela marca são da CST.

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação

O assento da versão X fica a 850 mm do solo. A CFMOTO declarou peso a seco de 172 kg para o modelo, que usa tanque com capacidade para 16 litros.

A suspensão é da KYB e tem regulagens completas. O curso informado é de 230 mm na dianteira e 220 mm na traseira, enquanto o vão livre em relação ao solo chega a 250 mm.

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação

Nos freios, a 550MT-X usa componentes J.Juan. O conjunto tem disco dianteiro de 320 mm e disco traseiro de 240 mm, além dos sistemas eletrônicos Bosch compartilhados com a 550MT convencional.

O painel da configuração voltada ao uso fora de estrada é vertical e tem 6,2 polegadas. Ele traz conectividade Motoplay, enquanto o câmbio rápido bidirecional faz parte da relação de equipamentos divulgada pela CFMOTO.

V4SR-RR

Além das novas trails, a CFMOTO mostrou no EICMA a superesportiva  V4SR-RR, descrita pela fabricante como o modelo mais avançado já desenvolvido pela marca.

CFMOTO V4SR-RR - Divulgação

CFMOTO V4SR-RR - Divulgação

A V4SR-RR utiliza um motor V4 de 997 cc, com potência declarada acima de 210 cv. A velocidade máxima informada supera 315 km/h, e o peso a seco declarado é de aproximadamente 180 kg.

Entre os componentes anunciados para a moto estão suspensão Öhlins, sistema de freios Brembo, escapamento Akrapovič e pneus Pirelli. A esportiva também conta com aerodinâmica ativa de controle independente.

CFMOTO V4SR-RR - Divulgação

CFMOTO V4SR-RR - Divulgação

A marca ainda apresentou a V4SR-RR Carbon Black, configuração destinada integralmente ao uso em pista. O modelo traz acabamento preto e carenagem com ampla aplicação de fibra de carbono.

A versão Carbon Black incorpora aerodinâmica inspirada na MotoGP, componentes GILLES Tooling e escapamento de titânio Akrapovič. A CFMOTO não divulgou informações sobre comercialização desses modelos no Brasil.

V4SR-RR Carbon Black - Divulgação

V4SR-RR Carbon Black - Divulgação

125SC-S

Outro lançamento exibido foi a 125SC-S, scooter urbana equipada com um motor de nova geração de 125 cc. O modelo também faz parte da gama internacional 2027 apresentada pela fabricante.

125SC-S - Divulgação

125SC-S - Divulgação

A scooter recebeu painel TFT de 6,2 polegadas com conectividade, partida sem chave, ABS e controle de tração. Durante a apresentação, a CFMOTO não revelou os números de potência e torque do motor.

Não foram divulgados prazos de lançamento para os modelos citados, nem confirmação de chegada ao mercado brasileiro.

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação

CFMOTO 550MT-X - Ibex 550 X - Divulgação


Fonte: Tudo de Moto.com.br





ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 VISÃO

A entrevista de uma hora que gravei ontem com o deputado federal Lúcio Mosquini, coordenador da equipe de transição do governador eleito Marcos Rogério, promete provocar debates. Dividida em dois programas do podcast Resenha Política, a conversa expõe não apenas as prioridades que estão sendo desenhadas para o próximo governo, mas também uma visão bastante particular sobre o papel do Estado na relação entre produção, meio ambiente e desenvolvimento.
VENERAÇÃO
Principal representante político do agronegócio em Rondônia, Mosquini não esconde o entusiasmo pelo setor e tampouco economiza críticas aos ambientalistas. Na sua avaliação, existe uma discriminação contra quem produz, como se a preservação ambiental tivesse de se sobrepor, invariavelmente, às necessidades de quem depende da terra para sobreviver. Em uma de suas declarações mais contundentes, afirmou que há uma veneração maior pela árvore do que pelas pessoas que precisam produzir para subsistir.
AGRO
O deputado também fez críticas duras às operações policiais que destroem, inclusive com fogo, equipamentos utilizados ilegalmente na exploração de ouro e madeira. Mais do que uma crítica aos métodos de fiscalização, suas declarações antecipam uma mudança de orientação na política ambiental do Estado. Mosquini anunciou que a Sedam deixará de ser, nas palavras dele, um órgão perseguidor da produção para se transformar em uma instituição alinhada ao agronegócio. “A Sedam vai ser um órgão do agro”, vaticinou.
EXTINÇÃO
Foi além: revelou que Marcos Rogério pretende acabar com o pelotão da Polícia Militar Ambiental, estabelecendo que, quando houver necessidade de apoio policial, a secretaria deverá requisitá-lo diretamente ao comando da corporação. Também antecipou uma ampla revisão da legislação ambiental estadual, com o propósito de destravar atividades produtivas e oferecer segurança jurídica aos produtores.
SUBORDINAÇÃO
É legítimo discutir excessos na fiscalização, aperfeiçoar a legislação e garantir condições para quem trabalha. O que não pode desaparecer nessa mudança de perspectiva é a compreensão de que desenvolvimento econômico e proteção ambiental não são adversários naturais. Rondônia conhece bem o preço da exploração desordenada. Transformar a Sedam em órgão do agro pode ser uma sinalização política; não pode significar que o interesse ambiental ficará subordinado aos interesses de quem deveria também estar sujeito à fiscalização.
EXONERAÇÕES
Na segunda parte da entrevista, Mosquini apresenta o diagnóstico administrativo da equipe de transição. Segundo ele, mais de 800 agentes da segurança pública estariam exercendo funções fora de suas atribuições e deverão retornar aos postos de origem já no primeiro dia do novo governo. Para viabilizar a medida, anunciou um decreto abrangente para exonerar ocupantes de cargos comissionados, rever cessões de servidores e ajustar despesas com diárias e passagens.
EFICIÊNCIA
A equipe também analisa contratos em diversas áreas, muitos dos quais poderão ser repactuados para produzir economia aos cofres estaduais. A mensagem do coordenador é que o Estado precisa gastar melhor, e não simplesmente gastar mais. Eficiência administrativa, nesse caso, deverá ser medida pela capacidade de transformar recursos públicos em serviços prestados com competência à população.
PRIORIDADES
Saúde e infraestrutura rodoviária aparecem como prioridades incontornáveis. São justamente duas das áreas que concentram problemas de maior complexidade na atual administração e que exigirão um redimensionamento da estrutura e dos investimentos. Mosquini afirma que Marcos Rogério pretende montar um governo com bons quadros técnicos e direcionar atenção especial aos setores mais necessitados.
DECRETÃO
A transição, portanto, começa a apresentar suas credenciais e, principalmente, suas intenções. Resta saber como essas promessas sairão do papel quando o discurso encontrar a realidade orçamentária, a burocracia e os interesses políticos que costumam sobreviver a qualquer mudança de governo. Uma coisa é anunciar um decretão, revisar contratos e redesenhar estruturas. Outra, bem mais difícil, é fazer a máquina pública funcionar. O eleitor não elegeu uma comissão de transição para produzir diagnósticos, mas um governo para entregar resultados. E janeiro será o primeiro teste.
ENTREVISTAS
As duas entrevistas irão ao ar no podcast Resenha Política: a primeira parte na quinta-feira e a segunda na terça-feira. Uma conversa que ajuda a compreender o pensamento de quem está organizando a chegada de Marcos Rogério ao Palácio Rio Madeira e antecipa o tamanho das mudanças pretendidas para Rondônia.
ILEGALIDADES
A reação de políticos de alto coturno de Rondônia à operação da Polícia Federal contra o garimpo ilegal no rio Madeira revela muito mais do que uma suposta preocupação com os trabalhadores da atividade. Expõe, sobretudo, a maneira como parte da classe política enxerga a questão ambiental e trata a ilegalidade quando ela rende dividendos eleitorais.
CLANDESTINIDADE
Não é verdade que a Polícia Federal tenha extrapolado suas atribuições. Quem instala estruturas de grande porte para explorar ouro clandestinamente sabe perfeitamente que está cometendo um crime e conhece os riscos de perder os equipamentos quando flagrado. Mesmo assim, insiste na clandestinidade. Não pode, portanto, reivindicar as vantagens da ilegalidade e reclamar das consequências da fiscalização.
DANOS
Também é falacioso transformar grandes operações de exploração mecanizada em uma cruzada contra o pobre garimpeiro artesanal, como se a fiscalização estivesse perseguindo trabalhadores com bateias nas mãos. O que se combate são estruturas empresariais, financiadas com capital considerável, montadas para extrair ouro à margem da lei, sem recolher os devidos tributos e deixando para o poder público uma conta ambiental que pode levar décadas para ser paga.
REVELAÇÃO
Sobre a contaminação do rio, os danos à fauna, os riscos à saúde das populações ribeirinhas e a destruição ambiental, entretanto, quase nenhum dos políticos que se insurgiram contra a operação parece ter disposição para falar. O silêncio sobre os estragos contrasta com a indignação diante dos equipamentos apreendidos ou destruídos. É uma escolha bastante reveladora de prioridades.
Entre os críticos estão o senador Marcos Rogério e os deputados federais Lúcio Mosquini e Fernando Máximo. São parlamentares com longa passagem pelo Congresso Nacional, onde tiveram oportunidade de discutir e propor mudanças na legislação que rege a atividade mineral e o combate à exploração clandestina. Não se tem notícia de que tenham transformado essa preocupação em uma agenda legislativa capaz de enfrentar o problema. Agora, quando a Polícia Federal e os demais órgãos de fiscalização cumprem suas atribuições, aparecem as acusações de abuso.
INTERESSES
É a velha política do discurso conveniente: quando falta disposição para enfrentar o problema na origem, sobra indignação para atacar quem tenta resolvê-lo. Se a atividade é clandestina, está fora da lei. Não existe interpretação eleitoral capaz de transformar crime ambiental em atividade regular, muito menos de exigir que as instituições responsáveis façam vista grossa para preservar interesses econômicos ou agradar a plateias.
VALE TUDO
A Amazônia não pode ser tratada como território de vale-tudo, onde a legislação vale apenas quando não contraria determinados interesses. Quem teve mandato e oportunidade de mudar a lei e não o fez deveria, no mínimo, explicar por que prefere agora atacar as instituições que a cumprem. Afinal, combater o garimpo ilegal não é abuso. Abuso é destruir um patrimônio natural que pertence a todos e depois cobrar da sociedade a conta da devastação. 
VOTO
O presidente da Câmara Federal, Hugo Motta, promete colocar em votação ainda em 2026 uma reforma que pode mudar profundamente o sistema eleitoral brasileiro: o voto distrital misto, com transição prevista até 2034. A ambição é grande. O tempo, curto. E a resistência, previsível.
DISTORÇÕES
O modelo combina dois votos. No primeiro, o eleitor escolhe diretamente o candidato de seu distrito. No segundo, vota na legenda partidária, ajudando a definir a proporção de cadeiras de cada partido no Parlamento. A ideia é conciliar a representação territorial com a força política das legendas, corrigindo distorções entre votos recebidos e assentos conquistados.
ESGOTAMENTO
Na teoria, uma arquitetura racional. Na prática, uma reforma que mexe nos alicerces de um sistema acostumado a produzir representantes com muitos votos, partidos de aluguel e alianças que duram menos que certas promessas de campanha. O atual modelo dá sinais evidentes de esgotamento.
BUROCRACIA
A fragmentação partidária transformou o Congresso num condomínio de interesses, onde a fidelidade ideológica frequentemente perde para a conveniência eleitoral. Muda-se de partido como quem troca de camisa, enquanto programas partidários servem, muitas vezes, apenas para preencher o espaço burocrático das convenções.
PARADOXO
O problema é que reformar o sistema exige mais do que reconhecer suas falhas. O voto distrital misto fortalece o papel dos partidos e exige organizações capazes de apresentar listas consistentes, defender projetos e assumir responsabilidades coletivas. Justamente aí mora o paradoxo: pretende-se entregar mais protagonismo a partidos que, com raras exceções, parecem ter perdido a capacidade de organizar até os próprios interesses sem recorrer ao balcão das conveniências.
Hugo Motta terá de enfrentar uma negociação complexa. Deputados eleitos pelo voto proporcional precisarão decidir se aceitam um modelo que pode alterar suas estratégias, reduzir suas zonas de conforto e tornar mais explícita a disputa territorial. Nenhum parlamentar costuma demonstrar entusiasmo quando a reforma ameaça mudar as regras pelas quais chegou ao poder.
A transição até 2034 pode facilitar a adaptação, mas não elimina o conflito. O calendário é apertado, os interesses são muitos e o consenso, uma mercadoria rara em Brasília. Votar uma mudança dessa magnitude exige discutir não apenas como se escolhem os representantes, mas também como se distribuem as cadeiras, como se organizam as listas e quais garantias impedirão novas distorções.
REALIDADE
A reforma eleitoral é necessária. Mas não basta trocar a engrenagem sem examinar quem controla a máquina. O Brasil precisa de um sistema que aproxime eleitores e eleitos, fortaleça os partidos e reduza a distância entre a vontade popular e a composição do Parlamento.
DERROTA
O desafio de Hugo Motta é fazer a Câmara aprovar uma reforma que contrarie parte dos interesses de quem terá de votá-la. Em Brasília, não é exatamente um detalhe. É pedir aos passageiros que redesenhem o avião durante o voo, sem saber se continuarão sentados na primeira classe. No fim, o voto distrital misto pode representar um avanço. Ou apenas uma nova embalagem para velhas práticas. A diferença estará menos no desenho das urnas e mais na disposição dos políticos de aceitar regras que não possam manipular em benefício próprio. Mas este cabeça chata não acredita que tal mudança vingue no atual Congresso Nacional, nem no próximo. Está fadada a derrota.
ENDOSSO
Ao contrário do que alguns colegas pensaram, esta resenha política não endossa as críticas formuladas contra o ex-secretário estadual de educação, Massud Badra. Trate-se de um técnico sério que caiu ao se opor a pressões políticas. As críticas a ele com a assinatura da resenha não é esta que escrevo há mais de trinta anos. A contratação emergencial dos serviços tecnológicos de Mediação Tecnológico ocorreu após o encerramento do contrato anterior, para assegurar a continuidade das aulas de mais seis mil alunos. Quando foi identificado valores exorbitantes ao contrato anterior, ele suspendeu a contratação e negociou a redução dos custos. E a retomada das aulas se deu em caráter excepcional ao priorizar o direito à educação. Os órgãos de controle acompanharam todo o processo. E paralelo foi aberto um novo certame. O resto é lorota.


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO