sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

SAÚDE - Qual o real efeito no corpo ao se beber água em jejum?

 



Beber água em jejum é um hábito comum em várias rotinas de cuidados com a saúde e costuma gerar muitas dúvidas. A prática é simples: trata-se de ingerir água logo ao acordar, antes do café da manhã ou de qualquer outro alimento. Embora não exista uma regra única que sirva para todas as pessoas, alguns efeitos no organismo já são conhecidos e estudados, principalmente em relação à hidratação, ao funcionamento do intestino e ao metabolismo.

O corpo passa várias horas sem receber líquidos durante o sono, o que pode favorecer uma leve desidratação matinal. Por isso, a ingestão de água ao acordar tende a colaborar para restabelecer o equilíbrio hídrico logo no início do dia. Esse gesto também pode influenciar na sensação de fome, na disposição para as atividades matinais e até na forma como o sistema digestivo inicia seu trabalho.

O que acontece no organismo ao beber água em jejum?

Quando a água é ingerida em jejum, ela chega rapidamente ao estômago e é absorvida em pouco tempo pelo intestino delgado. Esse processo contribui para repor o volume de líquidos no sangue, ajudando na circulação e no transporte de nutrientes. A hidratação adequada também participa da regulação da temperatura corporal e do funcionamento de órgãos como rins e cérebro.

Outra consequência é o estímulo ao sistema digestivo. A água pode favorecer o amolecimento do bolo fecal e facilitar o trânsito intestinal ao longo do dia, o que é relatado por muitas pessoas com tendência à constipação. Não se trata de um efeito imediato ou garantido, mas de um apoio ao funcionamento normal do trato gastrointestinal, sobretudo quando associado a uma alimentação rica em fibras.

Qual é o efeito da água em jejum no metabolismo e na digestão?

Estudos indicam que a hidratação adequada pode contribuir para um leve aumento do gasto energético de repouso, pois o corpo usa energia para aquecer a água ingerida até a temperatura interna. No entanto, esse efeito costuma ser discreto e não deve ser interpretado como um método isolado para perda de peso.

Em relação à digestão, ingerir água antes da primeira refeição ajuda a preparar o sistema digestivo para receber alimentos. A presença de líquido facilita a formação do suco gástrico e auxilia o deslizamento dos alimentos pelo esôfago e estômago. Diferentemente de algumas crenças, a água não “dilui” de forma prejudicial o suco gástrico a ponto de atrapalhar a digestão em pessoas saudáveis. O organismo ajusta naturalmente a produção de ácido e enzimas conforme a necessidade.

Também é comum o relato de que beber água em jejum aumenta a sensação de saciedade. De fato, o enchimento parcial do estômago com líquido pode reduzir a vontade de comer em excesso no café da manhã, o que, em algumas rotinas, auxilia no controle da ingestão calórica diária. Ainda assim, esse efeito depende de vários fatores, como composição da refeição e hábitos alimentares ao longo do dia.

Água em jejum faz detox? Mitos e verdades

Circula a ideia de que a água em jejum promove um “detox” intenso, como se fosse responsável por limpar o organismo de toxinas acumuladas. A eliminação de substâncias indesejadas é, na verdade, função principal dos rins, do fígado, dos pulmões e do intestino. A água participa desse processo porque é essencial para a filtração renal e para a produção de urina, mas não atua como uma solução milagrosa ou isolada.

O que se pode afirmar é que manter-se bem hidratado logo ao acordar tende a apoiar o trabalho dos rins, favorecendo a excreção de resíduos metabólicos ao longo do dia. Em paralelo, a hidratação adequada também contribui para a fluidificação do sangue e para o bom funcionamento cardiovascular, desde que não haja contraindicações médicas específicas relacionadas à ingestão de líquidos.

  • Verdade: água em jejum auxilia na reposição de líquidos após o sono.
  • Verdade: pode favorecer o trânsito intestinal em combinação com dieta equilibrada.
  • Mito: não substitui tratamentos médicos nem faz “limpeza” completa do organismo.
  • Mito: não é, sozinha, responsável por emagrecimento significativo.

Como inserir o hábito de beber água em jejum no dia a dia?

Para quem deseja adotar esse costume, especialistas em saúde geralmente recomendam observar a própria rotina e eventuais condições clínicas. Pessoas com doenças renais, cardiológicas ou uso de medicamentos específicos podem precisar de orientações personalizadas sobre a quantidade adequada de líquidos. De forma geral, a prática é simples e pode ser ajustada ao estilo de vida de cada um.

  1. Começar com um copo de 150 a 200 ml de água ao acordar.
  2. Aguardar alguns minutos antes do café da manhã, conforme a rotina permite.
  3. Manter a ingestão de água distribuída ao longo do dia, não só em jejum.
  4. Observar sinais do corpo, como sede, cor da urina e sensação de bem-estar geral.
  5. Ajustar a quantidade conforme a orientação profissional, quando necessário.

Algumas pessoas preferem água em temperatura ambiente, outras optam por água levemente morna. Até o momento, não há evidência robusta de que a variação de temperatura da água em jejum traga efeitos muito diferentes para a maioria dos indivíduos saudáveis. O mais relevante é garantir a hidratação diária adequada, da forma que for mais fácil de manter com regularidade.

Quando o consumo de água em jejum exige atenção?

Embora o hábito seja considerado seguro para a maior parte da população, alguns grupos devem ter cuidado redobrado. Indivíduos com insuficiência cardíaca, doença renal crônica, cirrose ou uso de certos medicamentos podem ter restrição hídrica e precisam seguir recomendações médicas específicas. Nesses casos, até mesmo o simples ato de beber água em jejum pode demandar ajustes na quantidade e na frequência.

Outro ponto de atenção envolve exageros. Ingerir volumes muito altos de água em um curto espaço de tempo, inclusive em jejum, pode sobrecarregar o organismo e, em situações extremas, causar desequilíbrios de eletrólitos. Assim, a prática mais segura é priorizar a regularidade ao longo do dia, em vez de concentrar toda a hidratação apenas no período da manhã.

Dessa forma, beber água em jejum se mostra um hábito que pode contribuir para a hidratação, auxiliar o funcionamento intestinal e apoiar processos fisiológicos importantes. Os efeitos, porém, dependem do conjunto da rotina: alimentação equilibrada, consumo de líquidos ao longo do dia, sono adequado e acompanhamento profissional quando necessário.

Fonte: www.msn.com.br


(sjrp)


Fim do mistério: Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil; veja preços

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Nova Kawasaki Z1100 2027 desembarca com motor quatro cilindros 1.099 cm³, pacote eletrônico com IMU, duas versões e preço sugerido a partir de R$ 74.990

A chegada da Z1100 ao Brasil foi confirmada oficialmente pela Kawasaki, com lançamento marcado para 24 de fevereiro e chegada às concessionárias prevista para a segunda quinzena de março de 2026.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - DivulgaçãoKawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação

O modelo assume o topo da linha Z no país, trazendo um conjunto que mistura motor de grande capacidade, chassi em alumínio e um pacote eletrônico pensado para controle em curvas e mais segurança em diferentes superfícies.

Os preços públicos sugeridos são de R$ 74.990 para a versão padrão e R$ 84.990 para a versão SE, ambos acrescidos de frete, conforme informação divulgada pela Kawasaki.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - DivulgaçãoKawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação

Motor quatro cilindros de 1.099 cm³

O principal destaque técnico da Kawasaki Z1100 2027 é o novo propulsor de quatro cilindros em linha, com 1.099 cm³ de deslocamento.

De acordo com os dados divulgados para a versão europeia, a potência máxima é de 136 cavalos a 9.000 rpm, enquanto o torque máximo atinge 11,5 kgfm a 7.600 rpm. A expectativa é que os números da configuração brasileira sejam mantidos.

Motor da Z1100 2027 - DivulgaçãoMotor da Z1100 2027 - Divulgação

A fabricante informa ainda que as relações de transmissão foram revisadas, com foco na entrega de torque em baixas e médias rotações. Com essa configuração, a Kawasaki Z1100 2027 se torna o modelo de maior deslocamento já produzido pela marca dentro da linha Z aspirada.

Chassi em alumínio e conjunto ciclístico

A estrutura da supernaked utiliza quadro de alumínio do tipo twin-tube, desenvolvido para equilibrar rigidez estrutural e flexibilidade controlada.

Na dianteira, a motocicleta conta com suspensão SFF-BP. Na traseira, o sistema adota o conjunto Horizontal Back-link.

Z1100 2027 - DivulgaçãoZ1100 2027 - Divulgação

Versão SE

Além da versão padrão, a Kawasaki Z1100 2027 será comercializada na configuração SE, que incorpora componentes voltados a uma condução mais esportiva.

Entre as diferenças está o amortecedor traseiro Öhlins, com maior capacidade de ajuste. O sistema de freios dianteiro também recebe atualização, com discos, pastilhas e pinças Brembo.

Kawasaki Z1100 SE 2027 - DivulgaçãoKawasaki Z1100 SE 2027 - Divulgação

Pacote eletrônico baseado em IMU

A Kawasaki Z1100 2027 incorpora um pacote eletrônico integrado que opera por meio de uma IMU (Unidade de Medição Inercial). O sistema monitora continuamente a orientação do chassi.

Entre os recursos está o KCMF (Kawasaki Cornering Management Function), que coordena motor e chassi durante curvas. O modelo também oferece KTRC, controle de tração com três níveis selecionáveis e possibilidade de desligamento.

O KIBS, sistema inteligente de freios, ajusta a pressão de frenagem conforme múltiplas variáveis de pilotagem. A motocicleta conta ainda com modos de potência Full e Low, permitindo adaptar a entrega de força às condições de uso.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - DivulgaçãoKawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação

Outro recurso disponível é o controle de cruzeiro eletrônico. O modelo também oferece Quick Shifter bidirecional (KQS), que possibilita trocas de marcha ascendentes e descendentes sem acionamento da embreagem.

Painel TFT e conectividade

O painel da Kawasaki Z1100 2027 é composto por tela TFT colorida de 5 polegadas, com ajuste automático de brilho.

Detalhe do painel da Z1100 2027 - DivulgaçãoDetalhe do painel da Z1100 2027 - Divulgação

A motocicleta oferece conectividade com smartphone por meio do aplicativo RIDEOLOGY, que permite acesso a dados de pilotagem, registros de uso e personalização das telas.

O conjunto inclui ainda iluminação full LED, integrando os recursos tecnológicos apresentados para a linha 2027.

Kawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - DivulgaçãoKawasaki Z1100 2027 é confirmada no Brasil - Divulgação

Lançamento e disponibilidade

O lançamento oficial da Kawasaki Z1100 2027 está marcado para 24 de fevereiro. As vendas terão início nas concessionárias autorizadas a partir da segunda quinzena de março de 2026.

Os preços públicos sugeridos são de R$ 74.990 para a versão padrão e R$ 84.990 para a versão SE, ambos acrescidos de frete.


Fonte: Tudo de Moto.com.br


(sjrp)


ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 CONFUSÃO

Ao anunciar que também é pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo Podemos, o deputado estadual Delegado Camargo antecipa uma disputa interna que já vinha sendo desenhada pelo correligionário Delegado Flori, prefeito de Vilhena. A movimentação embaralha o cenário dentro da legenda e cria num momento em que o partido ainda trabalha sua consolidação estadual. Mas o pleito é justo e legítimo que exigirá do Podemos maturidade.
IMPROVISO
Embora o Podemos tenha musculatura política sob a liderança de Léo Moraes, a sigla ainda não possui capilaridade homogênea em todos os municípios. Dois nomes disputando o mesmo espaço, sem alinhamento prévio, transmitem ao eleitor a sensação de improviso e falta de coordenação estratégica. Em política, desorganização interna quase sempre cobra preço externo.
TESTE
O anúncio solene feito na Assembleia Legislativa colocou luz sobre uma disputa que até então era tratada nos bastidores. Delegado Flori vinha se apresentando como o nome natural da legenda, amparado, segundo ele, pelo entusiasmo de Léo Moraes. A entrada de Camargo altera o tabuleiro e impõe um teste de força.
CAPILARIDADE
Sem pesquisas oficiais disponíveis, resta a leitura qualitativa do cenário. Camargo dialoga com o eleitorado conservador, segmento expressivo em Rondônia, enquanto Flori aposta na experiência administrativa municipal. O desafio para ambos é expandir discurso além das respectivas bolhas e provar viabilidade eleitoral concreta. Capilaridade não se constrói apenas com discurso, mas com estrutura, alianças e presença permanente no interior.
FRAGILIDADE
As duas pré-candidaturas orbitam a figura de Léo Moraes. Sem um gesto claro do principal líder da legenda, ambas perdem densidade política. O eleitor tende a desconfiar de projetos que não demonstram autonomia nem base consolidada.
HESITAÇÃO
No marketing político, fragilidade é rapidamente percebida. Candidaturas dependentes de aval externo transmitem insegurança. Caso o partido não conduza o processo com método e critérios objetivos, corre o risco de assistir ao esvaziamento precoce das postulações. Em cenário competitivo, hesitação é sinônimo de perda de espaço.
DENSIDADE
É previsível que aliados pressionem por uma definição pública a favor de um dos nomes, mas a precipitação pode produzir fissuras irreversíveis. O caminho mais racional seria a realização de levantamento interno para aferir densidade eleitoral e potencial de crescimento.
EGOS
Camargo ainda precisa resolver a formalidade partidária, enquanto Flori carrega a legitimidade de ter sido eleito prefeito pela sigla. A decisão exigirá habilidade política de Léo Moraes para evitar ressentimentos e disputas pessoais. Quando egos falam mais alto que estratégia, o partido encolhe e o adversário agradece.
VERGONHA
O episódio envolvendo vereadores na Câmara Municipal de Porto Velho expõe o nível preocupante do debate público local. Desavenças são naturais na política, mas a transformação do Parlamento em arena de confronto pessoal desqualifica a instituição.
DECORO
O eleitor observa. A banalização de comportamentos incompatíveis com o decoro fragiliza a imagem da representação popular. O Parlamento deve ser espaço de divergência qualificada, não de intimidação ou espetáculo constrangedor.
IMPROPÉRIOS
Com as eleições se aproximando, alguns dos protagonistas desses episódios buscarão novos mandatos ou voos mais altos. É momento oportuno para que o eleitor estabeleça critérios mais rigorosos na escolha.
DESTEMPERO
A política exige firmeza de posições, mas também exige equilíbrio emocional e urbanidade. A reincidência de comportamentos agressivos demonstra despreparo para funções que exigem diálogo institucional. Mandato não é salvo-conduto para destempero.
REAÇÃO
O presidente da Câmara Municipal de Porto Velho, Gedeão Negreiros, agiu com rapidez ao reprovar publicamente as condutas e exigir providências administrativas. A resposta imediata foi correta e sinaliza que a instituição não pode ser capturada por impulsos individuais.
REEDUCAÇÃO
Ainda assim, a aplicação rigorosa do Regimento Interno e eventual encaminhamento ao Conselho de Ética reforçariam a autoridade da Casa. Precedentes existem no cenário nacional. O médico Nobel Moura perdeu o mandato após agressão à então deputada Raquel Cândido. A coerência institucional fortalece o Parlamento e reeduca condutas.
REVOGAÇÃO
A revogação do decreto que tratava da privatização de rios amazônicos ocorreu após mobilização de povos originários e pressão social. A narrativa de protagonismo parlamentar não encontra respaldo nos fatos. Tem Parlamentar que vive apenas das mídias sociais, trabalho efetivo por Rondônia que é bom, nada.
ILEGÍTIMOS
A bancada federal de Rondônia, salvo exceções, mantém atuação discreta em temas estruturantes. Em ano eleitoral, o eleitor tem a oportunidade de avaliar desempenho, presença e resultados concretos. Mandato que não produz entregas efetivas perde legitimidade.
PENDURICALHOS
A tendência é que o Supremo Tribunal Federal mantenha posição restritiva quanto aos penduricalhos salariais no serviço público. A discussão exige lei específica e enfrenta resistência política.
PRIVILÉGIOS
Num país marcado por desigualdades salariais profundas, benefícios que extrapolam o teto constitucional geram indignação social. O Congresso dificilmente assumirá o desgaste de votar matéria que amplie privilégios. O tema expõe a tensão permanente entre responsabilidade fiscal e pressões corporativas.
EXPLICAÇÕES
O senador Marcos Rogério convocou o diretor-geral da ANTT para prestar esclarecimentos sobre as tarifas de pedágio da BR-364 e os investimentos previstos. A iniciativa atende demanda antiga de transparência. A concessão precisa demonstrar equilíbrio entre rentabilidade e qualidade do serviço prestado. A fiscalização parlamentar é instrumento legítimo para garantir cumprimento contratual. Quando o pedágio pesa no bolso do cidadão, a cobrança por resultados se intensifica.
PLANILHAS
A sociedade espera acesso claro às planilhas que compõem as tarifas e ao cronograma de obras prometidas. Transparência é condição básica em contratos que envolvem recursos de grande impacto social.
TRANSPARÊNCIA
A resistência da concessionária em dialogar com a imprensa amplia a desconfiança. Cabe à representação política exigir clareza técnica e publicidade dos dados. Contrato público não pode operar sob névoa informativa. Quanto mais transparente o processo, menor o espaço para suspeitas e desgaste institucional.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO







(sjrp)

SAÚDE - Quase todos os infartos têm a mesma origem — e a ciência acaba de revelar os quatro vilões por trás disso


A ciência revela os principais vilões por trás dos infartos

Um estudo gigantesco com mais de 9 milhões de pessoas revelou um dado assustador: 99% dos infartos e derrames acontecem em quem apresenta um ou mais de quatro fatores de risco específicos. A pesquisa, realizada nos Estados Unidos e na Coreia do Sul, derruba a ideia de que muitos ataques cardíacos surgem “do nada” e aponta que quase todos os casos poderiam ser evitados com mais atenção a esses hábitos e condições.

Os cientistas descobriram que a hipertensão é o principal inimigo silencioso do coração. Nada menos que 93% das pessoas que sofreram infarto, derrame ou insuficiência cardíaca tinham pressão alta já diagnosticada antes do evento. Além da pressão elevada, os outros fatores de risco mais comuns foram colesterol alto, tabagismo e diabetes — um quarteto que, segundo os especialistas, atua como uma verdadeira bomba-relógio para o organismo.

Publicado no Journal of the American College of Cardiology, o estudo mostra que até mesmo entre indivíduos considerados de “baixo risco”, esses quatro elementos estavam presentes em quase todos os casos fatais. Para os pesquisadores, a mensagem é clara: não há mistério oculto por trás da maioria dos infartos, mas sim a soma de escolhas e doenças que podem ser prevenidas e controladas.

Os autores reforçam que o foco da medicina deve ser combater de forma agressiva esses fatores modificáveis, em vez de buscar causas “misteriosas” para o aumento dos casos. “É quase certo que o risco está nesses quatro pontos. O desafio é enfrentá-los antes que o coração cobre o preço”, resumiu o cardiologista responsável pelo estudo.

Fonte: www.msn.com.br / ©Créditos: Unsplash / engin akyurt


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CARROS ANTIGOS - Joias de Lata

 













Postagem sugerida pelo Amigo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP e Região.














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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

Big trail 900 e mais três modelos: como a chinesa Voge estreia no Brasil

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Voge inicia operações no Brasil neste primeiro semestre de 2026, com produção em Manaus via CKD e quatro modelos já confirmados, incluindo big trail de 895 cm³ e scooters de média cilindrada.

Voge está mais que confirmada no Brasil, com o início de suas operações no primeiro semestre de 2026. A marca chinesa, integrante do grupo Loncin Motor Co. Ltd., já definiu quatro modelos para o lançamento inicial e estruturou sua operação industrial em Manaus (AM), em parceria com a Dafra Motos da Amazônia Ltda.

Voge DS525X - DivulgaçãoVoge DS525X - Divulgação

A chegada ao país faz parte do plano de expansão internacional da fabricante, que atua em mais de 60 países. No Brasil, a estratégia envolve montagem local no Polo Industrial de Manaus, utilizando o sistema CKD (Completely Knocked Down), no qual as motocicletas chegam desmontadas para montagem nacional.

A expectativa da empresa é disponibilizar cerca de seis modelos nos dois primeiros anos de atuação. As motos da Voge previstas para o mercado brasileiro contemplam cilindradas entre 200 cm³ e 900 cm³, distribuídas em diferentes segmentos.

Produção em Manaus

A montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD. Nesse formato, os conjuntos e componentes são importados separadamente e montados localmente, atendendo às exigências técnicas e regulatórias brasileiras.

Segundo a fabricante, a operação em Manaus tem como objetivo estruturar logística, distribuição e rede de pós-venda no país. A parceria com a Dafra será responsável pelo processo industrial e pela consolidação da marca no mercado nacional.

Montagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD - DivulgaçãoMontagem das motos da Voge ocorrerá em regime CKD - Divulgação

A primeira fase de lançamentos está prevista para o primeiro semestre de 2026, quando quatro modelos serão apresentados oficialmente. Outros dois devem ser incorporados ao portfólio de forma progressiva até o fim do segundo ano de atuação da Voge no Brasil.

Voge DS900X

Entre os modelos confirmados está a DS900X, posicionada no segmento big trail. O modelo utiliza motor bicilíndrico refrigerado a líquido, com 895 cm³ de cilindrada.

DS900XVoge DS900X - Divulgação

A potência declarada é de 95 cv a 8.250 rpm, com torque máximo de 9,6 kgf.m a 6.250 rpm. A motocicleta oferece quatro modos de condução: road, rain, sport e enduro.

A lista de equipamentos inclui quick shifter, radar traseiro de alerta de colisão e câmera frontal em HD. O modelo também conta com para-brisa com regulagem, faróis auxiliares, protetores de carenagem e de motor.

Entre os itens adicionais estão assentos e manoplas aquecidos, além de iluminação full LED. O preço da DS900X ainda não foi divulgado para o mercado brasileiro.

Voge SR4 Max

Outro modelo confirmado é o SR4 Max, scooter de médio porte voltado ao uso urbano e rodoviário. Ele utiliza motor monocilíndrico de quatro válvulas, refrigerado a água, com 349,8 cm³.

SR4 Max - DivulgaçãoVoge SR4 Max - Divulgação

A potência informada é de 34 cv a 7.500 rpm, com torque de 3,5 kgf.m a 6.000 rpm. De acordo com dados divulgados pela fabricante, o modelo acelera de 0 a 50 km/h em 3,1 segundos.

O SR4 Max conta com freios dianteiros duplos com pinças J.Juan, sistema ABS e controle de tração. Entre os itens de série estão para-brisa elétrico, câmera frontal HD, além de assentos e manoplas aquecidos.

Voge SR3

SR3 amplia a atuação da Voge no segmento de scooters voltados ao uso urbano e deslocamentos de média distância. O modelo traz motor monocilíndrico de 244,3 cm³, com refrigeração líquida.

Voge SR3 - DivulgaçãoVoge SR3 - Divulgação

potência máxima é de 25,5 cv, com torque de 2,3 kgf.m. A transmissão é automática do tipo CVT. O tanque de combustível tem capacidade para 14 litros.

Entre os recursos de segurança estão freios com ABS de duplo canal, controle de tração (TCS) e monitoramento da pressão dos pneus. O painel é TFT de 7 polegadas, com conectividade Bluetooth e navegação turn-by-turn.

modelo também oferece câmera frontal Full HD (1080p), sistema keyless, para-brisa ajustável, punhos aquecidos e freio de estacionamento. O compartimento sob o assento comporta dois capacetes, segundo a fabricante.

Voge DS525X

DS525X representa a proposta da Voge para o segmento adventure touring de média cilindrada. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 494 cm³, quatro tempos, DOHC, oito válvulas e refrigeração líquida.

potência declarada é de 53,8 cv a 8.500 rpm, com torque de 5,14 kgf.m a 7.000 rpm. O câmbio é de seis marchas, com embreagem deslizante.

DS525X - DivulgaçãoVoge DS525X - Divulgação

Na parte ciclística, a motocicleta conta com suspensão dianteira invertida (USD) e monoamortecedor traseiro ajustável, ambos fornecidos pela KYB. O sistema de freios utiliza discos duplos na dianteira e disco simples na traseira, com componentes Nissin.

O modelo também dispõe de ABS Bosch e controle de tração. O painel é LCD colorido de 7 polegadas, com conectividade e navegação turn-by-turn.

Entre os equipamentos estão iluminação full LED, protetores de mão e motor, para-brisa regulável, cavalete central, tomadas 12V e USB e rack traseiro. No Brasil, a DS525X será oferecida nas cores Night Black e Titanium Gold.

Preços e próximos anúncios

Até o momento, a empresa não divulgou valores nem datas exatas para o início das vendas. A apresentação oficial dos quatro primeiros modelos ocorrerá no primeiro semestre de 2026.

A ampliação do portfólio está prevista para acontecer de forma gradual ao longo dos dois primeiros anos de operação. Novas informações sobre versões, preços e rede de concessionárias deverão ser anunciadas nos próximos comunicados oficiais envolvendo as motos da Voge no Brasil.


Fonte: Tudo Moto.com.br


(sjrp)