quinta-feira, 9 de abril de 2026

Ducati Multistrada V2S 2026 é lançada no Brasil com novo motor de 890 cc; saiba o preço

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A Ducati Multistrada V2S 2026 foi lançada no Brasil na noite de 19 de março, em evento realizado em Goiânia. O modelo chega com mudanças estruturais, novo motor e atualizações no pacote eletrônico, com preço público sugerido de R$ 109.990, sem frete.

A escolha da capital goiana para o lançamento está relacionada ao calendário do motociclismo internacional, já que a cidade vive a expectativa de receber a etapa brasileira da MotoGP. A apresentação marcou a chegada oficial da Multistrada V2S 2026 às concessionárias brasileiras.

Ducati Multistrada V2S 2026 - DivulgaçãoDucati Multistrada V2S 2026 - Divulgação

Entre as principais mudanças, a nova Ducati passa a adotar um motor V2 de 890 cc, além de um novo chassi e redução de peso. Segundo a fabricante, o modelo perdeu 18 kg em relação à geração anterior, atingindo 202 kg em ordem de marcha sem combustível.

Novo motor V2 de 890 cc

O principal destaque técnico da Ducati Multistrada V2S 2026 é o novo motor bicilíndrico em V a 90°, com 890 cc e sistema de temporização variável de válvulas.

O propulsor entrega 115 cv a 10.750 rpm e torque máximo de 9,4 kgf.m a 8.250 rpm. De acordo com a fabricante, mais de 70% do torque já está disponível a partir de 3.500 rpm, mantendo uma entrega consistente ao longo da faixa de rotação.

Novo motor V2 de 890 cc - DivulgaçãoNovo motor V2 de 890 cc - Divulgação

Segundo a marca, o câmbio recebeu ajustes, com marchas iniciais mais curtas e relação final alongada, voltada à redução de consumo em velocidades constantes.

Redução de peso e nova estrutura

A Ducati Multistrada V2S 2026 recebeu um chassi completamente redesenhado, com estrutura monocoque de alumínio que utiliza o motor como elemento estrutural.

Ducati Multistrada V2S 2026 - DivulgaçãoDucati Multistrada V2S 2026 - Divulgação

subquadro traseiro em treliça de aço e o braço oscilante em alumínio também foram revisados. O resultado é a redução de peso total.

A ergonomia foi atualizada, com assento ajustável em duas alturas padrão, de 850 mm e 830 mm. Com acessórios, é possível variar entre 790 mm e 870 mm, ampliando a adaptação a diferentes perfis de pilotos.

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Suspensão semiativa e conjunto ciclístico

A suspensão da Ducati Multistrada V2S 2026 utiliza o sistema Ducati Skyhook Suspension (DSS), com controle eletrônico e ajustes automáticos em tempo real.

Ducati Multistrada V2S 2026 - DivulgaçãoDucati Multistrada V2S 2026 - Divulgação

curso das suspensões é de 170 mm, enquanto o conjunto de rodas adota aro dianteiro de 19 polegadas e traseiro de 17 polegadas. A configuração busca equilibrar estabilidade em estrada e capacidade em terrenos variados.

O sistema inclui funções como controle anti-mergulho em frenagens e ajuste automático de estabilidade em aceleração. O recurso Minimum Preload reduz a altura da moto em determinadas situações, facilitando o apoio dos pés no solo.

Nos freios, o modelo traz discos duplos de 320 mm na dianteira e disco de 265 mm na traseira, com sistema ABS com atuação em curvas.

Painel TFT de 5 polegadas - DivulgaçãoPainel TFT de 5 polegadas - Divulgação

Pacote eletrônico atualizado

A nova Multistrada V2S conta com uma plataforma inercial de seis eixos, que gerencia diferentes sistemas eletrônicos de assistência.

Entre os recursos disponíveis estão controle de tração, controle de empinada, controle de freio motor e quickshifter bidirecional de segunda geração.

Nova Multistrada V2S - DivulgaçãoNova Multistrada V2S - Divulgação

O modelo oferece cinco modos de pilotagem: Sport, Touring, Urban, Enduro e Wet. Cada modo ajusta parâmetros como potência, resposta do acelerador e níveis de intervenção eletrônica.

O painel TFT de 5 polegadas apresenta três modos de exibição, permitindo ao piloto adaptar as informações de acordo com o uso.

Design e conforto

O design da Ducati Multistrada V2S 2026 segue a identidade visual da linha, com alterações na parte frontal e traseira.

Os faróis em LED com luzes diurnas (DRL), o para-brisa ajustável e os defletores foram desenvolvidos com foco em aerodinâmica e proteção contra o vento.

Nova Multistrada V2S - DivulgaçãoNova Multistrada V2S - Divulgação

A fabricante informa que a ergonomia foi revisada, com melhorias na posição de pilotagem e no conforto do passageiro. O modelo também conta com dutos de ar laterais para ventilação.

Disponibilidade

A Ducati Multistrada V2S 2026 já está disponível nas concessionárias brasileiras, com opções de cores Ducati Red e Storm Green.

Entre os itens de série estão controle de velocidade de cruzeiro, sistema multimídia, tomada USB, iluminação full LED, cavalete central, manoplas aquecidas e sistema de alerta em frenagens bruscas.

Nova Multistrada V2S - DivulgaçãoNova Multistrada V2S - Divulgação

No mercado brasileiro, o modelo será comercializado somente com rodas raiadas. A Ducati também oferece uma linha de acessórios, incluindo malas laterais, baú traseiro e componentes voltados para viagens.

Com preço sugerido de R$ 109.990, sem frete, a Ducati Multistrada V2S 2026 amplia a linha da marca no país, com foco em versatilidade e atualização técnica.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



quarta-feira, 8 de abril de 2026

CARROS ANTIGOS - Joias de Lata














Postagem sugerida pelo meu Amigo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.











ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 VALE TUDO

A política rondoniense viveu, nas últimas semanas, um daqueles momentos em que a liturgia do cargo dá lugar ao vale-tudo eleitoral. O fechamento da chamada “janela partidária” - essa fresta legal que permite a deputados mudarem de sigla sem o risco de perder o mandato - escancarou mais do que simples rearranjos ideológicos: revelou o grau de pragmatismo, oportunismo e, em muitos casos, traição que marca a formação das nominatas para a Câmara Federal.
JOGO SUJO
Nos bastidores, dirigentes partidários foram submetidos a um teste de sobrevivência. Montar chapas competitivas exigiu mais do que articulação política: foi preciso “jogo de cintura” para acomodar egos inflados, “jogo de planilha” para distribuir promessas de fundo eleitoral e “jogo sujo” para rifar antigos aliados em nome de nomes considerados mais viáveis eleitoralmente. A coerência partidária, como de costume, foi tratada como detalhe dispensável.
IMPONDERÁVEL
A lógica que prevaleceu foi simples: quem tem voto - ou aparenta ter - vira prioridade. Nesse processo, deputados trocaram de partido como quem troca de camisa, alguns renegando discursos que os elegeram, outros abandonando bases políticas construídas ao longo de anos. Tudo em nome de uma matemática eleitoral que, na teoria, maximiza as chances de sobrevivência nas urnas. Mas há um detalhe que escapa às planilhas: o eleitor. Ele é o imponderável.
MEMÓRIA CURTA
Embora todos os movimentos tenham sido calculados com base em coeficiente eleitoral, divisão de recursos do fundo partidário e espaços em eventuais governos, há um fator imponderável que costuma cobrar seu preço - a memória (ainda que curta) do eleitorado. Muitos dos atuais parlamentares podem descobrir, da forma mais dura, que não basta estar bem posicionado em uma nominata robusta. É preciso ter entregado resultado.
CONTA ABERTA
Em Rondônia, cresce a percepção de que boa parte da bancada federal produziu mandatos aquém das expectativas. A atuação discreta - para não dizer irrelevante - de muitos deputados contrasta com a intensa movimentação de bastidores para garantir a reeleição. A conta pode não fechar.
EM DESCOMPASSO
Há, inclusive, quem aposte que, dos atuais representantes na Câmara Federal, apenas dois consigam retornar. Um número que, se confirmado, não será fruto de erro de engenharia eleitoral, mas sim de desempenho político insuficiente. Afinal, o eleitor pode até não acompanhar os detalhes da dança partidária, mas reconhece quando o mandato não se traduz em benefícios concretos.
LINHA TÊNUE
No fim das contas, a janela partidária, que deveria ser um instrumento de ajuste democrático, acabou funcionando como vitrine de um sistema em que lealdade é moeda fraca e conveniência é regra. Resta saber se, diante desse espetáculo, o eleitor será mero espectador - ou protagonista de uma renovação que muitos, nos bastidores, fingem não temer, mas claramente tentam evitar.
JANELA DA LÁBIA
Os dirigentes partidários, mestres da lábia, fizeram as contas que os pré-candidatos queriam ouvir para se filiarem mesmo sabendo que as duas ou três vagas prometidas de deputado federal ainda é um mera aritmética feita como miragem para ludibriar os incautos. Com a janela fechada, exigir agora que os compromi$$os firmados sejam cumpridos: eis a questão...
CENÁRIO INCERTO
Como esta coluna cravou, à exaustão, desde o ano passado, o governador Marcos Rocha jamais cogitou renunciar ao mandato para disputar o Senado (após a traição do vice-governador). Não por falta de estímulo, mas por cálculo político, daqueles que dispensam bravatas e priorizam o controle do jogo. As razões foram devidamente fundamentadas por este escriba da cabeça chata, embora muitos tenham preferido a conveniência da ilusão. Restou aos irmãos Gonçalves apostar num cenário que nunca existiu fora das especulações de bastidores.
PECHA IMPLACÁVEL
Ao vice-governador, Sérgio Gonçalves, coube o pior desfecho: revelou-se um político inábil, movido por uma ambição desmesurada e, sobretudo, precoce. Ao romper de forma desnecessária com quem lhe estendeu a mão, encurtou a própria trajetória. Em poucos meses, caminha para o retorno ao anonimato político, com reduzidas chances de reabilitação. Carrega agora na testa a pecha de traidor, um rótulo que, na política, costuma ser permanente e implacável.
QUALIDADES VALIOSAS
Já o irmão, Júnior Gonçalves, embora tenha contribuído para a derrocada do vice, demonstra possuir mais talento para o jogo político. Tem histórico de articulação, sobretudo quando não atua movido pelo fígado. É simpático, inteligente e perspicaz, qualidades que, em uma campanha, são valiosas para fortalecer protagonistas.
ERROS FATAIS
O problema surge quando Junior confunde seu papel: não é, e dificilmente será, o protagonista da história. Se compreender que seu lugar é como coadjuvante qualificado, poderá ser útil, inclusive ao União Brasil. Caso contrário, corre o risco de repetir o mesmo erro que ajudou a afundar o irmão. Nos bastidores ele ajuda muito mais numa eleição do que marmanjos que perambulam em todas as campanhas em busca de uma sombra confortável as próprias ambições.
REGISTRO
Na política, a palavra dita em público costuma pesar menos do que a sussurrada em privado - ainda que devesse ser o inverso. O episódio envolvendo Confúcio Moura ilustra bem essa inversão de valores que, vez ou outra, insiste em se impor como regra.
VERDADE
Havia, de minha parte, um texto pronto. Duro, detalhado, com o bisturi afiado que certas circunstâncias exigem. Não por impulso, mas por ofício - quando o fato pede clareza, o silêncio costuma ser cúmplice. Reafirmo, sem rodeios, o conteúdo que o motivou: a informação publicada era verdadeira. Tanto que, em reservado, o próprio senador reconheceu sua procedência e apresentou suas desculpas.

FIM DE PAPO
Diante disso, faço o movimento que a serenidade recomenda: encerro a querela. O texto, que poderia tensionar ainda mais o ambiente, fica na gaveta. Não por falta de convicção, mas por escolha. Resta, contudo, um ponto que não se dissipa com a discrição de um pedido privado. A palavra pública, quando utilizada para desqualificar, também exige reparação pública. O gesto reservado ameniza, mas não apaga. Alivia o desconforto pessoal, mas não corrige o ruído coletivo.

SUPERAÇÃO
Fica, portanto, o registro sem estridência: a controvérsia está superada no plano pessoal, mas ainda carece de um desfecho à altura no espaço onde começou. Afinal, na vida pública, não basta estar certo - é preciso também parecer justo.
INTOLERÂNCIA
O episódio envolvendo o deputado federal Rafael Fera expõe, mais uma vez, o limite tênue entre o exercício do mandato e o respeito às instituições - entre elas, a imprensa. Não se justifica que um agente público, investido de mandato popular, reaja com agressividade a críticas, ainda que as considere excessivas ou injustas. O caminho institucional é outro: o direito de resposta e o pedido de retratação existem exatamente para isso, e funcionam. Ao partir para o confronto pessoal, o parlamentar fragiliza sua própria posição e desloca o debate do campo político para o terreno da intolerância.
ARMAÇÃO
Por outro lado, é inegável que sua situação jurídica do deputado desperta interesse público e, portanto, deve ser objeto de escrutínio jornalístico. Ao se colocar novamente como candidato, Fera se submete naturalmente ao crivo da opinião pública. Sua condição atual de inelegibilidade, embora real, não é definitiva. Há elementos jurídicos que sustentam a possibilidade de reversão, especialmente diante da reavaliação feita pela própria Câmara Municipal que anteriormente o cassou, reconhecendo ilegalidades no processo. Na época esta coluna apontou que o processo de cassação era uma armação dos adversários. E foi.
HOSTILIDADE
Esse histórico reforça a tese de que houve, no passado, uso político de instrumentos institucionais para conter um adversário incômodo. Ainda assim, a eventual injustiça sofrida não autoriza o deputado a atacar jornalistas que apenas cumprem seu papel. A crítica à imprensa não pode se confundir com intimidação. Se há erro, que se corrija pelos meios legais. Se há perseguição, que se prove nos autos. O que não cabe é transformar divergência em hostilidade.
INJUSTIÇA
No fim, Fera pode reverter sua inelegibilidade - e há sinais de que isso é plausível depois que o TJ arquivou uma ação sobre os mesmos fatos por perda de objeto-, mas sua credibilidade política dependerá também da forma como lida com o contraditório. Em democracia, força não é sinônimo de razão. Embora a Justiça Eleitoral tenha seus próprios ritos, a situação jurídica de Rafael Fera é na ótica deste cabeça chata de uma injustiça que saltam aos olhos. A cassação foi armação.


terça-feira, 7 de abril de 2026

Volta aos anos 1980: Suzuki Katana lança série limitada com apenas 45 unidades

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A Suzuki Katana passa a contar com uma nova edição especial com produção restrita. A fabricante japonesa apresentou oficialmente a Suzuki Katana Limited Edition, versão que terá apenas 45 unidades numeradas e destinadas ao mercado da Alemanha.

O modelo mantém a base mecânica, mas recebe alterações visuais e alguns itens adicionais. A proposta da Suzuki é oferecer uma variante mais exclusiva da Suzuki Katana, mantendo o design inspirado na motocicleta original lançada no início dos anos 1980.

Suzuki Katana Limited Edition - DivulgaçãoSuzuki Katana Limited Edition - Divulgação

A Suzuki Katana Limited Edition chega às concessionárias alemãs com preço de 15.045 euros. Em conversão direta pela cotação média atual, o valor corresponde a aproximadamente R$ 92.000, sem considerar impostos, frete ou custos de importação.

A Katana foi lançada em 1981, e essa versão naked esportiva nunca chegou ao Brasil. O grupo J. Toledo chegou a lançar por aqui a Katana 125, em 1997, mas que nada tinha a ver com a Katana original.

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Série limitada e numerada

Um dos principais elementos da Suzuki Katana Limited Edition é a identificação individual de cada motocicleta. As unidades recebem numeração entre 1 e 45, que indica a posição do modelo dentro da produção total de 45 motos.

Suzuki Katana Limited Edition - DivulgaçãoKatana Limited Edition - Divulgação

A versão especial também inclui novos elementos estéticos. Entre eles estão um protetor de tanque com acabamento semelhante à fibra de carbono e sliders de proteção instalados no chassi.

Outro detalhe exclusivo é o conjunto gráfico chamado “The Edge”. O kit de adesivos combina cores preta e prata e foi desenvolvido para destacar as linhas angulares características da Katana.

A parte traseira da motocicleta também recebe acabamento escurecido, criando contraste com a pintura predominante do modelo.

Suzuki Katana Limited Edition - DivulgaçãoSuzuki Katana Limited Edition - Divulgação

Escapamento Akrapovič diferencia a edição

Uma alteração técnica relevante da Suzuki Katana Limited Edition está no sistema de escapamento. A versão substitui o silenciador padrão por um modelo slip-on desenvolvido pela Akrapovič especificamente para essa motocicleta.

O restante do conjunto permanece igual ao da Suzuki Katana convencional. O motor é o quatro cilindros em linha de 999 cc derivado da esportiva Suzuki GSX-R1000.

Esse propulsor entrega potência declarada de 152 cavalos. No caso da Suzuki Katana, o ajuste privilegia desempenho em médias rotações, oferecendo respostas mais progressivas durante a pilotagem.

Suzuki Katana Limited Edition - DivulgaçãoKatana Limited Edition - Divulgação

Pacote eletrônico e ciclística

Suzuki Katana Limited Edition preserva o mesmo pacote eletrônico da versão regular. O modelo utiliza acelerador eletrônico ride-by-wire e oferece três modos de pilotagem selecionáveis.

Também está presente o sistema de controle de tração STCS, tecnologia da Suzuki com cinco níveis de intervenção. O conjunto eletrônico inclui ainda quickshifter bidirecional de série para trocas de marcha sem o uso da embreagem.

Na parte ciclística, a estrutura continua baseada em um quadro de alumínio. A suspensão utiliza componentes da KYB, enquanto o sistema de freios conta com pinças Brembo montadas radialmente.

painel é uma tela LCD acompanhada de indicadores laterais em LED. Todo o sistema de iluminação da Katana utiliza tecnologia LED.

Suzuki Katana Limited Edition - DivulgaçãoKatana Limited Edition - Divulgação

Itens extras

Além das mudanças visuais e do novo escapamento, os compradores da Suzuki Katana Limited Edition recebem alguns itens adicionais. Um deles é um tapete de garagem personalizado com o logotipo Katana.

A marca também inclui no pacote um exemplar do livro “Katana History”, publicação que apresenta a trajetória e o desenvolvimento do modelo ao longo de mais de quatro décadas.


Fonte: Tudo de Moto.com.br