segunda-feira, 28 de setembro de 2026

AMIGOS DO FUSCA - Encontro no estacionamento da Loja Havan / Sábado



O que é bom , tem que repetir e ser elogiado, isso acontece com  nossos Encontros,  recebemos muitos elogios, sempre , e não tem preço,  é a melhor sensação , sensação de vitória,  estamos sempre vencendo.  Sempre estamos nos apresentando a pessoas incríveis,  isso é gratidão,  pessoas que nos valorizam e entendem que iluminamos e preenchemos os corações com alegria e propósito.  

A vida nos apresenta pessoas especiais para que a nossa trajetória se torne mais alegre e entrem em nossas vidas por amor a nós.  As horas correm, o dia passa e o tempo voa. Somos parte da Cultura Automobilistica de Porto Velho, sempre estamos fazendo acontecer.  Hoje, dia 26 de setembro,  mais uma vez, deixamos registrado nossa presença.  E a todos aqueles que são realmente apaixonados pelo FUSCA,  sempre um prazer estar com vocês. Somos imensamente gratos por ter vocês ao nosso lado.

                                                                                      Henrique / Amigos do Fusca

















Opinião de Primeira - EM UMA SEMANA, COMEÇAREMOS A DECIDIR SE QUEREMOS O BRASIL AO ABISMO OU IREMOS NA DIREÇÃO DA ESPERANÇA



A uma semana da eleição geral no país, há quase uma certeza de que, em nível nacional, Lula e Flávio Bolsonaro vão para o segundo turno, numa eleição presidencial, que decidirá que Brasil queremos para os próximos anos. Se o de Lula e dos seus aliados, que nos colocaram na situação em que estamos hoje ou numa nova possibilidade de renovação, mesmo que ela não seja a ideal.

            Queremos o que está afundado em escândalos; dominado por facções; governados por canetadas de ministros do STF; com um Congresso sob domínio de políticos, que têm o rabo maior do que a distância da Lua e a Terra? Queremos a sociedade dividida em brancos e negros, ricos e pobres, hetero e homossexuais? Se for isso que queremos, Lula deve vencer.

              Se quisermos algo novo, que até pode ser uma aventura, mas, sem dúvida, um risco muito menor do que o que está aí, para nosso país, a escolha recairá sobre Flávio Bolsonaro. Não só sobre ele, mas sobre um novo Congresso, com a maioria de homens e mulheres probos, que possam decidir sem temor de que, dependendo do que defenderem, não tenham como responder a processos, resgatados nas gavetas do STF, para sufocá-los.

             Depois de tantos anos – com apenas um pequeno vácuo, onde o país ensaiou uma melhora – estamos em situação pior do que no início destas últimas décadas. Um Brasil rachado ao meio; com uma dívida assustadora; sem avanços na educação; sem segurança pública, com milhões de brasileiros sob o tacão do crime organizado e com muito pouca coisa que funciona. A não ser, claro, programas sociais que cooptam o voto da população mais pobre e não têm porta de saída.

                Números baseados em dados falsos comemoram o avanço da economia, enquanto milhares de lojas fecham; fábricas demitem outros milhares; empresas se mudam para o Paraguai, para poderem sobreviver. Somos governados por projetos de esquerda que não deram certo em lugar nenhum do mundo. Mas, ainda, corremos o risco de que este projeto não só se mantenha, como ainda se amplie.

             Pagamos alguns dos impostos mais altos do Planeta, para um país pobre e que, há longas décadas, está sempre “em desenvolvimento”. Temos os piores índices sociais; estamos na rabeira da qualidade da Educação; metade dos professores do ensino básico não consegue fazer uma conta de Matemática. Onde as ONGs internacionais dominam a Amazônia.

                Vamos decidir o futuro das nossas crianças e nossos jovens. Vamos decidir sobre o que ainda resta de vida aos nossos idosos. Vamos, enfim, decidir se queremos o atraso, o retrocesso, a vingança, o domínio do crime organizado, a irresponsabilidade fiscal, a quebradeira das empresas ou vamos por outro caminho, que pode ser nossa salvação.

            Quando os dedos de milhões de brasileiros tocarem as urnas eletrônicas e delas sair o resultado, saberemos qual o Brasil que queremos!

O SEGUNDO TURNO VEM AÍ, ENTRE MARCOS ROGÉRIO E FÚRIA. NEGOCIAÇÕES POLÍTICAS JÁ ESTÃO ABERTAS

            Em Rondônia, a eleição caminha para um segundo turno entre Marcos Rogério e Adailton Fúria, a menos que ocorra uma enorme e quase milagrosa surpresa. A última pesquisa Quaest/Rede Amazônica (registrada no TSE sob o número BR 06511/2026) aponta que o candidato do PL teria 37 por cento de intenções de votos, contra 21 de Fúria. Hildon Chaves, o único com uma possibilidade quase irreal de chegar ao segundo turno, teria nove pontos enquanto Expedito Netto ficaria com seis. Pedro Abib e Samuel Costa estão fora.

          A surpresa ficou com Rogério ter saltado 13 pontos da mesma pesquisa Quaest divulgada há menos de 10 dias. O que teria acontecido para ele dar este pulo e o que teria mantido Fúria com os mesmos 21 pontos?

           O candidato a vice na chapa de Marcos Rogério, o deputado estadual Delegado Camargo, acha que a sua chapa ainda pode vencer no primeiro turno. Conseguiria Marcos Rogério crescer mais de 24 pontos (ou seja, dobrar o que tinha há pouco mais de dez dias) até o próximo domingo? Impossível não é, mas obviamente que seria absolutamente surpreendente, já que não surgiu qualquer fato decisivo, que determinasse este resultado.

           Nos bastidores, é claro, porque não se fala isso publicamente, antes do primeiro turno, já há conversações em busca de alianças para o turno decisivo, que ocorrerá em 25 de outubro. Os eleitos ao Senado e à bancada federal também  começarão a ser procurados logo que saia o resultado deste dia 4.

            Quem Hildon Chaves apoiará? A Marcos Rogério, também apoiado por seu arquiadversário Léo Moraes ou a Fúria? E a esquerda de Expedito Netto, ficará isenta ou se postará contra o bolsonarista Marcos Rogério? Pedro Abib irá para que lado? E Samuel Costa?

                Parece muito cedo para tratar de segundo turno, mas não é. As peças do tabuleiro já estão se mexendo bem antes das urnas serem abertas neste domingo que chega célere...

SENADO AINDA É UMA DISPUTA COMPLEXA. E QUEM IRÁ PARA A CÂMARA FEDERAL E ASSEMBLEIA LEGISLATIVA?

          A correria é geral, porque a cerca de 240 horas das urnas, a corrida pelo voto para as duas cadeiras ao Senado; as oito para a Câmara Federal e as 24 cadeiras à Assembleia Legislativa tomou uma nova intensidade. As campanhas cresceram muito, também nas ruas, mas principalmente pela internet, onde as redes sociais abundam de candidatos e seus seguidores pedindo votos.

          Na guerra pelo Senado, são os mesmos cinco com chances reais para as duas cadeiras. Fernando Máximo, Silvia Cristina, Mariana Carvalho, Bruno Scheid e Acir Gurgacz, obviamente que não necessariamente nesta ordem. Com o apoio do governador Marcos Rocha e de todo o grupo palaciano, Luís Fernando da Sefin pode crescer, nesta reta final. Os demais (Luciana Oliveira, Neidinha Suruí, Aires Mota e Engenheiro Túlio) estão fora do páreo, embora todos possam até atingir boas votações.

            Para a Câmara Federal e Assembleia, qualquer prognóstico não passa de um abrigo ilusório dos viajantes, como escreveu Raimundo Corrêa. Dos oito atuais membros da bancada, dois não concorrem à reeleição. Entre os outros seis, os nomes mais fortes são os de Lúcio Mosquini e Maurício Carvalho. Mas o Coronel Chrisóstomo e Cristiane Lopes podem sim conseguir novo mandato. Thiago Flores e Rafael Fera disputam o eleitorado de Ariquemes e região. Terão força eleitoral para se manterem? E quem serão os novos que poderão chegar?

           Se na bancada federal é difícil se chegar a uma conclusão dos eleitos, imagine-se para a Assembleia, onde onze candidatos disputam cada uma das cadeiras! Pela estrutura política e financeira que têm, certamente grande parte dos atuais parlamentares têm chances de voltar. Mas vêm aí muita gente nova, ávida por tomar seus lugares. Portanto, previsão aí, nem a bola de cristal da Irmã Dinah acertaria.

QUAEST DIZ QUE MAIORIA APROVA GOVERNO MARCOS ROCHA. CASO TIVESSE CONCORRIDO AO SENADO, ELE CERTAMENTE SERIA ELEITO

          Mais uma vez, pesquisa Quaest/Rede Amazônica desmente para da opinião pública que imaginava o governo Marcos Rocha com índices muito baixos de aprovação. A afirmativa é contestada pelos números. Os divulgados nesta quinta-feira, dão conta que a maioria dos rondonienses aprova do atual governo e que Marcos Rocha mereceria mais um mandato.

           Registrada no TSE sob o número BR 06511/2026, a pesquisa aponta que 46 por cento aprovam os dois mandatos de Rocha; enquanto 31 por cento reprovam e 23 por cento ou não sabem ou não responderam. Sobre aprovação do governo, os números ainda são melhores: 31 por cento positivo; 37 por cento regular e apenas 19 por cento negativo. Um total de 13 por cento não souberam ou não responderam.

          Num outro quesito, o se Marcos Rocha mereceria ou não ser reeleito e ainda, se mereceria eleger seu sucessor, outro dado positivo para ele. As respostas positivas chegaram a 46 por cento e as negativas a 39.  Só 15 por cento não sabiam ou não responderam.

          Os dados deixam ainda mais lamentável a decisão do governador de não concorrer ao Senado, por briga com seu vice. Caso disputasse, pelos números positivos que as pesquisas lhe têm dado, Marcos Rocha estaria virtualmente eleito.

          A pesquisa Quaest também divulgou dados notórios: saúde (46 por cento); Infraestrutura (13 por cento) e violência, ou seja, insegurança pública (9 por cento), foram os três problemas mais citados pelos entrevistados.

BOLSONARISMO PREDOMINA: POR AQUI, FLÁVIO TEM 53 POR CENTO DE INTENÇÃO DE VOTOS CONTRA 19 POR CENTO DE LULA

          Por falar em pesquisas, elas abundam país afora, na maioria dos casos dando vitória a Lula sobre Flávio Bolsonaro no primeiro e segundo turnos, embora nas últimas semanas este quadro tenha mudado. Já há apontamentos colocando o representante dos Bolsonaro à frente, em ambas as disputas. Em Rondônia, contudo, a situação é muito diferente. O petista está em queda e o bolsonarista em ascensão.

          Segundo pesquisa Quaest/Rede Amazônica Amazônica (registrada no TSE sob o número BR 06511/2026) desta semana, Flávio Bolsonaro tem a preferência de nada menos do que 53 por cento dos rondonienses. Lula ficaria com apenas 19 por cento; Augusto Cury com 4 por cento; Ronaldo Caiado com 3; Renan Santos com 1 por cento, Samara Martins com 1 por cento.

          O governo Lula, aliás, tem a desaprovação de 63 por cento do eleitorado local, enquanto 30 por cento o aprovam, mas mesmo entre estes, apenas 19 por cento votariam nele, para um quarto mandato.

          Todos os demais postulantes à Presidência (Romeu Zema, Rui Costa Pimenta, Clariana Barão, Edmilson Costa, Hertz Dias, Leonardo Avalanche e Wilson Graça) ficaram  no zero. Com exceção de Zema, que ainda é conhecido no Estado, todos os demais são figuras absolutamente desconhecidas pelo eleitorado do nosso Estado.

          Segundo a pesquisa, 85 por cento dos entrevistados garantiram que sua escolha sobre o candidato à Presidência é definitiva, enquanto 15 por cento admitiram que ainda podem mudar.

COM META DE ATENDER ATÉ 10 MIL PESSOAS, HOSPITAL MUNICIPAL UNIVERSITÁRIO ABRE AS PORTAS, NESTA SEGUNDA-FEIRA

          Enfim, o sonho que parecia que jamais seria realizado, se tornou concreto. Depois de décadas de espera e graças a uma jogada que envolveu criatividade, audácia e parcerias, Porto Velho ganha, a partir desta segunda-feira, dia 28, seu Hospital Municipal Universitário. Começará com atendimentos ambulatoriais, pretendendo beneficiar milhares de pessoas em filas de regulação. Será o primeiro passo para que, num futuro bem próximo, o Hospital também receba pacientes internados.

         “É um sonho de longos anos. E a capacidade de investimento que temos é muito baixa. Por isso, criamos um tripé para que o projeto fosse exequível. A Prefeitura comprou o Hospital com recursos próprios; fizemos então uma doação à Unir, para que a Universidade faça contrato com a mantenedora de hospitais universitários. Só então tornamos possível este projeto”, resumiu Léo Moraes, ao participar do programa dos Dinossauros do Rádio, na Parecis FM, nesta semana.

          Ele lembrou ainda que o Hospital deverá ter cerca de 205 leitos, quando todas as obras estiverem concluídas. Agora, contudo, começam os primeiros atendimentos, via convênio com a Agesus, órgão do INSS, do governo federal.

          Ortopedia, oftalmologia e ginecologia serão as primeiras três especialidades em atendimento, já a partir desta segunda-feira. Os pacientes estão sendo chamados através da Regulação. Tão logo saia da sala de atendimento, o paciente será encaminhado para salas de exames, conforme os pedidos feitos pelos médicos.

          Nesta primeira fase, está previsto o atendimento de pelo menos 10 mil pessoas, com 20 mil procedimentos. Tudo gratuito, via SUS. Uma grande festa, com atrações e muita comemoração marcará o início dos atendimentos no hospital.

CONSELHO DO MPF DECIDE NÃO AFASTAR PROCURADOR GERAL SOB SUSPEITA. ALGUÉM ESPERAVA UMA DECISÃO DIFERENTE?

          Alguém aí, em são consciência, chegou a acreditar por um só segundo que o Conselho Federal do Ministério Público iria decidir pelo afastamento do Procurador Geralda República do caso Master, mesmo depois de tudo o que se soube em relação às ligações de Paulo Gonet com o banqueiro/bandido Daniel Vorcaro?

          Imagine-se se fossem outros os personagens. Suponhamos se o acusado (fumando charuto e tomando uísque caríssimo com Vorcaro, além de trocas de mensagens) fosse alguém do governo anterior? Não estaria só afastado, como já julgado e condenado?

          Mas hoje, a principal instituição que deveria dar o exemplo da democracia brasileira, sua defensora intransigente, também está tomada pelo partidarismo e pela ideologia, infelizmente. Seus membros se protegem acima de tudo. As decisões são diferentes para adversários ideológicos, para o brasileiro comum e para os seus.

          Na análise, todas as provas, evidências, troca de mensagens, pedidos de viagem para o filho do PGR e tudo o mais, foi ignorado. Houve apenas uma divisão interna com a votação empatada sobre se deveriam ou não prosseguir as investigações. Desde o Império Romano se diz que à mulher de César não basta ser honesta. Tem que parecer honesta. Ao Procurador Geral da República não se pode imaginar uma pecha de suspeita. Mas seus colegas, certamente, não pensam assim.

         E, cada vez mais instituições sérias, de que dependem a verdadeira democracia de um grande país, começam a perder sua credibilidade, ao preferir a ação política à verdadeira Justiça. Estamos andando por caminhos espinhosos e não sabemos se um dia conseguiremos sair deles!

AVANTE FEZ CARREATA PARA AUGUSTO CURY, ÚNICO PRESIDENCIÁVEL A VIR AO ESTADO NESTE PRIMEIRO TURNO

        Foi um bom teste de popularidade, tanto para o candidato à Presidência, Augusto Cury, que pela primeira vez veio a Rondônia nesta condição, quanto para os membros e dirigentes do Avante no Estado. A carreata misturada com motociata que saiu do aeroporto internacional Jorge Teixeira , nesta quinta-feira e percorreu vários ruas e avenidas da Capital, teve boa participação.

           O presidente do Avante, Jair Montes e o vereador e candidato a deputado estadual, Breno Mendes, principais nomes do partido e que foram os responsáveis por organizar o evento, comemoraram os resultados. Cury também não poupou elogios à dupla e ao Avante de Rondônia e se mostrou bastante satisfeito com o que vi e onde foi o principal personagem.

            A carreata parou no Espaço Alternativo, onde Cury fez um rápido pronunciamento. Elogiou Rondônia, destacou que o Estado precisa se industrializar para aproveitar melhor sua produção e riquezas naturais e garantiu, caso eleito, seus olhos voltados para cá e para a Amazônia.

          O presidenciável permaneceu algumas horas na Capital e, por enquanto, é o único candidato previsto para vir a Rondônia, ao menos neste primeiro turno da eleição. Cury surgiu bem depois de um debate em que participou na Band, em nível nacional e chegou a ser cogitado, ao menos durante algum temo, como uma terceira via entre Lula e Flávio Bolsonaro.

          Augusto Cury, depois de Porto Velho, seguiu para Manaus, onde cumpriu agenda. Jair Montes, presidente do Avante, afirmou que, neste momento em que 47 por cento dos brasileiros não querem votar em candidatos de extremas, Cury surge como uma opção viável.

CÉLIO LOPES, DO ALTO DOS SEUS QUASE 27 MIL VOTOS EM PORTO VELHO, AGORA QUER SER DEPUTADO FEDERAL

          "Quem quer representar Rondônia em Brasília tem o dever moral de gastar sola de sapato, ir até a ponta e ouvir quem vive e trabalha aqui. Por isso, percorri até quatro cidades em um só dia, porque cada aperto de mão e cada conversa em distrito, nos mostra onde o poder público está falhando”.

          Quem fala assim não é um teórico. É quem está percorrendo Rondônia, ouvindo a população e se apresentando como um postulante a uma cadeira à Câmara Federal, com propósitos claros e propostas concretas. Célio Lopes estreou na política disputando a Prefeitura de Porto Velho. Mesmo sendo um nome completamente novo, suas ideias foram acatadas. Teve nada menos do que 26.817 votos, ficando atrás apenas de Mariana Carvalho e Léo Moraes, que foram ao segundo turno.

          Na disputa pelas oito vagas à Câmara, o jovem advogado que concorre pelo União Brasil defende temas polêmicos, como a reestruturação da saúde básica e distrital. Faz também defesa irrestrita do trabalhador e da previdência. Quer proteção aos direitos sociais, previdenciários e trabalhistas com respaldo técnico-jurídico. Garante que vai cobrar por obras estruturantes nas rodovias, para baratear o frete da produção rural, aliada ao fortalecimento da educação técnica e incentivos para conter a saída de jovens do Estado.

         Célio Lopes destaca, ainda, a necessidade de um mandato que compreenda a diversidade socioeconômica de Rondônia, superando o distanciamento histórico entre as decisões tomadas na Capital Federal e as urgências sentidas por quem vive e produz no interior do Estado.

          Olho em Célio Lopes, uma nova liderança, ainda jovem, que surge no cenário político de Rondônia! Ele é candidato à Câmara Federal e quer chegar lá para ser um destaque entre os representantes do Estado no Congresso.

PERGUNTINHA

        Qual sua opinião sobre nova declaração, divulgada por ele mesmo em vídeo nas redes sociais, em que Aldo Rebelo, ex-ministro de Lula e Dilma ataca o Ministério Público Federal, afirmando perante Comissão da Câmara Federal que o MPF na Amazônia “é o braço jurídico das ONGs internacionais?” e ainda acusa Procuradores de serem membros de Conselhos de ONGs? (Veja o vídeo, na íntegra, pelo link https://www.facebook.com/watch/?v=1398411478540008)


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO






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Postagem sugerida pelo meu Amigo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.










domingo, 27 de setembro de 2026

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 DESERTO

A privatização da CAERD terminou exatamente como alguns alertavam: em água. Só que não foi a água da universalização do saneamento. Foi a água fria jogada sobre um projeto de R$ 8,47 bilhões que não conseguiu atrair sequer uma empresa interessada. O certame foi declarado deserto depois que nenhum investidor apresentou proposta.
FRACASSO
Não é apenas um fracasso licitatório. É um retrato da falta de planejamento político de um governo que insistiu em empurrar goela abaixo uma concessão de 35 anos sem construir o consenso necessário em torno de um serviço que mexe diretamente com o bolso e a vida de todos os rondonienses.
TEIMOSIA
A única audiência pública realizada em Porto Velho já deveria ter servido como sinal amarelo. Não serviu. O governo preferiu acelerar o processo enquanto praticamente toda a classe política que disputa o Palácio Rio Madeira defendia que a decisão fosse deixada para o próximo governador, legitimado pelas urnas. Marcos Rocha fez ouvidos de mercador. Insistiu. Bateu o pé. E agora recebeu da realidade a resposta que a política vinha lhe dando há meses: ninguém apareceu.
PERGUNTA
Uma concessão dessa magnitude não pode ser tratada como propriedade particular de um governo em fim de mandato. São 35 anos de contrato, bilhões em investimentos e um serviço essencial. E há uma pergunta elementar que jamais poderia ficar em segundo plano: quanto o cidadão pagará pela água e pelo esgoto depois que a torneira da iniciativa privada for aberta?
MODELAGEM
O problema não está em discutir participação privada no saneamento. O problema é fazer isso sem a transparência, a segurança regulatória e a pactuação política necessárias. Uma ação popular, inclusive, questionou aspectos do edital relacionados à tarifa social, descontos e critérios de outorga. A CAERD é uma empresa familiarizada com a ineficiência, pesada, endividada e incapaz de entregar o saneamento que Rondônia merece. Isso ninguém precisa dourar. Mas a incompetência da estatal não transforma automaticamente qualquer modelo de concessão em bom negócio para o Estado.
CONFUSÃO
O governo confundiu urgência com atropelo. Quis resolver em meses aquilo que exigia planejamento, diálogo e legitimidade. E acabou produzindo um daqueles raros espetáculos administrativos em que ninguém aparece para comprar aquilo que o vendedor jurava ser irresistível.
MÁGOAS
Agora, diante do fracasso, o governo fala em avaliar condições de mercado e aspectos técnicos e financeiros. É exatamente o que deveria ter feito antes. O episódio revela também o ocaso político de uma administração que, juridicamente, ainda permanece de pé, mas politicamente já parece caminhar sobre muletas. Em vez de construir pontes com aliados e adversários, o governador preferiu transformar divergências em mágoas públicas e isolamento em método. Na política, isso costuma cobrar juros.
PRESSA
Quem se isola voluntariamente termina descobrindo, quando precisa de apoio, que isolamento não é companhia. E o fracasso da CAERD deixa uma lição incômoda para o próximo governo: saneamento não pode ser tratado como herança de ocasião nem como negócio de balcão. Água e esgoto são patrimônio público, e qualquer concessão precisa colocar os interesses de Rondônia acima da pressa de um governo que está saindo.
ESTUPIDEZ
A CAERD pode até estar agonizando. Mas Rondônia não pode ser obrigada a beber a conta de um erro cometido às pressas. Desta vez, felizmente, não houve comprador. Apesar da insistência estúpida de quem governa ao ouvir auxiliares incompetentes. Rondônia carece de políticos menos vaidosos e menos arrogantes.
DEBATE
O debate da TV Norte, afiliada ao SBT, terminou sendo uma espécie de debate de portas abertas: os principais convidados simplesmente não apareceram. Hildon Chaves, Marcos Rogério, Adailton Fúria e Expedito Netto desistiram e deixaram Samuel Costa e Pedro Abib falando praticamente para as paredes. Para uma eleição que se aproxima da hora da verdade, não é exatamente uma demonstração de apetite pelo confronto de ideias. O problema é que ideias e propostas não estão na pauta da maioria dos debatedores. Isto afugenta quem é sério.
EXPOSTO
Debate não é obrigação moral de candidato, mas é uma das poucas ocasiões em que o eleitor pode colocar propostas lado a lado, ouvir respostas sem a edição do marqueteiro e observar como cada postulante reage quando a pergunta deixa de ser previamente combinada.
PRUDÊNCIA
É evidente que campanha eleitoral também é estratégia. O candidato calcula ganhos e perdas, exposição e risco. Quem está na dianteira sabe que um debate pode ser palco de consagração, mas também pode transformar uma pequena hesitação em manchete e uma frase mal colocada em pesadelo de campanha. Na política, às vezes, o silêncio é tratado como prudência.
MUNIÇÃO
Nacionalmente, candidatos competitivos também têm evitado determinados debates, sobretudo quando avaliam que o confronto pode servir mais aos adversários do que a eles. Nos estados, o fenômeno se repete: os chamados candidatos de ponta evitam, quando podem, o franco-atirador que entra no estúdio disposto a transformar cada pergunta em munição. E talvez Rondônia tenha produzido uma razão adicional para essa cautela.
CONTAMINAÇÃO
No debate da SIC TV, considerado até aqui o mais concorrido da eleição, os seis candidatos estiveram presentes, mas Samuel Costa e Expedito Netto protagonizaram os momentos mais ásperos, com acusações e confrontos pessoais que acabaram contaminando boa parte do encontro. O debate de propostas foi, em vários momentos, substituído por uma troca de golpes verbais.
PARADOXO
O episódio pode ter reforçado entre algumas campanhas a velha máxima de que, em determinadas circunstâncias, é melhor não entrar na arena do que oferecer ao adversário uma cadeira, um microfone e alguns minutos para bater. Mas aí aparece o paradoxo.
CACETE
Todos dizem possuir propostas. Todos prometem transformar Rondônia. Todos falam em saúde, educação, infraestrutura, segurança, desenvolvimento e equilíbrio fiscal. Quando chega a hora de colocar essas ideias diante dos adversários, porém, alguns preferem a propaganda cuidadosamente iluminada ao ambiente incômodo do confronto. E quando o debate descamba para a baixaria, o eleitor perde duas vezes: perde a oportunidade de conhecer melhor os candidatos e perde a oportunidade de comparar projetos. O curioso é que o candidato que mais utiliza da baixaria é quem mais critica pela ausência dos concorrentes. Cinismo em alta voltagem.
BOTIQUIM
Os organizadores também precisam fazer sua parte. Debate não pode ser ringue de vale-tudo. Regras claras, advertência imediata e intervenção firme do mediador são indispensáveis quando a discussão abandona a política e desembarca no insulto. O direito ao contraditório não pode ser confundido com licença para a agressão. A ironia é que os candidatos reclamam da política rasteira, mas às vezes ajudam a fabricá-la. Falam em alto nível e, diante do primeiro confronto, transformam o estúdio em botequim de esquina.
BARULHO
Lamentamos a ausência dos candidatos, porque o confronto de ideias é indispensável à democracia. Mas um debate transformado em vale-tudo também não interessa a ninguém. Em determinadas circunstâncias, até o cancelamento de uma disputa pode ser menos nocivo do que obrigar o eleitor a assistir a uma rinha de brigas fratricidas, na qual as propostas desaparecem sob o barulho dos insultos. Daí é compreensivo que os candidatos de ponta evitarem de se confrontar com quem olha para cima querendo tão somente puxar o pé para baixo de quem está a sua frente.
CIRCO
Pode-se criticar a ausência, mas é possível compreender a estratégia. Depois do espetáculo de pancadaria verbal do último debate, evitar uma nova arena de confronto insano pode ser, para alguns candidatos, menos uma fuga do eleitor e mais uma tentativa de não transformar a campanha em circo. Porque promessa todo candidato faz. Difícil é sustentá-la quando o outro candidato está sentado a dois metros de distância. Além de poupar quem assiste a cenas degradantes. O SBT não tem culpa, fez sua parte para democracia. Os debatedores mais afoitos e mais estridentes são os culpados. O resto é lorota.


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO