sexta-feira, 12 de junho de 2026

Ducati Senna: trilogia de motos reunida em Interlagos para celebrar 35 anos da 1ª vitória de Ayrton Senna no Brasil

 

Ducati e a marca Senna reuniram pela primeira vez em Interlagos as três motocicletas produzidas em tributo a Ayrton Senna, posicionadas na curva do S do Senna, em ação que marcou os 35 anos da primeira vitória do piloto no Brasil e relembrou mais de 30 anos de parceria.

A ação inédita no Autódromo de Interlagos reuniu as três motocicletas criadas pela Ducati em homenagem a Ayrton Senna, com os modelos expostos no trecho do circuito que leva o nome do piloto.

Ducati e a marca Senna: as três motocicletas tributo a Ayrton Senna - Divulgação
Ducati e a marca Senna: as três motocicletas tributo a Ayrton Senna – Divulgação

Os modelos apresentados foram a Ducati 916 Senna, a Panigale 1199 S Senna e a Monster 937 Senna, peças que também simbolizam a aliança entre a fabricante italiana e a marca Senna iniciada oficialmente na década de 1990.

O encontro foi realizado como parte das comemorações dos 35 anos da primeira vitória de Senna no Brasil, corrida de 1991 considerada marcante na carreira do piloto.

As três motocicletas foram posicionadas na curva conhecida como S do Senna, trecho do Autódromo de Interlagos onde o próprio Ayrton Senna participou do projeto do traçado. A iniciativa reuniu os modelos no circuito paulistano pela primeira vez.

As três motocicletas tributo a Ayrton Senna - Divulgação
As três motocicletas tributo a Ayrton Senna – Divulgação

Parceria Ducati e Senna

A colaboração entre Ducati e a marca Senna foi formalizada na década de 1990 e ultrapassa três décadas. A ação em Interlagos foi apresentada pela Ducati como parte das celebrações ligadas ao legado do piloto e à relação de longa data entre as marcas.

Ducati 916 Senna

916 Senna - 1994 - Divulgação
916 Senna – 1994 – Divulgação

A Ducati 916 Senna foi o primeiro modelo da série especial, lançado em 1994 em tiragem limitada de 301 unidades. A versão contou com componentes em fibra de carbono e rodas na cor laranja, e trouxe motor de 916 cm³, com potência de 114 cv e velocidade máxima de 263 km/h.

Panigale 1199 S Senna

Panigale 1199 S - Divulgação
Panigale 1199 S – Divulgação

A Panigale 1199 S Senna foi lançada em 2014 em produção limitada a 161 unidades, número escolhido em referência à quantidade de Grandes Prêmios disputados por Ayrton Senna na Fórmula 1. A esportiva utilizou motor Superquadro bicilíndrico com 195 cv, peso de 166,5 kg, aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 3 segundos e velocidade máxima de 298 km/h.

Monster 937 Senna

Monster 937 - Divulgação
Monster 937 – Divulgação

A Monster 937 Senna, apresentada em 2024 durante o GP de Ímola como parte das celebrações pelos 30 anos do legado de Senna, recebeu pintura inspirada nas cores do capacete do piloto. A produção foi limitada a 341 unidades, referência aos três títulos mundiais e às 41 vitórias de Ayrton Senna, e a moto é equipada com motor Testastretta de 911 cm³ e potência de 111 cv.

nterlagos e simbolismo

Monster 937 - Divulgação
Monster 937 – Divulgação

A escolha de Interlagos está ligada ao histórico de Ayrton Senna no circuito paulista. Em 1991 Senna conquistou ali sua primeira vitória no Brasil, resultado lembrado como uma das corridas mais marcantes de sua trajetória, o que conferiu simbolismo à exposição na curva que leva seu nome.

Bianca Senna, CEO da Senna Brands e sobrinha do piloto, afirmou que a iniciativa busca manter vivo o legado de Ayrton Senna em áreas ligadas à velocidade e ao esporte. Durante o evento, o CEO da Ducati no Brasil, Daniel Paixão, pilotou a unidade número 001 da Monster Senna na pista de Interlagos.

Bianca Senna e Daniel Paixão - Divulgação
Bianca Senna e Daniel Paixão – Divulgação

A Ducati detalhou as tiragens limitadas dos modelos apresentados: 301 unidades da 916 Senna, 161 da Panigale 1199 S Senna e 341 da Monster 937 Senna. A marca informou que todas as unidades da Monster foram vendidas em 72 horas. Não foram divulgadas informações sobre preços na ação.


Fonte: Tudo de Moto.com.br


                                                        (sjrp)

Dia dos Namorados 2026 / 12 de Junho


O 12 de junho, vai cair em 2026 numa sexta-feira. A data nada tem a ver com o amor, foi uma invenção publicitária para turbinar as vendas do varejo num mês fraco. Em 1948, as Lojas Clipper encomendaram ao publicitário João Dória, pai do empresário e apresentador João Dória Júnior, uma campanha para elevar vendas em junho, que tinha o menor faturamento do ano. Dória percebeu que 13 de junho é o Dia de Santo Antônio, o Santo Casamenteiro.

Nessa data, mulheres desejosas do casamento costumam ir às igrejas dedicadas ao Santo pedir um bom marido. Então ele achou que o dia anterior poderia ser em homenagem aos namorados – afinal, antes de casar namora-se – numa cópia tupiniquim do Valentine’s Day norte-americano, que naquele momento já era uma data comercial bem-estabelecida. Assim nasceu o Dia dos Namorados brasileiro.

Fonte: www.calendário.com.br


                                                                                    (sjrp)

quinta-feira, 11 de junho de 2026

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 IMPRENSA

A iniciativa do Ministério Público Federal de mapear possíveis casos de assédio judicial contra jornalistas em Rondônia merece reconhecimento e aplausos. Até aqui, não se identificam, no cenário local, episódios evidentes que caracterizem o uso abusivo do Judiciário com o propósito de silenciar a imprensa ou constranger o exercício da atividade jornalística.
COMPROMISSO
Ainda assim, a medida do MPF revela prudência institucional e compromisso com valores essenciais da democracia. A simples disposição de ouvir entidades representativas, levantar informações e promover o debate público funciona como fator de inibição a eventuais tentativas de intimidação futura.
CENSURA
É evidente que excessos praticados por qualquer profissional da comunicação devem ser corrigidos pelos instrumentos legais adequados, assegurando-se o direito de resposta e a responsabilização quando cabível. O que não se pode admitir são interpretações elásticas da legislação destinadas a transformar a Justiça em mecanismo de censura indireta.
GARANTIA
A imprensa livre não é um privilégio dos jornalistas; é uma garantia da sociedade. É por meio dela que abusos são revelados, desvios são denunciados e avanços autoritários encontram resistência. Proteger a liberdade de imprensa é proteger o direito do cidadão à informação. E, nesse aspecto, o MPF cumpre um papel que honra sua missão constitucional: vigiar para que o medo jamais substitua a liberdade de informar.
EXPLORAÇÃO
O episódio talvez revele menos sobre divergências entre aliados e mais sobre o ambiente de desconfiança instalado no núcleo da pré-campanha do PSD. Reuniões políticas tensas são absolutamente normais. Discussões ásperas, cobranças e imposições fazem parte do jogo do poder. Também não há qualquer anormalidade em nomes ligados ao governador, como a primeira-dama, Massud Badra e Elias Rezende, ocuparem posições estratégicas numa eventual coordenação de campanha de um aliado. Quem explora isso como escândalo o faz, naturalmente, por conveniência política.
TRAIÇÃO
O verdadeiro problema está em outro lugar: o vazamento. Se o encontro era reservado e contou apenas com pessoas de confiança, alguém decidiu transformar bastidores em munição política. E isso é muito mais grave do que qualquer bate-boca entre aliados. Campanhas eleitorais são vencidas com estratégia, disciplina e lealdade.
ALERTA
Quando informações internas começam a abastecer o noticiário por mãos que estavam sentadas à mesa, o alerta deve soar. O inimigo pode não estar do lado de fora. Poucos perceberam, mas a principal notícia desse episódio envolvendo Marcos Rocha, Adailton Fúria, esposas e assessores não é a existência de divergências, e sim a presença de infiltrados ou de quem, por vocação ou interesse, prefere o papel de delator ao de aliado. Nenhum projeto político prospera quando a confiança deixa de frequentar a mesma sala que seus protagonistas.
ESTRAGOS
O PSD liderado por Marcos Rocha e Adailton Fúria devem ficar atentos porque traidor dentro da própria casa em campanha costuma fazer mais estragos do que adversários. Isto sim ninguém percebeu em tudo que foi divulgado. Os estragos podem ser incomensuravelmente desastrosos. O resto lorota.
BOBAGEM
Adailton Fúria parece incomodado com a insistência de alguns jornalistas em explorar sua proximidade política com o governo. É uma reação compreensível, mas desnecessária. Afinal, são aliados e não há nada de indecoroso nisso. Toda aliança traz consigo bônus e ônus, especialmente quando alguns apoiadores carregam elevada taxa de rejeição ou despertam críticas contundentes. Mas eleição se decide no confronto de ideias, na capacidade de convencer o eleitor e na apresentação de propostas. No fim das contas, o cidadão julga o candidato. Apoios ajudam ou atrapalham momentaneamente, porém raramente determinam sozinhos o resultado das urnas.
EMENDAS
Antes de tudo, é preciso reconhecer: a bancada federal de Rondônia trouxe emendas para os municípios. Mas convém separar mérito de obrigação. Emendas parlamentares individuais são recursos previstos no orçamento, distribuídos como cota aos congressistas. Não representam favor pessoal, tampouco gesto de generosidade política. São instrumentos institucionais que todos os parlamentares do país utilizam.
PUBLICIDADE
O problema começa quando se tenta transformar o cumprimento do mínimo em façanha histórica. Outdoors, discursos e redes sociais vendem como extraordinário aquilo que deveria ser rotina do mandato. Enquanto se exalta a entrega de ambulâncias, tratores e pequenas obras, faltam resultados concretos nas grandes pautas estruturantes que realmente alteram o destino do Estado.
OMISSÃO
A bancada falhou em exercer o peso político necessário para enfrentar a abusiva política de pedágios na BR-364, que impõe custos elevados à população e ao setor produtivo. Rondônia assistiu, praticamente inerte, à consolidação de uma das maiores formas de extorsão oficializada contra quem depende da principal rodovia do Estado para trabalhar, produzir e se deslocar. Agora, com o prejuízo eleitoral exposto, tentam enrolar o eleitor com discursos tardios.
PRESTÍGIO
Também não houve capacidade de articulação suficiente para arrancar da União investimentos mais robustos em infraestrutura. Muitas obras anunciadas são frutos de planejamentos iniciados há anos ou avançam em ritmo incompatível com as necessidades rondonienses. Em alguns casos, permanecem apenas no terreno das promessas e das placas de inauguração antecipada. Aqueles que saíram do papel é fruto do Governo federal. E não prestígio dos nossos parlamentares.
EFICIÊNCIA
Uma bancada federal existe para muito mais do que distribuir emendas. Espera-se dela influência política, capacidade de negociação e defesa intransigente dos interesses coletivos. Espera-se liderança diante dos problemas que afetam milhares de cidadãos, e não apenas eficiência na divulgação publicitária dos recursos encaminhados.
LEGADO
Ao final de quatro anos, a pergunta que permanece é simples: além das emendas - que são dever institucional e não favor - qual legado efetivo essa bancada deixa para Rondônia? Se a resposta exigir muito esforço para ser encontrada, talvez ela revele, por si só, o tamanho da dívida política acumulada com a população do Estado.
PESO
Durante quase uma década, o ex-prefeito de Ji-Paraná, Jesualdo Pires, conviveu com o peso de acusações, insinuações e campanhas de desinformação que tentavam vinculá-lo aos problemas envolvendo investimentos do fundo previdenciário municipal. Desde 2016, adversários políticos transformaram suspeitas em narrativas prontas, mesmo sem a existência de indiciamento formal contra o ex-prefeito.
CORREÇÃO
O relatório final da Polícia Federal, concluído em 2026, descreve os fatos investigados, aponta responsabilidades de gestores diretamente ligados às operações financeiras e detalha as decisões tomadas no âmbito do RPPS. Jesualdo aparece citado apenas em razão do cargo que ocupava à época, sem figurar entre os investigados centrais do inquérito.  
FAKE
Ao longo dos anos, porém, a internet e os palanques produziram uma condenação paralela. Bastava seu nome surgir em qualquer documento para que aparecessem versões fantasiosas tentando colocá-lo no centro dos acontecimentos. Hoje a verdade se impõe e comprova que o ex-prefeito sempre foi um político correto que soube honrar os mandatos que exerceu ao longo da vida.
COMPARACÃO
A comparação com o ex-prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, é inevitável. Roberto chegou a ser preso, exposto publicamente e posteriormente inocentado. Jesualdo sequer foi indiciado, mas enfrentou um tribunal informal alimentado por boatos e interesses eleitorais.
DESTAQUE
A política tem dessas ironias: às vezes a absolvição judicial chega antes da absolvição das redes sociais. No caso de Jesualdo Pires, os anos passaram, as investigações avançaram, os fatos foram examinados e as acusações propagadas por adversários continuaram sem produzir a prova que prometiam encontrar. Enquanto isso, a suspeita virou manchete; a ausência de prova, para muitos, nunca recebeu o mesmo destaque.
RESPEITO
Jesualdo Pires, para este cabeça chata, nunca foi suspeito, mas um político da mais alta qualidade que tem deste escriba admiração e respeito. O relatório da PF afastando dele qualquer suspeita demorou, mas antes tarde do que nunca.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO



(sjrp)

segunda-feira, 8 de junho de 2026

FEITO COM AS MÃOS - Exposição de Artes Visuais, Fotografia e Artesanato



Realizado hoje, segunda-feira (8), a Exposição de Artes Visuais, Fotografia e Artesanato, tendo como a artista a Socorro Ramos e Raimundo Soares, sendo como local escolhido a Galeria Afonso Licório, localizada na  Casa de Cultura Ivan Marrocos, em nossa cidade. Um trabalho bonito e de grande beleza, dos queridos Artistas de nossa Cidade, a Socorro e o Raimundo. Este quem Vos escreve teve o privilégio de participar.  Presente também o nosso querido Artista e Professor, o João Zogbi e outros Artistas. Também aconteceu a apresentação do Grupo Carimbó Acreditar; e um delicioso Café da Manhã.Veja as fotos.