terça-feira, 3 de dezembro de 2024

HONDA ATUALIZA LINHA CRF 250/450 R E RX - Modelos também receberam novo visual

 

A tradição da linha Honda CRF nas competições é inegável. Com vários títulos e conquistas nas mais diversas modalidades em todo o mundo. A marca agora atualiza de uma só vez os 4 modelos: CRF 250R e CRF 250RX e CRF 450R e CRF 450RX.

A linha R é destinada ao Motocross conta com roda traseira aro 19 e tanque de titânio - com 6,3 litros de capacidade. Para o uso em competições de Enduro a linha RX conta com tanque plástico com capacidade de 8 litros e roda traseira aro 18. Em todas elas a roda dianteira é de 21 polegadas.

A principal alteração dos modelos foi no chassi de alumínio agora revisto e reforçado para maior rigidez lateral. As carenages também são novas, assim como os grafismos com a tradicional "asa" da Honda no para-lama dianteiro. A suspensão dianteira também é nova, da marca Showa com tubos de 49 mm de diâmetro.

Para a linha 250 uma importante atualização foi a adoção HSTC (que permite o controle da entrega de torque) em 3 níveis - item que já era presente na linha 450. O sistema de injeção PGM-FI também foi ajustado para melhor resposta, seja nas pistas de Motocross ou no Enduro.

Importadas diretamente do Japão a nova linha CRF deve chegar nas concessionárias na marca no mês de dezembro. A única cor disponível será o tradicional vermelho (Grand Prix Red). Confira abaixo o preço de cada uma delas, lembrando que os valores não incluem despesas com frete e seguro:

Honda CRF 250R: R$ 71,163

Honda CRF 250RX: R$ 73,998

Honda CRF 450R: R$ 74,878

Honda CRF 450RX: R$ 77,126




                                                     Fonte: Revista Duas Rodas

(SJRP)

Ameaça de Trump contra Brics busca manter hegemonia do dólar -

Presidente eleito pretende taxar em 100% as importações do bloco


Republican presidential nominee and former U.S. President Donald Trump wears a flesh-colored bandage on his ear as he holds a campaign rally for the first time with his running mate, Republican vice presidential nominee U.S. Senator J.D. Vance (R-OH) in Grand Rapids, Michigan, U.S. July 20, 2024. REUTERS/Tom Brenner

A ameaça feita pelo presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, de taxar em 100% as importações dos países do Brics que substituírem o dólar em transações comerciais procura manter a hegemonia da moeda estadunidense no mercado mundial, avaliam especialistas consultados pela Agência Brasil.

O professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC (UFABC), Gilberto Maringoni, destacou que Trump se preocupa com a principal arma dos Estados Unidos (EUA) para a dominação que exerce no mundo, que é o fato do dólar ser a moeda usada no comércio internacional.

“A perda do poder do dólar implica uma perda do poder dos Estados Unidos, do poder imperial sobre o mundo. Se a gente pensar que os Estados Unidos são uma potência militar, financeira e política que impõe o seu modo de vida através do cinema, da TV e de bens de consumo, a gente tem que perceber que o centro disso é a hegemonia que o país tem sobre a moeda padrão circulante no mundo inteiro, que é o dólar”, explicou Maringoni.

O pesquisador do Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri), Ronaldo Carmona, ressaltou que a hegemonia do dólar é central na geopolítica estadunidense e cita o congelamento das reservas russas em dólar que foram sequestradas para financiar a Ucrânia.

“Os países percebem de que a dependência do dólar é algo que pode ser bastante contraproducente uma vez que há muitos exemplos do uso do dólar como uma arma geopolítica. É disso que se trata. Do ponto de vista do Trump, obviamente, ele está falando alto para tentar manter essa condição de hegemonia do dólar”, explicou.

O presidente eleito dos EUA afirmou, em uma rede social, que vai exigir “um compromisso desses países de que eles não criarão uma nova moeda Brics, nem apoiarão nenhuma outra moeda para substituir o poderoso dólar americano ou enfrentarão tarifas de 100%”, disse, acrescentando que “não há chance de que o Brics substitua o dólar americano no comércio internacional, e qualquer país que tente deve dizer adeus à América”.

A preocupação de Trump se deve ao fato da moeda emitida pelo Tesouro estadunidense regular as transações em todo o mundo, explicou Gilberto Maringoni.

“Isso dá um poder imenso ao país porque ele pode fixar taxas de juros que serão as taxas de juros base das economias mundiais. Quando o FED [Banco Central dos EUA] mexe nas taxas de juros, isso impacta as taxas de juros no Brasil e outros países da periferia”, analisou.

Medidas para substituir o dólar nas relações comerciais foram discutidas durante a cúpula dos Brics deste ano em Kazan, na Rússia. O bloco é formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, além de Irã, Egito, Etiópia e Emirados Árabes Unidos. Outros 13 países devem ser ainda convidados para participarem como membros parceiros do bloco

Limites

Tanto Maringoni, quanto Carmona avaliaram que tem limites para essa estratégia de Trump de taxar os produtos dos países que contrariam, de alguma forma, a política trumpista.

“A madeira consumida nos Estados Unidos (EUA) é canadense [também ameaçado pelas taxações do Trump]. Isso implica um aumento de custos. Várias empresas americanas, a Tesla, inclusive, que é a empresa do Elon Musk [empresário aliado de Trump], têm fábricas na China e importam para os Estados Unidos. A Apple ainda tem divisões na China. Então, isso pode causar um aumento nos preços internos”, ponderou Maringoni.

Segundo Ronaldo Carmona, Trump corre o risco de elevar a inflação dos EUA se aplicar essa política de taxação de importações às últimas consequências.

“Trump vai privilegiar uma ação de força para a manutenção da hegemonia do dólar mesmo que as custas de determinados interesses comerciais dos EUA na sua relação com o Brics? Afinal de contas, estamos falando de grandes países que têm grandes correntes de comércio com os EUA”, comentou.

Brasil

A substituição do dólar tem sido defendida pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A criação de uma moeda para as transações comerciais e investimentos entre os membros do Brics aumenta nossas condições de pagamento e reduz nossas vulnerabilidades”, disse Lula na reunião dos Brics de 2023.

uso de moedas locais em substituição ao dólar tem sido defendido também pela ex-presidenta brasileira, Dilma Rousseff, que atualmente preside o banco dos Brics, o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD).


Fonte: Agência Brasil




(SJRP)


Paulo Selhorst - Motorhome / A CIDADE DE LENÇOIS (Parte 2) - CHAPADA DIAMANTINA - Bahia



(SJRP)

Paulo Selhorst - Motorhome / MUCUGÊ, A CIDADE - CHAPADA DIAMANTINA - Bahia (Parte 1)



(SJRP)


ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 AGÊNCIA

Esta coluna já criticou as agências reguladoras da capital não em razão da sua existência, uma vez que são importantes para o acompanhamento dos projetos estruturantes e suas fiscalizações, mas em razão da forma das indicações que foram feitas no apagar das luzes da atual administração, particularmente a Agência Reguladora dos Serviços Públicos de Porto Velho. Não é razoável indicar diretores sem a expertise nas áreas para quais foram nomeados. Especialmente no final do mandato do prefeito e dos vereadores.
IRREGULARIDADE
Na primeira grande decisão dessa agência reguladora, ao prorrogar um contrato para manutenção da nova rodoviária, o Tribunal de Contas do Estado foi obrigado a intervir impedindo que se perpetrasse um ato supostamente eivado de ilegalidade. Isto revela a princípio que os indicados não são qualificados para gerir o órgão. Além de despreparados, se insurgem contra decisões emanadas da corte de contas.
SABATINA
Para tais cargos, segundo manda a regra, os indicados deveriam ser sabatinados pelo Poder Legislativo Municipal. Uma sabatina de verdade e não uma mera sessão homologatória com discursos previamente acordados como forma de justificar as inquirições. E foi exatamente isso que ocorreu com os indicados à agência, atendendo a uma intromissão política do chefe do executivo municipal que mantém sob seu jugo a maioria da edilidade.
LEGITIMIDADE
Não basta preencher alguns requisitos legais para cargos sem que o ato político da indicação seja legítimo. Portanto, não há que se falar que os atuais indicados para a Agência de Serviços Públicos possuem legitimidade para cumprir um mandato de quatro anos por imposição de um prefeito em final de mandato com o único intuito de impedir que o prefeito eleito faça as indicações.
BIRRA
O prefeito Hildon Chaves deveria ser o primeiro a evitar cometer uma impropriedade política e administrativa ao indicar amigos nos últimos meses de governo para um órgão tão importante para a administração municipal como é a agência reguladora. Ele deveria também se inspirar na atitude nobre adotada pelo ex-prefeito Mauro Nazif que fez uma transição sem sobressaltos nem armadilhas. Por simples birra o atual prefeito impõe ao sucessor nomes de sua confiança que podem criar problemas à nova administração.
RODOVIÁRIA
Esta coluna assentou que ninguém de bom senso deixará de reconhecer que a Rodoviária da capital é a obra que marca com brilhantismo a gestão de Hildon Chaves. Por ser magnífica, arrojada e moderna, ficará na memória dos munícipes e Hildon sempre será lembrado por ter sido o idealizador da obra. Mas é preocupante, para não dizer mesquinho, inaugurar em afogadilho uma estrutura tão complexa sem que esteja totalmente finalizada.
ACORDO
É compreensivo que Hildon queira inaugurá-la, mas não é razoável que faça uma festa nesse sentido sem que a obra esteja pronta para que funcione plenamente no dia seguinte, e colocando em risco a segurança dos usuários. Os dois prefeitos deveriam sentar-se, fazer um acordo e entrar em consenso para que a inauguração seja um grande evento com a grandeza que se espera de lideranças da qualidade de ambos. Embora adversários.
VAZAMENTO
A última operação policial que afastou um dos principais auxiliares do governador Marcos Rocha por supostos malfeitos, ao que tudo indica, era esperada no âmbito do Governo de Rondônia. Há suspeitas que o vazamento chegou ao conhecimento do governador que, um dia antes, reuniu os secretários para passar um pito sobre eventuais malfeitos. Sabia-se inclusive qual o alvo e o alcance das investigações, prova disto é que a mãe do investigado publicou na véspera da operação um vídeo falando sobre os problemas judiciais que o filho afastado do cargo estaria prestes a enfrentar. O que ninguém ainda sabe "oficialmente" é de onde partiram as informações vazadas.
 DIGITAIS
Pelo que foi publicado, é uma investigação ainda em andamento que deve redundar em mais uma fase para averiguação de supostos envolvimento de políticos nos fatos investigados. São fatos que podem puxar um fio condutor com desdobramentos mais complexos do que imaginamos. A coluna ouviu a especulação de alguns nomes que constam nesse rol supostamente criminoso por maledicência de desafetos, mas um deles, citado em ‘off’, teria deixado digitais. A ver o que vem por aí.
ACÓRDÃO
O Consórcio Intermunicipal da Região Centro Leste do Estado (CIMCERO), que já levou vários prefeitos a responderem por atos irregulares, descumpriu uma determinação do Tribunal de Contas referente ao Pregão Eletrônico nº 11/2021, e em razão disto levou o órgão a multar os prefeitos de São Felipe, Colorado, Ministro Andreazza, Mirante e Novo Horizonte. Foram multas pequenas, mas indica que cada vez que esse consórcio é avaliado pelos órgãos de controle as irregularidades aparecem. Significa dizer que os problemas não vão parar apenas nas multas.
CANDEIAS
Nenhum outro secretário municipal de saúde em Rondônia utiliza mais os recursos do que o de Candeias do Jamari. O que não se sabe é se tais recursos estão sendo bem investidos na saúde da população e de forma correta. Como os dados no portal de transparência dos municípios não estão atualizados, é impossível por enquanto verificar onde estão sendo gastos.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO.




(SJRP)

segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Ponta do Lápis em Movimento






                                               

                                                      


(SJRP)

PEELS LANÇA F 21 BURN - Capacete conta com grafismo inédito

 

Pilotar motocicletas para pode ser muito mais do que um mero meio de transporte ou simplesmente lazer. Para muitas pessoas estar no comando de uma moto pelas ruas ou estradas é uma filosofia, uma forma de se expressar ou mesmo um estilo de vida.

De olho neste mercado de motociclistas a Peels acaba de lançar seu novo capacete F 21 Burn. Seu estilo busca referências aos anos 80, com um grafismo inédito no estilo old school. A frase "let it all burn" esta dentro de uma chama estilizada. Ainda temos a inscrição S.O.S e a palavra “Destroyer”.

Esse modelo de casco aberto conta com queixeira removível e dupla viseira - sendo a primeira cristal e a segunda fumê. Seu revestimento interno é lavável e removível. Para um encaixe ideal seu fecho de pescoço conta com ajuste milimétrico.

Já disponível nas principais lojas do setor o novo F 21 Burn tem preço sugerido de R$ 399,90. Seus tamanhos variam do 56 ao 61 e as cores são preto brilho e prata, branco e prata, bordô fosco e prata ou preto fosco e prata.


                                                    Fonte: Revista Duas Rodas


(SJRP)


Reflexões Estoicas



 "Enfrentar as aparências com discernimentro é a marca da sabedoria estoica. Compreender que não somos pertubados pelas coisas, mas sim pelas opiniões que temos sobre elas, é o primeiro passo. Devemos examinar nossos jultamentos e questionar sua validade. Ao reconhecer que a maioria das coisas está fora do nosso controle, nos fortelecemos. Moldar nossa perspectiva com razão nos permite manter a serenidade, mesmo diante de desafios."

EPICTETO, A SELEÇÃO DOS DISCURSOS DE PECICTETO, COMO DEVEMOS LUTAR CONTRA AS APARÊNCIAS


(SJRP)