segunda-feira, 1 de maio de 2017

Canela é uma verdadeira aliada da boa saúde; saiba mais!

Poucos alimentos beneficiam tanto o metabolismo e a saúde quanto a canela. Esta especiaria amada por uns e odiada por outros é um dos principais desencadeadores do bem-estar, e os estudos cada vez mais provam isso.
Divulgado no último sábado (22) na conferência anual da Sociedade Americana para Bioquímica e Biologia Molecular, o estudo revela que o ‘poder metabólico’ da canela é capaz de fazer baixar os níveis de açúcar no sangue, uma condição que promove as doenças cardiovasculares e outras patologias associadas ao estilo de vida.
A investigação realizada pela Ohio Northern University, e citada pela revista Time, focou-se na proteína que ativa a regulação da insulina, a Sirtuin-1, indo, por isso, ao encontro de uma outra investigação da mesma universidade e que tinha apontado, há dois anos, que a canela ajuda a combater a diabetes tipo 2.
Através de simulações em computadores, os pesquisadores notaram que os fenóis (compostos da canela) conseguiam ativar a Sirtuin-1, ou seja, conseguiam ativar a regulação dos níveis de açúcar no sangue.
“Se a proteína interagir com esta enzima da mesma forma que o modelo sugere, pode ser possivelmente ligada ao anti-envelhecimento, ao controle antioxidante e importantes benefícios para a saúde”, diz a a mentora do estudo, a investigadora Amy Stockert, que destaca que basta apenas um grama de canela por dia para a saúde ser beneficiada.
Fonte: MSN


MANJAR DOS DEUSES




PENSAMENTO DA SEMANA

O sol nasceu para todos... a sombra só para alguns.

Ditus, o Filósofo


Opinião de Primeira - É A INQUISIÇÃO! TODOS OS POLÍTICOS SÃO JOGADOS NA FOGUEIRA!

A bomba, que explodiu em Brasília e atingiu todo o mundo político brasileiro, chegou também a Rondônia. Pegou dois dos principais nomes entre as lideranças locais em cheio. O primeiro nome que vai ser investigado – e isso já se sabia – é o do senador Valdir Raupp. Ele teria, segundo a denúncia, recebido 500 mil reais da Odebrecht. Raupp sempre repetiu a mesma história: foi dinheiro legal, para campanha política e entregue ao PMDB. E Ivo Cassol, que apareceu inesperadamente na relação? Aí o caso é ainda mais complexo. O ex governador e atual senador (como Raupp), jamais havia sido citado na Lava Jato. Além disso, sempre foi adversário declarado das usinas, porque batalhou muito para que elas não recebessem incentivos fiscais e pagassem todos os impostos previstos em lei. Ora, como uma organização daria 2 milhões de reais a um adversário declarado? O mesmo raciocínio vale para João Carlos Ribeiro, que era secretário do governo Cassol e, portanto, estava do outro lado dos interesses da empresa. Então, é bom que se tenha muito cuidado antes de julgar e condenar não só os três rondonienses, mas todos os demais políticos e não políticos processados. É apenas a autorização para a abertura de processo penal. Não é absolvição, mas também não é condenação. Cabe aos acusadores o ônus da prova, embora, nesse quesito, as questões tenham mudado muito nesse Brasil. Crucificar a classe política, como se ela toda fosse culpada, antes de ser julgada e ter amplo direito de defesa, é ação ditatorial e antidemocrática. Todos os culpados devem ser condenados e presos. Mas apenas os culpados.

O momento do Brasil é de susto e medo, entre toda a classe política. Todos os ministros do governo Temer citados; todos os 29 senadores; todos os mais de 40 deputados federais e ainda outras duas dezenas e meia dos que não têm direito a foro privilegiado, estão, no popular, com a calças borradas. Mesmo os inocentes. Porque nesse momento de caça às bruxas, a opinião pública não faz distinção, porque coloca a todos no mesmo saco. É importante que os formadores de opinião, os membros do Ministério Público, da OAB e do Judiciário, tenham grandeza e todos os cuidados, para separar quem deve pagar com os que são inocentes. Senão, isso vai virar uma Inquisição, onde todos serão considerados bruxas guiadas pelo demônio e irão para a fogueira. É esse tipo de Justiça e Democracia que queremos para nosso país?

CASSOL SE DEFENDE
Ainda sobre o assunto, trecho da nota do senador Ivo Cassol sobre sua presença na lista liberada pelo ministro Fachin, merece ser destacada. Lembrou o ex governador: “não só entendo que é o dever da Justiça investigar e fiscalizar os políticos, como é meu dever também lembrar que fui o único parlamentar que denunciou formalmente a isenção fiscal para as usinas do Rio Madeira, em 2011. O prejuízo ao Estado foi estimado em 1 bilhão de Reais, valores que poderiam ser investidos em melhor qualidade de vida para o povo de Rondônia. A época dos fatos denunciei essa isenção de impostos à vários órgãos públicos, tais como: Ministério Público, Tribunal de Justiça, Tribunal de Contas e Assembleia Legislativa do Estado de Rondônia e mesmo assim essa isenção foi concedida pelo atual governo do Estado de Rondônia, em 2011. Portanto, julgo totalmente injusta e descabida a citação do meu nome. Vejo isso como uma retaliação por ter sido contra a isenção de impostos dado aos consórcios que construíram as usinas de Jirau e Santo Antônio.”

O JUDICIÁRIO REPUDIA
“É necessário ponderar que a Eletrobras Rondônia é uma das maiores litigantes do Judiciário local, cenário esse que poderia ter outra dimensão, se a empresa obedecesse todo o ordenamento jurídico, o anseio dos consumidores e a orientação jurisprudencial de suas atividades”. Tem mais: “Além de ser uma das maiores litigantes, a concessionária detém volumoso número de recursos judiciais, que muitas vezes contribui para a demora na prestação jurisdicional. Tais fatos e circunstâncias demonstram que o Poder Judiciário nada tem a ver com o modelo de gestão adotado pela companhia, que presta serviços em Rondônia”! Os trechos são de nota de repúdio da Associação dos Magistrados de Rondônia, a Ameron, contra afirmações da direção da Eletrobras Rondônia, culpando o Judiciário por parte de suas grandes perdas econômicas e financeiras. A nota é assinada pelo presidente da entidade, o desembargador Alexandre Miguel. A Eletrobras, que não dá conta do seu trabalho, agora quer dizer que a culpa é do Judiciário. Não colou!

AQUI NÃO, VIOLÃO!
Por falar no tema energia, é bom saber que o brasileiro pagou nada menos do que 18 bilhões de reais apenas de sobretaxa das contas de luz, nos últimos dois anos. Para se ter ideia do que isso representa, o sistema de bandeiras, criado para tirar o máximo possível de dinheiro do bolso do pobre consumidor, essa fortuna daria para construir praticamente uma nova usina de Jirau, no rio Madeira. As famigeradas bandeiras tarifárias repassam para o consumidor  o aumento no custo da energia, sempre que ocorre algum problema e quando é necessário acionar as termelétricas.  Em Rondônia, alias, essa excrescência está proibida exatamente por decisão judicial, que acatou ação liderada pelo deputado estadual Léo Moraes, apoiada por vários parlamentares. Será por isso que, ao apresentar seu relatório ao TCU, a Eletrobras Rondônia culpou o Judiciário (incluiu a polícia nesse quesito), por perder tanto dinheiro? A Eletrobras pode não ter gostado das decisões judiciais, mas milhares e milhares de consumidores prejudicados, acham que foi feita apenas...Justiça!

OS QUIOSQUES NO CHÃO!
Quando anunciou mais um “ousado plano” de reestruturação da história Praça da Estrada de Ferro  Madeira Mamoré, no centro da Capital, numa das tantas gastanças já feitas pelo Poder Público naquela área, que continua abandonada, o então prefeito Roberto Sobrinho mandou construir quiosques na entrada da praça. Ali, seriam comercializados produtos regionais e daria emprego para muita gente, que poderia trabalhar e ganhar a vida  naquele local. Teoricamente, uma boa ideia. Na prática, o uso dos quiosques durou muito pouco tempo. Os cinco criados na Praça, junto à avenida Farquar, foram abandonados e, com o passar dos anos, só serviam mesmo como abrigo de marginais e usuários de drogas. Que transformavam a vida  dos moradores próximos num verdadeiro inferno. Pois, para acabar com isso, nessa quarta a Prefeitura começou a destruição dos quiosques, que custaram caro e que não serviram para nada. Dois foram para o chão e outros três serão destruídos em breve. É assim a vida dos contribuintes. Num governo, gasta-se uma grana preta para colocar em prática uma ideia, mas ela acaba não dando certo. Vem outra administração e coloca tudo abaixo, avisando que, agora sim, virá um projeto definitivo e de qualidade. É assim em Porto Velho. É assim em todo o Brasil!

CONFÚCIO EM ALTA
Circula em várias mãos, no Palácio Rio Madeira, o conjunto de prédios do Governo do Estado, uma pesquisa que dá grande alento a Confúcio Moura e sua troupe. Os números são altamente positivos. Nela, a avaliação do Governo e do Governador somam 42,2 por cento entre bom e ótimo. Faltando pouco mais de um ano e meio para o fim do segundo mandato, não poderiam ser melhores os índices confuncianos. No total, ainda, outros 41 por cento acham a administração regular. Ou seja, nos três quesitos, que não devem figurar como negativos, praticamente 83 por cento dos entrevistados ou estão ao lado de Confúcio ou acham que ele vai mais ou menos. Os que consideram o governo ruim, são 8,8 por cento e os grandes críticos, os que acham que o Governo está péssimo, são apenas 7,2 por cento. A pesquisa foi feita apenas em Porto Velho, que concentra a maior população e o maior eleitorado do Estado e, geralmente, é um território muito crítico ao governo que sedia. Uma importante fonte palaciana comenta que no interior, os números pró Confúcio são ainda melhores. Claro que pesquisa tem sempre o viés da desconfiança, mas mesmo com todos os descontos, não se pode negar que esta, feita há poucos dias,  aponta números extremamente positivos para o Governo.

PERGUNTINHA
Será que a lista bombástica do ministro Fachin vão ficar nos primeiros  98 nomes, envolvendo algumas das mais altas autoridades do país ou ainda ela será complementada por muito mais gente?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO.


1º de Maio / Dia do Trabalhador

Parabéns à todos aos trabalhadores do Brasil. Que todos nós, trabalhadores, tenhamos proteção contra os Donos do Poder, pois estes são os verdadeiros vermes da sociedade! 


domingo, 30 de abril de 2017

Eliana Malizia - Acelerada

Fonte: www.acelerada.com. br                                                       (Blog do Chaddad)

Motos Royal Enfield chegam ao Brasil pregando "motociclismo raiz"


Descubra como andam"Bullet e Classic", os modelos mais clássicos da marca indiana que se mantêm fiéis às origens com visual retrô e mecânica simples

  

Do bloco de formas arredondadas do motor da Royal Enfield Classic projeta-se um longo e cromado pedal de partida. O item, raridade nos dias de hoje, induz ao erro: as atuais motos da marca indiana têm partida elétrica. Mas, caso seja necessário, será preciso um “motociclista raiz” e com disposição para acordar o monocilíndrico de 499 cm³ na “pedalada”, como antigamente.
A expressão que, em oposição ao motociclista “nutella”, virou meme das redes sociais explica bem a proposta da Royal Enfield. Recém-lançada no Brasil, a marca indiana chega com três modelos construídos com o objetivo de ser o mais fiel possível aos originais. Com todo charme, e também peculiaridade, que essa filosofia traz consigo. Afinal, as Royal Enfield não são clássicas apenas no visual, como mostrou esse primeiro contato com os modelos BulletClassic e Continental GT em um trajeto de 150 km pelas estradas do interior paulista. 
Um “cilindrão”O motor, que serve de base para os três modelos vendidos aqui, segue a receita das antigas Royal Enfield: um monocilíndrico de grande capacidade. Redesenhado recentemente, tem injeção eletrônica, câmbio de cinco marchas e embreagem multidisco em banho de óleo.
Entretanto, a marca manteve características chaves do propulsor original dos anos de 1950: o longo curso do pistão (90 mm) e uma pesada engrenagem volante que proporciona muito torque em baixos giros. E com a “clássica” refrigeração mista a ar e óleo. 
Como resultado, o motor cresce lentamente de giros e vibra bastante em altas rotações. O desempenho é “retrô”: 27,5 cavalos de potência máxima a 5.250 rpm no motor de 499 cm³ da Classic e da Bullet; e 29,4 cv no propulsor de diâmetro maior e 535 cm³ de capacidade que equipa a Continental GT. Números bem inferiores a outras nakeds médias atuais.

Classic: estilo militarO primeiro trecho do test-ride entre Itupeva e Serra Negra, em São Paulo, percorri com a Classic Desert Storm. A pintura bege fosca reforça o visual militar e acrescenta R$ 1.100 ao preço base do modelo, que é de R$ 19.900 sem ABS. Ao ligar, o motor emite um ruído alto, como um “clunk”, por culpa do grande volume deslocado dentro do cilindro. O piloto vai literalmente sentado, com o tronco ereto e pernas e braços projetados à frente, em uma posição bem típica das motos clássicas. Embora a unidade avaliada tivesse banco único, a Classic é vendida com o banco da garupa.

embreagem de acionamento macio facilita engatar a primeira. O motor nem gira muito e logo já é preciso subir de marcha. E assim, acontece com a terceira, quarta, quinta... O som compassado e grave do monocilíndrico também é fruto de robustos dutos de óleo que ajudam a arrefecer o motor e evitam que o piloto sinta o calor do motor nas pernas. 


O grande barato de rodar com a Classic – ou com as outras Royal Enfield – é engatar quarta ou quinta e “brincar” com o torque do motor. Mesmo em trechos de subida não era preciso reduzir para sentir o amigável “torque”, que já aparece a partir dos 3.000 giros e atinge o máximo de 4,2 kgf.m a 4.000 rpm.

No plano, em quinta marcha, nessa faixa de rotação, o velocímetro analógico redondo, posicionado sobre o farol, marcava 80 km/h. Ao girar um pouco mais o acelerador foi possível chegar a 110 km/h. A velocidade máxima deve ser de cerca de 130 km/h, mas a vibração excessiva incomoda os pés e as mãos.

Como resultado dessa tocada mais tranquila, ou seja, com marchas altas e giros baixos, a Royal Enfield promete baixo consumo: cerca de 35 km com um litro de gasolina. Se perde em desempenho para as motos de 500cc modernas, a Classic ganha em economia.

As robustas suspensões ajustadas para as esburacadas estradas indianas surpreendem. Confortáveis, vão bem no asfalto ruim das estradas vicinais com amortecimento bem progressivo. O acerto macio do garfo dianteiro e do bichoque traseiro, porém, não atrapalha deitar nas curvas do sinuoso caminho para Serra Negra. O limite do lado direito é somente o grande pedal do freio traseiro, a tambor, que raspa em inclinações maiores.

Por falar em freio, o disco dianteiro não tem uma “mordida” instantânea, mas para com eficácia os 195 kg em ordem de marcha da Classic – há também uma versão com ABS. Como o desempenho não é assim, esportivo, os freios e as suspensões dão conta do recado. 


Bullet 500 – urbana com estilo
No segundo trecho do teste era hora de experimentar a Bullet. O modelo fabricado desde 1932 é um dos mais antigos do mundo ainda em produção. Apesar do visual diferente, quadro e motor são os mesmos da Classic. Seu banco, porém, é inteiriço, as tampas laterais são quadradas e o para-lama traseira é mais envolvente.

desempenho do conjunto motriz é idêntico ao da Classic, mas têm-se a sensação de que o trem dianteiro é mais leve e ágil nas mudanças de direção – muito em função da posição onde o piloto vai sentado. Uma boa para a proposta “urbana” da Bullet. Modelo mais acessível da Royal Enfield, a Bullet é menos “estilosa” que a Classic, mas é tão “raiz” quanto. Vendida apenas em uma versão sem ABS e com três opções de cores – cinza, preta e verde – por R$ 18.900

Charmosa e peculiar

A filosofia do “motociclismo raiz” da Royal Enfield encontra espaço na atual onda retrô que virou moda no mercado de motos. A proposta da marca indiana é bem clara: oferecer uma moto de visual clássico e mecânica simples por um preço acessível. Desde que não se tenha pressa, uma vez que seu motor não gosta, e não rende bem, em altos giros, a proposta tem lá seus encantos. Mas é preciso compreender também suas peculiaridades. 


Qualquer um dos modelos, porém mais a Classic e a Bullet, são o mais perto que se pode chegar de uma moto dos anos 50, porém com componentes modernos. Uma moto zero quilômetro, mas ainda com o som, a sensação e o charme de uma antiga. Se o acabamento ainda não está nos patamares das motos japonesas, por outro lado, é bem superior às chinesas.

Cheia de personalidade, mas sem complicações tecnológicas ou velocidades de três dígitos, as motos indianas são uma boa opção para quem procura uma moto clássica para passear com calma no fim de semana, mas que até pode ser interessante para rodar na cidade.
FICHA TÉCNICARoyal Enfield Classic 500Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Preço A partir de R$ 19.900 (R$ 20.900 com ABS)

Royal Enfield Bullet 500Motor Monocilíndrico, 4 tempos, refrigerado a ar
Capacidade 499 cm³
Diâmetro x curso 84mm x 90mm
Taxa de compressão 8.5:1
Sistema de alimentação Injeção eletrônica de combustível
Potência máxima 27.5 cv a 5250 rpm
Torque máximo 4,2 kgf.m a 4000 rpm
Embreagem Multidisco em banho de óleo
Câmbio 5 marchas
Lubrificação Carter úmido
Quadro Quadro com estrutura única, com o motor fazendo parte da estrutura
Suspensão dianteira Garfo Telescópico de 35 mm de diâmetro e 130 mm de curso
Suspensão traseira Dois amortecedores a gás, com 5 ajustes na pré-carga da mola e 80 mm de curso
Pneus 90/90-19 (dianteira) / 110/80-18 (traseira)
Freio dianteiro Disco único de 280mm com pinça de 2 pistões
Freio traseiro Tambor único de 153 mm
DIMENSÕES
Comprim. x Larg. x Alt. 2140 mm x 800 mm x 1080 mm
Distância entre-eixos 1360 mm
Distância do solo 140 mm
Altura do assento não divulgado
Peso em ordem de marcha 195 Kg
Capacidade do tanque 13,5 litros
Cores Cinza, verde e preta
Preço A partir de R$ 18.900

TEXTO: Arthur Caldeira / Agência INFOMOTO 
FOTOS: Divulgação


Fonte:
Agência Infomoto - Moto.com



As 3 histórias de viagens de moto que mais influenciaram no mundo do motociclismo

Inspiram gerações... 

Algumas viagens que são compartilhadas através da Internet, livros e televisão, marcam gerações e inspiram muitos de nós. 
Dentre essas viagens, destacamos três, as quais são conhecidas mundialmente. 



Ted Simon

Ted Simon 

As viagens de Ted Simon

Ted Simon já cruzou "o mundo" duas vezes. Mas sua primeira viagem foi a que mais inspirou muitos viajantes, incluindo aqui o Ewan McGregor e Charlie Boorman. 
No dia 6 de outubro de 1973, aos 42 anos de idade, Ted saiu de Londres com uma Triumph Tiger 500cc e viajou solo por quatro anos pelo mundo, percorrendo mais de 100.000km por 45 países. 
"Apesar das guerras o mundo é do tamanho que sempre foi. Você pode pegar um monte de dinheiro e através de viagens de avião ir conhecê-lo. Mas, para cheirá-lo e sentí-lo verdadeiramente, não há outro caminho, se não percorrê-lo por terra. O mundo é imenso."
Ted Simon, 5 de outubro de 1974
Saiba mais sobre Ted Simon nessa outra matéria (abrirá em nova janela) 



Mondoenduro

Mondoenduro foi a primeira travessia registrada pelas regiões do Cáucaso, Ásia Central e Rússia, incluindo a Sibéria. A jornada englobou mais de 62.000km, por 440 dias, utilizando modelos da Suzuki, a DR 350cc. Foi realizada por um grupo de 7 amigos motociclistas. Austin Vince, Gerard Vince, Chas Penty, Bill Penty, Clive Greenhough, Nick Stubbly e Mark Friend. 
A viagem foi filmada e posteriormente transformada em uma série de TV em duas partes, mostrada no Discovery Travel e Adventure Channel, por mais de 40 vezes, nos mercados americano e europeu. 
A jornada foi realizada entre os anos de 1995 e 1996. 





Long Way Down e Long Way Round 

Sem dúvida foram essas viagens que mais influenciaram o sucesso da família GS da BMW Motorrad, entre as quais, a R1200GS que é líder de venda no segmento em todo o mundo. E também é uma das viagens de moto mais comentadas em todo o mundo, devido sua grande repercussão na TV. 
Ewan e Charley percorreram mais de 32.000km por 12 países de 19 fusos horários diferentes em 115 dias. Utilizaram o modelo R1150GS, cruzando parte da Europa, Ucrânia, Rússia, Cazaquistão, Mongólia, Alaska e findando a viagem em New York. 
Após o sucesso mundial dessa viagem que foi televisionada, novamente fizeram outra longa viagem, passando pela Europa Ocidental e África Oriental. 


Numa futura matéria, abordaremos sobre longas viagens realizadas por motociclistas brasileiros, que também influenciaram muitos, principalmente desse país. 

Fonte: Por Policarpo - RockRiders.com.br  - Rock Riders.