Origem da data remonta à mudança do calendário juliano para o gregoriano ocorrida há cinco séculos.
Consta que o surgimento da data está ligado à mudança do calendário ocorrida nessa época, do juliano para o gregoriano, usado até hoje. No anterior, a passagem de ano ocorria entre o final de março e o dia 1º de abril.
Já no calendário adotado, o novo ano ocorre na data que conhecemos, entre 31 de dezembro e 1º de janeiro. A alteração não foi aceita amplamente e provocou reações.
Certas versões dão conta da resistência à mudança apenas na França, estabelecida pelo rei Carlos IX. Outras apontam que houve reação conservadora no continente europeu em geral.
Fato é que as pessoas que não gostaram da adoção do calendário gregoriano passaram a ser chamadas de “bobos de abril”, virando alvos de piadas e brincadeiras que envolviam “convites” para a virada do ano.
Diferentes traduções, uma mesma tradição
Seja em qual país for, a tradição do 1º de abril é marcada por brincadeiras e trotes que usam a mentira de forma lúdica.
Apesar disso, a alcunha de “Dia da Mentira” não é geral por todo o mundo. Na França e na Itália, por exemplo, a data é conhecida como “poisson d’avril” e “pesce d'aprile”, algo como “peixes de abril” na tradução.
Já em países que falam inglês, como os Estados Unidos e o Reino Unido, o “título” da data é “April Fools' Day”, ou “dia dos tolos de abril”.
Especificamente na Escócia, porém, o dia 1º de abril é chamado de “Hunt the Gowk”, que pode ser traduzido como “cace o bobo”.
Fonte: Diário do Nordeste

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