terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Alberto, Irmão e Amigo

Aí está uma pessoa muita querida por este escriba, trata-se do Alberto, Irmão e Amigo desde 1989. Pessoa simples, e muita querido. Abraço fraternal Alberto. Esta foto foi lá no Espaço Alternativo na última segunda-feira (feriado aqui em Rondônia).



Opinião de Primeira - EM UMA DÉCADA, MAIS DE 1 MILHÃO E 500 MIL DIVÓRCIOS REGISTRADOS

Na noite de 26 de dezembro de 1977, um dia depois do Natal e num Brasil que há 39 anos atrás tinha menos de 114 milhões de habitantes, bem menos que os  208 milhões de hoje, ouvidos e olhos estavam atentos aos rádios e grudados nas TV. Naquele dia, depois de décadas de discussão, em que os reacionários sempre venciam,  o Congresso aprovou, enfim, a Lei do Divórcio. Hoje isso parece um absurdo, mas naqueles tempos, ainda em plena Ditadura Militar, que ainda nem fechara sua primeira década e meia, era quase um milagre se conseguir essa grande vitória. O poderio da Igreja Católica era imenso, várias vezes maior do que é hoje e, como a maioria dos padres estava ao lado dos militares e do poder, a Igreja pressionava para que o Divórcio jamais fosse aprovado. Foi uma grande surpresa, na época, quando ele se tornou lei. Mais surpreendente ainda foi a sanção, pelo então Presidente Ernesto Geisel. Sete anos depois (1984), haviam sido oficializados perto de 35 mil divórcios. E as mudanças na sociedade foram tão rápidas; os valores familiares tão reestruturados; os casamentos foram durando cada vez menos que, só no ano passado, quando a Lei do Divórcio completa 39 anos e entra na sua quarta década, ocorreram nada menos do que 350 mil separações oficias. São 29.166 casos por mês ou 972 todos os dias. Só na última década, entre 2004 e 2015, 1 milhão e meio de casais se divorciaram.
Toda essa transformação da sociedade, que começou com a Lei do Divórcio e chegou até à guarda compartilhada dos filhos, demonstrou um avanço claro na legislação. Mas pouco mais que isso. Os machistas continuam machistas. Não aceitam separações, consideram as mulheres como propriedades suas e as agridem, violentam e matam às dezenas, todos os dias, país afora. O divórcio deveria civilizar a sociedade, mas o machismo está ainda tão arraigado na nossa sociedade, que não se sabe se daqui a mais 40 anos, esta fúria masculina e esse derramamento de sangue contra as mulheres terão acabado. Mesmo assim, avançamos como país e como povo. Mas ainda temos um longo caminho pela frente, para nos considerarmos verdadeiramente com uma cultura nacional que nos permita acabar com tanta violência contra elas...
OLHO NO JESUALDO! 
Fiquem de olho nele! Começou modestamente, foi crescendo, destacou-se como um deputado atuante na Assembleia Legislativa; aglutinou apoios de vários partidos e grupos políticos e elegeu-se prefeito de Ji-Paraná. Fez uma administração tão boa, tão cheia de resultados; tão acima da média, que se releu com facilidade. Deu pra entender? Jesualdo Pires, que recém tomou posse para seu segundo mandato na sua cidade, é daqueles nomes que podem vir a ser muito importantes na história do Estado. Há quem diga que ele tem ouvido com insistência que teria grande chance, caso disputasse o Governo. Não será fácil, até porque o candidato natural de Ji-Paraná é o senador Acir Gurgacz. Mas, em política nada é definitivo. Portanto, olho em Jesualdo!
O ELEITOR É QUEM PERDE  
A legislação eleitoral vigente é a grande culpada pela bagunça que está acontecendo em quase duas dezenas de municípios brasileiros, cujos prefeitos eleitos não puderam assumir e em alguns onde terá que haver nova eleição. Guajará Mirim é um exemplo disso. A lei eleitoral permite que o sujeito, enrolado em questões legais, dispute o pleito, contra qualquer bom senso. Ele ganha a eleição, mas pouco depois é considerado inelegível. Ora, não deveria ter esse veredito antes da eleição. Para que fazer a população de idiota, fazê-la ir às urnas, escolher seu Prefeito e, depois de todo o processo, deixar a cidade acéfala? E para que nova eleição, se há um segundo, um terceiro, um quarto entre os votados? Tudo assim, para complicar mesmo, para serem gastos mais alguns milhões de reais, para que as comunidades, ao invés de irem trabalhar, fiquem mais semanas e até meses vivendo novamente o processo político. Lamentável!

MAIS AÇÃO, MENOS REUNIÕES...
Nada contra a forma de trabalhar do novo prefeito Hildon Chaves. Todo o crédito a ele, que chega com toda a vontade de acertar e realizar. Mas que está havendo reunião de mais e ação de menos, ao menos nesse início, está sim. Hildon teve, desde a eleição, todo o tempo do mundo para reunir-se, planejar, discutir, preparar. Teria que ter começado no primeiro dia útil da administração já com algum trabalho concreto. Preferiu fazer reunião com os novos vereadores, mesmo no feriado, mas é mais reunião sobre reunião. O Prefeito precisa correr atrás do prejuízo e começar a agir imediatamente, para recuperar o tempo perdido. Moradores de vários bairros estão angustiados, dirigindo a ele todas as suas orações, para que comece logo a recuperação das ruas da cidade, principalmente nos bairros onde as alagações tomam conta. A hora agora tem que ser da ação. Quem marcava reunião para agendar reunião para ter um debate sobre futura reunião era o PT. Mas, espera-se, esse tempo já passou...

INFORMAÇÕES PRIVILEGIADAS
Já sobre suas relações com a imprensa, ficou clara a preferência de Hildon Chaves. Na internet, optou por prestigiar o poderoso e competente site rondoniagora, com informações privilegiadas. Foi de lá, aliás, que ele foi buscar sua secretária de esportes, Ivonete Gomes. Em relação às TVs, preferência para o SBT, emissora que elegeu a vereadora Cristiane Lopes e para quem Hildon deu sua primeira entrevista depois de eleito. E deixou na mão algumas outras emissoras, com quem tinha compromisso firmado de entrevistas e depois cancelou. Alguns jornalistas e veículos de comunicação, a quem Hildon procurava com insistência durante a campanha, foram deixados de lado. Espera-se que o competente e muito bem relacionado Valbran Júnior, que cuidará da comunicação do novo Prefeito, consiga modificar esse quadro. Político que dá informações privilegiadas e atenção a poucos, quando precisar, pode não ter ninguém para escutá-lo.

MORTE SUBITA
A pequena comunidade de São Felipe começa o ano com tremendo azar. Recém elegeu o prefeito Eleomar Teixeira, ainda jovem, com apenas 38 anos e o perdeu, dois dias depois da posse, para um ataque cardíaco fulminante. Foi uma fatalidade, que interrompe na cidade o sonho de uma administração muito positiva. A responsabilidade agora passou ao vice prefeito eleito e empossado, Marcicrênio Ferreira, que terá que cumprir o mandato. Ferreira não esperava ter que mudar todos os seus planos do dia para a noite, já que precisará deixar todos os seus compromissos e projetos pessoais e profissionais para comandar a cidade, coisa que o faria apenas eventualmente, na ausência do titular. O Governo de Rondônia e a Assembleia Legislativa emitiram nota de pesar, ao mesmo tempo em que se solidarizaram com a comunidade de São Felipe. O prefeito morto foi sepultado nesta terça, num clima de comoção na cidade.

PERGUNTINHA
Quando acontecerá a primeira grande operação do ano da Polícia Federal, à caça de corruptos e vagabundos que nada temem e continuam  vampirizando os cofres públicos?

Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO.


Pense Nisso





E comece a agir assim, pois o ano já começou e logo logo estará terminando. O Tempo passa rápido, o agir é o correto.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

QUE A PAZ REINE ENTRE NÓS

Queremos Paz! Somos sedentos de um mundo onde não haja conflitos ou guerras. Por isso, em 2017, todos somos convidados a pensar, rezar e transmitir a paz, que é um dom de Deus. É o Senhor que nos dá um estado de harmonia. Sem Ele, as pessoas se afastam da verdadeira paz. Mas nós podemos acolhê-la e torna-la protagonista na nossa vida. Mesmo que, às vezes, isso seja difícil.

Parece que o nosso pequeno planeta, de fato, tem certa rejeição em viver a paz. Por que isso? Repito: não nos deixamos conduzir pelo Deus de Jesus. Talvez, temos outros deuses que nos impedem de receber o verdadeiro Deus. Por isso necessitamos ensaiar, urgentemente, a confiança em Jesus Cristo para viver a nossa verdadeira realidade que somos muito mais que materialidade.

Assim sendo, o grande problema da humanidade é a separação do corpo e da alma, dando quase exclusividade ao corpo. Desse jeito, pode até ser confundida a paz com situações apenas de tranquilidade, de satisfações pessoais, de prazeres humanos. A Paz é muito mais que isso! Quando se diz que é um dom de Deus significa que a nossa vida alcança horizontes infinitos e para isso nos concentramos.

A paz nos dá o poder de discernir a nossa verdadeira vocação humana: a eternidade. E o que acontece hoje? A explosão tecnológica e o determinismo tecnológico da comunicação, relativizaram o nosso ser, impedindo assim de ter uma visão além da própria materialidade. Muitos anos atrás, o famoso comunicólogo McLuhan, prevendo essa grande ameaça da ilusão da tecnologia, propôs que as pessoas não se deixassem seduzir por essa ilusão tecnológica, desconectassem ‘o cabo de força da tomada’, isto é, cortassem esse tipo de comunicação.

Certamente, nós não estamos de acordo com esse tipo de afirmação, embora reconheçamos que a situação seja preocupante. No entanto, achamos que o ser humano possa encontrar as soluções por meio da sua capacidade do saber e do dialogar. Mas, nos questionamos: será que estamos ensaiando, vivendo esta dimensão do saber e do dialogar?

Pelo menos nós da Igreja nos interrogamos o que estamos fazendo, de fato, em relação a isso. Despertemos porque a paz tem pressa, não pode nos esperar, porque bilhões de crianças, mulheres e homens estão vivendo de maneira dramática. A paz começa nos corações. Não é simplesmente a ausência da guerra nem é promovida apenas para evitar o conflito mais vasto. Ao contrário, ajuda a orientar o nosso raciocínio e as nossas ações para o bem de todos, a partir, sobretudo, do conhecimento das Sagradas Escrituras.

O papa Francisco escreveu por ocasião da celebração do 50° Dia Mundial da Paz: “O século passado foi arrasado por duas guerras mundiais devastadoras,
conheceu a ameaça da guerra nuclear e um grande número de outros conflitos, hoje, infelizmente, encontramo-nos a braços com uma terrível guerra mundial aos pedaços. Não é fácil saber se o mundo de hoje é mais ou menos violento que o de ontem, nem se os meios modernos de comunicação e a mobilidade que caracteriza a nossa época nos tornam mais conscientes da violência ou mais rendidos a ela.

Seja como for, esta violência que se exerce «aos pedaços», de maneiras diferentes e a variados níveis, provoca enormes sofrimentos de que estamos bem cientes: guerras em diferentes países e continentes; terrorismo, criminalidade e ataques armados imprevisíveis; os abusos sofridos pelos migrantes e as vítimas de tráfico humano; a devastação ambiental. E para quê? Porventura a violência permite alcançar objetivos de valor duradouro? Tudo aquilo que obtém não é, antes, desencadear represálias e espirais de conflitos letais que beneficiam apenas a poucos «senhores da guerra»?” E continua o papa Bergoglio, propondo a proposta de Jesus nosso único Mestre:

“O próprio Jesus nos oferece um «manual» desta estratégia de construção da paz no chamado Sermão da Montanha. As oito Bem-aventuranças (cf. Mateus 5, 3-10) traçam o perfil da pessoa que podemos definir feliz, boa e autêntica. Felizes os mansos – diz Jesus –, os misericordiosos, os pacificadores, os puros de coração, os que têm fome e sede de justiça.

Este é um programa e um desafio também para os líderes políticos e religiosos, para os responsáveis das instituições internacionais e os dirigentes das empresas e dos meios de comunicação social de todo o mundo: aplicar as Bem-aventuranças na forma como exercem as suas responsabilidades.” O papa nos lança esse desafio. Tente coloca-lo em prática a partir da sua casa até chegar à opinião pública, à sociedade toda.

Que o ano 2017 seja marcado pela PAZ em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Fonte: Sacerdote, jornalista italiano naturalizado brasileiro, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação.

Estado de Rondônia / 35 anos de Instalação

SOMOS DESTEMIDOS PIONEIROS...!
Parabéns meu Amado Estado de Rondônia.


Feriados Nacionais / 2017



Chegue logo feriado, "bora", "bora"....!



Manifesto Viajante: Uma vez fui viajar e não voltei!

Uma vez fui viajar e não voltei.  Não por rebeldia ou por ter decidido ficar; simplesmente mudei.

Cruzei fronteiras que eu nunca imaginaria cruzar. Nem no mapa, nem na vida. Fui tão longe que olhar para trás não era confortante, era motivador.

Conheci o que posso chamar de professores e acessei conhecimentos que nenhum livro poderia me ensinar. Não por serem secretos, mas por serem vivos.

Acrescentei ao dicionário da minha vida novos significados para educação, medo e respeito.



Reaprendi o valor de alguns gestos. Como quando criança, a espontaneidade de sorrisos e olhares faz valer a comunicação mais universal que há – a linguagem da alma.

Fui acolhido por pessoas, famílias, estranhos, bancos e praças. Entre chãos e humanos, ambos podem ser igualmente frios ou restauradores.

Conheci ruas, estações, aeroportos e me orgulho de ter dificuldade em lembrar seus nomes. Minha memória compartilha do meu desejo de querer refrescar-se com novos e velhos ares.


Fiz amigos de verdade. Amigos de estrada não sucumbem ao espaço e nem ao tempo. Amigos de estrada cruzam distâncias; confrontam os anos. São amizades que transpassam verões e invernos com a certeza de novos encontros.
Vivi além da minha imaginação. Contrariei expectativas e acumulei riquezas imateriais. Permiti ao meu corpo e à minha mente experimentar outros estados de vivência e consciência.
Redescobri o que me fascina. Senti calores no peito e dei espaço para meu coração acelerar mais do que uma rotina qualquer permitiria.
E quer saber?

Conheci outras versões da saudade. Como nós, ela pode ser dura. Mas juro que tem suas fraquezas. Aliás, ela pode ser linda.

Com ela, reavaliei meus abraços, dei mais respeito à algumas palavras e me apaixonei ainda mais por meus amigos e minha família.

E ainda tenho muito que aprender.

Na verdade, tais experiências apenas me dirigem para uma certeza – que ainda tenho muito lugar para conhecer, pessoas a cruzar e conhecimento para experimentar.
Uma fez fui viajar… e foi a partir deste momento que entendi que qualquer viagem é uma ida sem volta.”
“Afinal, a melhor maneira de viajar é sentir”
(Fernando Pessoa)
Fonte: Marcelo Penteado - Mochila Brasil

PENSAMENTO DA SEMANA

Ao discutir com uma mulher: ou ela está certa, ou você está errado.

Ditus, o Filósofo