terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Ronny Papaléguas, presidente do 100% Amazônia / Moto Grupo é destaque em Revista portuguesa de motociclismo.

Ronny Papaleguas
O motociclista Ronny Papaléguas, presidente do 100% Rondônia / Moto Grupo de Porto Velho-RO é destaque na Revista 'Motociclismo' de Portugal, sendo que é citado em uma matéria sobre a Amazônia e os seus desafios para atravessa-la pela BR 319. 

Conhecido no Brasil todo e, agora também no exterior o motociclista Ronny Papaleguas é um verdadeiro baluarte do motociclismo estradeiro, ou seja, sempre apoiando com muito carinho os Irmãos estradeiros que passam por aqui, para os mais diversos destinos.   Tendo a Toca das Araras, o local em que o Ronny recebe com muito prazer os amigos estradeiros. Este escriba sempre afirmou que o Ronny é um verdadeiro herói, uma pessoa de extrema sensibilidade, pois faz o que gosta no sentido de apoiar e orientar os amigos motociclistas que passam por nossa cidade. Parabéns Ronny e que Deus sempre esteja ao seu lado. Obrigado. Veja abaixo o que diz a Revista 'Motociclismo' de Portugal. 





Alcorão Sagrado / Os Significados dos Versículos

"AL-FÁTIHA" (A ABERTURA)
Revelado em Makka;

7 versículos

  1. Em nome de Allah, o Clemente, o Misericordioso.
  2. Louvado seja, Allah, Senhor do Universo,
  3. O Clemente, o Misericordioso,
  4. Soberano do Dia do Juízo.
  5. Só a Ti adoramos e só de Ti imploramos ajuda!
  6. Guia-nos à senda reta,
  7. À senda dos que agraciaste, não à dos abominados, nem à dos extraviados.
Fonte: Alcorão Sagrado / Os significados dos Versículos do Alcorão Sagrado / gratisquran.com/br





Roberto Bessa, Simplício e Luiz

Este escriba e o Roberto Bessa

Luiz, Simplício e este escriba
Roberto Bessa, Simplício e o Luiz da lanchonete lá do nosso Point. Estas pessoas são queridas por este escriba, pois são simples, de um espirito de companheirismo muito forte. Aqui também fui privilégiado em ser fotografado ao lado dos queridos Amigos. Valeu. Abraço fraternal à todos vocês.


Resenha Política

Regozijo  - Dois auxiliares do primeiro escalão da administração do prefeito Mauro Nazif (PSB) foram as rádios no dia de ontem para tecer loas ao alcaide e a gestão. Em relação ao Mauro os assessores lembraram da fama de pão duro que possui na vida privada que, na pública, ajudou a administração economizar e conter desperdícios. Quanto a administração ambos afirmaram (pasmem) que é excelente com bastante obras em andamento, com recursos próprios, graças a economia feita. Um regozijo que somente os dois assessores podem manifestar, pois os munícipes da capital não têm a mesma alegria com a administração exalada pelos auxiliares de confiança do prefeito de Porto Velho. 

Escombros - Nos bairros da capital os buracos tomam conta das ruas, na entrada da cidade o que se vê são escombros de obras inacabadas e na região central uma iluminação deficitária. As prometidas obras de esgotamento sanitário nunca saiu do papel e o transporte coletivos continua travada desde a posse de Mauro Nazif (são três anos engalfinhados num processo licitatório permeado de imperfeições). 

Legislatura  - Na surdina a Assembleia Legislativa aprovou o aumento de impostos aumentando uma carga tributária extorsiva contra os contribuintes, o imposto do IPVA também foi aumentado para atender os interesses do governo estadual. Apenas os deputado estaduais Leo Moareas, Jesuíno Bouabad e Rosângela Donadon ficaram contra. Os demais parlamentares votaram feitos cordeiros pelo aumento dos impostos  para que os eleitores paguem a conta do estrupício. Se achávamos que a legislatura passada era ruim e nada pior apareceria, tudo indica que a atual promete superá-la.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira

Altemir, Fábio e Cisne

Pronto, ai está três queridos Amigos, também Irmãos que tenho o maior orgulho em tê-los como afilhados em nossa Loja. Não só em Loja, mas em todos os momentos tenho a alegria de participar da amizade destes três granes amigos que são: Altemir, Fábio e Cisne.  Pessoas de um caráter invejável, pessoas com um alto grau de patriotismo, sinceridade e honestidade. Abraço fraternal aos queridos Amigos.


A VERDADEIRA COMUNIDADE É SOLIDÁRIA COM OS ESQUECIDOS

Nós não temos ideia de quantas pessoas hoje sofrem pelo abandono ou por estarem à margem da sociedade. Todas essas pessoas (e são muitas) precisam da nossa atenção, como cristãos e como Igreja de Jesus. Lembre-se como Cristo estava sempre próximo desse tipo de pessoas; como Ele ia ao encontro delas para lhes dar uma perspectiva de vida diferente; como Ele queria alimentar a esperança para todos. Dessa forma, Jesus nos mostrou como Deus pensava e queria que a vida dos seres humanos fosse plena e de felicidade. Deus não criou os excluídos, abandonados ou sofredores. Tudo isso é produto do ser humano.


Jesus nos revela como resgatar essa situação de sofrimento, como ameniza-lo. Ele se aproximou dos excluídos do seu tempo. Não teve medo de tocar os leprosos para sará-los. Não teve medo de ir ao encontro de pessoas consideradas impuras ou pecadoras. Assim, ensina-nos que as comunidades e os fiéis devem ser próximos das pessoas. É essa uma das ações que caracterizam a fé em Deus: ser próximo dos outros. Uma comunidade cristã que se fecha nos seu recinto murário terá dificuldade de seguir Jesus, o Cristo. Viver a fé cristã é ter coragem de se expor a qualquer crítica, porque é fiel ao seu mestre Jesus. Não interessam as críticas, mas fazer o bem.


Nesse sentido, o nosso papa Francisco nos ensina: “Não se pode fazer comunidade sem proximidade. Não se pode fazer a paz sem proximidade. Não se pode fazer o bem sem aproximar-se.” E, assim, Francisco nos lembra como Jesus faz questão de estar próximo, por exemplo, do leproso: “Jesus poderia muito bem ter dito: ‘Sê purificado!’. Mas não: aproximou-se e tocou-o. E mais: no momento em que Jesus tocou o impuro, tornou-se também ele impuro. E este é o mistério de Jesus: toma para si as nossas sujeiras, as nossas impurezas. Paulo di-lo bem: ’Sendo igual a Deus, esvaziou-se a si mesmo’. Depois Paulo vai além: ‘Fez-se pecado. Jesus faz-se pecado’.


Que lição de vida para todos nós! Que lição para uma sociedade como a nossa que nos prega divisões, rupturas entre classes sociais; uma sociedade que prega e exulta pelo enaltecimento do “eu”; e o outro se torna um concorrente da vida que precisa derrota-lo. Que lição de vida de Nosso Senhor Jesus! E continua o Santo Padre com a narração do episódio do leproso: “Não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote e apresenta a oferta prescrita por Moisés,
para que lhes sirva de prova.” Além da proximidade, o Mestre quer também a inclusão para resgatar a dignidade da pessoa.

Por isso, acrescenta Bergoglio: “Tantas vezes, penso que seja, não digo impossível, mas muito difícil fazer o bem sem sujar as mãos. E Jesus sujou-se. Proximidade. E depois vai para além. Disse-lhe: ‘Mostra-te aos sacerdotes e faz o que se deve fazer quando um leproso é curado’. A quem estava excluído da vida social, Jesus inclui: inclui na Igreja, inclui na sociedade … ‘Vai, para que todas as coisas sejam como devem ser’. Jesus nunca marginaliza ninguém. Marginaliza-se a si mesmo, para incluir os marginalizados, para nos incluir, pecadores, marginalizados, com a sua vida”.

Portanto, temos aqui um exemplo de vida de como resgatar as pessoas que sofrem, marginalizadas, excluídas, abandonadas, esquecidas: seguir o exemplo de Jesus, o nazareno, que é de se tornar próximos para se comprometer e solidarizar com eles. Aqui está a grande questão: até que ponto sabemos ir ao encontro desses nossos irmãos? Nesse sentido, o papa Francisco nos questiona: “Eu sei aproximar-me?”. Tenho ânimo, força, coragem de tocar os marginalizados?” Uma pergunta para refletirem: “as paróquias, as comunidades, os consagrados, os bispos, os padres”, enfim, “todos nós”.

Enquanto filhos e filhas de Deus, temos a maravilhosa obrigação de colaborar com o nosso Deus para reverter essa situação de miséria que se encontra a humanidade. Deus confia na gente e, por isso, precisamos arregaçar as mangas para se doar e saborear desde já a verdadeira vida de Deus. Por isso, apaixono-me cada vez mais do meu Deus, por confiar que a nossa vida tem perspectivas infinitas porque lhe pertence. Sem Ele, muitas vezes me pergunto: o que seria da minha vida e dos outros? Com Ele se reveste de tanta confiança e esperança que nunca paro de pensar e agir. Concluindo, repito com insistência: Jesus nos dá o testemunho de vida de se excluir para incluir. Creio que seja urgente viver esse testemunho entre nós para termos uma vida sem fim.

Fonte: Claudio Pighin, sacerdote, jornalista italiano naturalizado brasileiro, doutor em teologia, mestre em missiologia e comunicação.

Pedro Pimentel

Pedro Pimentel (segurando o capacete) é uma pessoa que tenho um enorme respeito e admiração.  Aqui este escriba teve o privilégio de ser fotografado ao lado do ilustre Irmão e Amigo. O Pedro Pimentel é de uma simplicidade ímpar, muito respeitado como um administrador público, além de ser também uma apaixonado por motos. Receba aqui meu Irmão e Amigo o meu fraternal abraço.


OPINIÃO DE PRIMEIRA

PARA SOBREVIVER A IDEOLÓGIA, QUE MORRAM OS ÍNDIOS!

É necessário que muitas tribos (que somos obrigados a chamar de “povos indígenas”) desapareçam, para que o discurso aprendido em bancos de faculdade dos anos 80 para cá, mantenha vivo o projeto da esquerda sonhadora. Ela quer que os outros se sacrifiquem, para que suas ideias permaneçam. Seus membros, no entanto,  adoram discursar sobre a vida dos outros em salas refrigeradas, prédios suntuosos e salários de marajás. Enquanto eles falam e falam, os índios morrem à míngua. Enquanto eles exigem que as tribos (opss! “as nações indígenas”) mantenham-se como se vivessem no século 15, antes do descobrimento do Brasil, eles vivem vidas de nababos, porque não precisam fazer força, não precisam passar fome, não têm que viver como seres do passado, num mundo em que a modernidade tomou conta. Não os índios. Para os beócios, amantes de si próprios e de suas ideias, muito pouco preocupados, na vida real, se os indígenas sobrevivam ou nã é o essencial. O cerne da questão é manter viva a ideologia e o discurso. O custo disso não é problema deles
 Eles falam, mas quem morrem são os índios. Pressionados por grandes interesses internacionais, alguns por serem canalhas mesmo, mas a maioria por ingenuidade ideológica, abrem as pernas para as ONGs de vários países, como se elas fossem a salvação  dos indígenas e não defendessem apenas os grandes interesses das suas sedes.Há locais na Amazônia onde quem fala Português não entra. Neste contexto todo, o exemplo dos Cinta Larga da Reserva Roosevelt, é sintomático. Sentados numa mina de diamante riquíssima, que poderia dar a cada um deles uma vida nobre, sem prejudicar a manutenção da sua cultura, os pobres coitados não podem usufruir do que é seu. Têm que permanecer na pobreza e no isolamento. Senão, seus “defensores” perdem o discurso. Lamentável!
 MAIORIA NA MISÉRIA - No caso dos Cinta Larga, a não ser alguns caciques, que negociam com contrabandistas e andam de camionetas zero, têm casas grandes na cidade e são assinantes da SKY, todos os demais, (homens, mulheres, crianças, velhos), vivem na miséria, perto da doença e da extinção.  Roosevelt tem um mina bilionária de diamantes, levados todos os dias pelo contrabando e fazendo fortunas no exterior, sem nenhum pagamento de imposto ou de algum royalty  aos índios. Mas os discursos são cada vez mais intensos. Portanto, que morram os índios (ooppss!, os  “povos indígenas) , mas não os discursos vazios!!!
 MENOS OS   “DIMENOR” - A presença da polícia determina a ausência do crime. A frase é velha, mas verdadeira. A presença da Ronda Ostensiva da PM na área da Praça Madeira Mamoré, já diminuiu em muito a incidência de furtos, roubos, assaltos, tráfico de drogas e toda a podridão em que o local turístico mais conhecido da Capital estava transformado. Com oito motos doadas pelo Detran, os policiais fazem a ronda principalmente nos horários mais perigosos, dando um pouco de tranquilidade para a população. Pena que nada se possa fazer contra as dezenas de menores, os que praticam a grande maioria dos crimes. Eles podem continuar soltos, porque a lei os protege. Já a coletividade, que lei há para proteger?
 PARA OS POBRES - Embora seja um tema dos mais importantes, de interesse daquela população mais pobre, um novo projeto do Governo de Rondônia foi anunciado pela equipe de segundo escalão, não pelo Governador. Em audiência pública na Assembleia essa semana, o secretário adjunto de Finanças, Franco Ono, confirmou que o Estado vai criar um Fundo de Combate à Pobreza. Ele terá recursos de impostos sobre mercadorias consideradas supérfluas, como cosméticos, cigarros, bebidas alcoólicas, fogos de artifício, armas e munições. Começa a funcionar já no ano que vem e será presidida pessoalmente por Confúcio Moura.
 CADÊ OS FISCAIS? - Membro da C omissão de Agricultura do Senado, o rondoniense Acir Gurgacz quer que o número de fiscais agropecuários no Estado seja ampliado imediatamente, sob pena de causar graves danos ao agronegócio, vital para a nossa economia Gurgacz lembrou que temos um rebanho de mais de 13 milhões de cabeças, o sexto maior do país; que exportamos 265 toneladas de carne de qualidade por ano e, no entanto, apenas 12 fiscais federais existem, para fazer todo o trabalho de inspeção, auditagem e certificação dos produtos exportados.  Numa conta simples, cada fiscal teria que cuidar de perto de  1 milhão e 100 mil cabeças de gado. Impossível, claro!
 INVASÃO DE DOMICÍLIO - Uma decisão surpreendente do Supremo (a partir de um caso concreto, em  Rondônia), está causando furor no meio do Judiciário nacional.  O STF decidiu que é lícita a invasão de domicílio  mesmo sem mandado judicial. A exceção seria aceita em casos em que os agentes policiais  “tenham fundadas razões” para fazê-lo.  Decisão contraria um Direito básico da inviolabilidade do lar, claramente exposto na Constituição. Ou seja, a polícia pode invadir uma casa onde haja suspeitos, mas depois terá que dar uma explicação muito plausível sobre o porquê  invasão. Ou seja, o STF mudou a Constituição.
 PERGUNTINHA - Nas eleições da Venezuela, será que o governo do aprendiz de ditador Nícolas Maduro vai aceitar a prevista derrota nas urnas, de forma democrática?
Fonte: Jornalista Sérgio Pires