quarta-feira, 8 de outubro de 2014

CONCURSO - Dicas para fazer uma boa prova discursiva

Cada vez mais uma tendência nas provas de concursos públicos, mesmo para cargos de nível médio, as provas discursivas costumam aterrorizar muitos candidatos. Afinal, redigir um texto é muito diferente de marcar a alternativa correta em uma questão de múltipla escolha. Na pior das hipóteses, vale um “chute”, o que não é possível na redação.
Correndo o risco de dizer o óbvio, para escrever bem e corretamente é importante ter o hábito de ler. Mas isso nem sempre faz parte do dia a dia dos candidatos que, ainda assim, precisarão encontrar uma forma rápida de obter um resultado razoável na prova.
Conhecer a grafia das palavras e regras simples de pontuação é requisito necessário para o sucesso da empreitada, mas isso nem sempre é suficiente.
A boa notícia é que existem algumas dicas básicas que costumam funcionar em situações de emergência. Existe uma “receita de bolo” para as dissertações de concurso e, se o candidato tiver relativo domínio da língua portuguesa, será possível enfrentar o desafio com alguma segurança.
Tema e recorte do tema
Escrever uma redação é como pintar um quadro: primeiro escolhe-se o tema, a ideia geral. Em seguida, é preciso definir um “recorte” para este tema, ou seja, detalhar melhor sob qual aspecto o assunto será abordado. Normalmente, o tema é fornecido no comando da prova e caberá ao candidato apenas definir o recorte. Por exemplo, o tema pode ser a violência nas grandes cidades; o candidato pode falar sobre como isso afeta a formação dos cidadãos, que vivem sob o estresse do risco permanente; pode falar sobre o que considera serem as causas da violência; pode fazer uma análise histórica do crescimento da violência ou pode propor soluções para o problema.
O importante é não se colocar em armadilha e escolher um viés em que se sinta à vontade para escrever. Se possível, aborde a parte do assunto sobre a qual tenha mais domínio – ou as melhores ideias. Lembre-se de que as redações de concurso não precisam ser peças literárias. É mais garantido escrever de forma simples e objetiva do que inventar construções complexas ou ideias mirabolantes, em que o próprio candidato corre o risco de se perder.
Além disso, evite palavras que não conheça bem, para não errar a grafia nem o significado, comprometendo o conteúdo. Sempre é possível dizer a mesma coisa, usando outras palavras.
Voltando à nossa receita, a dissertação básica tem: introdução, desenvolvimento e conclusão.
Introdução
Uma fórmula simples é iniciar com uma declaração (afirmação ou negação de algo): tópico frasal. Por exemplo: A violência nas grandes cidades teve um crescimento impressionante nas últimas décadas.
A seguir, ainda no primeiro parágrafo, podem ser abordados três argumentos sobre o assunto e que serão desenvolvidos nos parágrafos seguintes.
Desenvolvimento
Desenvolver um argumento em cada parágrafo garante que nenhum deles fique esquecido e cria uma organização para o texto.
Conclusão
Retoma-se o tema e acrescenta-se uma ideia, que pode ser uma solução ou um posicionamento, por exemplo.
Cuidados importantes
Coesão: O texto precisa ter um encadeamento de ideias e não ser um amontoado de frases soltas. Dito de outra forma, os parágrafos e as frases precisam estar ligados uns aos outros, como se fosse um alinhavo. A isso se chama coesão. Assim, começar os parágrafos de desenvolvimento com: Um dos motivos… ou Outro aspecto importante… ou (quando se quer lançar uma ideia contrária) Por outro lado…
Coerência: O “alinhavo” do texto se faz com o uso de elementos de ligação (conectores). Mas é preciso atenção com o que se deseja expressar, para escolher adequadamente o conector (ou expressão). Sem esse cuidado, o texto perde a coerência. Por exemplo: Eu estava cansada; portanto, saí para dançar. Fica sem sentido. Uma alternativa mais coerente seria: Eu estava cansada; apesar disso, saí para dançar.
A coerência também é importante em relação ao conjunto do texto. Se na introdução são lançados argumentos negativos, o desenvolvimento e a conclusão devem seguir a mesma linha.
Limites: Toda dissertação ou questão discursiva tem um número de linhas exigido. Atenção a esses limites (número mínimo e máximo de linhas), para não ser desclassificado ou perder pontos bobos.
Cuidado também para não invadir as margens estabelecidas no papel, pois isso pode ser considerado marcação indevida e descontar pontos ou até eliminar o candidato.
Como começar
Eu sugiro que o candidato primeiro resolva todas as questões às quais puder responder de imediato na parte objetiva da prova. E estabeleça o tempo máximo que poderá gastar na discursiva.
Leia o tema proposto – às vezes é dado um texto base sobre o assunto – e comece a fazer o esboço da redação. Escreva as ideias que surgirem em poucas palavras e sem muita crítica. Depois, faça uma avaliação e selecione o que pode ser usado para cada etapa do texto. Atenção para não fugir ao tema. Risque o que não vai servir e comece a desenvolver o rascunho do que será utilizado.
Escrever é um processo de criação e isso não funciona com pressão. Então, enquanto estiver fluindo, siga no trabalho, passando de uma etapa para a seguinte. Se tudo correr bem, vá até o fim, inclusive passando a limpo, com letra legível.
Se perceber que travou e não está conseguindo produzir, volte à parte objetiva da prova, para não perder tempo. E retorne depois para concluir a dissertação, sabendo que a parte das questões está adiantada. Essa tranquilidade ajuda a mente a relaxar e voltar a criar. Mas fique atento ao tempo gasto, para poder finalizar alguma questão pendente e marcar o cartão-resposta.
OBS: A proposta desta coluna é dar uma ideia geral para quem está totalmente perdido em relação às provas discursivas, mas não substitui um bom curso de redação com o professor especializado.
Vale lembrar que existem serviços on-line de correção de redação. O aluno pode escrever o texto, escanear e enviar, de qualquer lugar do mundo, para um professor corrigir e passar as orientações necessárias.
Fonte: Lia Salgado - G1 Concursos 


CONVITE - Recife Moto Week / Recife-PE

O convite está feito. Vamos participar!


Recusa da inscrição de Joaquim Barbosa na OAB-DF merece atenção

Ministro Joaquim Barbosa

Pelo presidente Lula, Joaquim Barbosa, então procurador regional da República no Rio de Janeiro, foi convidado para ocupar as relevantes funções de ministro do Supremo Tribunal Federal. O presidente queria nomear alguém de cor negra, na mesma linha de raciocínio de Fernando Henrique Cardoso, que indicou Ellen Gracie Northfleet para o cargo, ou seja, a primeira mulher na corte. Ajudou na escolha o bom currículo de Joaquim Barbosa que, entre outras coisas, domina quatro línguas além do português, foi professor da Uerj e é doutor em Direito pela Universidade de Paris – II, na França.

No STF, Barbosa foi um ministro diferente. Tornou-se conhecido pelo rigor na condução da ação penal originária, conhecida como “mensalão”, na qual foram condenados e presos vários líderes políticos do partido político dominante, e também por ter dificuldades no relacionamento pessoal com os seus colegas, com advogados, jornalistas e associações de magistrados.
Recentemente aposentado, requereu em 19 de setembro a sua reinscrição na OAB-DF, certamente cancelada no passado por ter ocupado cargo público. Esta medida é possível e rotineira, havendo, apenas, a obrigação de não poder advogar por três anos junto ao juízo ou tribunal do qual se afastou (Constituição, artigo 95, V).

Ocorre que, o presidente da OAB do Distrito Federal, Ibaneis Rocha Barros Junior, opôs-se formalmente ao pedido, com a justificativa de que o requerente não tem idoneidade moral para exercer a advocacia. Em suporte da inusitada conclusão, estaria o fato de que Barbosa, como magistrado, teria praticado atos e dado declarações que seriam contrários à classe dos advogados.

A recusa merece discussão.

Joaquim Barbosa conquistou popularidade máxima junto à população, fruto de sua atuação firme no caso do “mensalão”. Goste-se ou não dele, não se pode negar seu enorme prestígio na sociedade. Basta conversar, aleatoriamente, com o primeiro que se encontrar na rua. Este apoio é fruto do inconformismo da sociedade brasileira com um sistema judicial que, sujeito a dezenas de recursos, é um dos mais ineficientes do mundo.

Na outra ponta, despertou também grande rejeição nas profissões jurídicas, porque nunca se preocupou em ser simpático a quem quer que seja. Em seus anos de permanência no cargo atritou-se diversas vezes e, portanto, não é de surpreender que tenha angariado a antipatia de muitos. Por exemplo, das associações de juízes que não conseguiram, nos seus dois anos de mandato na presidência, estabelecer qualquer diálogo.
Mas a sua reinscrição na OAB-DF pode ser examinada sob o prisma amor e ódio? Evidentemente, não.

A OAB é considerada uma autarquia especial e, nas suas atividades, pratica atos administrativos. Por exemplo, quando realiza o concurso para habilitar alguém em seus quadros. No momento em que a reinscrição é negada, porque Barbosa não recebia os advogados ou algo semelhante, está se misturando um ato administrativo, que por força do artigo 37, “caput”, da Constituição tem que ser impessoal por um sentimento flagrantemente pessoal. Algo como: gosto, defiro, não gosto, indefiro.

Ensina a professora Odete Medauar que os atos administrativos devem obedecer ao princípio da impessoalidade, com o qual “a Constituição visa obstaculizar atuações geradas por antipatias, simpatias, objetivos de vingança, represálias, nepotismo, favorecimentos diversos ...” (Direito Administrativo Moderno, 17. ed., RT, p. 142). Na mesma linha, Marçal Justen Filho ao dizer que “o regime de direito público visa, em grande parte, a impedir que a vontade do ser humano, que atua como órgão público, seja orientada à satisfação de conveniências individuais e não à produção de resultados satisfatórios para a comunidade” (Curso de Direito Administrativo, 9. ed., RT, p. 393).

As lições acima se encaixam como uma luva ao presente caso. Se o ato não é impessoal, mas sim uma mera represália por fatos acontecidos no passado, é nulo por vício no seu conteúdo. E se é nulo, seu autor e o órgão que representa sujeitam-se a variadas consequências jurídicas. Vejamos.

O artigo 11, “caput”, da Lei 8.429/92, classifica como improbidade administrativa atentar contra os princípios previstos na Constituição e atuar com imparcialidade é um deles (art. 37, “caput”). Se a ação for parcial, vingança por fato pretérito, sujeita-se seu autor a responder ação civil pública com base no dispositivo citado.

O Código Penal, por sua vez, dispõe no artigo 319 que pratica o crime de prevaricação quem “retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. Dirigente da OAB pode ser sujeito ativo deste delito, conforme artigo 327, parágrafo 1º, porque dirigentes de autarquias se equiparam a servidores públicos (TRF-2, AC 200151060000791, relator Alfredo França Neto, j. 31.5.2005). Ora, se a negativa de reinscrição tiver por base a satisfação de interesse pessoal (p. ex., vingança), em tese pode ocorrer o delito.

Do ponto de vista civil o ato administrativo também pode gerar consequências. Os artigos 186 e 927 do Código Civil atribuem a quem praticar ato ilícito contra outrem a responsabilidade de indenizar danos materiais e morais. Se for reconhecido o vício da pessoalidade do ato administrativo, está aberta a possibilidade de Joaquim Barbosa acionar o presidente da OAB-DF e a própria seccional da Ordem por danos morais. Ainda mais que a alegada base da negativa seria a acusação grave de inidoneidade moral.

Além do que foi dito, fora do campo jurídico há ainda os reflexos políticos. Dentro da classe dos advogados as opiniões se dividem, uns contra e outros a favor da recusa. Fora da classe, certamente, esta é uma das mais impopulares iniciativas tomadas pela OAB, porque Joaquim Barbosa é querido e respeitado pela quase totalidade da população brasileira.

Pois bem, suponha-se que, independentemente de tudo o que foi apontado, o indeferimento seja definitivo. A Joaquim Barbosa restará a possibilidade de ingressar com Mandado de Segurança na Justiça Federal em Brasília, com pedido de liminar, visando obter sua reinscrição. Aí entra outro componente. Os juízes federais também não o veem com simpatia, porque o relacionamento de sua associação e Barbosa não foi dos melhores durante a sua presidência.

Pergunta-se: isto acabaria influenciando a decisão do juiz que vier a receber eventual ação? Ele tenderia a negar a liminar? Este tipo de reação nem sequer deve ser cogitado. O juiz que age com revanchismo não é digno de sua toga. E, tal qual em Berlim, ainda temos juízes em Brasília.

Enfim, a questão está sob análise da OAB-DF. Certamente prevalecerá o bom senso.

Autor do Texto: *Vladimir Passos de Freitas é desembargador federal aposentado do TRF 4ª Região, onde foi corregedor e presidente. Mestre e doutor em Direito pela UFPR, pós-doutor pela Faculdade de Saúde Pública da USP, é professor de Direito Ambiental no mestrado e doutorado da PUC-PR. Vice-presidente para a América Latina da "International Association for Courts Administration - IACA", com sede em Louisville (EUA). É presidente do Ibrajus.

Fonte: Revisa Consultor Jurídico.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

TRANSPOSIÇÃO DOS SERVIDORES

Senador Odacir Soares expõe dados verdadeiros sobre a transposição

Ele recebeu informações do secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, do presidente da Comissão instituída pelo governo federal e também do presidente do TCU

Servidor esperando a Transposição!
Porto Velho, RO – O senador Odacir Soares (PP-RO) tem acompanhado de perto o assunto transposição tanto em Rondônia quanto em Brasília, onde atua a Comissão Interministerial instituída pelo governo federal especificamente para resolver a questão.
Na última semana, Odacir se encontrou com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento Sérgio Mendonça e com o presidente da Comissão Interministerial Geraldo Antônio Nicoli. Já na última terça-feira (30), foi a vez do encontro com o presidente do TCU (Tribunal de Contas da União), o ministro João Augusto Ribeiro Nardes, para confirmar as informações recebidas.
Dessas conversas foi constatado pelo senador que já havia sido reiterado em outras oportunidades: a incompetência administrativa do Governo do Estado de Rondônia em lidar com a situação já resolvida no âmbito legal. 
Outra questão é que os números são exatos, não havendo motivos para que os servidores rondonienses, ansiosos para saber informações detalhadas desse processo, fiquem à mercê de dados imprecisos e explicações estapafúrdias, distantes da realidade.

Com intenções politiqueiras, foram encaminhados cerca de 20 mil processos pelo Estado de Rondônia à análise da Comissão Interministerial. Desse total, foram incluídos servidores do extinto Beron, da Caerd e da Ceron. Para o Ministério do Planejamento, esses trabalhadores, assim como os servidores dos outros Poderes, não têm direito à transposição, restando apenas os servidores do Executivo contratados até 15 de março de 1987. O Estado e os políticos sempre estiveram cientes disso, mas optaram por dar falsas esperanças aos cidadãos.

Redução de beneficiados

Com esse entendimento, o universo de beneficiados foi reduzido a 8.400 servidores considerados aptos a terem seus processos analisados. Dos 8.400 servidores, 6.600 tiveram a tramitação de seus processos sobrestada porque, segundo a AGU (Advocacia-Geral da União), essas pessoas foram incluídas no Plano de Cargos e Salários do Estado de forma irregular. 

Sobre isso, a AGU encaminhou consulta ao TCU sobre as possíveis irregularidades, porque parte desses 6.600 servidores foi contratada como temporários. A outra parte dos servidores é referente aos demitidos durante a gestão do ex-governador de Rondônia José Bianco e, em seguida, reintegrados pelo seu sucessor Ivo Cassol.


Em relação ao número total de processos sob análise do Tribunal de Contas da União, Odacir Soares tratou diretamente com o ministro Augusto Nardes sobre seu trâmite e a indicação de um novo relator para o caso. A ministra Ana Arraes, mãe do ex-presidenciável Eduardo Campos, morto num acidente aéreo no mês de agosto, deixou de relatá-lo por questões pessoais.

Sensibilizado com as considerações de Odacir, Nardes comunicou que o TCU indicou o ministro Augusto Sherman para ser o novo relator, comprometendo-se a dar celeridade ao julgamento. 

Na próxima semana Odacir Soares deve se encontrar com Sherman em Brasília junto com o procurador Luciano Alves de Souza Neto, da Procuradoria Geral do Estado de Rondônia, que vem acompanhando o andamento dos processos nas duas esferas administrativas.


Número sob análise da Comissão Interministerial 
Dos 8.400 processos aptos a serem analisados pela Comissão Interministerial, excluídos os 6.600 que foram encaminhados à apreciação do Tribunal de Contas da União, restaram cerca de 1.800 apenas.

Quarenta e oito processos já foram deferidos e estão sendo providenciadas as devidas inclusões nos quadros em extinção da União. Cento e doze foram indeferidos. Trezentos e seis foram baixados em diligências e somente 32 já foram transpostos e estão na folha de pagamento da União.

Em relação ao restante, a Comissão Interministerial encaminhou cartas aos servidores solicitando documentos que faltam para a análise dos processos. 

Sobre os cento e doze processos indeferidos, a Comissão Interministerial ainda não informou ao Estado de Rondônia e nem aos servidores porque estão sendo analisados novamente por ela. Isso porque a Emenda Constitucional que contemplou os estados do Amapá e Roraima com a transposição idêntica, isto é, relativa à posse do primeiro governador eleito desses estados, poderá ser utilizada para beneficiar os servidores de Rondônia, vindo a resultar no deferimento dos processos, uma vez que essa emenda é mais minuciosa.

– A transposição dos servidores do Estado de Rondônia começou de maneira desorganizada e por isso está do jeito que está: estagnada. Os responsáveis pela Comissão Interministerial não vão transpor servidores de qualquer maneira, se sujeitando a responder, no futuro, segundo eles, por improbidade administrativa. Os processos foram encaminhados pelo Estado de Rondônia de forma medíocre, mal feitos, imprecisos, muitos feitos inclusive à mão. O governador Confúcio Moura e sua equipe foram irresponsáveis e displicentes com o povo. A falta de vontade, que resultou no despreparo logístico, resulta na angústia de muitos rondonienses. É uma situação deplorável, mas que vamos contorná-la. Tenho certeza disso – finalizou o senador Odacir Soares.

Fonte: Tudo Rondônia

MINUTOS DE SABEDORIA

PROCURE ser humilde em todas as circunstâncias.
Humildade não é dizer "sim" a tudo e a todos.
Nem é apregoar que somos humildes.
Não é agachar-se mentalmente a tudo o que os outros dizem.
Não!
Humildade é saber exatamente o que somos e o que valemos.
E conhecer-nos a nós mesmo, procurando corrigir sinceramente nossos defeitos, e não nos querendo impor aos outros.
Quem é humilde, em geral, não sabe o que é.
Mas quem não é humilde é que pensa que é!

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

OPINIÃO DE PRIMEIRA

MEIO PONTO PERCENTUAL ENTRE CONFÚCIO E EXPEDITO

Deu a lógica, nos nomes  que indicavam as pesquisas, desde o início da campanha. Confúcio Moura e Expedito Júnior vão para o segundo turno. Nada a ver com a pesquisa do Ibope, que dava o atual governador com um crescimento de 15 pontos percentuais em menos de 15 dias e sete pontos à frente de Expedito. A diferença real foi de apenas meio ponto percentual, até porque a campanha de Confúcio cresceu muito na reta final, enquanto a do tucano não aumentou, já que Expedito e seus aliados lutavam contra falta de recursos. O segundo turno é uma campanha totalmente diferente, porque novas alianças podem ser firmadas; atuais adversários de um e de outro podem reforçar o outro lado, na fase decisiva da eleição. Outro detalhe: o tempo do horário eleitoral gratuito é igual, 10 minutos para cada um. Então, começa tudo de novo, com Confúcio e Expedito com chances iguais. Assim como Dilma e Aécio vão disputar a Presidência também com as possibilidades no mesmo patamar.
Destaque-se, neste primeiro turno, a performance das duas representantes dos Cassol. Jaqueline, que disputou o governo, mostrou competência e abriu um caminho positivo para novas participações em disputas eleitorais. Ivone Cassol, esposa do senador Ivo Cassol, que nunca participou ativamente da política, teve uma estreia altamente positiva. A derrota de Moreira Mendes, de quem se esperava muito mais nas urnas, foi uma das surpresas negativas. E outro lamento foi o caso de Aluizio Vidal. Personagem novo na política, ele teve excelente votação, mas teria resultados práticos se disputasse outros cargos. À Assembleia, por exemplo, onde poderia colocar o PSOL pela primeira vez com uma cadeira. Enfim, a eleição teve muitas coisas complexas, positivas e negativas. Mas ela foi, na essência, mais um show de democracia.
 RECOMEÇA DO ZERO - Começa agora nova eleição. Confúcio e Expedito, mal fecharam as urnas no domingo, já começaram a batalhar em busca de apoios. Ainda na noite da eleição, os dois deram entrevistas otimistas. Confúcio comemorando uma vitória inesperada em Porto Velho e o fato de ter chegado na frente. Expedito comentando que ficou clara que a população aponta que quer mudanças, já que seu adversário está no poder, com recursos abundantes e mesmo assim não conseguiu tirar grande vantagem. Enfim, tudo recomeça para a batalha de 26 deste outubro.
 EM BUSCA DE ALIADOS - Quem vai apoiar quem? O poder eleitoral do senador Ivo Cassol e do seu grupo político ficou claro, com a boa votação das duas mulheres da família, estreantes na política. Ambas somaram mais de 220 mil votos. Ele penderá para algum dos dois finalistas ou ficará fora? E o PT, vai ficar ao lado de Confúcio, como sempre quis o diretório nacional ou poderá abrir negociação política com Expedito Júnior? O PSOL de Aluízio Vidal já avisou que fica fora de tudo. Não quer conversar nem com um nem com outro...
 SUJEIRADA - Vergonha para Rondônia e para o Brasil: as lixeiras em que foram transformadas ruas e proximidades das escolas onde havia locais de votação, merece o repúdio de todos. Candidatos emporcalharam as cidades, país afora. Houve exceções, é claro. Uma delas aqui mesmo no nosso Estado. Em Rolim de Moura, a Justiça Eleitoral elogiou a todos os partidos e coligações. Não houve sujeira nas ruas da cidade, durante toda a campanha. Que os sujos sejam punidos com rigor e que em Rolim continue assim no segundo turno!
 ONZE VOLTAM - Surpresas também em relação à Assembleia. Nomes como os de Zequinha Araújo, Adriano Boiadeiro, Ana da Oito, Epifânia Barbosa e Cláudio Carvalho ficaram fora. Foram reeleitos o combativo presidente Hermínio Coelho e mais dez: Lebrão, Maurão de Carvalho, Edson Martins, Luizinho Goebel, Marcelino Tenório, Saulo Moreira, Glaucione, Ribamar Araújo, Adelino Follador e Jean Oliveira. Follador foi o campeão no Estado, com mais de 19 mil eleitores o reconduzindo à ALE. Também foram muito bem votados a deputada Glaucione, de Cacoal, com 18 mil votos e Lebrão, com mais de 16 mil.
 CARAS NOVAS - Entre as caras novas no parlamento estadual, dois vereadores da Capital: o jovem Léo Moraes e o apresentador Aelcio da TV (este fez uma das campanhas mais modestas, com poucos recursos e muito pé na estrada, por isso mais méritos ainda ao seu feito!). O ex-prefeito Laerte Gomes; Rosângela Donadon, o pastor Só na Bença, o vereador Alex Redano; dr, Neidson, de Guajará Mirim, Jesuíno Boabaid são algumas das novas lideranças que chegam à Assembleia. 
  TURMA DE BRASÍLIA - Na bancada federal há também novidades importantes. Uma delas, a reeleição de Acir Gurgacz, com votação consagradora. Outra: duas mulheres deram um show nas urnas. Marinha Raupp, com 61 mil votos e Mariana Carvalho com 60 mil foram destaques especiais. Entre elas, talvez a maior surpresa de todas: a incrível votação do jovem deputado Marcos Rogério, que teve quase 61 mil votos, mais de 52 mil do que fez em sua primeira eleição.Lúcio Mosquini e Luiz Cláudio também tiveram ótimas votações. Expedito Neto, aos 25 anos, estreia no Congresso. Garçon volta e Capixaba está reeleito.
 PERGUNTINHA - Dilma Rousseff ou Aécio Neves? Quem você vai escolher para ser Presidente do Brasil, neste 26 de outubro?
Fonte: Jornalista Sérgio Pires

Anis Chaddad Neto

Anis, meu filho amado, minha fonte de energia dado pelo Supremo Arquiteto do Universo. Parabéns pela sua vitória que é também minha vitória ao concluir o curso de Direito. Com toda certeza vai contribuir com a Justiça deste imenso e amado Brasil! Parabéns e felicidades.




EU PRECISO SABER - Mensagens Positivas

Ganhador X Perdedor

O ganhador está sempre fazendo.

O perdedor está sempre falando.
O ganhador sempre tem um programa de ação.
O perdedor sempre tem uma desculpa para não fazer.
O ganhador diz:
"dá-me a oportunidade de fazer".
O perdedor diz:
"este não é o meu trabalho".
O ganhador tem sempre uma solução para cada problema.
O perdedor tem sempre um problema para cada solução.