Os encantos de uma mulher misteriosa chamada Michelle Marques!
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
VESTIBULAR - Veja como lidar com a reprovação
O desejo de permanecer perto da família e de cursar Medicina é o que motiva Ursula Costa, 19 anos. A estudante, que mora em Natal, esteve entre os 3.622 candidatos a 50 vagas no vestibular 2013 da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN). Pela primeira vez, porém, não viu seu nome no listão. Com histórias não muito diferentes, milhares de estudantes têm de enfrentar a frustração da reprovação nos vestibulares do País. Na primeira fase da Fuvest, 172.037 candidatos concorreram a 11.157 vagas no vestibular de 2014 - 32.569 passaram para a segun da etapa. Na universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), cujo vestibular começa neste domingo, 42.044 disputam 5.461 vagas. As poucas vagas tomam a reprovação uma possibilidade bastante real. No entanto, com disciplina, organização e autoconhecimento, é possível se preparar para novas oportunidades.
Rosana Yentas, psicanalista, psicóloga clínica e orientadora profissional, aconselha que a primeira atitude a ser tomada deva ser a reflexão. "É importante o aluno entender por que não conseguiu. Talvez não tenha se esforçado ao máximo, ou o curso era muito concorrido ou ainda a família pode ter pressionado demais. Cada caso é único", afirma.
Essa reflexão deve acontecer um momento de descanso pós-vestibular, de 15 a 20 dias, segundo Osvaldo Arthur Menezes Vieira, professor do curso pré-vestibular O Garrancho. Nesse período, ele destaca ainda a necessidade de aproximação com a família e amigos e de estar em lugares de que gosta. "O aluno não deve se esconder. Tem de usar o tempo para entender que virá uma nova fase, que há como se preparar. Pensar que tipo de estudo seu perfil exige", diz.
Ao reencontrar estudantes no cursinho depois da reprovação, Vieira costuma citar uma frase que atribui a Albert Einstein: "Não há nada que seja maior evidência de insanidade do que fazer a mesma coisa, dia após dia, e esperar resultados diferentes". O cientista alemão, inclusive foi reprovado em um vestibular. Para o novo período de estudos, deve-se renovar até mesmo os materiais, para gerar motivação, aconselha Vieira.
Entre as ações fundamentais para a nova preparação, o professor aponta a organização de um plano de estudos e a regularidade na rotina, de acordo com as disciplinas mais relevantes para o curso e as que se tem dificuldade. Além disso, Vieira aconselha seus alunos a manterem as "práticas fortalecedoras" - como exercícios físicos e atividades sociais - e definirem uma maneira de estudar, seja por resumos, exercícios, aulas presenciais e virtuais ou leituras. "Mas sempre procurar retomar a matéria, registrar ao máximo o que aprendeu", frisa.
Quando é hora de mudar
O tempo de reflexão deve também servir para a definição do futuro. Muitos estudantes optam por prestar o exame novamente, frequentando cursos pré-vestibulares. Vieira alerta que a instituição precisa corresponder ao perfil do aluno - a escolha não pode ser baseada em convites de amigos ou namorados. Enquanto alguns podem render mais em cursinhos sociais, que valorizam a descontração para um aprendizado mais leve, outros alunos podem se sentir mais preparados em lugares focados em determinados cursos, como os específicos para candidatos a vagas de medicina, por exemplo.
Por outro lado, há pessoas que decidem cursar outras graduações ou tentar vagas em outras universidades. Foi o caso de Ursula que, após uma reprovação, decidiu mudar. A estudante curso hoje Odontologia na UFRN - conseguiu média para a graduação em seu segundo vestibular. Mas não desistiu de ingressar em Medicina e tentar conciliar as tarefas da faculdade com a preparação pra as provas. Dessa maneira, sentiu mais tranquilidade no último vestibular, cujo resultado ainda não foi o esperado, mesmo que mais próximo da aprovação. "Minha maturidade aumentou. Sei que há um tempo certo para a minha vitória", declara otimista.
Antes de tomar uma decisão como essa, Rosana recomenda novamente a reflexão: "É interessante se fazer uma pergunta: para quê? Para não perder um ano, talvez? O que significa estar em um curso para tentar outro? Para que, e não por quê. Isso força a pessoa a responder de um jeito mais elaborado, projetar o futuro". A orientadora afirma ainda que, em alguns casos, há necessidade de acompanhamento profissional. "A orientação deve ir além de um teste. O aluno tem de descobrir seus desejos, preferências, valores."
Fonte: Jornal O Estadão do Norte
O CRESCIMENTO DAS PEQUENAS RODAS – O mercados das motonetas gigantes deve explodir também no Brasil
A motorização no Brasil está se
orientalizando. Com a explosão da nova classe média e o crescimento desordenado
das cidades, as motinhos tomam conta das ruas. Com tráfego parado, a tentação
de se esgueirar entre os carros soma-se à idéia de economia para determinar a
decisão das compras. Em algumas regiões, , cubs e motinhos utilitários surgem
como opção ao transporte coletivo – nos casos dramáticos, à precariedade dos
meios existentes. Esse fenômeno é claro no Nordeste, que reproduz a opção pela
mobilidade individual de grande parte do Oriente longínquo, caso de toda a
Indochina, Tailândia, Vietnã, Laos, Camboja, Birmânia – e da continental China.
Diante da ausência de trens ou outros sistemas de transporte organizados, vale
munir-se de duas rodas e um pouquinho de gasolina.
No Brasil, esse papel popular tem
sido reservado às utilitárias, cuja versão emblemática é a Honda CG 125/150 (o
veículo automotor mais vendido no país há anos), e às cubs, ou underbones. Os
scooters têm se apresentado como opção mais charmosa, especialmente para o
público feminino e jovem. Curiosamente, o primeiro veículo a motor feito no
país foi a Lambreta, uma motoneta, em 1955. Os automóveis começaram no ano
seguinte, com a Vemaguet e Kombi.
Em meados dos anos 80, a Vespa
instalou-se em Manaus, em parceria com a Caloi, para montar a Vespa PX 200. Com
a reabertura das importações, proibidas entre 1976 e 1990, houve ingressos
pontuais de scooters de marcas como
Peugeot e Piaggio, mas o seguimento começou a renascer apenas em 2004, com o
lançamento da Suzuki NA 125 Burgman, um sucesso visível nas cidades. A Yamaha
lançou a Neo 115 em 2007, com rodas de aro mais amplo e pegada cub, seguida
pela Dafra Laser 150 em 2008. A Honda apresentou o Lead 110 em 2009, com
injeção de combustível moderna – e ele se mantém na liderança do segmento até
hoje.
Entre os scooters de maior
cilindrada, a onda do momento, a Suzuki também é a pioneira e a única marca a
explorar esse mercado até hoje, com os Burgman 400 e 650. A Dafra começou a
construir boa reputação com o Sym Citycom 300, lançado em 2010, sucesso de
vendas nas maiores cidades. Aliás, em breve pode lançar a versão mais
sofisticada do mesmo modelo, a GT, e até mesmo o irmão maior, o Sym 400i.
Esses produtos devem enfrentar
concorrências em breve. A Piaggio, dona da Vespa, ronda e afaga. A Honda, do
alto de sua sólida liderança, tem produtos para os diversos nichos, com topo no
Silver Wing 600 cc e no novo Integra, de 700cc.
No Salão da Moto do ano de 2012, a Yamaha e
Kavasaki fizeram sondagens com o consumidor final. A marca dos diapasões trouxe
o X-Max 250 e o T-Max 530. Alvos de atenção e especulações, nada foi confirmado
oficialmente. É dada como certa a chegada do irmão maior da família. A Kavasaki
trouxe dois modelos da marca de Taiwan Kymco: o Agility 200 e o Xcting 500. Sua
chegada deve ocorrer ainda no segundo semestre. A BMW... Bem, você acaba de
conhecer mais fundo o C 600 Sport e o C 630 GT, que em breve devem chegar por
aqui. As peças estão no tabuleiro.
Fonte: Eduardo Viotti – Revista Quatro Rodas
/ Moto
CÂIMBRA – SAIBA COMO SE LIVRAR DESSE INCOMÔMODO
Ela acontece quando menos se
espera. De repente, você sente uma dor tão intensa na panturrilha que fica
quase impossível movimentar a perna. É a câimbra, um espasmo ou contração
involuntária dos músculos que pode durar de alguns segundos até vários minutos,
podendo atingir um ou mais músculos de uma vez. Embora mais comum nas pernas as
contrações da câimbra podem atingir qualquer músculo de controle voluntário
como a coxa, pés, mãos, pescoço e abdômen.
O problema costuma acontecer durante a noite ou após exercícios físicos,
exclusivos e as causas podem ser muitas.
Segundo o angiologista Ary Elwing
(CRM-22.946) especialista em cirurgia vascular periférica e tratamento a laser,
geralmente há a com tração muscular por uma irrigação sanguínea irregular dos
músculos , desidratação ou desequilíbrio mental e especialmente, pela carência
de potássio. “Embora dolorosa a câimbra não exige preocupação e nem tratamento,
mas pequenas mudanças de hábitos, como uma alimentação mais saudável, podem
ajudar. No caso de aliviar a dor é preciso provocar o relaxamento imediato do
músculo atingido. A pessoa deve fazer uma massagem no local, para favorecer a
circulação”.
O único tratamento no caso de
quem sofre com esses espasmos é evitando, com cuidados simples, uma boa sessão
e alongamento antes e após exercícios,
principalmente para sedentários; hidratação antes, durante e depois do
esforço, alimentação balanceada e evitar exercícios físicos em dias muitos
quentes, são alguns exemplos. “Não adianta tomar analgésicos ou antiinflamatórios porque farão desaparecer a dor ou diminuirão as
manifestações de câimbra. Mas caso a dor seja insuportável ou tenha contrações
muitas vezes ao dia a aplicação de calor no local pode ajudar “, recomenda
Fonte: Jornal Diário da Amazônia
MAIS, SEGURANÇA - Perigo! Ventos e Deslocamentos de Ar
Diante de um cenário como esse, prepare-se, pois a chuva pode vir acompanhada de correntes de vento perigosas para o motociclista
Muitos me perguntam como podemos evitar um tipo de acidente causado por ventos e deslocamentos de ar enquanto transitamos com nossas motos principalmente em estradas e rodovias. Em primeiro lugar vamos entender o que são ventos e o que são deslocamentos de ar, pois parecem a mesma coisa, mas não são. Por isso os cuidados na pilotagem devem ser bem aplicados conforme nossas atitudes diante dessas condições adversas na condução de motos e assim poderemos colocar em prática as técnicas da pilotagem segura.
Vento - É um fenômeno natural, causado pela diferença de temperatura na atmosfera, movimentação de rotação e translação da Terra. Portanto, para o piloto não tem como fugir deles. Existem dois tipos de ventos que podem causar perigo ao motociclista:
1- Ventos Laterais
2- Ventos frontais
Os ventos laterais são os mais perigosos para a condução, pois eles vêm repentinamente, empurrando o motociclista e a moto para as laterais da pista. Os cuidados que se deve ter nesse momento é abaixar o corpo, deixando o vento passar por cima do piloto, evitando atingi-lo de lado e, sem dúvida, desacelerar, diminuindo a velocidade. Assim poderá sair de situações de risco, como ser empurrado para fora da estrada.
Existem regiões onde os ventos laterais aparecem em forma de rajadas. Nesse tipo de fenômeno natural é quase impossível evitar um acidente. Porém, pilotando preventivamente, observando se no local há sinalização indicando esse fenômeno, ou mesmo observando os sinais do ambiente, como árvores derrubadas ou deslocadas lateralmente, caminhões tombados sem uma aparente causa, placas de sinalização e de publicidade caídas na beira da estrada, não pense duas vezes em reduzir a velocidade e pilotar com calma. Rodovias ou estradas muito abertas em suas laterais são muito propícias a isso. Para rajadas de ventos laterais repentinas não há técnica defensiva e sim preventiva.
Os ventos frontais de que falamos são os causados naturalmente e não pela velocidade da moto. Percebe-se mais facilmente em modelos de motos com suspensões mais altas, como as trail. Ou seja, não é a moto que “corta” o vento, mas sim o vento que vai ao encontro da moto. Nesse momento o piloto sente a frente da motocicleta mais leve, sem estabilidade. Neste caso, o conselho defensivo é diminuir a velocidade e deixar o corpo mais a frente, concentrando peso à roda frontal e diminuindo assim a leveza causada pelo vento frontal. O conselho preventivo é ajustar a suspensão traseira da moto para uma pré-carga mais dura, dessa forma o pneu dianteiro ficará mais colado ao chão, deixando a moto mais estável nessa condição atmosférica.
Deslocamento de ar - Diferente dos ventos, o deslocamento de ar é causado por outros veículos maiores, como caminhões e ônibus, e não pela natureza. São quatro os tipos:
1- Deslocamento de ar positivo
2- Deslocamento de ar negativo
3- Turbulência
4- Vácuo
Deslocamento de ar positivo - É muito comum isso acontecer ao ultrapassar caminhões e ônibus. Tais veículos “empurram” o ar ao se movimentarem em velocidade. Assim esse ar deslocado é retirado da frente desses grandes veículos e jogado para o lado, isto é, ao lado de sua ultrapassagem. Dessa forma, o motociclista e sua moto são jogados positivamente, ou seja, para fora da via. O conselho defensivo é ultrapassar rápido e longe de caminhões e ônibus e o conselho preventivo é ter muita paciência e esperar o momento certo para ultrapassá-los. Esse efeito de deslocamento acontece também quando veículos passam em grande velocidade ao contrário de sua via. Dessa forma, ao vê-los chegando desloque-se ao lado direito da via o mais longe possível deles e amenize o efeito do deslocamento.
Sob o caminhão há um grande espaço que provoca uma pressão negativa que lhe puxa para dentro: fique longe daí
Deslocamento de ar negativo: este tipo de condição adversa é a mais grave, pois da mesma explicação dos efeitos do deslocamento de ar positivo, o ar deslocado para as laterais de grandes veículos “abraça” o motociclista que está ultrapassando o qual é sugado para debaixo desses pesados caminhões. Portanto, aproveite a vantagem da moto e ultrapasse rápido e fique longe desse espaço.
Turbulência e Vácuo - Sabe aquela frase escrita na traseira de caminhões e ônibus “mantenha distância”? É bom você saber que ela está ali por uma razão muito importante. Primeiro porque o ensinamento defensivo explica que se deve manter uma distância de seguimento entre 2 a 3 segundos atrás de qualquer veículo independente da velocidade dos mesmos. Se o veículo a manter distância for um carro mais pesado, ou se a via estiver molhada, esta distância deve ser dobrada ou triplicada. Isso vale para a moto, também.
É muito comum encontrar motociclistas trafegando grudados atrás de ônibus com o objetivo ilusório de se protegerem da chuva ou de ventos frontais. Dependendo da velocidade e da curta distância de seguimento do veículo da frente, acontece muita turbulência e, ao se aproximar demais, o motociclista poderá entrar no vácuo. Sim, vácuo, ausência de ar que evita atrito atmosférico e aumenta a velocidade da moto. Muitos acidentes fatais são causados por esta falta de atrito do ar. Não precisa o veículo da frente frear forte para que o motociclista estampe na traseira de ônibus ou outros veículos, pois o vácuo ajuda a empurrar a moto causando este tipo de acidente. Assim sendo, mantenha distância – e a fumaça do diesel é tóxica, saia de perto do bruto.
Fonte: Carlos Amaral, instrutor de pilotagem e palestrante da Porto Seguro Cia. de Seguros Gerais, instrutor e diretor operacional da Carlos Amaral & Zuliani, instrutor de trânsito pelo Detran SP – Fotos de Geórgia Zuliani. Motooline
SEGURANÇA E EQUIPAMENTOS… POR QUE USÁ-LOS????
Amigos….
Ao longo destes anos venho escrevendo sobre motociclismo seguro, equipamentos e etc. Num destes artigos mostrei fotos de ‘pilotos’ calçando chinelos, calçados abertos, sapatos e sandálias de saltos altos e finos.
Falo sempre da fragilidade de nossas extremidades, com ossos pequeninos, apenas pele, tendões, nada de carne, músculos protegendo… As lesões são, às vezes, irreversíveis causando impossibilidade de voltar a trabalhar e mesmo pilotar. Os números de acidentes incapacitando jovens são alarmantes, sem contar o aumento das despesas em Saúde Pública, Seguro Social, aposentadorias precoces. O resultado destes acidentes, indiretamente, sob a alegação dos altos custos gerados, é o retorno as nossas mãos de impostos mais caros como DPVAT e Cia.
Por exemplo: na minha cidade, vejo as meninas pilotando suas scooters usando estas sandalinhas de saltos finos e altos com suas bolsas nos ombros (sem tiras na diagonal, só no ombro mesmo!).
Pergunto: se algo inesperado ocorrer, um carro parar repentinamente, um cachorro atravessar na frente, a bolsinha escorregar do ombro, será que elas conseguiriam firmar os pés no chão de forma efetiva, evitando uma queda?
O “pé” da foto calçava tênis, FEIO de ver, não é????
Fica a dica!!!!
Nota: Há alguns minutos, presenciei um acidente, onde o motorista fugiu e o motociclista ficou esticado no chão. Danos? Moto= zero, apenas alguns arranhões; Motociclista = Fraturas… e impossibilidade de retornar ao trabalho tão cedo… Foi a dor maior que ouvi ele reclamando e um tempinho depois queixou-se da dor no corpo!
Fonte: Julie M.
(j.n.m@terra.com.br) - Moto Esporte.com
CONVITE - 6º Taquaritinga Moto Fest - Taquaritinga do Norte /PE
MINUTOS DE SABEDORIA
DOMINE sua agitação!
Só as criaturas calmas podem ser totalmente eficientes...
A agitação cansa e produz tudo mal feito.
A pressa é inimiga da perfeição.
A calma é o segredo daqueles que realizam tudo bem feito.
Quanto mais trabalho, maior deve ser nossa calma.
Domine sua agitação, permaneça sereno, e tudo lhe sairá bem.








