sexta-feira, 2 de abril de 2021

SEGURANÇA - Dicas para comprar o melhor capacete de moto

 

Qual o melhor capacete do mercado? Qual capacete vale a pena? Afinal, entre tantas opções, por qual optar? Foi-se o tempo que escolher um capacete era questão de dinheiro no bolso, de saber quanto podia gastar num equipamento básico de segurança e que custava caro, muito caro. Além disso, as opções nacionais eram poucas e quem podia trazia do exterior. Aqueles anos rebeldes acabaram, a moto deixou de ser um veículo marginal e tudo mudou – felizmente.

Atualmente, há opções até para quem curte basquete. Opte por um modelo que encaixe bem à cabeça e que tenha bons materiais

Qual o melhor capacete para andar de moto?

A resposta para esta pergunta depende, sobretudo, das suas preferências e uso. Mas, por favor, não leve em consideração o preço como o fator de maior peso aqui, não veja a compra de um capacete como um gasto. É um investimento em conforto, estilo e, sobretudo, segurança.

Não existe ‘o melhor capacete do mundo’ para andar de moto, mas sim o melhor capacete de acordo com seu uso e preferências

A indústria se desenvolveu bastante, cresceu muito, surgiu a regulamentação do uso e da fabricação de capacetes e hoje temos o que está aí, com dezenas e até centenas de opções para cada tipo de uso, inclusive os importados, de todos os preços, níveis de qualidade e para os mais variados bolsos.

Face a esta enorme quantidade de opções, não é assim tão fácil a escolha de um capacete. E ela deve ser muito criteriosa porque estamos falando do principal equipamento que pode salvar vidas em um acidente com motocicleta. Claro, junto com o capacete há calças e jaquetas com proteções, luvas e calçados, tudo fabricado especificamente para uso por motociclistas, também com muitas opções disponíveis. Mas aqui vamos ficar apenas no capacete.

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Tipos de capacete

Integral (fechado): modelo mais comum visto no trânsito, com viseira que cobre somente a faixa do rosto e olhos. O restante do capacete é fechado e protege todas as partes da cabeça, incluindo o queixo.

Capacetes fechados são os mais comuns no mercado e também os mais seguros. Protegem integralmente a cabeça, sem áreas vulneráveis ou encaixes

Aberto (sem queixeira): não possui queixeira, nem flexível e ou mesmo removível. Entre os modelos permitidos no Brasil esse é o menos seguro, devido a exposição na parte inferior da cabeça. Além disso, caso o capacete não tenha também a viseira acoplada, um óculos de proteção (aprovado pelo Contran) deve ser utilizado.

 

Estilosos, super bem arejados e pequenos os capacetes abertos são os preferidos de quem usa scooter. Mas atenção, não protegem o rosto

Modular / articulado (frente móvel): viseira acoplada à queixeira, este é o capacete do tipo modular. Está opção oferece a possibilidade de levantar grande parte frontal do item, para ter mais conforto nos momentos de parada da moto. Saiba mais sobre capacetes articulados aqui.

Misto (queixeira removível): semelhante ao modular, sua diferença está na queixeira, que não é móvel, mas sim removível. O condutor pode optar por andar com ou sem essa parte, embora seja recomendável utilizá-la para segurança.

Capacetes articulados (escamoteáveis) são mais práticos que os fechados e praticamente tão seguros quanto os fechados. Além disso, podem vestir de forma mais confortável

Capacetes articulados (escamoteáveis) são mais práticos que os fechados e praticamente tão seguros quanto os fechados. Além disso, podem vestir de forma mais confortável

Off road: Os capacetes destinados aos praticantes de motocross, rali, enduro e outras modalidades têm necessidades específicas no item. Embora grande parte seja desenvolvida para as trilhas, os modelos off road podem ser utilizados nas ruas, desde que aprovados pelo Inmetro. Em suma, estes tipos costumam ser integrais, envolvendo toda a cabeça. Além disso, alguns modelos não possuem viseira, exigindo o uso de óculos protetores.

Materiais

Existe uma grande oferta no mercado, com direito a vários tipos, materiais e, claro, preços. Os mais simples têm seus confeccionados em plástico injetado, mas, ainda assim, existe uma diferença gritante na qualidade dos materiais entre um produto e outro. Depois, há os de fibras (de carbono, por exemplo) e os mais caros (mas muito seguros) tricompostos, comuns em competições.

Os materiais mais comuns dos cascos são plástico injetado, fibras (de carbono, por exemplo) ou os tricompostos, os mais seguros. Na foto um tricomposto Vector, da LS2, com preço na casa dos R$ 1.400

Na grande maioria dos casos, um bom capacete em plástico injetado (ABS) já oferecerá segurança suficiente para amortecer impactos. Porém, como dito, há uma ampla gama que utiliza esse material então não vá pelo mais barato mas sim pelo mais seguro possível dentro do seu orçamento.

Apesar de todas os fatores que podem impactar nos preços, podemos dizer que um bom capacete partirá de aproximadamente R$ 400. Com esse valor você poderá encontrar um modelo de boa construção, com engate rápido, forro lavável, viseira com sistema de troca simples e outras comodidades.

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Marcas

O mercado de motos brasileiro é imenso, o capacete é seu principal ‘acessório’ e diante disso é natural que haja dezenas de marcas oferecendo os produtos. Cada uma com sua filosofia, valores institucionais, estilo e, o mais importante, exigências quando segurança.

Felizmente temos marcas respeitadas internacionalmente à disposição do mercado brasileiro. Há um bom tempo o Motonline usa (e recomenda) produtos das marcas LS2, AGV e Norisk

Aqui no Motonline nós usamos equipamentos das marcas LS2, Norisk e AGV, todas representadas pela importadora BR Motorsport, nossa parceira de longa data. Como sempre nos atenderam bem em todos os quesitos, sobretudo segurança, não há porquê não recomendá-los. Basta conferir qualquer teste nosso que eles estarão lá.

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Capacete para viajar: 10 dicas para comprar

Conversamos com Ricardo Kadota (Rock_Ténéré), viajante com mais de 50 mil km rodados por vários países da América do Sul e pelo Brasil (veja como foi sua última viagem), com diferentes motos. Veja o que ele diz sobre a escolha de um bom capacete para viajar.

Os capacetes articulados são comuns em viagens, pela praticidade e, também, por proporcionar um encaixe com melhor contorno do crânio. Além disso, oferecem praticamente a mesma segurança dos fechados. Praticamente.

Os capacetes articulados são comuns em viagens, pela praticidade e, também, por proporcionar um encaixe com melhor contorno do crânio. Além disso, oferecem praticamente a mesma segurança dos fechados. Praticamente

  1. Peso – Se for muito pesado, em longas viagens faz diferença.
  2. Campo de visão – Seus olhos não podem ter no campo de visão periférica as bordas do capacete. Se tiver, quanto menos, melhor.
  3. Manipulação – Verifico se é fácil colocar, afivelar, desafivelar e retirar.
  4. Conforto – Vestir bem, ter um bom encaixe na cabeça, ficar firmemente preso no crânio e não apertar onde não precisa, encaixe para as orelhas, vedação acústica, contato do tecido com a pele, ventilação adequada…. tudo isso é fundamental porque ficar desconfortável por horas e horas não vai resultar agradável ao final de um dia de viagem.
  5. Comunicação – Eu acho importante ter espaço para o fone e o microfone do intercomunicador, pois quem viaja pode querer conversar com outros do seu grupo ou mesmo com o (a) garupa.

    Para quem viaja muito - ou pretende viajar - é importante lembrar dos comunicadores, que requerem espaço especial no capacete

    Para quem viaja muito – ou pretende viajar – é importante lembrar dos comunicadores, que requerem espaço especial no capacete

  6. Acabamento – Observe o acabamento do capacete e não aceite peças mal encaixadas, cola aparente ou borrachas e acabamentos plásticos com rebarbas. Tudo isso, com o uso intenso, tende a piorar rapidamente e pode deixar você na mão no meio de uma viagem.
  7. Higienização -Um bom capacete deve ser fácil de limpar, sobretudo a forração que tem contato direto com sua cabeça. Por isso escolha um que seja fácil retirar e lavar o forro.
  8. Turbulência – Claro que é difícil testar na hora da compra, mas pergunte para outros viajantes que tenham a mesma moto que você sobre turbulência no capacete, porque isso tem mais a ver com o desenho da frente da moto (bolha ou para brisa).
  9. Ventilação – Procure um capacete que tenha um bom sistema de entradas indiretas para ventilação quando em movimento. Uma boa solução é escolher um capacete que permita pequena abertura da viseira, apenas uma fresta mesmo, pois isso além de ser bem confortável no calor, é decisivo nos dias de chuva ou muito frio para a viseira não embaçar por dentro.
  10. Viseira – A viseira de seu capacete é a única proteção do seu rosto contra pedras, pedriscos, insetos e outros “objetos” que voam pelos caminhos. Portanto, escolha um capacete com viseira regulamentada, com no mínimo 2 mm de espessura e que tenha tratamento anti embaçante e um bom sistema de segurança para não soltar, mas que seja fácil de remover para limpeza.
Forro removível é essencial para a higienização, tanto para o uso em estradas quanto para o offroad

Forro removível é essencial para a higienização, tanto para o uso em estradas quanto para o offroad

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Capacete para off-road

Antes de mais nada é preciso entender que o uso fora-de-estrada é completamente diferente de outros usos. Os obstáculos são mais frequentes, os sustos e os tombos também. Por isso não dá para se arriscar com um capacete sem qualidade e boa procedência comprovadas. Não compre seu capacete off road apenas pelo preço. Lembre-se que as quedas são muito comuns e o capacete sofre nestes choques em pedras, chão, árvores e cascalho.

O capacete off road deve ser leve e muito bem ventilado

É claro que todas as recomendações que o Ricardo Kadota (Rock_Ténéré) fez seguem valendo aqui. Mas algumas são mais importantes no caso do fora-de-estrada. Peso, ajuste na cabeça e facilidade para limpeza são as necessidade fundamentais que um bom capacete para off-road deve atender. Imagine você na trilha, chacoalhando tudo, com um capacete pesado e balançando na sua cabeça e, ainda, empoeirado ou – pior – cheio de lama? Não dá, ninguém merece.

O que considerar antes da compra

Por isso que o peso (o mais leve possível) é fundamental. Hoje em dia a tecnologia está tão à frente que os capacetes estão cada vez mais resistentes e ao mesmo tempo mais leves. Sobre o capacete estar justo na cabeça, não significa que ele deva estar apertado, mas firme nos pontos certos do crânio, exatamente para não balançar. As orelhas devem ter espaço para encaixar, mas não limitar a audição, pois ela é importante na prática do off road.

Outro aspecto que você deve considerar é que a cinta de fixação deve ser com o duplo “D” ao invés da catraca de fechamento e abertura rápidos. As catracas de acionamento rápido estão mais sujeitas à abrir e permitir que o capacete se desloque numa queda e cause problemas. Finalmente, outro detalhe que você deve olhar atentamente é o espaço para colocação e fixação do óculos de proteção. Eu sei que há modelos de capacetes com viseira, mas quem pratica o esporte raramente os escolhe porque sua ventilação é mais limitada.

Alguns modelos de capacetes off road têm viseira integrada (ao invés de usar óculos). Ganhando em visibilidade e perdendo em ventilação também podem ser adotados ao uso urbano e até viagens (desde que em velocidades moderadas)

Verifique se o capacete permite que o óculos protetor fique bem encaixado no seu rosto e se ele permanece fixo atrás do capacete. Não é assim tão raro ver no meio da trilha piloto ajustando o óculos porque a cinta elástica se movimenta e deixa o óculos mal encaixado. Lembre-se também que seu capacete para off-road deve ter uma pala protetora do sol, pois como a abertura para o rosto nos capacetes desse tipo é maior, o rosto fica mais exposto e o sol pode incomodar.

Finalmente, escolha um capacete cujo material da forração seja sintético, confortável ao toque e que possa ser retirado para lavar, mas lavar mesmo, não apenas limpar, porque no off-road você terá poeira, lama, água (suja, muitas vezes) e outras coisinhas indesejáveis dentro do seu capacete. É isso. De resto, fica a recomendação também de nunca ir sozinho para a trilha ou o passeio fora-de estrada. Faça um grupo pequeno com no mínimo três motos e divirta-se!

Fonte: Motonline.



ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 CONTRAMÃO 

No mesmo dia em que o país bateu recorde de óbitos por Covid-19, o Desembargador Roosevelt Queiroz, Tribunal de Justiça de Rondônia tornou sem efeito a correta decisão da juíza Juliana Couto Matheus Maldonado Martins de suspensão do decreto estadual que autorizava a abertura do comércio e templos religiosos durante o feriado  da Páscoa. O decreto vai na contramão dos relatórios epidemiológicos produzidos por pesquisadores que recomendam ações mais rígidas dos governos para conter a pandemia e diminuir o avassalador número de mortes.  

 

DESASTRE  

Todos os cenários dos especialistas indicam que atingiremos os cinco mil mortos diários em poucos dias, caso medidas de isolamento social mais rígidas não sejam adotadas. Em Rondônia já passamos dos quatro mil óbitos, inclusive no meio judiciário. Na maioria dos estados é o judiciário que tem sido um forte aliado para que os governos adotem as medidas mais adequadas sugeridas pelos especialistas da saúde para minimizar o número alto e amedrontador de mortos. Embora alguns governantes optem prioritariamente por salvar as atividades comerciais, aqueles juízes arbitram em favor da vida. O país vive um desastre sanitário obrigando outras nações a fecharem as fronteiras aos brasileiros. Não vê quem não quer. E ao que parece o desastre atinge outros setores... 

 

GUARDIÃO 

Pode falar o que quiser, mas o Ministério Público colabora de forma incisiva com as autoridades sanitárias e tem sido diligente ao requerer ações mais afirmativas e firmes para que a pandemia seja contida, salvando, assim, novas  vidas.  

 

AGLOMERAÇÃO 

É uma empulhação intelectual alegar a liberdade religiosa como justificativa para escancarar as portas dos templos propiciando a aglomeração. Rezar é um direito de todos e essa liberdade pode ser exercida nas próprias casas, o que ninguém ou nenhuma autoridade vai proibir.  O que se evita com as igrejas de portas fechadas neste momento crítico da pandemia é a aproximação entre as pessoas e, portanto, a propagação do vírus e a doença. Afirmar que isto significa alguma tentativa de censura religiosa é um embuste letal.  

 

UTI 

Nenhuma autoridade, até mesmo o cidadão comum, desconhece a crise aguda por que passa todo o sistema saúde, seja público, seja privado, com as Unidades de Terapia Intensivas lotadas de pacientes de Covid. Também é de conhecimento público que as equipes de saúde multidisciplinares exigidas para cuidar da doença estão sobrecarregadas e não há profissionais disponíveis no mercado para serem contratados. Em razão disso os especialistas indicam rigidez nas medidas preventivas de isolamento para que o sistema ganhe fôlego e fique em condições de atender melhor seus pacientes. Não compreende a realidade quem não quer. 

 

IMPORTUNAÇÃO 

Embora também haja uma campanha nacional em curso combatendo crimes contra as mulheres que, com a pandemia, teriam aumentado, muitas delas são vítimas dos assédios mais variados e vulgares, principalmente em condomínios fechados. A coluna conhece um caso escabroso em que uma jovem assediada por uma autoridade terminou perdendo o emprego para evitar que o escândalo tomasse proporções maiores. A solução foi indenizar a jovem e rachar o prejuízo com os demais condôminos. Reza a versão que a jovem teria visitado o leito oficial e o local de trabalho para saciar a lasciva da autoridade enquanto a esposa viajava. A ironia é que a autoridade encapada professa publicamente uma vida casta, mas em privado a permissividade.  

 

VACINAS  

O prefeito Hildon Chaves confirmou ontem (1) que enviou a carta de crédito ao Fundo Americano que comercializa parte das vacinas produzidas pela AstraZeneca, concluindo todas as tratativas burocráticas exigidas pelas transações comerciais internacionais. Agora é aguardar que o Fundo cumpra a sua parte enviando as 400 mil doses da vacina para Porto Velho. Após este anúncio, Marcos Rocha, governador de Rondônia deu também uma ótima notícia de que estaria importando da Rússia um milhão de doses da Sputnik V.  

 

SPUTNIK 

Para surpresa de todos a Anvisa informou na quinta-feira (1) que nove estados haviam encaminhado o pedido para importação da vacina Sputnik V, da Rússia.  

 

SÃO TOMÉ 

Embora o governador de Rondônia tenha anunciado a aquisição de um milhão de doses exatamente da vacina Russa, na lista de importação revelada pela Anvisa não consta o pedido de Rondônia. É possível que Marcos Rocha esteja fazendo as tratativas de importação isoladamente dos demais entes estaduais, como fez Hildon Chaves, mas é bom dar transparência para evitar fake news; aliás, palavra tão repetida pelo governador. Até que provem o contrário, a palavra do governador é a que vale. Como cautela e caldo de galinha não fazem mal a ninguém, é melhor acreditar com parcimônia.  

 

FURIOSO 

De tanto abusar das redes sociais para culpar os antecessores pelas mazelas herdadas na prefeitura de Cacoal, o atual prefeito recebeu uma invertida da ex-prefeita Maria Simões que, entre outros adjetivos, o chamou de descarado. A invertida teria deixado o prefeito Adailton  furioso da vida, mas é bom ele baixar a bola e ouvir uma frase profética da antecessora antes que seja tarde.: “vai terminar mal”... Deduz-se da frase que a antecessora profetiza que o atual prefeito não concluirá o mandato. Algo que em Cacoal tem sido uma regra.  


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho - RO.





Chaddad - Motociclista / Bate e Volta rapidinho em Candeias



Bem, apesar do atraso em posta,r aqui vai o bate e volta de domingo passado (28.03), só para arejar a mente um pouco. Um café no posto Mirian, registrar algumas fotos e pronto, visitar o MIMO... Olha ai.

















Opinião de Primeira - CHEGOU O MAIOR LOTE DE VACINAS DESDE O INÍCIO DA CAMPANHA : 46.400 CORONAVAC E 5 MIL DA OXFORD

 



É a maior remessa de vacinas que o Ministério da Saúde já enviou a Rondônia e a todo o país, num só dia. Quase 9 milhões de doses. Chegou a ser agendada a chegada para o sábado, mas acabou se confirmando para a quinta.  São nada menos do que 51. 400 doses que chegarão ao aeroporto Jorge Teixeira, a grande maioria da Coronavac (46.400 doses) e uma parte menor, da Oxford/AstraZeneca (5.000 doses). A tendência é que todo esse número significativo de vacinas seja utilizado apenas para aplicação da primeira dose, já que, com a expectativa de chegadas mais rápidas de novos lotes, todos os que a receberem, terão garantida também a segunda dose. No caso da Coronavac, o prazo é de cerca de um mês e na Oxford, a segunda dose pode ser aplicada em até três meses. Não custa repetir a orientação da Secretaria da Saúde, para que os municípios se preparem e agilizem a vacinação da população, já que há casos de grande demora, mesmo com a vacina já tendo chegado há vários dias. Até esta quinta, apenas cinco das 52 Prefeituras do Estado tinham aplicado 100 por cento das doses que receberam. Porto Velho, por exemplo, ainda estava no patamar de 78 por cento. Prefeituras maiores, como as da Capital, Ji-Paraná, Cacoal, Vilhena e Ariquemes, entre outras, precisarão ampliar o número de locais de aplicação das vacinas e tornar o acesso a elas o mais simples possível, passando por cima de burocracias e empecilhos. Todas as mais de 51 mil doses que chegaram, em cerca de 48 horas estarão disponibilizadas nas regionais, centros de distribuição do Estado e mutirões dos municípios podem ser feitos ainda neste final de semana. 

O recorde de vacinas num só lote, enviadas agora pelo Ministério da Saúde, é o resultado do aumento paulatino da produção das vacinas. Como Rondônia foi o terceiro Estado da região norte a receber mais vacinas, é provável que seja resultado da pressão muito forte de autoridades rondonienses, do governador Marcos Rocha à bancada federal e aos deputados estaduais, que foram do Presidente da República ao ministro Queiroga, pedir atenção especial ,neste momento em que vivemos os piores dias da pandemia. A quarta-feira, por exemplo, foi de apavorar. Quase 1.900 contaminados e mais 58 mortes. Com os números computados até a quinta-feira, já batemos nos 4.200 óbitos, mais de 188 mil casos confirmados e, felizmente, 165 mil recuperados. O que assusta, ainda, é a lotação dos hospitais, com quase 830 internados e uma longa fila de espera nas UTIs, que não dão conta de tantos doentes graves. O que pode acalmar tudo são as vacinas. Precisamos chegar logo nos 150 mil imunizados com as duas dosagens, mas ainda mal passamos dos 96 que receberam a primeira e outros 33.500 que já receberam as duas. A torcida agora é que, em poucos dias, recebamos mais um lote. Dos grandes.

IMUNIZAÇÃO JÁ DÁ RESULTADO A IDOSOS E AO PESSOAL DA SAÚDE - As vacinas funcionam mesmo? O depoimento do secretário Fernando Máximo, apontando apenas um dado relacionado com a imunização é relevante. Segundo ele, caiu drasticamente a internação com sintomas graves e nas UTIs (em quase 80 por cento), o número de idosos acima de 80 anos que já foram vacinados. Como foi esse grupo de pessoas que estavam entre as primeiras a receberem o atendimento, é uma clara demonstração da importância das vacinas. Ainda não há dados oficiais, mas o número de servidores da saúde contaminados, eles que são da linha de frente e se tornaram algumas das maiores vítimas do vírus também teria diminuído acentuadamente. Integrantes de grupos prioritários, o pessoal da saúde também é prova concreta de que a vacina, seja qual for, está trazendo resultados positivos concretos. Tem que ficar claro que só com a vacinação em massa – primeiro dos grupos prioritários e depois, sucessivamente, do maior número de pessoas – é a única forma de diminuirmos a tragédia que se abateu no nosso país e no mundo todo.  

SIC NEWS RELATA GRAVE DENÚNCIA DE OMISSÃO NO JOÃO PAULO - O caso, certamente inédito, foi denunciado no programa SIC News, da SICTV/Record, apresentado por Everton Leoni e Meiry Santos. Um médico saiu de um procedimento, no Hospital João Paulo II, direto para a Delegacia. Foi registrar um Boletim de Ocorrência, denunciando omissão de socorro por parte de técnicos de enfermagem que se negaram a atender uma paciente que estava morrendo. Os profissionais teriam alegado que não recebiam para cuidar de doentes com a Covid. O médico, Carlos Augusto Sena Filho, conseguiu alguns outros técnicos de enfermagem para ajudá-lo a tentar recuperar a vítima, que estava tendo um choque séptico e morrendo, mas outros se negaram a ajudar. Para tentar salvar a paciente, uma mulher, o médico tentou toda a ajuda possível, embora tenha tido poucos participantes na luta para recuperar a doente, através de uma tentativa de reanimação cardiopulmonar. Não deu certo e a mulher morreu. Revoltado, o dr. Carlos Augusto registrou a ocorrência, até para se proteger como profissional. O caso é muito grave e merece profunda investigação. Não é possível que isso tenha ocorrido, sem que os responsáveis sejam processados e respondam pela possível omissão que custou uma vida humana.

GRUPO CRIMINOSO PODE TER COMETIDO MAIS DE 100 ASSASSINATOS - São 30 assassinatos confirmados. Mas podem chegar a uma centena. Um grupo de criminosos, autodenominado “Família Mato Grosso” vem agindo em algumas regiões do norte, incluindo Rondônia, cometendo os mais terríveis crimes. Alguns dos seus membros, presos, organizavam, de dentro das cadeias, toda a estrutura da facção, que incluía chantagem, ameaças e extermínio de dezenas e dezenas de vítimas. A Polícia Civil de Rondônia começou a desmantelar o grupo, que tinha uma das suas sedes na cidade de Monte Negro, próximo a Ariquemes, executando pelo menos 35 mandados de prisão preventiva de bandidos membros da gangue. Um grupo tão grande como esse, com tantos membros, com uma organização praticamente empresarial, cada um com uma missão bem orientada, tem que ser extirpado das ruas. Seus comandantes devem ser mandados para prisões de segurança máxima, sem qualquer contato externo. Não adianta a polícia prender e, de dentro de prisões onde tudo é moleza para os detentos, eles continuarem a organizar e comandar a violência, os assaltos e os assassinatos nas ruas.

COMEÇA A CRESCER MOVIMENTO PRÓ FORMADOS NO EXTERIOR - Começa a tomar corpo a possibilidade de médicos formados no exterior trabalharem, em caráter excepcional e provisório, durante a pandemia. O assunto que fervilha no Congresso Nacional, chegou também a Rondônia, com toda a força. Na quarta-feira, o presidente da Assembleia, Alex Redano, comandou uma reunião com médicos, parlamentares, representantes do Judiciário e do Governo do Estado, para debater o tema. Os debates entraram noite adentro. O governador Marcos Rocha participou, via internet, apoiando a ideia. O secretário Chefe da Casa Civil, Junior Gonçalves, afirmou que o Estado fará de tudo para dar suporte ao tema, nesse momento em que há grande necessidade de médicos em Rondônia. Alex Redano disse que um dos encaminhamentos será uma solicitação assinada pelos 24 deputados estaduais para que o Governo encaminhe à Assembleia, um projeto de lei para que possa contratar temporariamente esses médicos, mesmo que eles não tenham sido aprovados no Revalida. Várias outras alternativas foram analisadas. Já há decisões da Justiça Federal, no sentido de liberar os médicos formados no exterior, de forma excepcional. Uma delas foi da Justiça em Criciúma.

MAIS UM PASSO IMPORTANTE NA COMPRA DAS 400 MIL VACINAS - Notícias sobre o andamento das negociações da Prefeitura de Porto Velho para a compra de 400 mil doses da vacina Oxford/AstraZeneca são positivas. O empresário Marcelo Thomé, presidente da Agência de Desenvolvimento da Capital, que está à frente das negociações, por decisão do prefeito Hildon Chaves. Anunciadas pelo Prefeito no início de março, com a participação importante de Thomé, liderando as negociações, a compra já está acertada com o laboratório, a tal ponto que o município já abriu uma conta de 20 milhões de reais, para pagamento das doses. O dinheiro só sai para o cofre do vendedor, depois que as vacinas foram entregues. O penúltimo passo para que o negócio ande, foi dado essa semana. A carta de crédito foi emitida e enviada ao fornecedor nesta semana. Agora, depende da produção e da liberação dos imunizantes, para que se dê o passo final, que é a chegada das 400 mil doses, para serem aplicadas na população porto velhense. O jeito agora é esperar e torcer para que tudo funcione como foi combinado.

UMA VERGONHA PARA O VERDADEIRO JORNALISMO BRASILEIRO - Em quem acreditar, depois que boa parte da imprensa brasileira esqueceu de contar a verdade e passou a contar apenas a “sua” verdade? A transformação da luta contra a Covid passa por um racha ideológico que já se transformou numa guerra entre médicos, mas também numa vergonha para a chamada grande imprensa. Peguemos outro exemplo: o caso do Lockdown decretado pelo prefeito de Araraquara, em São Paulo , considerado o mais duro já realizado em todo o país. Se o pobre leitor for se informar nos jornalões como o Estadão e o site da UOL; ou o telespectador procurar algumas TVs, ambos ficarão sabendo que a medida foi um sucesso, com queda acentuada no número de mortes. Mas se for ler ou ouvir por exemplo o jornalista Augusto Nunes, em seu blog no site R7 ou nos programas da Jovem Pan, vai ser informado de que a medida foi um absoluto fracasso. Para Nunes, o número de contágios e mortes, que teria caído, segundo o Prefeito, foi uma comemoração antecipada, porque ele computou apenas sete dias do Lockdown e não os 14 dias, quando a maioria dos casos da doença eclodiram[SP1] . O sistema hospitalar da cidade continua em colapso. Mas os dois lados defendem com unhas e dentes suas “informações”. Uma vergonha para o verdadeiro jornalismo.

LOCKDOWN GAÚCHO: MAIS 33 POR CENTO DE MORTES EM DUAS SEMANAS - O que não se pode contestar, contudo, são números. O Rio Grande do Sul vive um duro Lockdown que chega à sua segunda semana. A tentativa de fechar quase tudo, do governo gaúcho, foi uma espécie de medida de pânico, porque os casos não paravam de crescer. E nem as mortes. Quando começou a fase mais dura do fechamento, o Estado registrava já 15 mil mortes. Nesses cerca de 14 dias do decreto, segundo dados oficiais da Secretaria de Saúde do RS, o total havia saltado para 20.063 mortes. Ou seja, durante o Lockdown gaúcho, morreram pelo menos mais cinco mil pessoas, enquanto em toda a pandemia, desde março do ano passado, o total de óbitos era de 15 mil. Cinco mil sobre 15 mil, significa em poucos dias, um aumento de 33 por cento sobre o total de vidas perdidas até o início da fase mais dura do Lockdown determinado pelo governo gaúcho. O que se pode deduzir é que, ao menos no Rio Grande do Sul, o fechamento duríssimo não teve qualquer resultado positivo. Os números são indesmentíveis. Não é opinião. É a notícia verdadeira, que pode, inclusive, ser lida no maior jornal do Estado, Zero Hora, ligado ao grupo Globo. O link é https://gauchazh.clicrbs.com.br/coronavirus-servico/noticia/2021/04/rs-ultrapassa-20-mil-mortes-por-coronavirus-subindo-da-14a-para-oitava-pior-mortalidade-do-brasil-em-duas-semanas-ckmz8mt5h005j016u0wux4fu5.html.

PERGUNTINHA - Você sabia que nesse novo lote de vacinas recém chegadas, cerca de 800 doses serão utilizadas para o início da vacinação do pessoal da segurança pública, agora incluído nos grupos de risco?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho - RO.




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Big trails: veja quais são e quanto custam os principais modelos no Brasil

 

O segmento das grandes aventureiras está aquecido em nosso mercado. Relembre quais estão disponíveis por aqui

BMW R 1250 GS

BMW R 1250 GS | Imagem: Divulgação

Enquanto o segmento de motos de entrada no Brasil vem sofrendo com a pandemia, gerando reajustes constantes e tendo que paralisar a produção em alguns momentos, o mesmo não pode ser dito das big trails. Esse nicho do mercado de duas rodas teve uma queda menor que os demais no ano passado proporcionalmente.

Com motos de marcas premium mais caras, o segmento viu a BMW R 1250 GS, uma das que cobram mais, liderar o mercado. No ano passado, a categoria emplacou 14.191 unidades, contra 14.139 em 2019. O crescimento na comparação foi pouco, 0,3%, mas em ano de pandemia foi muito positivo.

Separamos aqui uma lista com as principais big trails à venda no Brasil atualmente e seus preços. Para isso, tomamos por base as 10 motos mais bem colocadas no ranking de emplacamentos da Fenabrave para o ano passado e usamos os valores anunciados pelas montadoras em seus sites oficiais referentes às respectivas versões mais baratas. O ranking está em ordem decrescente de valores.

Quais são e quanto custam as big trails no Brasil?

Triumph Tiger 1200

Preço: R$ 84.500

BMW R 1250 GS
Preço: R$ 83.500

BMW R 1250 GS
BMW R 1250 GS
Imagem: Divulgação

BMW F 850 GS
Preço: R$ 68.500

Honda Africa Twin

Honda CRF 1000L Africa Twin 2016
Honda CRF 1000L Africa Twin 2020
Imagem: Divulgação

Preço: R$ 61.214

Triumph Tiger 900

Triumph Tiger 900 GT Pro
Triumph Tiger 900 GT Pro
Imagem: Divulgação

Preço: R$ 57.600

BMW F 750 GS
Preço: R$ 57.500

Suzuki V-Strom 650
Preço: R$ 51.950

Kawasaki Versys 650

Kawasaki Versys 650 2021
Kawasaki Versys 650 2021
Imagem: Divulgação

Preço: R$ 39.490

Honda NC 750X
Preço: R$ 38.590

Royal Enfield Himalayan

Royal Enfield Himalayan 2021
Royal Enfield Himalayan 2021
Imagem: Divulgação

Preço: R$ 19.390

Fonte: Motoo.com.br



Luiz, Dilon e Júnior - Motociclista / Um breve passeio pela cidade



Muito bem, olha aí os prezados Amigos e motociclistas, o Luiz, Dilon e Júnior, realizando um breve passeio pela cidade com suas máquinas fantásticas, nesta Sexta-Feira. Veja as fotos registradas pelo Luiz, que é integrante do Moto Grupo Viramundo.