sábado, 4 de agosto de 2018

Coluna do Heródoto - JUNCO NA BAIA

A droga chega pelo mar. A maravilhosa baia é o cenário ideal para os marinheiros de extenuados com o trabalho no mar. Os navios atracam livremente e os fiscais não são capazes de impedir que a mercadoria seja desembarcada e distribuída rapidamente. A chave dessa agilidade é a corrupção. Os fiscais aduaneiros são venais e  não conseguem ver os carregamentos da droga. Ficam cegos temporariamente. A droga rapidamente chega até as camadas mais pobres da população. A fome, miséria, falta de perspectiva de vida, o poder concentrado nas mãos de poucos são os motores da busca do consolo na droga. Pelo  menos durante algum tempo o drogado  sente-se fora da opressão de uma sociedade fundada para não mudar, para perpetuar os donos do poder e qualquer contestação pode custar a vida de alguém. O crime organizado divide o porto  e as matanças se sucedem com cada vez mais ferocidade. Nem mesmo velhos, mulheres e crianças escapam da matança.

A droga é plantada e refinada em países vizinhos. Uma fronteira terrestre e marítima mal vigiada é um convite para o tráfico . Os volumes  aumentam ano a ano e o preço cai na mesma proporção. A lei de Adam Smith também vele para a droga. Isto facilita o uso pelas camadas mais miseráveis da população. O exército e a marinha nacionais não têm condição de vigiar a defender longas distâncias. O governo se esforça para segurar o que pode do tráfico. Leis não são respeitadas e as autoridades mais importantes estão distantes do porto, enclausuradas na capital do país. Vivem em outro mundo, tem renda garantida pelos impostos arrecadados da população e não se envolvem. Por sua vez os criminosos sabem que vendem uma substância  altamente viciante, que causa dependência química e garante um mercado permanente e crescente. Se o consumo cai os chefes das quadrilhas de traficantes forçam os cidadãos a consumirem e utilizam métodos sutis e violentos para continuar vendendo. Os grandes traficantes não são nunca presos, ninguém sabe como flui a moeda que banca a vinda da droga de tão boa qualidade.

Ainda não se sabe sobre as consequências humanas, sociais, políticas do fenômeno de drogadição em massa. O vício bioquímico não é reprovável desde que contamine apenas a população do mundo periférico e atenta os interesses das nações imperialistas. O que estas querem é vender os seus produtos de alto valor agregado e importar matérias primas ou produtos semi acabados. A droga desembarcada chega a 450 toneladas, ou seja uma grama para cada habitante da China. Nem a moral, nem a ética cristã impediam os britânicos distribuírem gratuitamente  cachimbos próprio para fumar ópio. O que valia era o superávit comercial entre as duas nações. Diante do desastre social e da derrocada econômica, o governo de Beijing proíbe a importação e o consumo do ópio. Destrói 20 mil caixas da droga e expulsa os traficantes ingleses e americanos. A armada imperial não perdoa. Cerca os principais portos da China, bloqueia uns e bombardeia outros. Sem condições de enfrentar o poderio militar britânico, o governo recua.  Depois de 17 anos de guerras, a China finalmente se prostra diante do poderio das nações ocidentais colonialistas. O ópio tem livre trânsito na China mas é totalmente proibido em Londres, Paris, Washington....

Fonte: Jornalista Heródoto Barbeiro / Record News-SP.


Estratégias Harley-Davidson


São Paulo (SP) – A Harley-Davidson anunciou hoje (30/07), nos EUA, novos futuros modelos como a adventure touring Pan America 1250, uma nova Custon 250cc e uma Streetfichter 975cc, todos com datas de comercialização a partir de 2020. O anúncio faz parte do denominado “More Roads to Harley-Davidson”, plano de estratégia de crescimento da marca para os próximos anos.
Entre outras novas estratégias da montador a norte-americana está ampliar a liderança da empresa no mercado de alta cilindrada “desenvolvendo motocicletas Touring e Cruiser ainda melhores e mais avançadas tecnologicamente, que manterão os clientes atuais da Harley-Davidson engajados e pilotando por mais tempo.”
Nos planos estão a Introdução de uma nova plataforma modular de motocicletas de 500cc a 1250cc, que abrange três espaços de produtos distintos e quatro variações de cilindradas, começando com a primeira, com modelos adicionais para ampliar a cobertura nesses espaços de produtos até 2022.

A empresa também anunciou o desenvolvimento de uma motocicleta mais acessível e de menor cilindrada (250cc a 500cc) para os mercados emergentes asiáticos, por meio de uma aliança estratégica planejada com um fabricante na Ásia. Este novo produto e uma distribuição mais ampla destina-se a impulsionar o crescimento e o acesso de clientes à Harley-Davidson na Índia, um dos maiores mercados em crescimento no mundo, além de outros mercados da Ásia.

A marca também quer a liderança no mercado de motocicletas elétricas, com o lançamento da primeira Harley-Davidson elétrica, a LiveWire, em 2019 – a primeira em um portfólio amplo de veículos elétricos de duas rodas e sem embreagem, projetados para estabelecer a empresa como líder na eletrificação do esporte. A LiveWire será seguida por modelos adicionais até 2022, ampliando o portfólio com opções de produtos mais leves, menores e ainda mais acessíveis para inspirar novos pilotos com novas maneiras de pilotar.
“As ações ousadas que estamos anunciando hoje alavancam as vastas capacidades e o poder de fogo competitivo da Harley-Davidson – nossa excelência no desenvolvimento e fabricação de produtos, o apelo global da marca e, claro, nossa grande rede de concessionárias”, disse Matt Levatich, Presidente e CEO da Harley-Davidson Inc. “Juntamente com nossos leais clientes atuais, lideraremos a próxima revolução da liberdade em duas rodas, para inspirar os futuros pilotos que ainda não pensaram na emoção de pilotar”.

Fonte: Motomovimento



Venustidade




PROFESSOR NAZARENO - Povo escolhido, povo infeliz!

Terminada a Copa do Mundo de 2018 com mais um melancólico e abençoado fracasso do Brasil, eis que começa outra encenação em terras tupiniquins: as eleições. Em ambas, o combustível em comum que as alimenta é o povo. Sempre ele, o povo, carente de pão e circo, que contribui para que estes lamentáveis fatos aconteçam. E é em nome dele que se comentem as mais absurdas mentiras e enganações. A sociedade brasileira continua a mesma de séculos atrás. Estamos muito pior do que na época da escravidão e até, em alguns aspectos, vivemos antes da Idade Média. E sem nenhuma previsão de avançarmos em direção a uma sociedade mais justa e moderna. Pelo menos se depender da classe política e de pelo menos uns 80% dos eleitores que participarão do próximo pleito para escolher os novos deputados, senadores e o presidente do país.

Praticamente sem rumo e sem nenhuma perspectiva de melhoras, a multidão caminha bovinamente para o seu matadouro particular: serão mais quatro anos de desolações e angústias. Pior: ele mesmo será o seu carrasco, pois vai escolher como sempre faz em todas as eleições os piores candidatos para lhe governar. São quase 150 milhões de eleitores, dos quais se acredita que pelo menos uns 120 milhões não sabem votar nem escolher corretamente seus governantes. Isso é quase o dobro da população da França inteira e uma vez e meia a população de toda a Alemanha. São analfabetos políticos, sem leitura de mundo, despolitizados e semianalfabetos. Pessoas pobres e iletradas na sua maioria, mas que vão decidir o futuro de um país inteiro como o Brasil. E os políticos, como uma raça de víboras e aranhas caranguejeiras, se aproveitam disso.

Em Rondônia não é diferente do resto do país. Candidatos ambiciosos que na maioria só representam seus grupos políticos entram na corrida para ganhar as eleições e aumentar ainda mais a desigualdade social e a exploração dos pobres e miseráveis. Se a Justiça proíbe suas candidaturas, colocam filhos, esposas e parentes para continuar o feudo. E geralmente depois de eleitos, nada fazem por aqueles que, pela ignorância, os elegeram. Eles brigam entre si para poder disputar cada eleição. Basta ver a última convenção do MDB por aqui. Como pode um Estado tão rico como Rondônia ter um hospital como o João Paulo Segundo, por exemplo? Como pode ter uma capital tão mal administrada, suja e inabitável como Porto Velho? Como pode ainda ter gente pobre se é um dos maiores produtores agropecuários do país e com uma ínfima população?

Engana-se, no entanto, quem acha que existem brigas ideológicas entre os políticos. Brigar por ideologia e por política deve ser coisa só da “gentalha”. O PT, que sempre acusou o MDB de golpista, está coligado com o partido do impopular Michel Temer e de sua turma em pelo menos quatro Estados. Mais de 30 por cento do atual Congresso Nacional pertence à bancada BBB, boi, bala e bíblia. Eles defendem com unhas e dentes somente os seus interesses e na maioria dos casos “não estão nem aí” para os idiotas que brigaram e mataram por eles e os elegeram. O eleitor comum, aquele que decide de fato a eleição por ser a maioria, não sabe de nada disto. Não lê, não se informa, não se interessa por política, nem sabe por que votou neste ou naquele candidato. Com as eleições, o Brasil não vai mudar em absolutamente nada. Somos jumentos que continuaremos zurrando dentro dos currais que criaram para nos dominar. 

Fonte: Professor Nazareno / Porto Velho-RO.


Teste: Honda NC 750X


São Paulo (SP) – A crossover Honda NC 750X é uma moto eficiente que oferece conforto e confiança em estradas e agilidade na cidade. Com banco generoso para piloto e garupa, venceu com tranquilidade 400 quilômetros de rodovias asfaltadas rodados de uma vez no teste de MotoMovimento. O consumo ficou em 30 km/l, na média, dependendo da aceleração mais ou menos agressiva. No momento, com ABS de série, tem preço público sugerido de R$ 32.500.
O motor tipo OHC, dois cilindros, 4 tempos, refrigeração líquida, com 745 cc, tem potência máxima de 54,5 cv a 6.250 rpm que permite boas retomadas além de justas arrancadas com o torque máximo e 6,94 kgf.m logo aos 4.750 rpm, no conjunto de seis velocidades e transmissão final por corrente. Com peso seco de 210 quilos e tanque de combustível para até 14,1 litros (2,9 litros para a reserva) beira os 180 km/h já com alguma instabilidade que fica menos perceptível com garupa. Já aos cerca de 3.500 giros, vai muito muito bem passeando aos 120 km/h.
Na curvas da serra, recebe bem as curvas nas rodas de 17 polegadas com pneu dianteiro 120/70 e traseiro 160/60. Os freios são bem calibrados para a proposta com disco de 320mm na frente e disco de 240mm na roda traseira. A suspensão dianteira é garfo telescópico de 153,5mm de curso e a traseira Pro-Link de 150mm, com regulagens. Voltado para o uso urbano e estradeiro, o modelo não tem pretensões de uso off road mas vence com cautela pistas de terra bem conservadas.
Na aparência, é uma moto vistosa, com 2.228mm de comprimento, 844mm de largura e 1.353 mm de altura. A altura do banco, no entanto, fica em 832 mm, que ajuda na pilotagem de quem é mais baixo. A posição de pilotagem ereta permite bom encaixe das pernas do piloto na carenagem. Mesmo alta e larga, a crossover vai em frente na cidade onde apresenta comportamento ágil no trânsito pesado respeitando os limites de seus 1.534 mm de distância entre-eixos.

O tanque deslocado para debaixo do banco permitiu que a montadora japonesa criasse um porta-capacete com capacidade para até 22 litros no local normalmente fica o depósito de combustíveis das motos. É uma boa ajuda para bagagens nas viagens e transporte de produtos na cidade. O acesso ao bocal está instalado sob banco do garupa que abre no giro contrário da chave de ignição. O para-brisa alto oferece boa proteção contra o vento e pouca chuva e a iluminação é de LED. O painel de instrumentos é digital e colorido.
Fonte: -Informações e imagens – MotoMovimento-


MIMO - Muito fotogênico



Pronto, aí está o MIMO, fazendo pose para o registro fotográfico realizado pelo Yuri. Este MIMO é simplesmente sensacional. Mora no meu coração.