sexta-feira, 9 de outubro de 2026

CONVITE - Encontro de Campistas e Motociclistas









O convite está feito, vamos participar!



Opinião de Primeira - HABEMUS GOVERNADOR: É MARCOS ROGÉRIO, O ELEITO COM MAIS DE MEIO MILHÃO DE VOTOS



Ah, as urnas! Elas mostram a verdade, ignoram palpites; não dão bola para pesquisas fajutas;  trazem a crueza dos números e da vontade do eleitor. Os pitacos (incluindo os deste blogueiro!) não servem para nada, quando elas se abrem.

            No final da tarde do domingo eles trouxeram mais de meio milhão de votos para Marcos Rogério, nosso governador que assume em 7 de janeiro. Antes do anoitecer, elas mostram a força do bolsonarismo em Rondônia, elegendo dois senadores (Fernando Máximo e Bruno Scheid, este o maior dos bolsonaristas!) e trazendo a maior votação individual da história para um deputado federal, também super alinhado com a direita, o defensor do agronegócio, Lúcio Mosquini.

             Antes que o sol desaparecesse, elas mostraram uma bancada federal toda de direita, incluindo a representante do PSD, Joliane Fúria, que sempre se declarou bolsonarista. Mostrou outra com discurso neste viés, a agora deputada federal Sofia Andrade e reconduziu outra mulher de valor, Cristiane Lopes, aquela que disse que tinha vergonha de ter Marina Silva como ministra, no governo que contestou o tempo todo. Reelegeu também o Coronel Chrisóstomo que, ao lado da sua foto e dados pessoais da Identidade, deve mandar escrever “Bolsonaro de Carteirinha”.

               Quando a noite chegou, Rondônia viu o PL eleger sete deputados e os demais partidos, a maioria de direita, elegerem a ampla maioria na Assembleia Legislativa. A esquerda elegeu apenas duas mulheres: Cláudia de Jesus e Fátima Cleide. Ao lado de Luciana Oliveira, que disputou o Senado e fez mais de 96 mil votos e ficou em quinto lugar. No mais, a esquerda sumiu no Estado.

              Já era noite alta, quando ficou claro o poder eleitoral, a popularidade e a influência do prefeito da Capital, Léo Moraes, no resultado da eleição do Domingo. Além de eleger o irmão, Paulo Moraes, com mais de 23 mil votos, sem dúvida os quase 48 por cento dos votos conquistados por Marcos Rogério na Capita, tiveram o dedo do Prefeito. Dos dois candidatos ao Senado que apoiou, elegeu Fernando Máximo.   

           Léo ainda ajudou a eleger seu ex-secretário de saúde, Jaime Gazola e sua néo parceira política, Cristiane Lopes, colocando dois representantes do Podemos na Câmara Federal.

            Marcos Rogério foi o grande vencedor, mas no pacote de vitoriosos, ignorar o nome de Léo seria não entender nada do que aconteceu nas urnas, na Capital. 

FÚRIA FEZ UMA CAMPANHA SOLITÁRIA, IMAGINANDO QUE SEM GRUPO PODERIA GANHAR O GOVERNO

          Há que se analisar o desempenho de dois dos candidatos considerados com chances reais, na eleição ao Governo, mas que ficaram pelo caminho. O primeiro deles é Adailton Fúria, que fez uma campanha muito abaixo do que se esperava, cometendo erros graves e alguns inacreditáveis, para quem sonhava em substituir Marcos Rocha. O outro é Hildon Chaves.

          Fúria se auto superestimou o tempo todo. Achou que seria uma espécie de Ivo Cassol, o retorno. Acreditou que poderia ganhar uma eleição deste porte praticamente sozinho, usando apenas seus discurso (que é bom!) e mostrando suas realizações como Prefeito em Cacoal.

          Ora, deveria ter olhado para o lado, onde seu principal adversário, Marcos Rogério, nunca falava “eu”, mas sempre “nós”!. Rogério teve modéstia e moderação, mas acima de tudo teve inteligência para entender que não ganharia nada sozinho. Fúria não.

          O jovem ex-prefeito de Cacoal fez uma campanha praticamente solitária, acompanhado sempre por sua esposa, Joliane. Não se via, na sua comitiva, candidatos nem ao Senado, nem à Câmara, nem à Assembleia. Não compartilhou os recursos financeiros da campanha com seu grupo. Foi perdendo apoios desde o início da caminhada.

           Por fim, dois pecados mortais: não deu à Capital a importância que deveria ter dado, com sua presença constante e, ainda, não soube aproveitar o nome do seu vice, Everton Leoni, personagem muito querido em Porto Velho. Perdeu feio por tudo isso!

HILDON NÃO REPETIU PERFORMANCES ANTERIORES E FOI DERROTADO PELO INTERIOR

          E Hildon Chaves? Sua performance nesta eleição foi muito abaixo dos seus melhores momentos, quando era uma surpresa nos debates, sempre com tiradas criativas e surpreendentes, que o ajudavam a crescer perante o eleitorado. Afora isso, mesmo com um vice muito bom do interior (Cirone Deiró) o ex-prefeito da Capital esteve longe de se tornar conhecido na maioria das cidades rondonienses.

            Hildon teve problemas na campanha e principalmente nos debates em que participou. E isso foi preponderante para que não deslanchasse. Teve dificuldade, em alguns momentos, a desenvolver seu raciocínio. Perdeu-se eventualmente. Mostrou que estava ali, diante do eleitorado, um outro Hildon Chaves. Não aquele vibrante e com tiradas rápidas e respostas inteligentes. Mas um candidato que está enfrentando algum tipo de dificuldade.

              Mesmo assim, sua performance na maior cidade do Estado, em que governou por oito anos com resultados bastante positivos, foi bastante razoável. Mesmo tendo contra si a nova administração municipal e um prefeito que hoje é seu opositor, Hildon teve mais de 30 por cento dos votos válidos na Capital. A tal ponto que, durante longo tempo da apuração, enquanto as urnas de Porto Velho eram abertas, ele assumiu o segundo lugar, deixando Fúria bem atrás.

               Quando começaram a chegar os números do interior, dentro do que se previa, a votação de Hildon Chaves foi caindo, até que ele ficasse, no final, em terceiro lugar, com 55 mil votos a menos do que Fúria.

                  Outra má notícia, foi a não reeleição da esposa dele, a deputada Ieda Chaves, que mesmo tendo conquistado quase 12 mil votos, perdeu sua cadeira.

  VOTAÇÃO DE FERNANDO MÁXIMO FOI MAIOR DO QUE A DE MARCOS ROGÉRIO, ELEITO GOVERNADOR NO PRIMEIRO TURNO

               Como explicar que um candidato ao Senado tenha feito mais votos do que o Governador eleito no primeiro turno em Rondônia? Marcos Rogério chega ao poder e assume em janeiro, depois de tocar corações e mentes de nada menos do que 537.370 eleitores. O senador eleito, mais votado, Fernando Máximo, totalizou 570.799 votos.

               Como compreender que um empresário do agronegócio, há poucos anos conhecido apenas num pequeno círculo, conseguiu 474.226 votos, como o fez ji-paranaense e bolsonarista Bruno Scheid, amigo pessoal de Jair Bolsonaro e de sua família?

             Fernando Máximo tem uma história na política. Antes dela, já era conhecido por estar constantemente na mídia, falando sobre saúde, medicina, cuidados. Participou, inclusive, por quase cinco anos, do programa Papo de Redação, dos Dinossauros (Rádio Parecis FM) onde tornou-se conhecido em todo o Estado. Dali, saltou para secretaria de saúde, onde se destacou principalmente na guerra contra a pandemia da Covid. Da Sesau a deputado federal mais votado em 2022, foi um salto.

                E Scheid? Ele se aproximou dos Bolsonaro, inclusive participando da segurança pessoal do ex-Presidente. O acompanhou por todo o país. Ficou amigo e depois íntimo da família. Assistiu, estarrecido, a todas as injustiças sofridas. Até que Jair Bolsonaro, antes da condenação, o escolheu como seu nome de confiança para disputar o Senado.

              A partir de janeiro, Rondônia terá três senadores de direita, bolsonaristas, antipetistas. Um deles ainda tem um mandato de quatro anos (Jaime Bagattoli). Os outros dois foram eleitos com votações espetaculares. Fernando Máximo e Bruno Scheid querem fazer história no Senado.

 AS CASSANDRAS QUE DECRETARAM A MORTE DO BOLSONARISMO SE DERAM MAL: OS ELEITOS FORMAM UMA AMPLA MAIORIA

          Houve que, durante a campanha, tivesse decretado uma espécie de morte política do bolsonarismo. “Ah, o Bolsonaro já não tem peso como teve em outras eleições!”, diziam alguns. O que se viu foi outra lição das urnas, elas sim, que contam a verdade: foi um domínio total da direita e com a eleição dos que usufruíram do nome, da fama e da popularidade do Capitão, hoje injustamente preso.

          Além do próprio filho, Flávio, que teve no Estado mais de 67 por cento dos votos, contra menos de 26 por cento de Lula, os bolsonaristas, de direita ou conservadores, elegeram oito deputados federais pelo menos 20 dos 24 deputados federais.

              Na Câmara Federal, reelegeram Lucio Mosquini,   Coronel Chrisóstomo, Thiago Flores, Cristiane Lopes e Maurício Carvalho. E elegeram ainda Jaime Gazola (que é de direita), Joliane Fúria e a mais direitista de todas, Sofia Andrade. A exceção pode ser Jaime, cujo apoio do prefeito Léo Moraes foi certamente mais importante do que o bolsonarismo.

               Na Assembleia Legislativa, a bancada do PL de Marcos Rogério será a maior, com sete cadeiras: Nim Barroso, Lucas Torres, Jean Mendonça, Luizinho Goebel, Dra. Taíssa Sousa, Alan Queiroz e Wiveslando Neiva. Dos partidos considerados de direita ou conservadores, ainda foram eleitos Ismael Crispin (PP); Edevaldo Neves, do PRD; Luis do Hospital, do Novo; Pedro Fernandes, PRD; Alex Redano, Republicanos; Delegado Arismar Araújo, do PP; dr. Gilbert, do Novo. Há vários outros, como Laerte Gomes, o mais votado pela segunda vez, que obviamente sempre vota em pautas conservadoras.

CAMPEÃO DE VOTOS PARA A CÂMARA EM TODA A HISTÓRIA DE RONDÔNIA, SONHO DE MOSQUINI É UM DIA GOVERNAR RONDÔNIA

           Há um fenômeno registrado na eleição de Rondônia que precisa ser estudado e, certamente o será, daqui para a frente. O quarto mandato de Lúcio Mosquini o colocou na história de Rondônia, reeleito com mais de 158 mil votos. Foram 56 mil votos a mais que o recorde anterior, de 102, que era da ex-deputada Marinha Raupp, em meados dos anos 2.000.

         Quem é este parlamentar? Com 57 anos e já se preparando para ocupar pela quarta vez uma cadeira no Congresso Nacional, Mosquini é de Jaru e de lá surgiu para a política. Foi diretor do DER e de lá saltou para uma carreira política vitoriosa. Na sexta-feira anterior à eleição, este blogueiro comentou com o deputado, que ele seria o mais votado em Rondônia. “Recebo”, disse ao amigo.

        A previsão deste escriba era de que Mosquini poderia bater nos 70 mil votos, principalmente por seu trabalho diuturno e intransigente em defesa dos pequenos produtores e do agronegócio. Obviamente que ninguém imaginava que ele chegaria a mais de 158 mil votos, conseguidos em todos os 52 municípios do Estado.

         No final da votação, no clã dos Mosquini e dos seus apoiadores, os sentimentos eram de enorme alegria, mas, ao mesmo tempo, de incredulidade. Vídeos que bombaram nas redes sociais, mostraram o deputado chorando compulsivamente, abraçado à esposa e filhos. Ao mesmo tempo em que comemorava o feito, Mosquini deixava claro que jamais esperava chegar a um patamar tão extraordinário de votos.

Enfim, ele se torna um nome forte para qualquer futura pretensão. Há pelo menos dois anos, ele confessou a um amigo próximo: “ainda vou ser Governador de Rondônia!". Do alto da extraordinária votação, este futuro não pode ser descartado.

GOVERNO NÃO ELEGEU NINGUÉM ENTRE OS SECRETÁRIOS QUE DISPUTARAM A ELEIÇÃO DO DOMINGO

          No final da apuração do domingo, ficou claro que o atual governo, sem a participação direta do próprio Governador, não conseguiu eleger um só dos seus candidatos. A começar pelo concorrente ao Senado, Luís Fernando, o único que teve apoio direto  do Governador, teve menos do que 24 mil votos, ficando na última colocação, atrás inclusive de Neidinha Suruí, do PSB, que teve mais de 25 mil.

           Os dois senadores eleitos, hoje, não são aliados ao Governo, embora, ambos, tenham participado dele em algum momento. Fernando Máximo foi trazido para o mundo da política por Marcos Rocha e foi seu secretário de saúde, de onde saltou para ser o mais votado na última eleição à Câmara e, agora, já distanciado do governo, o mais votado para o Senado. O outro, Bruno Scheid, também ocupou posto de segundo escalão no início do atual Governo, mas rompeu pouco depois.

          Entre os nomes apoiados para a Câmara Federal, a melhor performance foi da ex-deputada Jaqueline Cassol. Ela teve 11.700 votos, mas não conseguiu se eleger. O último secretário da saúde, Coronel Jefferson, conseguiu apenas 5.605 votos.

           Para deputado estadual, embora alguns dos eleitos tivessem sido da base do governo, o ex-secretário de segurança, Coronel Vital, teve apenas 2.556 votos.

              Já o vice-governador Sérgio Gonçalves, também não teve sorte nos seus apoios, embora tenha declarado voto no governador eleito, Marcos Rogério e na presidenciável Flávio Bolsonaro, que foi ao segundo turno. Sérgio apoiou o Pastor Valadares, para deputado federal e o dr. Benedito Alves, para estadual. Ambos não se elegeram.

FLÁVIO DOMINA O VOTO DE RONDÔNIA. SEGUNDO TURNO PARA PRESIDENTE SERÁ NO PRÓXIMO DIA 25

          A Rondônia bolsonarista deixou claro: se dependesse dela, o segundo turno da eleição não iria acontecer. Por aqui, Flávio Bolsonaro teve quase 653 mil votos, enquanto Lula chegou a mais de 250 mil. O bolsonarismo em nível local e nacional deu um salto, elegendo alguns dos recordistas de votos, como Níkolas Ferreira, que bateu nos 3 milhões de votos.

         No Domingo, na maior parte da apuração, Flávio havia superado os 50 por cento, ou seja, estava ganhando a eleição no primeiro turno. No decorrer da contagem de votos, quando as urnas de alguns estados do Nordeste começaram a entrar, a diferença com Lula foi diminuindo. Mesmo assim, Flávio teve mais de 3 milhões de votos a mais que seu adversário.

          O que pode acontecer agora? As possibilidades maiores, obviamente, são de  que o filho de Jair Bolsonaro tenha uma vitória histórica. Tudo levar a crer que, pela tendência nacional de grande vitória da direita e a derrota fragorosa da maioria dos esquerdistas Brasil afora, o resultado não poderá ser outro.

           Contudo, a decisão pode não passar pelo voto da população. Alguns ministros da Suprema Corte e do TSE, já deram indícios que podem tomar decisões em que o voto popular se torne secundário. Tomara que isso não ocorra, até porque a alternância do poder  oxigena a verdadeira democracia.

          O segundo turno da eleição é em 25 deste mês (em 20 dias) e só então  o Brasil saberá como será nosso futuro!

PETISTAS HISTÓRICOS CAÍRAM FORA DO CONGRESSO, MAS PARTIDO AUMENTOU CADEIRAS NA CÂMARA FEDERAL

          Gleisi Hofmann, Marina Silva, José Dirceu, Rui Falcão, Simone Tebet, Benedita da Silva, Tábata Amaral, Randolfe Rodrigues, Leila do Vôlei, Soraya Tronicke, Manuela D´Ávila, Fernando Haddad. Uma dúzia de nomes sempre adorados pelos esquerdistas e com a ojeriza da direita e dos conservadores, forma apenas algumas das personalidades que militaram anos a fio no poder, no Congresso e no Senado e que, afora, foram defenestrados pelas urnas.

           Há ainda outros, como Patrus Ananias; Paulo Pimenta, Erika Kokay, Jorge Viana, Renan Calheiros. Sobreviveram muito poucos entre os esquerdistas que a direita quer ver pelas costas. Dois deles, em especial: Lindberg Farias, reeleito no Rio de Janeiro e André Janones, em Minas. Janones perdeu mais de 160 mil votos em relação à última eleição, mas mesmo assim conseguiu mais um mandato.

           Mesmo tendo perdido nomes tradicionais, os petistas na verdade aumentaram sua bancada na Câmara, junto com outros partidos de esquerda, Eles são 64 até agora e, a partir de janeiro, terão seis cadeiras a mais, chegando a 70.

          Se o cérebro do petismo, Zé Dirceu não conseguiu se eleger, seu filho, Zeca Dirceu, conseguiu mais um mandato. Outra grande inimiga do bolsonarismo, a gaúcha Maria do Rosário, também conseguiu manter sua cadeira.

          O partido, contudo, não conseguiu um só deputado em sete Estados. Além de Rondônia, não há petistas eleitos para a Câmara Federal no Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Roraima e Tocantins.

PERGUNTINHA

                Na sua opinião, a direita vai conseguir voltar à Presidência com um Bolsonaro ou a esquerda vai reagir e recolocar Lula no poder, para um quarto mandato, no segundo turno da eleição, no próximo dia 25? 


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO






quinta-feira, 8 de outubro de 2026

Honda Rebel 500 2027 estreia E-Clutch, painel TFT e conectividade Roadsync na Europa; Brasil ainda não tem lançamento confirmado

 

A Honda Rebel 500 2027 foi apresentada para a Europa com sistema E-Clutch, tela TFT colorida de 3,5 polegadas e conectividade Roadsync. A custom preserva o bicilíndrico de 471 cc, o visual bobber e os freios com ABS de dois canais.

A Honda revelou a linha Rebel 500 2027 no mercado europeu com atualizações voltadas à operação do câmbio e aos recursos de bordo. A maior novidade é a estreia do sistema E-Clutch no modelo.

A motocicleta também substitui o painel LCD anterior por uma tela TFT circular colorida, passa a oferecer conectividade Roadsync e recebe comandos redesenhados no lado esquerdo do guidão.

Motor, chassi, dimensões e componentes centrais da ciclística foram mantidos. A fabricante ainda anunciou novas cores para as versões convencional e S, sem informar preços para a Europa. Até o momento, sem confirmação para o Brasil.

Embreagem eletrônica

O E-Clutch permite que o condutor realize partidas, paradas e mudanças de marcha sem acionar manualmente o manete da embreagem. Para trocar as marchas, basta utilizar o pedal de câmbio.

Segundo a Honda, o sistema eletrônico proporciona trocas mais rápidas e suaves do que as feitas por um quickshifter. Mesmo com o recurso ativo, o manete convencional segue instalado e pode ser usado pelo piloto a qualquer momento

A resposta do pedal de câmbio pode ser regulada em três níveis, identificados como HARD, MEDIUM e SOFT. A configuração é independente para as passagens de marcha para cima e para as reduções.

Também é possível desligar o E-Clutch. O procedimento deve ser feito com a moto parada e em ponto morto. Quando a transmissão volta a ser operada de forma convencional, o painel passa a exibir a letra M.

Nova tela

A Rebel 500 2027 deixa de usar o painel LCD de 100 mm presente no modelo anterior. No lugar, a Honda instalou um instrumento circular com tela TFT colorida de 3,5 polegadas.

De acordo com as informações divulgadas, a nova instrumentação apresenta gráficos mais definidos e inclui a conectividade Roadsync. O recurso chega acompanhado por mudanças nos controles do guidão.

O conjunto de botões do lado esquerdo passou de quatro para seis comandos, adaptação relacionada às novas funções disponíveis na motocicleta. A iluminação da Rebel 500 continua integralmente em LED.

Conjunto mantido

Apesar dos recursos eletrônicos adicionados, a Rebel 500 2027 conserva o motor bicilíndrico paralelo de 471 cc, com refrigeração líquida. A unidade é a mesma utilizada na geração anterior.

O propulsor entrega 46 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 4,4 kgf.m a 6.000 rpm. A transmissão tem seis marchas e utiliza embreagem assistida do tipo slipper.

Lançada originalmente em 2017, a Rebel 500 é classificada pela Honda como a custom mais vendida da Europa em sua categoria desde 2021. A atualização de 2027 preserva a proposta visual bobber da linha.

Base ciclística

A estrutura continua formada por quadro tubular de aço. A altura do banco foi mantida em 690 mm, enquanto o peso em ordem de marcha é de 191 kg na configuração padrão.

Na Rebel 500 S, o peso informado pela fabricante é de 192 kg. O tanque comporta 11,2 litros de combustível, e o consumo declarado é de 27,7 km/l no ciclo WMTC.

Honda Rebel 500 2027 - Divulgação

Honda Rebel 500 2027 - Divulgação

Na dianteira, a motocicleta utiliza dois discos de freio de 296 mm com pinças Nissin de dois pistões. Na traseira, há um disco de 240 mm, e o conjunto conta com ABS de dois canais.

As rodas permanecem com aro 16. Os pneus têm medidas 130/90 na frente e 150/80 atrás, configuração que acompanha o desenho baixo e alongado característico da custom.

Cores e versões

A versão convencional da Rebel 500 será oferecida na nova tonalidade Mat Fresco Brown e na opção Mat Gunpowder Black Metallic. As duas alternativas foram anunciadas para a linha europeia.

A Rebel 500 S terá as cores Candy Rosy Red, inédita no modelo, e Mat Gunpowder Black Metallic. A versão se diferencia por elementos próprios de acabamento e proteção.

Entre os itens da S estão a carenagem do farol com defletor fumê, protetores e sanfonas de garfo. Ela ainda recebe banco marrom com costura diamantada e rodas pintadas na cor bronze.

Mercado brasileiro

A apresentação da bobber é direcionada ao mercado europeu, e a marca não divulgou os preços da Rebel 500 2027. Também não houve confirmação sobre a chegada da motocicleta ao Brasil.

Os modelos Rebel seguem aguardados no mercado brasileiro. Em 2025, a Rebel 300 foi exibida durante o Capital Moto Week, em Brasília, mas a Honda ainda não anunciou uma versão da linha para venda nacional.


Fonte: Tudo de Moto.com.br





quarta-feira, 7 de outubro de 2026

Ponta do Lápis em Movimento

 






Opinião de Primeira - O CRIME DAS PESQUISAS FAJUTAS SE TORNA INCONTROLÁVEL, MESMO COM AS PROMESSAS DE ENDURECIMENTO



 A três dias das urnas, o grande tema desta eleição até aqui não é a campanha fria; não são as propostas dos candidatos e nem os debates que proliferaram nestes últimos dias. O grande tema se refere às dezenas de pesquisas, a grande maioria delas fajutas, inventadas, sem nexo, que proliferaram nesta eleição.

            Foram várias delas. Alguns números até perto do que se pode imaginar que seja a realidade, mas a imensa maioria absolutamente contraditória, com claro viés político/partidário/financeiro. O fenômeno não é novo, é claro. Na última eleição presidencial, principalmente, as pesquisas davam vitória fácil a Lula. Só mudaram nos últimos dias (algumas nas últimas horas ou depois que começou a votação) porque era gritante a série de erros crassos.

           Houve muito debate acerca das pesquisas e promessas infindáveis de que tudo mudaria e que a legislação, dali para a frente, se tornaria muito mais dura, para combater este tipo de falcatrua eleitoral. Quatro anos depois, se algo mudou foi para pior. Em Rondônia, se o eleitor fosse atrás de algumas das pesquisas, concluiria que Marcos Rogério estaria eleito no primeiro turno; que Hildon Chaves tinha o dobro das intenções de votos de Adailton Fúria e que o rondoniense já tinha tomado todas as suas decisões.

                Os percentuais são tão distantes de um levantamento para outro, em algumas destas pesquisas, que elas serviram apenas para um propósito: encher o bolso de quem as fez, comercializando tudo e dando destaque a quem pagou mais. Claro que não são todas, mas a grande maioria das pesquisas aqui feitas não merecem qualquer crédito. Não são sérias.

           Qual a realidade? Difícil de se saber, com tanta desinformação. O que parece lógico é que Marcos Rogério e Adailton Fúria vão para o segundo turno. Hildon Chaves ficará em terceiro; Expedito Netto em quarto e Pedro Abib e Samuel Costa bem atrás. É isso que se ouve nas ruas; é isso que se ouve nas conversas sobre política nos cafés, nos almoços, nos encontros entre grupos de amigos.

              O TSE diz agora que a partir de 5 de novembro, pouco depois do segundo turno, vai mudar as regras para a realização de pesquisas, tornando-as mais confiáveis. Na teoria, tudo certo. Na prática, este crime eleitoral incontrolável, sempre encontrará um jeito de burlar a legislação e encher os bolsos de muitos malandros.

               Já vimos este filme: a promessa de endurecimento para acabar com as pesquisas fajutas. E o que se assistiu é exatamente o que está acontecendo na vida real: uma vergonha dentro das campanhas políticas.

DEBATE NA GLOBO TEVE POUCAS NOVIDADES, MAS MOSTROU EXPEDITO NETTO ATACANDO MARCOS ROGÉRIO

          Um dos debates mais esperados deste primeiro turno da eleição em Rondônia aconteceu na Rede Amazônica/Globo na noite desta terça. Foi o penúltimo. O último aconteceu na noite desta quinta, na TV SCG. O da Globo teve momentos quentes, algumas trocas de farpas e um claro recuo na estratégia de Expedito Neto e Samuel Costa, que no confronto na SICTV deram um show de horror, com ataques pessoais duríssimos.

          Um dos destaques foram os ataques (dentro da normalidade do confronto) entre Expedito Netto e Marcos Rogério. O petista deixou nas entrelinhas que Rogério, o grande nome do bolsonarismo no Estado, será o principal adversário dos esquerdistas no segundo turno. Marcos Rogério também foi bem, destacando o apoio que tem recebido em todo o Estado.

         Adailton Fúria foi seguro, deu prioridade a propostas e projetos e lembrou que é o único dos candidatos que tem um vice de Porto Velho, o empresário e apresentador Everton Leoni. Avisou que vai governar para todos.

          Hildon Chaves, que está fazendo uma campanha muito boa nos vídeos nas redes sociais, não tem repetido as performances de eleições anteriores nos debates. Também não se destacou no da Globo.

          Pedro Abib seguiu a mesma linha de outros debates, apresentando  números, criticando deficiências e apresentando soluções. Ele e Samuel Costa, contudo, mesmo com boas performances nos debates, não conseguiram decolar com suas candidaturas.  

A BAIXARIA NA CAMPANHA ELEITORAL: É TOTALMENTE FALSO VÍDEO CRIADO POR IA DE SCHEID ATACANDO SILVIA CRISTINA

             Furioso! Protestando com veemência! Foi desta forma que o candidato ao Senado pelo PL, Bruno Scheid, gravou vídeo nas redes sociais, por ter sido vítima de uma Fake News, criada por Inteligência Artificial, em que ele aparece ofendendo a candidata Sílvia Cristina. Adversários do bolsonarista trataram de espalhar a declaração falsa. Não imaginavam, certamente, a reação de Scheid e sua promessa de denunciar todos os envolvidos.      

             O vídeo Fake começou a circular a partir da quarta-feira. Imediatamente viralizou. Com um palavreado grosseiro, longe do tipo de discurso que faz o candidato, ele atacava a deputada Sílvia Cristina, sua adversária, com injúrias raciais. “Eu jamais usaria este tipo de palavras. Quem me conhece sabe disso. Foi o uso grosseiro da Inteligência Artificial para tentar prejudicar minha candidatura, que está em ascensão. E ainda a poucos dias da eleição”, lamentou.

            Depois de tomar conhecimento do falso vídeo, Bruno Scheid foi às redes sociais para desmentir tudo e lamentar “o nível de algumas pessoas que vivem na vida pública, que vivem do dinheiro do contribuinte rondoniense”. Disse mais: “eu jamais falaria qualquer coisa semelhante”, referindo-se à falsa declaração a ele atribuída.

           Disse ainda que a trama é algo “tão falso e tão criminoso, que não consigo pensar que tipo de pessoa faz uma coisa dessas, tentando me atribuir uma fala que eu jamais seria capaz de fazer”.

Por fim, garantiu: “nós vamos atrás de quem fez isso. Vamos atrás de quem usou minha voz com a Inteligência Artificial, vamos atrás de cada um de vocês, até para provar que é isto que eu quero combater”. E questiona: “quem tem coragem de criar um vídeo como este, em coragem para mais o que?”

Scheid prometeu ir atrás não só se quem criou, mas de quem está espalhando a falsa informação. No final, o tiro pode sair pela culatra e beneficiar o candidato atacado num nível dos mais baixos, numa campanha eleitoral.

ACIR LEMBRA MANDATO DE RESULTADOS E DESTACA QUE SUA EXPERIÊNCIA EM DEFENDER OS INTERESSES DE RONDÔNIA

          “Considere quem tem experiência para defender nossa Rondônia em Brasília e cobrar solução para os problemas e execução de obras”. A frase é do candidato Acir Gurgacz, que exorta aos eleitores que vão escolher dois senadores neste domingo, optando por quem já fez muito pelo Estado, porque, define, “o Senado não é espaço para aventureiros de internet!”

Acir defendeu que um dos votos pode expressar a identificação do eleitor com os valores de um candidato, mas pediu que a escolha também leve em conta a capacidade de produzir resultados. Ele citou saúde, educação de qualidade, emprego qualificado e condições para empreender como prioridades para Rondônia.

 “Pense bem nos teus dois votos, porque nessa época todo mundo chega aqui prometendo tudo”, afirmou. O candidato questionou, então, “se meus adversários entregaram resultados quando tiveram oportunidade ou se sabem fazê-lo”.

Acir lembrou sua passagem pelo Senado, que ele analisa como diferenciada. “Representar Rondônia exige credibilidade, conhecimento do funcionamento de Brasília, capacidade de elaborar projetos e acompanhamento das obras para que os recursos se convertam em benefícios à população. Eu já fiz isso. Agora pergunte se os outros candidatos fizeram”, disse.

 Acir também chamou a atenção para a votação deste ano: cada eleitor poderá escolher dois candidatos diferentes para o Senado. Ao pedir um desses votos, reforçou seu pedido de voto e resumiu a mensagem da campanha: “votar com esperança, mas exigir de quem pede o voto experiência e resultados para Rondônia!”    

LÉO MORAES COMEMORA PRIMEIROS ATENDIMENTOS DO NOVO HOSPITAL E DESTACA ESPERA DE QUASE 100 ANOS

          Durante muitos anos, as promessas se avolumaram. Várias vezes a promessa de que Porto Velho deveria ter um hospital municipal foi feita, durante décadas. Só agora, muito tempo depois, a Capital dos rondonienses, finalmente, viu o sonho que parecia inalcançável se tornar realidade.

           Isso ocorreu nesta semana, quando o prefeito Léo Moraes e a reitora da Unir, Marília Pimentel, descerraram a fita simbólica de abertura do novo Hospital Municipal de Universitário. Em seguida, começaram as primeiras dezenas de atendimentos, inicialmente de forma ambulatorial, enquanto os planos de ampliação do hospital e a instalação de 150 leitos até o final do ano que vem, prosseguem.

              Num vídeo em suas redes sociais, Léo Moraes comemorou o evento. “Dia histórico! Iniciam os atendimentos no primeiro hospital universitário de Porto Velho e de Rondônia. Esse primeiro atendimento com as especialidades de oftalmologia, cardiologia e ortopedia, estão sendo realizados em uma parceria da Prefeitura, Agsus e Ministério da Saúde”, informou.

                 Mais adiante, Léo comenta que há ainda algo melhor: “caso, durante a consulta, o paciente precise de exames como Raio-X, Eletrocardiograma, exames laboratoriais, Tomografia e Ultrassom, estes já são realizados no local, o que faz parte da metodologia de oferta de cuidados integrados, o sistema OCI, do novo hospital.

                   No vídeo, o Prefeito destaca a abertura histórica do Hospital e faz questão de registrar sua agradecimento à Unir, “em nome da Reitora Marília Pimentel”, à AgSus, ao Ministério da Saúde e “a todos os envolvidos por mais

PURA HIPOCRISIA: MILIONÁRIOS DO BEM INVESTEM EM CANDIDATURAS DE ESQUERDA. OS OUTROS SÃO FASCISTAS!

         O discurso é contra os ricos, os poderosos, os milionários. Mas não contra todos. Há os milionários do bem. Aqueles que apoiam financeiramente candidatos de esquerda. Vivam, na abundância e na riqueza, mas apoiam candidatos socialistas e que defendem uma sociedade igualitária, onde todos são pobres. O caso local que se destaca é de Neidinha Suruí, que está tentando disputar o Senado pelo PSB, partido de esquerda e que recebeu algo em torno de 350 mil reais de doadores entre os mais ricos do Brasil.

          Neidinha tem um longo currículo, vários títulos superiores, é personagem conhecida em várias locais do mundo, por sua defesa principalmente nas questões ambientais. Alguns milionários, defensores da Amazônia, desde que sempre dos seus ricos escritórios, com o ar condicionado a mil, a tem como figura que merece todo o apoio.

         A maior doação da campanha de Neidinha (ainda pendente na Justiça Eleitoral) foi do empresário Pedro Godoy, dono do Grupo Amil de planos de saúde, que doou 150 mil reais. Logo em seguido veio o milionário João Moreira Sales, dono do Banco itaú e cineasta renomado, que entrou com outros 100 mil reais.


        Já as irmãs Moreau (Mariana e Gisele) do antigo Banco da Bahia, também no rol dos milionários brasileiros, enviaram 100 mil reais para a campanha de Neidinha Suruí.

           Ou seja, os milionários do bem ajudam o pessoal da esquerda. Já os que mandam dinheiro para candidatos da direita, representam o mal, são filhotes da ditadura; fascistas e uma vergonha para o Brasil.

           Este é o Brasil da hipocrisia, que vivemos hoje, também quando se trata de lados para a decadente política brasileira.

É A HORA DE BUSCAR A SALVAÇÃO DO BRASIL PELO VOTO: O DOMINGO VAI DECIDIR O QUE QUEREMOS PARA NOSSO PAÍS

          Tem algo muito especial em jogo, nesta eleição, além do brasileiro decidir se optará pelo abismo ou pela esperança. Escolher os congressistas (Câmara Federal e Senado) pode ser tão vital para o futuro da Nação quanto escolher quem vai comandar a Nação.

           É bom que o rondoniense faça sua parte, embora nossa bancada seja muito pequena, escolha a dedo não só quem vai sentar nas oito cadeiras da Câmara, mas principalmente os dois senadores. Se não houver mudanças profundas no Congresso Nacional, o que está acontecendo hoje, lamentavelmente, vai continuar.

             O raciocínio vale para todo o país, claro, ainda mais para as grandes bancadas da Câmara e o mesmo número, dois, de membros  do Senado. Haverá uma renovação de 54  cadeiras. Se o que está lá for mantido, não importa o que acontecerá com a eleição presidencial: o mesmo sistema que caminha para ser cada vez mais putrefato vai continuar.

            Eleger candidatos decentes, gente que pode melhorar o país; que não se envolva em corrupção e negociatas; que exija punição a bandidos e criminosos; que não aceite um Judiciário parcial e que ignora a Constituição é obrigação dos eleitores que querem um país decente.

           O voto é a única arma! Não há outro caminho para mudarmos o nosso país pelas vias democráticas. A hora é neste domingo, a partir das sete da manhã aqui em Rondônia e uma hora depois no resto do Brasil.

NA HORA DA URNA, O QUE PODE E O QUE NÃO PODE E A ORDEM DE VOTAÇÃO NOS SEIS VOTOS NOS CANDIDATOS ESCOLHIDOS PELO ELEITOR

          Está chegando a hora de votar. Falta muito pouco. Além de ter consciência de que seu voto pode melhorar ou piorar sua vida, da sua família, dos seus amigos, da sua cidade, do seu  país, é importante saber o que pode ou não fazer ao chegar na seção eleitoral. Pode usar camiseta com o nome e número do candidato, mas desde que seja uma demonstração individual. Em grupo não pode. Não pode pedir voto na boca de urna. Pode fazer demonstração silenciosa de quem está apoiando.

          Outras duas informações importantes: É proibido entrar na cabine de votação com celular e portar armamentos a menos de cem metros da seção eleitoral. Os mesários são impedidos de usar vestimentas ou objetos que caracterizem propaganda de partido político, federação, coligação ou candidatos. Distribuir camisetas, descartar panfletos em vias públicas e fazer boca de urna e toda e qualquer propaganda eleitoral, também são vetados no dia da eleição.

         Na cabine, o ideal é levar uma “cola”, com os números e nomes dos candidatos, para não se perder ou esquecer alguém. O eleitor vai escolher, em primeiro lugar, seu candidato a deputado federal. São quatro números. Depois, vota no nome que escolheu para deputado estadual. Cinco números.

             A seguir, são dois votos para o Senado. Cada um dos nomes escolhidos é representado por três números. O quinto voto é para Governador, com dois números. O último voto é para Presidente da República, também com dois votos.

          É bom lembrar que o horário de votação em Rondônia começa e termina com uma hora a menos de Brasília. Ou seja, a votação abre às 7 horas da manhã e termina às 16 horas, ou seja, quatro da tarde.

  EM NEW YORK, PRESIDENTE DA FIERO DEFENDE COMPROMISSOS CLIMÁTICOS COM CRESCIMENTO ECONÔMICO 

         A conversão de compromissos climáticos em investimentos econômicos diretos. Esta questão foi a essencial defendida pelo presidente da Federação das Indústrias de Rondônia, a Fiero, durante a Semana do Clima de New York. Marcelo Thomé destacou que “para Rondônia, o debate abre oportunidades em áreas como mercado de carbono, fortalecimento das cadeias de bioeconomia, produção de biocombustíveis e resiliência de infraestrutura urbana e logística”. 

          Thomé prosseguiu: "a grande mensagem que levamos da Semana do Clima é que todos os atores caminham para a mesma direção: a agenda de implementação. Não há mais espaço para discussões sem entregas efetivas. É isso que defendemos por meio da CNI, da Fiero e do Instituto Amazônia+21. Precisamos transformar a pauta climática em geração de emprego, renda e novos negócios para a nossa região", defendeu.  

          Durante a programação em Nova York, Thomé, como vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), assinou um Memorando de Entendimento com o Conselho de Relações Econômicas Externas da Turquia. A parceria estabelece uma ponte contínua de cooperação entre o setor privado internacional e as próximas conferências da ONU, com foco em transição energética, inovação industrial e atração de capital estrangeiro para projetos de impacto. 

           Ainda na condição de presidente do Business Council da Sustainable Business COP (SB COP), coalizão global que reúne mais de 120 organizações e mobiliza cerca de 55 milhões de empresas, e à frente do Instituto Amazônia+21, iniciativa da indústria voltada ao desenvolvimento socioeconômico e ambiental da região, Marcelo Thomé participou de diálogos de alto nível com CEOs globais, fundos e governos, durante o evento em New York.

PERGUNTINHA

         Qual sua opinião sobre a mais recente declaração polêmica do presidente Lula de que meninas de dez anos estão acostumadas a serem tocadas, o que  causou grandes protestos entre seus adversários, embora os aliados digam que ele foi mal interpretado?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO