terça-feira, 12 de maio de 2026

Capital Moto Week 2026: o que você precisa saber sobre o festival

 

Com estrutura ampliada, atrações internacionais confirmadas e expectativa de 800 mil visitantes, o Capital Moto Week 2026 já tem datas definidas e ingressos disponíveis para o público.

O Capital Moto Week 2026 teve detalhes oficialmente anunciados pela organização, que confirmou mudanças estruturais, atrações internacionais e a manutenção das regras de gratuidade para parte do público. O festival ocorrerá entre os dias 23 de julho e 1º de agosto, no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília (DF).

Capital Moto Week 2026 - Divulgação
Capital Moto Week 2026 – Divulgação

A expectativa divulgada é de que o evento reúna aproximadamente 800 mil visitantes ao longo dos dez dias de programação, além de 300 mil motocicletas e cerca de 1,8 mil motoclubes de diferentes regiões do Brasil e também do exterior.

Reconhecido como um dos principais encontros voltados ao motociclismo e à música na América Latina, o Capital Moto Week 2026 chega à nova edição com o conceito “Velocidade e Movimento”, ampliando sua área total e incorporando novas experiências voltadas ao público participante.

Estrutura ampliada

Uma das principais mudanças confirmadas para esta edição está na expansão física do espaço do festival.

A chamada Cidade da Moto terá 400 mil metros quadrados em 2026. Na edição anterior, o complexo ocupava 320 mil metros quadrados. O aumento de 80 mil m² representa uma ampliação de 25% na área total destinada ao evento.

Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

Segundo a organização, a expansão tem como objetivo melhorar a circulação interna, ampliar áreas de convivência e acomodar novas ativações de marcas parceiras.

A estrutura seguirá com cinco palcos temáticos distribuídos pelo complexo, mantendo a proposta de oferecer atrações simultâneas ao longo da programação.

Também estão confirmadas atividades de aventura que já fazem parte da identidade do evento, como:

  • Tirolesa
  • Bungee jump
  • Roda-gigante
Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

A expectativa operacional para o Capital Moto Week 2026 inclui:

  • 800 mil visitantes
  • 300 mil motocicletas
  • 1,8 mil motoclubes

Os números reforçam a dimensão do festival dentro do calendário nacional de eventos voltados à cultura motociclística.

Atrações internacionais já foram confirmadas

A programação musical começou a ser divulgada e quatro atrações internacionais já estão confirmadas.

A abertura do festival, em 23 de julho, contará com apresentação da banda Nazareth.

No dia 24 de julho, sobem ao palco Masters of Voice e Velvet Chain.

Já em 26 de julho, a programação terá show de Eagle-Eye Cherry.

Barão Vermelho com Roberto Frejat - Divulgação
Barão Vermelho com Roberto Frejat – Divulgação

Para o encerramento, em 1º de agosto, a organização anunciou uma das principais atrações nacionais desta edição: o Barão Vermelho Encontro Formação Original, com Roberto Frejat nos vocais.

A organização informou que outros nomes de destaque ainda serão anunciados nas próximas semanas.

Ao todo, o Capital Moto Week 2026 prevê mais de 100 apresentações musicais ao longo dos dez dias de programação.

Rock Saloon antecipa programação do festival

Antes mesmo da abertura oficial, o público poderá acompanhar uma programação preparatória.

O Rock Saloon funcionará entre 7 de maio e 14 de junho, no complexo da Arena do Estádio Nacional, em Brasília.

A proposta é antecipar a atmosfera do festival por meio de um espaço temático inspirado no western contemporâneo.

Rock Saloon - Divulgação
Rock Saloon – Divulgação

A estrutura contará com:

  • Shows ao vivo
  • Gastronomia temática
  • Bares
  • Programação com DJs
  • Experiências premium

A operação prevê 24 noites de funcionamento ao longo de seis semanas.

Segundo a organização, a iniciativa busca ampliar a presença do festival na capital federal e oferecer experiências antecipadas ao público.

Capacete oficial do Capital Moto Week 2026 - Divulgação
Capacete oficial do Capital Moto Week 2026 – Divulgação

Outra novidade anunciada envolve o lançamento do capacete oficial do Capital Moto Week 2026, desenvolvido em parceria com a LS2.

O modelo exclusivo LS2 Stream II CMW 2026 será disponibilizado em edição limitada de 300 unidades.

O produto será comercializado em duas versões:

Titanium com detalhes em laranja

Preto fosco com elementos brilhantes

A pré-venda terá início em 18 de maio, por meio do site oficial da fabricante.

Durante o festival, o capacete também estará disponível na loja oficial do evento e no estande da LS2 instalado dentro do complexo.

Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

Festival projeta impacto econômico superior a R$ 60 milhões

De acordo com dados divulgados pela organização, o Capital Moto Week 2026 deve repetir o impacto econômico registrado em edições anteriores.

A movimentação financeira anual associada ao evento supera R$ 60 milhões.

O festival também atrai cerca de 150 mil turistas e gera aproximadamente 17 mil postos de trabalho temporários.

O impacto se distribui por diferentes setores da economia local, incluindo:

  • Rede hoteleira
  • Restaurantes
  • Transporte por aplicativo
  • Comércio local

Segundo a organização, a ocupação hoteleira de Brasília pode alcançar 98% durante o período de realização.

Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

Sustentabilidade e ações sociais ganham reforço

A edição 2026 também reforça iniciativas ambientais e sociais.

Entre as medidas anunciadas está a adesão ao Pacto Global da ONU, iniciativa voltada à promoção de boas práticas em sustentabilidade, direitos humanos e governança.

O festival também apresentou o projeto “CMW na Granja”, voltado ao desenvolvimento de ações sociais estruturantes.

Outra frente mantida é a certificação Lixo Zero.

Dados da edição anterior mostram que foram geradas 43 toneladas de resíduos, com índice de 91,35% de destinação correta.

A manutenção dessas ações integra a estratégia da organização para ampliar práticas sustentáveis dentro do evento.

Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

Regras de gratuidade e benefícios

A organização confirmou que não haverá alterações nas regras de acesso gratuito.

Entram gratuitamente no Capital Moto Week 2026:

Motociclistas sem garupa e pilotando
Acesso liberado durante todo o evento.

Motos com garupa
Entrada gratuita:

  • De segunda a sexta até as 18h
  • Aos sábados e domingos até as 15h

Crianças de até 12 anos
Entrada gratuita quando acompanhadas por responsável.

Pessoas com deficiência (PCD)
Têm acesso gratuito. Caso haja necessidade de acompanhante, será concedido direito à meia-entrada.

Capital Moto Week - Divulgação
Capital Moto Week – Divulgação

Outras regras incluem:

Menores de 16 anos
Somente acompanhados por responsável legal.

Pessoas com 60 anos ou mais
Direito à meia-entrada.

Ingresso solidário
Concede desconto mediante entrega de:

  • 1 kg de alimento não perecível
    ou
  • Lixo eletrônico

A apresentação de documentação comprobatória será obrigatória para benefícios legais.

Juliana Jacinto e Pedro Franco - organizadores do Capital Moto Week
Juliana Jacinto e Pedro Franco – organizadores do Capital Moto Week

Ingressos para o Capital Moto Week 2026 já estão disponíveis

As vendas para o Capital Moto Week 2026 já estão abertas por meio da plataforma Bilheteria Digital.

A organização informou que novas atrações e a programação detalhada serão divulgadas gradualmente pelos canais oficiais nas próximas semanas.

O festival será realizado entre 23 de julho e 1º de agosto, no Parque de Exposições da Granja do Torto, em Brasília.


Fonte: Tudo de Moto.com.br




segunda-feira, 11 de maio de 2026

GUARDAR A PALAVRA



Jesus está reunido com seus apóstolos no Cenáculo. Estamos no contexto da Última Ceia. Há um misto de alegria e tristeza nesse encontro: alegria, porque é uma reunião entre amigos; tristeza, porque é a despedida. Toda despedida de quem amamos é dolorida.

Imaginemos os olhos de Jesus. São olhos iluminados por um brilho encantador e acolhedor. Ele acolhe cada um de seus amigos com afeto. São olhos que abraçam. Há quem diga que há abraços com os olhos mais verdadeiros do que abraços com os braços. Como é bom ser abraçado por Jesus, pelo seu olhar, que nos enche de amparo e confiança. Obrigado, Senhor, por nós abracares, a nós que às vezes, somos tão medrosos e fracos; a nós que fugimos do dia da cruz; a nós que negamos na hora da dor; a nós que te entregamos por qualquer valor. E mesmo assim, Senhor, tu nos tratas com tanto amor e ternura.

Imaginemos a face de Jesus. Humana e sagrada face. Face que estava em constante intimidade com o Pai. Face toda bela e generosa, feito ipê florido na aeridez do cerrado. A aridez  está no coração daqueles que o rejeitam. Sua face é qual dia de sol e céu azul no infinito do sertão: tão límpido, luminoso, todo transparente. Face serena, ali não há medo nem engano. É confiança plena. Os apóstolos a contemplavam, de ve em quando baixam a vistra. Parecem ansiosos.

"Se me amardes", diz Jesus. Nós temos tantas outras saídas para a vida. Só há, porém, uma que tem o sentido de verdade: amá-lo. Amar Jesus é guardar sua Palavra. O verbo "guardar", aqui, corresponde ao sentido de memómria e movimento. Não remete a algo estático. O movimento é a vivência da Palavra. Guardar a Palavra é ter a face semelhante à do Mestre, é parecer-se em tudo com ele.

Jesus não nos deixa órfãos. O Espírito Santo, o Paráclito, nos ajude a manter viva em nós a memória do amaor e da concórdia, semeando a paz e a fraternidade em nosso coração e fazendo-nos sentir a presença viva do Senhor em nosso caminho.

Fonte: Pe. Antonio Iraildo Alves de Brito, ssp / O DOMINGO - semánrio litúrgico-catequético


Plante coisas boas, colha coisas boas / Vale até para bananas



Plante em sua vida coisas boas, ações boas, pensamentos bons, boas atitudes, sinceridade, enfim... Vale até para plantar e colher bananas, como eu fiz no meu quintal. Fruta deliciosa e saudável, ainda mais assim, sem agrotóxicos. Pois é...








Inspiração na 883: Harley-Davidson confirma nova fase com motos mais ‘acessíveis’

 

A Harley-Davidson anunciou uma nova etapa de sua estratégia global com foco em ampliar o acesso à marca por meio de motocicletas mais acessíveis. O plano inclui o retorno de uma Sportster com características que remetem à antiga 883 e o desenvolvimento de um novo modelo de entrada previsto para chegar ao mercado internacional até 2027.

A movimentação faz parte do programa corporativo “Back to the Bricks” (algo como “De volta às origens” em tradução livre), apresentado pela Harley-Davidson como a principal diretriz da empresa para os próximos anos. A iniciativa estabelece metas financeiras, mudanças no portfólio e ações voltadas à recuperação da presença da fabricante em segmentos estratégicos.

Harley-Davidson XL883N 2022 - Divulgação
Harley-Davidson XL883N 2022 – Divulgação

Entre os anúncios, dois chamaram atenção por indicarem uma mudança no posicionamento comercial da Harley-Davidson. A fabricante confirmou o desenvolvimento de uma nova motocicleta média com motorização refrigerada a ar e também revelou o projeto Sprint, modelo que deve ocupar a faixa de entrada da marca.

O anúncio reforça a tentativa da Harley-Davidson de recuperar competitividade em um mercado cada vez mais diversificado, especialmente em faixas de preço consideradas mais acessíveis ao consumidor.

Anuncio oficial do "retorno" da Sporster - Divulgação
Anuncio oficial do “retorno” da Sportster – apenas uma silhueta da nova versão – Divulgação

Um dos principais destaques da nova estratégia da Harley-Davidson é a confirmação de uma motocicleta que resgata o conceito clássico da linha Sportster.

Embora a fabricante não tenha oficializado o nome comercial do modelo, a apresentação feita durante o evento indica forte inspiração na antiga Iron 883, descontinuada em 2022.

A Harley-Davidson divulgou apenas a silhueta da nova moto, prevista para lançamento em 2027. Mesmo com poucas informações oficiais, diversos elementos visuais remetem diretamente à tradicional configuração da linha.

Comparativo da antiga Iron 883 com a futura Sportster - Divulgação
Comparativo da antiga Iron 883 com a futura Sportster – Divulgação

A imagem revela proporções semelhantes às da antiga Harley-Davidson Sportster, incluindo um conjunto mecânico que aparenta manter a arquitetura V-Twin a 45 graus.

Também é possível identificar varetas de comando aparentes e caixa de ar circular, componentes que marcaram gerações anteriores da Harley-Davidson.

Outro detalhe observado está na posição de pilotagem. O guidão e os comandos lembram a ergonomia da Iron 883, enquanto o assento duplo aparece como uma das principais diferenças em relação a versões anteriores.

Silhueta da a futura Sportster - Divulgação
Silhueta da a futura Sportster – Divulgação

Segundo Artie Starrs, CEO da Harley-Davidson, a nova motocicleta representa uma das materializações práticas da proposta “Back to the Bricks”, que busca resgatar características históricas da marca.

Preço mais acessível

Outro ponto que chamou atenção no anúncio foi o posicionamento de preço informado pela Harley-Davidson. Segundo a fabricante, a nova Sportster deverá ter preço inicial estimado em US$ 10 mil.

Na conversão direta, o valor corresponde a aproximadamente R$ 50 mil, sem considerar impostos, taxas de importação ou oscilações cambiais. O dado é relevante porque posiciona a Harley-Davidson em uma faixa semelhante à praticada pela antiga Sportster antes de sua saída de linha.

Harley-Davidson XL883N 2022 - Divulgação
Harley-Davidson XL883N 2022 – Divulgação

Mesmo considerando o intervalo de quase cinco anos entre os modelos, a estratégia indica uma tentativa da Harley-Davidson de manter competitividade em um segmento historicamente importante para a marca.

Chamamos de acessível, considerando os preços da Harley. Atualmente a Street Bob e a Low Rider S, são os modelos mais acessíveis da marca no Brasil, com preços partindo de R$ 119.950 – sem frete.

A definição de uma faixa de entrada mais acessível também dialoga com a necessidade de atrair novos consumidores. Nos últimos anos, a Harley-Davidson concentrou boa parte de sua atuação em modelos premium de maior valor. Com a nova estratégia, a fabricante sinaliza um reposicionamento.

Sobre a Harley-Davidson Iron 883

A antiga Harley-Davidson Iron 883 foi um dos modelos mais conhecidos da fabricante. A motocicleta utilizava motor Evolution V-Twin de 883 cm³, refrigerado a ar. O conjunto entregava cerca de 51 cavalos de potência e torque aproximado de 7,4 kgfm.

XL883N 2022 - Divulgação
XL883N 2022 – Divulgação

O câmbio era de cinco marchas, com transmissão final por correia. A Harley-Davidson também apostava em uma proposta visual minimalista. O modelo trazia acabamento escurecido, rodas de liga leve, guidão baixo e escapamento curto duplo.

Outro diferencial era a altura reduzida do assento, próxima de 760 mm. Na ciclística, a Harley-Davidson utilizava suspensão telescópica convencional na dianteira e dois amortecedores traseiros. Os freios contavam com discos nas duas rodas e ABS de série. O tanque de combustível tinha capacidade aproximada de 12,5 litros.

Projeto Sprint para ampliar acesso à marca

Além da nova Sportster, a Harley-Davidson também confirmou o desenvolvimento da Sprint. O modelo foi apresentado como futura motocicleta global de entrada. O nome resgata um modelo antigo da marca, desenvolvido nos anos 1960, com motor entre 250 e 300 cc.

Segundo a Harley-Davidson, a Sprint terá preço inferior a US$ 10 mil. A fabricante informou ainda que o projeto prevê estrutura leve, motorização refrigerada a óleo e ampla possibilidade de customização.

Material de apresentação da futura Sprint - Divulgação
Material de apresentação da futura Sprint – Divulgação

Até o momento, não foram divulgados dados como cilindrada, potência ou cronograma definitivo de lançamento. A Harley-Davidson também não informou quais mercados receberão a novidade inicialmente.

Os elementos apresentados indicam que a Sprint está sendo desenvolvida como uma plataforma inédita. A proposta amplia a presença da Harley-Davidson em faixas de preço historicamente pouco exploradas pela empresa.

Back to the Bricks – cinco pilares estratégicos até 2027

A nova fase da marca está estruturada em cinco frentes principais.

Back to the Bricks - HD Divulgação
Back to the Bricks – HD Divulgação

Resgate das origens

A Harley-Davidson pretende reforçar sua identidade histórica.

Rede de concessionárias

A meta é ampliar a rentabilidade da rede e dobrar resultados até 2026.

Atuação em segmentos tradicionais

A Harley-Davidson vai concentrar esforços em motos novas, seminovas, peças, acessórios e vestuário.

Eficiência financeira

O plano prevê redução de custos operacionais e melhora das margens.

Reestruturação administrativa

Mudanças recentes na liderança integram o processo de reorganização.

Back to the Bricks - HD Divulgação
Back to the Bricks – HD Divulgação

O que esperar

Apesar dos anúncios, a Harley ainda não revelou detalhes técnicos completos nem confirmou datas exatas de comercialização.

A fabricante também não informou se os novos modelos serão lançados simultaneamente no Brasil.

Fonte: Tudo de Moto.com.br