quarta-feira, 21 de janeiro de 2026

CARROS ANTIGOS - Joias de Lata


 






   




Postagem sugerida pelo meu Amigo Cido,  melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.





Veja 7 motos trail aguardadas para 2026 no Brasil; confirmadas e não confirmadas

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Para 2026, fabricantes anunciam modelos modelos todo terreno com foco em médias de 250 a 525 cc, ampliando oferta e opções para motos trail no Brasil.

As motos trail continuam ocupando espaço relevante no mercado brasileiro e seguem entre os segmentos mais procurados pelos consumidores.

Voge DS525X novidade entre as motos trail que devem chegar ao Brasil - DivulgaçãoVoge DS525X novidade entre as motos trail que devem chegar ao Brasil - Divulgação

Dados da Fenabrave indicam que as motos trail responderam por 19,60% das vendas acumuladas de motocicletas no país durante o ano de 2025.

Alguns modelos trail já tiveram chegada confirmada oficialmente ao Brasil, enquanto outras seguem sem anúncio formal, mas ganharam visibilidade após lançamentos internacionais recentes e movimentações das marcas no país.

A seguir, confira sete motos trail que são aguardadas para 2026 no Brasil, porém nem todas confirmadas. A lista reúne dados oficiais divulgados pelas fabricantes ou dados técnicos apresentados em eventos internacionais, sem projeções comerciais.

Crescimento no Brasil

O avanço das motos trail está diretamente ligado à versatilidade desses modelos, que atendem tanto ao uso urbano quanto a trajetos em estradas de terra. Essa característica tem atraído desde novos motociclistas até usuários experientes, impulsionando a presença das motos trail nas linhas das principais montadoras.

A trail de 250 cc da Shineray SBM é um dos modelos aguardados em 2026 - DivulgaçãoA trail de 250 cc da Shineray SBM é um dos modelos aguardados em 2026 - Divulgação

Para 2026, o cenário indica uma ampliação da oferta, principalmente nas faixas de média cilindrada, com motores entre 250 cc e 525 cc. Esse movimento reforça a disputa entre marcas tradicionais e fabricantes que buscam maior espaço no mercado brasileiro de motos trail.

1 - CFMoto Ibex 450

Entre as motos trail com chegada garantida, a CFMoto Ibex 450 já teve lançamento confirmado para o Brasil no primeiro trimestre de 2026. O modelo será posicionado na categoria de média cilindrada.

CFMoto Ibex 450: confirmadíssima para este ano - DivulgaçãoCFMoto Ibex 450: confirmadíssima para este ano - Divulgação

A Ibex 450 utiliza motor bicilíndrico paralelo de 449 cc, com potência de 44 cv a 8.500 rpm e torque máximo de 4,4 kgfm a 6.250 rpm. O virabrequim com ângulo de 270° busca melhor controle em diferentes condições de uso. O conjunto inclui freios a disco nas duas rodas com ABS Bosch de duplo canal.

As rodas raiadas aceitam pneus sem câmara, com medidas 90/90 R21 na dianteira e 140/70 R18 na traseira, configuração comum em motos trail voltadas ao uso misto. O preço estimado informado pela marca varia entre R$ 39 mil e R$ 41 mil.

2 - Moto Morini Alltrhike 450

Outra entre as motos trail já confirmadas é a Moto Morini Alltrhike 450. A fabricante italiana informou oficialmente que o modelo será lançado no Brasil em 2026, mas ainda não divulgou o preço.

Moto Morini Alltrhike 450 - apresentada durante o Festival Interlagos 2025 - DivulgaçãoMoto Morini Alltrhike 450 - apresentada durante o Festival Interlagos 2025 - Divulgação

O modelo traz motor bicilíndrico de 450 cm³ com potência declarada de 44 cv. O peso seco informado é de 170 kg. A suspensão é fornecida pela KYB, com curso de 210 mm na dianteira e 190 mm na traseira.

As rodas raiadas utilizam aro de 21 polegadas na frente e 17 polegadas atrás. O painel é totalmente digital e conta com navegação integrada. O sistema de freios possui ABS com possibilidade de desligamento para uso fora de estrada, característica comum em motos trail voltadas ao off-road.

3 - Shineray SBM 250 Trail

A Shineray confirmou oficialmente a chegada da SBM 250 Trail ao Brasil. O modelo já aparece como “lançamento em breve” no site da linha SBM, com expectativa de estreia ainda neste no início de 2026.

Shineray SBM 250 Trail - DivulgaçãoShineray SBM 250 Trail - Divulgação

Entre as motos trail de menor cilindrada, a SBM 250 Trail utiliza motor monocilíndrico DOHC com refrigeração líquida. A potência máxima informada é de 31 cv a 9.000 rpm, com torque de 2,6 kgf.m a 7.000 rpm, associado a um câmbio de seis marchas.

A proposta é disputar espaço em um segmento que concentra grande volume de vendas no mercado nacional de motos trail.

4 - Royal Enfield Himalayan Mana Black

A Royal Enfield apresentou no EICMA 2025 a Himalayan 450 Mana Black Edition, nova versão da trail, que agora se tornou um dos modelos mais vendidos da marca por aqui. Segundo informações divulgadas, o modelo está confirmado para o Brasil, mas ainda não possui data de lançamento nem preço definidos.

Himalayan 450 Mana Black Edition - DivulgaçãoHimalayan 450 Mana Black Edition - Divulgação

A base mecânica segue a mesma da nova geração da Himalayan. O motor é monocilíndrico de 451,65 cm³, com refrigeração líquida, duplo comando e quatro válvulas por cilindro. Entrega 40 cv a 8.000 rpm e torque de 4,0 kgf.m a 5.500 rpm.

Entre os recursos estão acelerador eletrônico, injeção eletrônica e câmbio de seis marchas com embreagem assistida e deslizante, reforçando a presença da marca no segmento de motos trail.

5 - Voge DS525X

Voge DS525X é outra entre as motos trail confirmadas para o Brasil. O modelo utiliza motor bicilíndrico paralelo de 494 cm³, com potência de 53,8 cv a 8.500 rpm e torque de 5,14 kgf.m a 7.000 rpm.

A Voge DS525X está entre as motos trail confirmadas para o Brasil em 2026 - DivulgaçãoA Voge DS525X está entre as motos trail confirmadas para o Brasil em 2026 - Divulgação

O conjunto inclui câmbio de seis marchas e embreagem deslizante. A suspensão é composta por garfo invertido e monoamortecedor traseiro ajustável, ambos da KYB. Os freios utilizam componentes Nissin, com ABS Bosch e controle de tração.

No mercado brasileiro, a DS525X será oferecida nas cores Night Black e Titanium Gold. O preço ainda não foi divulgado.

6 - Kawasaki KLE 500

Apresentada no EICMA 2025, a Kawasaki KLE 500 já teve vendas confirmadas em mercados como Europa e Estados Unidos. No Brasil, porém, não há confirmação oficial sobre a chegada da moto trail.

Kawasaki KLE 500 - DivulgaçãoKawasaki KLE 500 - Divulgação

Na configuração internacional, a KLE 500 utiliza motor bicilíndrico paralelo de 451 cm³, com potência de 51,6 cv a 10.000 rpm e torque de 4,4 kgfm a 7.500 rpm. Até o momento, a Kawasaki não divulgou informações sobre planos para o mercado brasileiro de motos trail.

7 - Hero Xpulse 210

Hero Xpulse 210 colocamos na lista, mas graças a uma possível chegada da Hero Motos ao Brasil. Não existe nenhuma confirmação de que o modelo possa chegar.  Mas também, não é impossível!

Hero Xpulse 210 - DivulgaçãoHero Xpulse 210 - Divulgação

A trail da Hero modelo utiliza motor DOHC de 210 cc, com refrigeração líquida, potência de 24,5 cv e torque de 2,0 kgf.m.

A suspensão dianteira possui 210 mm de curso e a traseira, 205 mm. O conjunto inclui ABS com modos intercambiáveis, câmbio de seis marchas, embreagem assistida e painel TFT. A possível chegada do modelo está condicionada a decisões futuras da Hero no Brasil.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 PROPOSTA

A coluna tinha conhecimento das conversações entre o governador Marcos Rocha e Expedito Júnior, presidente regional do PSD, iniciadas no fim de outubro passado, após uma reunião oficial entre ambos. Aliás, registre-se: foi o único encontro formal entre os dois em sete anos de convivência institucional, o que por si só já diz muito.
Na ocasião, Expedito Júnior apresentou a proposta: que Marcos Rocha ingressasse no PSD para disputar o Senado na chapa majoritária encabeçada por Adailton Fúria. O pacote vinha completo: presidência estadual do partido, poder para indicar o vice-governador e a garantia da vaga senatorial, caso o governador resolvesse abandonar a prudente permanência no cargo e retomar o velho sonho de Brasília. A proposta foi feita, não foi recusada e, ao contrário do que alguns apressados anunciaram, segue de pé.
BARRIGADA
Na semana passada, durante a segunda reunião entre os dois, alguém decidiu brincar de jornalismo criativo e plantou uma fake news que ganhou musculatura de manchete: a de que o acordo estaria fechado com a filiação consumada de Marcos Rocha ao PSD. A mentira correu solta, feito fagulha em rastro de pólvora, incendiando redações pouco afeitas à checagem básica. Sem ouvir os protagonistas, a barrigada ganhou ares de verdade até ser desmentida ontem (segunda-feira). O convite permanece sob análise do governador; a filiação, não.
EMBUSTE
É inquestionável que alguém do entorno do governo ou das relações pessoais do presidente do PSD vazou o encontro e soprou a ilação da filiação mal contada. Fake news não brota do nada: deixa digitais, método e intenção. Quem conhece os bastidores políticos reconhece o roteiro clássico — solta-se a informação, mede-se a reação e avalia-se o estrago. O embuste foi bem plantado, cumpriu o papel de causar polêmica e aferir o termômetro eleitoral. E quase toda a imprensa, excetuando-se quem não depende das benesses do poder, caiu como pato.
REAÇÃO
A coluna ouviu a direção estadual do PSD, que desmentiu a filiação, mas confirmou que o assunto foi tratado e segue em avaliação pelo governador. À medida que o fake se espalhou pelas redes, a reação popular deixou claro: se Marcos Rocha decidir ingressar no PSD, dificilmente será para comandar a legenda.
APÊNDICE
Como se não bastasse, a semana trouxe outra confusão ideológica: a filiação de Expedito Neto ao PT. O ex-deputado federal é filho de Expedito Júnior, presidente do PSD e articulador-mor da candidatura de Adailton Fúria ao governo. Pai à direita, filho à esquerda, ambos puxando a corda para o mesmo lado eleitoral. O eleitor fica confuso, o partido fica contaminado e o PSD passa a carregar um apêndice ideológico que, longe de agregar, estrangula.
PRÓCERES
O governador pode alegar que não recuou de nada, já que a filiação não se concretizou. Mas as conversas são reais e avançam. A possibilidade de Marcos Rocha se reunir com próceres nacionais do PSD é concreta. No bate-papo informal, Expedito Júnior acenou com encontros com os governadores Ratinho Júnior (PR) e Tarcísio de Freitas (SP). Rocha gostou. E muito.
RECUO
O problema é conhecido: Marcos Rocha é politicamente inconstante e deliberadamente lento nas decisões. No PSD, há receio de que essa característica provoque novo recuo estratégico, deixando os peessedebistas mais uma vez olhando para o nada, com o dedo na boca e o calendário eleitoral correndo.
DESGASTE
Há quem avalie que a aproximação entre Adailton Fúria e Marcos Rocha, no último ano de governo, gere desgaste suficiente para inviabilizar a candidatura do prefeito de Cacoal. Se o governo estadual perder capilaridade eleitoral, Fúria pode ir junto no ralo. Mas o inverso também é possível. São variáveis que só as pesquisas — e o humor do eleitor — dirão.
CRÍVEL
Cravar agora se a aproximação é boa ou ruim seria chute. As últimas pesquisas oficiais, divulgadas dentro da legislação, ainda no fim do ano passado, eram favoráveis ao governo. Isso pode mudar, inclusive por causa dessa flertação política com o PSD. A fake news, nesse sentido, serviu como teste empírico. Há levantamentos internos recentes, mas como não atendem aos critérios legais, a coluna se abstém de citá-los. Por prudência jurídica.
PODCAST
Segue repercutindo a entrevista concedida a este cabeça-chata, no podcast Resenha Política, pelo ex-comandante-geral da Polícia Militar, coronel Braguin, exonerado pelo governador Marcos Rocha na última sexta-feira. Apesar das declarações protocolares de gratidão, a mágoa escorre pelas entrelinhas. Braguin se lança pré-candidato ao governo pelo Partido Novo e diz estar pronto para a missão mais complexa da vida — o que, em política, costuma ser sinônimo de problema dobrado.
AGRESSIVO
Instado a comentar denúncias que pesam sobre sua pré-candidatura, especialmente uma acusação de agressão doméstica registrada em boletim de ocorrência e um episódio em blitz da Lei Seca, quando se recusou a soprar o bafômetro, Braguin se defendeu. Disse ser uma pessoa tranquila, respeitosa com mulheres, negou agressão à ex-esposa e classificou a denúncia como perseguição política.
BÊBADO
Sobre a blitz, realizada por policiais sob sua própria jurisdição, alegou armação para desgastá-lo. Não apontou autores, mas lembrou que dias antes havia discutido com deputados na Assembleia Legislativa, todos com trânsito entre militares. Fez questão de frisar que não estava bêbado, justificando que houve apenas multa por recusa ao bafômetro, sem medidas mais severas. Argumento frágil, mas recorrente.
RETALIAÇÃO
Segundo Braguin, sua exoneração foi fruto de capitulação do governo às pressões parlamentares e deu início a uma sequência de retaliações. Afirma que manterá a rotina, mas adotou cuidados extras por temer represálias de facções criminosas, incomodadas com sua atuação no comando da PM.
Como pré-candidato, Braguin estreia do pior modo possível: explicando-se antes mesmo de se apresentar. Em política, quem começa na defensiva costuma terminar no fim da fila.
PRECONCEITO
É deplorável que, em pleno século XXI, pessoas que se dizem de bom senso e convivem numa sociedade heterogênea, marcada por contradições de toda ordem, ainda cultivem preconceitos de raça, condição financeira ou orientação sexual. Num país em que parcela expressiva da classe política flerta sem pudor com a ilegalidade — e onde muitos confundem representante público com marginal profissional — soa ainda mais grotesco que uma parlamentar seja injuriada por uma escolha da vida privada. Amor, para alguns, vira “anomalia”, “aberração” ou “crime”. Convém inverter a régua moral: crime é usar o mandato para relações escusas; aberração é transformar o cargo público em instrumento de vantagens pessoais; anomalia é fazer do mandato um puxadinho da marginalidade. Isso, sim, merece condenação e denúncia.
PRECONCEITO II
A deputada federal Sílvia Cristina pode — e deve — ser criticada por posições políticas que endossam pautas apropriadas pelo mundo conservador para apontar o dedo acusador contra quem não professa as mesmas mesmices ideológicas. Esta coluna, inclusive, já o fez. Mas até aqui não há nada que desabone sua conduta parlamentar. O que se vê agora é a velha prática covarde: a invasão da vida familiar como atalho para o linchamento moral. Sílvia Cristina deve ser julgada nas urnas por suas ações no Congresso Nacional, não pela forma respeitosa e digna com que decidiu viver o amor.
FORTÍSSIMA
A pré-candidatura de Sílvia Cristina ao Senado, em meio a um cardápio de marmanjos tarimbados, tem provocado inquietação e reações nada sutis. O motivo é simples: trata-se de um nome denso, competitivo e com reais chances de ocupar uma das vagas. A baixaria que tenta desqualificá-la na vida privada denuncia mais o desespero dos adversários do que qualquer fragilidade da candidata. Quando falta argumento político, sobra preconceito — e isso diz tudo sobre quem ataca.

Fonte: Robson Oliveira / Porto Velho-RO




terça-feira, 20 de janeiro de 2026

Motos mais vendidas no Brasil em 2025 surpreendem com avanço de novas marcas, quase 2,2 milhões de unidades emplacadas.

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Vamos ver quais foram as 20 motos mais vendidas no Brasil em 2025. Dados oficiais mostram um setor aquecido, com domínio de modelos tradicionais e a presença crescente de marcas menos conhecidas do grande público.

O desempenho das motos mais vendidas no Brasil reflete a expansão da mobilidade individual, especialmente em centros urbanos e no uso profissional. Além das líderes consolidadas, o ranking anual trouxe mudanças relevantes em posições intermediárias, indicando diversificação da oferta e da demanda.

A CG 160 continua líder entre as motos mais vendidas no Brasil - DivulgaçãoA CG 160 continua líder entre as motos mais vendidas no Brasil - Divulgação

Entre as motos mais vendidas, modelos de baixa e média cilindrada seguem predominando, impulsionados por custos mais acessíveis, manutenção simplificada e ampla rede de distribuição em todo o país.

Crescimento do mercado brasileiro de motos em 2025

O mercado brasileiro de motocicletas, motonetas e scooters fechou 2025 com 2.197.308 unidades emplacadas. O volume representa um crescimento de 17,1% em relação às 1.875.890 unidades licenciadas em 2024, alcançando o melhor resultado desde 2011. Os números foram divulgados pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores em 13 de janeiro.

Mottu Sport 110i - quase 100 mil motos vendidas só em 2025 - DivulgaçãoMottu Sport 110i - quase 100 mil motos vendidas só em 2025 - Divulgação

O mês de dezembro contribuiu de forma decisiva para o resultado anual. Foram 193.163 unidades emplacadas, alta de 6,9% frente a novembro, que registrou 180.599 unidades, e crescimento de 27,1% na comparação com dezembro de 2024, quando foram licenciadas 151.919 motos.

Liderança consolidada

Entre as motos mais vendidas, a Honda CG 160 manteve a liderança absoluta também em 2025, com 478.930 unidades emplacadas. O modelo segue como referência no mercado nacional e concentrou sozinho mais de 20% do volume total registrado no ano.

Outros modelos da Honda também aparecem nas primeiras posições do ranking, como Biz, Pop 110i e NXR 160 Bros, reforçando a forte presença da marca japonesa entre as motos mais vendidas no país.

Avelloz AZ1 entre as mais emplacadas do Brasil - DivulgaçãoAvelloz AZ1 entre as mais emplacadas do Brasil - Divulgação

Surpresas no ranking das motos mais vendidas

O ranking de 2025 também apresentou novidades. A Mottu Sport 110i alcançou 99.454 unidades emplacadas, superando com ampla margem a Yamaha Factor 150, que somou 71.847 registros. Outro destaque foi a Shineray XY 125, com 40.517 unidades, posicionando-se à frente de modelos tradicionais como Honda Elite 125 e Yamaha NMax 160.

A presença de marcas como Shineray Avelloz entre as motos mais vendidas indica uma maior diversificação do mercado, especialmente em segmentos de entrada e uso urbano.

A nova Factor 150 foi a moto mais vendida da Yamaha - DivulgaçãoA nova Factor 150 foi a moto mais vendida da Yamaha - Divulgação

OBS: Os dados são da Fenabrave – Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores. Nesses dados, não existe identificação do modelo extado entre as CG 160, por exemplo. A distinção e rankeamento do órgão acontece de acordo como os modelos são registrados na Senatran – Secretaria Nacional de Trânsito.

Ranking das 20 motos mais vendidas no Brasil em 2025

1 – Honda CG 160 com 478.930 unidades vendidas

Honda CG 160 - DivulgaçãoHonda CG 160 - Divulgação

2 – Honda Biz com 267.051 unidades vendidas

Honda Biz - DivulgaçãoHonda Biz - entre as 20 motos mais vendidas de 2025 - Divulgação

3 – Honda Pop 110i com 236.519 unidades vendidas

Nova Honda Pop 110i - DivulgaçãoNova Honda Pop 110i - Divulgação

4 – Honda NXR 160 Bros com 199.067 unidades vendidas

Bros 160 - entre as Motos Mais Vendidas de 2025 - DivulgaçãoBros 160 - entre as Motos Mais Vendidas de 2025 - Divulgação

5 – Mottu Sport 110i com 99.454 unidades vendidas

Mottu Sport 110i - DivulgaçãoMottu Sport 110i - Divulgação

6 – Yamaha Nova Factor 150 com 71.847 unidades vendidas

Yamaha Nova Factor 150 - DivulgaçãoYamaha Nova Factor 150 - Divulgação

7 – Honda CB 300F Twister com 66.461 unidades vendidas

Honda CB 300F Twister: 20 motos mais vendidas de 2025 - DivulgaçãoHonda CB 300F Twister: 20 motos mais vendidas de 2025 - Divulgação

8 – Honda PCX 160 com 53.728 unidades vendidas

Honda PCX 160Honda PCX 160

9 – Yamaha Fazer 250 – FZ25 com 46.173 unidades vendidas

Yamaha Fazer 250 – FZ25 - DivulgaçãoYamaha Fazer 250 – FZ25 - Divulgação

10 – Honda XRE 190 com 43.750 unidades vendidas

Honda XRE 190 - DivulgaçãoHonda XRE 190 - Divulgação

11 – Honda XRE 300 Sahara com 43.683 unidades vendidas

XRE 300 Sahara perdendo a briga com a Lander entre as mais vendidas de julho de 2024XRE 300 Sahara

12 – Yamaha XTZ 250 Lander com 42.842 unidades vendidas

Yamaha XTZ 250 LanderYamaha XTZ 250 Lander

13 – Shineray Jet 125 com 40.517 unidades vendidas

20 motos mais vendidas de 2025 – Shineray Jet 12520 motos mais vendidas de 2025 – Shineray Jet 125

14 – Yamaha Fazer 150 com 40.445 unidades vendidas

Fazer FZ15: a Fazer 150 cilindradas da Yamaha - DivulgaçãoFazer FZ15: a Fazer 150 cilindradas da Yamaha - Divulgação

15 – Honda Elite 125 com 32.839 unidades vendidas

Honda Elite 125Honda Elite 125

16 – Shineray SHI 175 com 31.891 unidades vendidas

Shineray SHI 175s EFI20 motos mais vendidas de 2025– Shineray SHI 175s EFI

17 – Yamaha Crosser 150 com 29.891 unidades vendidas

Yamaha Crosser 150 - DivulgaçãoYamaha Crosser 150 - Divulgação

18 – Yamaha NMax 160 com 24.447 unidades vendidas

Yamaha NMax 160 - DivulgaçãoYamaha NMax 160 - Divulgação

19 – Shineray Jet 50 com 18.497 unidades vendidas

Motos mais vendidas em junho de 2025 – Shineray Jet 5020 motos mais vendidas de 2025 – Shineray Jet 50

20 – Avelloz AZ1 com 18.162 unidades vendidas

Avelloz AZ1 - fecha lista das 20 motos mais vendidas de 2025 - DivulgaçãoAvelloz AZ1 - fecha lista das 20 motos mais vendidas de 2025 - Divulgação

Os dados de emplacamentos de 2025 reforçam a relevância das motos mais vendidas como indicador do comportamento do consumidor e da dinâmica do setor de duas rodas no Brasil.

A Fenabrave informou ainda que a expectativa para 2026 é de continuidade da expansão do mercado, com crescimento estimado em 10% e volume próximo de 2,4 milhões de motocicletas comercializadas.


Fonte: Tudo de Moto.com.br