quinta-feira, 29 de outubro de 2026

Ponta do Lápis em Movimento

 






Triumph Bonneville T40 e T40 Black 2027 estreiam com motor de 32 cv e ampliam família de 400 cc para seis motos

 

A Triumph apresentou as Bonneville T40 e T40 Black 2027, modelos clássicos de 400 cc com motor monocilíndrico de 32 cv, eletrônica com ABS em curva e previsão de chegada ao mercado europeu no primeiro semestre do próximo ano.

A Triumph anunciou oficialmente as novas Bonneville T40 e Bonneville T40 Black, duas motocicletas que levam a identidade visual da linha Bonneville à categoria de 400 cc.

Os modelos usam motor monocilíndrico com refrigeração líquida e passam a integrar a plataforma de menor cilindrada da marca, desenvolvida em parceria com a Bajaj.

Bonneville T40 e T40 Black 2027 - Divulgação

Bonneville T40 e T40 Black 2027 - Divulgação

As motocicletas compartilham especificações mecânicas e eletrônicas, enquanto a versão Black se diferencia pelo acabamento escurecido aplicado a diversos componentes.

Bonneville 400cc

Com a estreia das Bonneville T40 e T40 Black, a plataforma de 400 cc da Triumph passa a reunir seis motocicletas. A nova dupla amplia a presença da família Bonneville em uma faixa inferior de cilindrada.

Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

Além das recém-apresentadas, a linha inclui Speed 400, Scrambler 400 X, Scrambler 400 XC, Tracker 400 e Thruxton 400. Esses últimos modelos citados já são comercializados no mercado brasileiro.

Segundo a fabricante, a plataforma ultrapassou 60 mil unidades vendidas em mais de 50 países desde 2023. Os projetos dessa família foram desenvolvidos em parceria com a Bajaj.

Motor revisado

Tanto a T40 quanto a T40 Black utilizam a versão mais recente do motor TR Series. Trata-se de um conjunto de um cilindro, 400 cc e refrigeração líquida, preparado especificamente para a aplicação nas novas Bonneville.

Triumph Bonneville T40 Black 2027 - Divulgação

Triumph Bonneville T40 Black 2027 - Divulgação

Para esses modelos, o propulsor recebeu cabeçote revisado e calibração própria. De acordo com a Triumph, o ajuste foi definido para privilegiar a disponibilidade de torque em faixas mais baixas de rotação.

O motor entrega 32 cv a 7.000 rpm e torque de 3,7 kgf.m a 5.000 rpm. Os números divulgados pela fabricante valem para as duas versões da motocicleta.

A marca também informa que a embreagem e o escapamento foram recalibrados para buscar um comportamento sonoro associado aos modelos da linha Bonneville.

Traços clássicos

O desenho das novas motos mantém referências tradicionais da família. Entre os elementos estão o tanque com formato de gota, o farol circular, os paralamas longos e as rodas raiadas.

O escapamento segue o estilo peashooter, adotado em motocicletas clássicas da marca. A pintura em duas cores e a filetagem feita à mão também fazem parte do acabamento informado pela Triumph.

Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

As rodas têm aros de alumínio, com 18 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira. Na parte traseira, a suspensão usa dois amortecedores.

A Bonneville T40 Black recebe acabamento específico em tonalidades escuras. A versão traz aros pretos, tampas do motor pintadas e sistema de escapamento com tratamento blacked-out.

Painel conectado

A Bonneville T40 adota painel TFT circular de quatro polegadas, com recursos de conexão para smartphone. O sistema permite o uso de navegação por mapas através do aplicativo Triumph Navigation.

Entre as funções do instrumento está o modo Heritage. Esse recurso altera a forma de apresentação das informações para reproduzir visualmente os mostradores analógicos tradicionais.

Painel TFT circular de quatro polegadas - Divulgação

Painel TFT circular de quatro polegadas - Divulgação

A iluminação das duas motos é inteiramente em LED. O conjunto inclui luz de rodagem diurna, indicadores de direção com cancelamento automático e aviso de frenagem de emergência.

As Bonneville T40 e T40 Black ainda contam com tomada USB-C. O item amplia as opções de conexão para dispositivos usados pelo piloto durante os deslocamentos.

Pacote eletrônico

O pacote de assistência reúne cinco modos de pilotagem. Estão disponíveis as configurações Road, Rain e Eco, além de dois modos que podem ser personalizados pelo condutor.

As motocicletas também recebem piloto automático, ABS em curva e controle de tração sensível à inclinação. Esses sistemas integram a lista de equipamentos divulgada para os dois modelos.

Triumph Bonneville T40 Black 2027 - Divulgação

Triumph Bonneville T40 Black 2027 - Divulgação

A adoção de recursos eletrônicos ocorre junto à proposta visual clássica das novas Bonneville. As duas versões utilizam a mesma base mecânica e o mesmo conjunto de tecnologias de pilotagem.

Medidas e cores

A altura do assento informada para as Bonneville T40 e T40 Black é de 790 mm. O peso em ordem de marcha declarado pela Triumph é de 191 kg para as motocicletas.

A fabricante também oferecerá um banco acessório mais baixo. Com esse componente, a altura do assento pode ser reduzida em 20 mm, chegando a 770 mm.

A Bonneville T40 2027 será disponibilizada em três combinações de pintura:

  • Aegean Blue com Fusion White;
  • Meriden Blue com Tangerine Orange;
  • New England White com Jet Black.

A T40 Black terá duas opções de acabamento, ambas em pintura fosca:

  • Matt Pewter Grey;
  • Matt Phantom Black.
Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

Triumph Bonneville T40 2027 - Divulgação

Chegada prevista

Segundo a Triumph, os preços das Bonneville T40 e T40 Black serão anunciados no início de 2027. A empresa não divulgou valores no lançamento dos modelos.

As primeiras unidades estão previstas para chegar inicialmente ao mercado europeu durante o primeiro semestre de 2027. Até o momento, não houve confirmação de comercialização da nova dupla no Brasil.


Fonte: Tudo de Moto.com.br





quarta-feira, 28 de outubro de 2026

AMIGOS DO FUSCA - Encontro no Estacionamento da Loja Havan / Sábado



Realizado mais um encontro no estacionamento da Loja Havan, localizada na Avenida Jorge Teixeira, neste último sábado (24), a partir das 20h. Momentos alegres e com informações sobre o nossos Fuscas. Veja as fotos.


















MOMENTO JURÍDICO - Auxílio-acidente: quem tem direito e quanto recebe?

 


O benefício indenizatório do INSS que se soma ao salário, não exige carência e é devido mesmo quando a sequela é pequena.

Um tombo de moto a caminho do trabalho. Um dedo prensado numa máquina. Uma queda da escada em casa que deixou o joelho sem a mesma firmeza. Depois de alguns meses de afastamento, a pessoa recebe alta do INSS, volta ao serviço e segue a vida, convivendo com uma limitação que antes não existia.

O que quase ninguém conta é que, em muitos desses casos, existe um benefício que deveria ter começado a ser pago no dia seguinte à alta. Ele não substitui o salário, se soma a ele.

Por isso a pergunta que motivou este artigo é tão comum: dá para receber uma renda do INSS e continuar trabalhando?

Dá, e o nome desse benefício é auxílio-acidente. A seguir você vai entender quem tem direito, quanto se recebe, como os tribunais interpretam a lei e o que fazer se o benefício ficou para trás.

Um benefício que indeniza, não que substitui

A maior parte dos benefícios do INSS existe para substituir a renda de quem não pode trabalhar: aposentadorias, auxílio por incapacidade temporária, salário-maternidade. O auxílio-acidente é diferente. Ele tem natureza indenizatória: compensa a redução permanente da capacidade de trabalho causada por uma sequela.

O fundamento está no art. 86 da Lei 8.213/1991:

"O auxílio-acidente será concedido, como indenização, ao segurado quando, após consolidação das lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem sequelas que impliquem redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia."

Três expressões desse texto merecem atenção.

"Acidente de qualquer natureza." Não precisa ser acidente de trabalho. Acidentes de trânsito, domésticos, esportivos ou de lazer também dão direito, desde que a pessoa seja segurada do INSS no momento do acidente.

"Após consolidação das lesões." O benefício começa quando o tratamento termina e a sequela se estabiliza, normalmente depois do auxílio por incapacidade temporária.

"Redução da capacidade para o trabalho que habitualmente exercia." Não se exige incapacidade total. Basta que a sequela torne o trabalho habitual mais difícil ou exija maior esforço.

Quem tem direito

Nem todo segurado pode receber o auxílio-acidente. O art. 18, § 1º, da Lei 8.213/1991 limita o benefício a quatro categorias:

- empregado (trabalhador com carteira assinada, inclusive rural);

- empregado doméstico, incluído pela Lei Complementar 150/2015;

- trabalhador avulso;

- segurado especial (pequeno produtor rural, pescador artesanal e familiares que trabalham em regime de economia familiar).

Pela regra atual, contribuintes individuais (autônomos, MEI, empresários) e segurados facultativos não têm direito ao auxílio-acidente. É uma restrição da lei que costuma surpreender quem contribui por conta própria.

Outro ponto importante: o benefício não exige carência (art. 26, I, da Lei 8.213/1991). Um trabalhador que sofreu o acidente no primeiro mês de carteira assinada já pode ter direito.

Quanto se recebe e até quando

O valor é de 50% do salário de benefício (art. 86, § 1º). Como não substitui a renda do trabalho, pode ser inferior ao salário mínimo.

O benefício é pago junto com o salário, sem qualquer desconto por causa dele. O art. 86, § 3º, é expresso ao dizer que o recebimento de salário ou de outro benefício, exceto aposentadoria, não prejudica a continuidade do auxílio-acidente.

Ele dura até a véspera do início de qualquer aposentadoria ou até o óbito do segurado (art. 86, § 1º). A lei proíbe a acumulação com aposentadoria (art. 86, § 2º). Em compensação, o valor mensal do auxílio-acidente integra o salário de contribuição usado no cálculo da futura aposentadoria (art. 31 da Lei 8.213/1991), o que evita prejuízo no momento de se aposentar.

Para quem se aposentou há muitos anos, vale uma observação: a Súmula 507 do STJ admite a acumulação apenas quando a lesão e a aposentadoria são anteriores a 11/11/1997, data da mudança legislativa que passou a proibi-la.

Como os tribunais interpretam o benefício

O Superior Tribunal de Justiça já resolveu, em recursos repetitivos, as principais dúvidas sobre o auxílio-acidente. Essas teses vinculam os demais tribunais do país.

Lesão mínima também gera direito (Tema 416)

No Tema 416 ( REsp 1.109.591/SC, Rel. Min. Celso Limongi, Terceira Seção), o STJ firmou que o benefício exige lesão que implique redução da capacidade para o trabalho habitual, mas que "o nível do dano e, em consequência, o grau do maior esforço, não interferem na concessão do benefício, o qual será devido ainda que mínima a lesão".

Na prática, isso afasta um argumento comum em perícias: "a sequela é leve, não há direito". Se existe redução da capacidade, ainda que pequena, o benefício é devido.

A possibilidade de melhora não impede o benefício (Tema 156)

No Tema 156 ( REsp 1.112.886/SP, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, Terceira Seção), o STJ decidiu que o auxílio-acidente é devido quando demonstrado o nexo entre a redução permanente da capacidade e a atividade profissional, "sendo irrelevante a possibilidade de reversibilidade da doença".

Os atrasados contam desde a alta do auxílio-doença (Tema 862)

No Tema 862 ( REsp 1.729.555/SP, Rel. Min. Assusete Magalhães, Primeira Seção), o STJ fixou que o termo inicial do auxílio-acidente é o dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença que lhe deu origem, conforme o art. 86, § 2º, observada a prescrição de cinco anos da Súmula 85 do STJ.

Essa tese tem enorme impacto prático. Quem recebeu alta há três anos e nunca pediu o benefício pode ter direito a todas as parcelas desse período, corrigidas.

O que diz a doutrina

Carlos Alberto Pereira de Castro e João Batista Lazzari, no Manual de Direito Previdenciário, ressaltam o caráter indenizatório do auxílio-acidente e a sua lógica própria: ele não protege contra a perda da renda, mas contra a perda de parte da capacidade de trabalho, e por isso convive com o salário.

Marisa Ferreira dos Santos, em Direito Previdenciário Esquematizado, destaca que a redução da capacidade deve ser aferida em relação à atividade habitual do segurado, o que faz da descrição precisa da função exercida um elemento decisivo na perícia.

As duas leituras convergem com as teses do STJ: o foco está na sequela concreta e no trabalho real da pessoa, não na gravidade abstrata da lesão.

Na prática: exemplos de sequelas que costumam gerar direito

O Regulamento da Previdência Social (Decreto 3.048/1999, Anexo III) traz uma relação de situações que dão direito ao auxílio-acidente, como perdas de segmentos dos dedos, alterações da visão e da audição e limitações de movimento em articulações. A jurisprudência entende que essa lista é exemplificativa: outras sequelas também podem gerar o benefício se comprovada a redução da capacidade.

Situações frequentes na prática:

- perda total ou parcial de um dedo;

- redução de movimento no ombro, cotovelo, punho, joelho ou tornozelo após fratura;

- perda auditiva ligada a ruído no trabalho;

- encurtamento de membro após cirurgia;

- cicatrizes ou sequelas que limitam esforço ou exposição.

Veja um exemplo ilustrativo de cálculo:

- Salário de benefício apurado pelo INSS: R$ 2.800,00

- Auxílio-acidente (50%): R$ 1.400,00 por mês

- Alta do auxílio-doença: há 3 anos, sem pedido do auxílio-acidente

- Parcelas atrasadas: 36 meses de R$ 1.400,00, mais correção

Justiça Estadual ou Federal?

Um detalhe processual que muda o caminho: quando o acidente é de trabalho (ou doença ocupacional), a ação contra o INSS é julgada pela Justiça Estadual, conforme o art. 109, I, da Constituição e a Súmula 15 do STJ. Quando o acidente não tem relação com o trabalho (trânsito fora do trajeto, doméstico, lazer), a competência é da Justiça Federal.

Por isso, a Comunicação de Acidente de Trabalho (CAT), o boletim de ocorrência e os registros de atendimento médico logo após o acidente são documentos valiosos.

Como pedir o auxílio-acidente

Em tese, o INSS deveria analisar o direito ao auxílio-acidente no momento em que encerra o auxílio por incapacidade temporária, já que a lei manda o benefício começar no dia seguinte à alta. Na prática, isso raramente acontece. Por isso, o caminho costuma ser este:

1. Reúna a documentação médica atual. Um relatório do médico assistente que descreva a sequela, a data do acidente, o tratamento feito e, principalmente, quais movimentos ou esforços ficaram limitados para a sua função.

2. Descreva bem o seu trabalho. A perícia compara a sequela com a atividade habitual. Uma declaração da empresa com as tarefas do cargo, ou a própria descrição detalhada na hora da perícia, faz diferença.

3. Faça o requerimento pelo Meu INSS ou pelo telefone 135. O pedido é feito como auxílio-acidente e leva à marcação de perícia médica.

4. Acompanhe a perícia. Leve exames, relatórios e documentos do acidente. Explique de forma objetiva o que mudou na sua rotina de trabalho depois da lesão.

5. Se houver negativa, avalie recurso ou ação. O recurso administrativo ao CRPS tem prazo de 30 dias. Na via judicial, a perícia é refeita por perito nomeado pelo juiz, e as teses do STJ sobre lesão mínima e termo inicial podem ser aplicadas.

Um cuidado importante: a sequela precisa estar consolidada. Se o tratamento ainda está em curso e há incapacidade para trabalhar, o benefício adequado naquele momento é o auxílio por incapacidade temporária. O auxílio-acidente vem depois, quando a lesão se estabiliza e deixa a limitação permanente.

Antes de pedir, confira

- Se você era empregado, doméstico, avulso ou segurado especial na data do acidente.

- Se recebeu auxílio por incapacidade temporária por causa do acidente, e quando ele terminou.

- Se há laudo ou relatório médico descrevendo a sequela e a limitação para a sua função.

- Se você tem a CAT, o boletim de ocorrência ou o prontuário do atendimento inicial.

- Se já se aposentou, porque a aposentadoria impede o benefício.

- Se já se passaram mais de cinco anos da alta, porque as parcelas mais antigas prescrevem.

Perguntas frequentes

O auxílio-acidente é só para acidente de trabalho?

Não. A lei fala em acidente de qualquer natureza. Acidentes de trânsito, domésticos e de lazer também dão direito, desde que a pessoa seja segurada de uma das categorias protegidas.

Posso ser demitido por receber auxílio-acidente?

O benefício em si não gera estabilidade. A garantia de 12 meses no emprego (art. 118 da Lei 8.213/1991) está ligada ao recebimento de auxílio por incapacidade de natureza acidentária após acidente de trabalho. Cada caso precisa ser analisado.

Quem é MEI tem direito?

Pela regra atual, não. O MEI contribui como contribuinte individual, categoria que não está entre as protegidas pelo auxílio-acidente no art. 18, § 1º, da Lei 8.213/1991.

Preciso ter recebido auxílio-doença antes?

É o caminho mais comum, e o termo inicial costuma ser o dia seguinte à alta. Mas o benefício também pode ser pedido diretamente, com prova da sequela e da redução da capacidade.

Quanto tempo tenho para pedir?

Não há prazo para pedir o benefício, mas as parcelas prescrevem em cinco anos. Quanto mais tempo passa, mais atrasados se perdem.

Conclusão

O auxílio-acidente é um direito pouco conhecido e muitas vezes esquecido no momento da alta. Ele indeniza a sequela, soma-se ao salário, não exige carência e, segundo o STJ, é devido mesmo quando a lesão é mínima.

Se você passou por um acidente e voltou ao trabalho com alguma limitação, reúna seus documentos médicos e procure uma análise individual. Pode haver um benefício, e até atrasados, esperando por você.

Este artigo tem caráter exclusivamente informativo e não substitui a análise individual do seu caso.

Arthur Henrique Alves e Silva · Advogado · OAB/GO 74.908 · Goiânia/GO

Referências

- Constituição Federal de 1988, art. 109, I. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03 /constituição /constituição.htm

- Lei nº 8.213, de 24 de julho de 1991, arts. 18, § 1º, 26, I, 31, 86 e 118. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l8213cons.htm

- Lei Complementar nº 150, de 1º de junho de 2015. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis /lcp/lcp150.htm

- Decreto nº 3.048, de 6 de maio de 1999, Anexo III. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto/d3048.htm

- STJ, Tema Repetitivo 416 ( REsp 1.109.591/SC), Rel. Min. Celso Limongi, Terceira Seção.

- STJ, Tema Repetitivo 156 ( REsp 1.112.886/SP), Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, Terceira Seção.

- STJ, Tema Repetitivo 862 ( REsp 1.729.555/SP), Rel. Min. Assusete Magalhães, Primeira Seção.

- STJ, Súmula 15. Disponível em: https://scon.stj.jus.br/SCON/sumstj/

- STJ, Súmula 85. Disponível em: https://scon.stj.jus.br/SCON/sumstj/

- STJ, Súmula 507. Disponível em: https://scon.stj.jus.br/SCON/sumstj/

- STJ, Jurisprudência em Teses, Edição 198: Auxílio-acidente. Disponível em: https://www.stj.jus.br/docs_internet/jurisprudencia/jurisprudenciaemteses/Jurisprudencia%20em%20Tese...

- CASTRO, Carlos Alberto Pereira de; LAZZARI, João Batista. Manual de Direito Previdenciário. Rio de Janeiro: Forense.

- SANTOS, Marisa Ferreira dos. Direito Previdenciário Esquematizado. São Paulo: Saraiva.


Fonte: www.jusbrasil.com.br