domingo, 19 de abril de 2026

Moto Morini estreia oficialmente no Brasil. Confira as motos e preços!

 

Marca italiana revela portfólio, inovações e pré-lançamentos no Festival Interlagos

A Moto Morini, uma das marcas de motocicletas mais emblemáticas da Itália, chegou oficialmente ao Brasil. A estreia aconteceu durante o Festival Interlagos, onde a fabricante mostrou ao público os três modelos que marcarão o início das suas atividades no mercado nacional.

 


Motos da Moto Morini são produzidas em Manaus - Foto: Divulgação

 

X-Cape 650

Com um motor bicilíndrico de 649cc, que entrega 60 cv de potência e torque de 56 Nm, a X-Cape 650cc foca no conforto, tecnologia e design robusto.

 


Moto Morini X-Cape Alloy - Foto: Thiago Dantas


Equipada com um painel TFT de 7 polegadas, freios Brembo e suspensão Marzocchi, é uma motocicleta pronta tanto para o asfalto quanto para trilhas.

Os preços vão de R$ 49.990 a R$ 51.990.

Seiemezzo 650

A Seiemezzo 650cc será comercializada nas configurações Street e Scrambler — ambas equipadas com o motor de 649cc, que entrega 60 cv e 54 Nm de torque.

 


Seiemezzo 650 - Foto: Divulgação


A versão Street é a aposta para o uso na cidade, enquanto a Scrambler é a pedida para caminhos off-road, com guidão mais alto e pneus mistos. 

Qualquer versão é equipada com suspensão KYB, painel TFT colorido e freios Brembo, os dois modelos vêm prontos para proporcionar uma pilotagem envolvente. Respectivamente, custam R$ 45.990 e R$ 47.990

 

Calibro 700

Com um motor bicilíndrico de 693cc, que entrega 70 cv de potência e 68 Nm de torque, a Calibro 700cc é a nova aposta da Moto Morini no segmento custom.


A versão Bagger traz malas laterais integradas e para-brisa elevado, sendo a alternativa perfeita para viagens nas estradas. O preço sugerido é de R$ 50.990.

Enquanto o modelo Custom mantém o estilo clássico das cruisers, com um banco baixo, guidão largo e um design minimalista. A Moto Morini Calibro Custom custa R$ 46.990.

 


Calibro 700 - Foto: Thiago Dantas

 

Ambas vêm equipadas com suspensão dianteira invertida, freios Brembo, ABS da Bosch e toda a tecnologia embarcada para proporcionar uma pilotagem confortável, moderna e cheia de atitude.

 

Próximos lançamentos

 

Ainda no Festival Interlagos, a Moto Morini revelou dois pré-lançamentos que vêm para completar seu portfólio: a maxitrail X-Cape 1200 e a trail de média cilindrada Alltrhike 450.

X-Cape 1200 


Foto: Thiago Dantas

 

Com um motor V2 Corsa Corta EVO de 1187cc que entrega 125 cv de potência e 10,7 kgfm de torque, a X-Cape 1200 é uma maxitrail pronta para qualquer situação.


Seu pacote é completo, includindo:

  • Assistente de troca de marchas

  • Controle de cruzeiro e de tração em 3 níveis (desativáveis)

  • Radar de ponto cego traseiro e câmera frontal

  • Iluminação full LED com luzes em curva

  • Três mapas de motor configuráveis

  • Painel TFT de 7” com navegação integrada e conectividade

  • Banco aquecido, manoplas aquecidas e para-brisa ajustável

  • Rodas raiadas com pneus Pirelli Scorpion Trail 3

  • Suspensão ajustável, freios Brembo e ABS em curvas

  • Tanque de 23 litros para maior autonomia

  • Cores disponíveis: Energy Red, Arctic White e Viper Black

 

Alltrhike 450 


Foto: Thiago Dantas

 

Com um motor bicilíndrico de 450cc que entrega 44 cv de potência, a Alltrhike 450 é a nova trail de média cilindrada da marca.

Diferenciais da Alltrhike 450:

 

● Rodas raiadas (aro 21” dianteiro / 17” traseiro)

● Suspensões KYB com curso de 210 mm (dianteira) e 190 mm (traseira)

● ABS de dois canais com desativação para off-road

● Painel digital com navegação integrada

● Tomadas USB e USB-C, para-brisa ajustável e tanque de 18 litros

● Altura do assento: 847 mm


Fonte:
Equipe MOTO.com.br


Opinião de Primeira - O DILEMA DE LULA: SAIR POR CIMA OU CORRER O RISCO DE UM FINAL DE CARREIRA POLÍTICA PERTO DO FUNESTO?

        



Além das decisões absurdas de alguns ministros do STF e do total domínio deles (e principalmente de Alexandre de Moraes e Gilmar Mendes) sobre o país, o outro grande tema nacional, hoje, se relacionada com a possibilidade do presidente Lula desistir de disputar mais uma eleição.

          Sua queda de popularidade em várias regiões; o  Ótimo e Bom nas pesquisas que estão caindo para 25 por cento, já que para se eleger, diz o histórico, um candidato à reeleição precisaria ter pelo menos 35 por cento nesta avaliação; o crescimento daquele que é seu principal adversário, Flávio Bolsonaro e, ainda, a possibilidade concreta de que Ronaldo Caiado possa se tornar também um nome poderoso no confronto, tem colocado a reeleição de Lula em cheque.

             Pessoas próximas ao Presidente estão preocupadas. Pela primeira vez nas últimas eleições, Lula tem deixada aberta a porta da desistência, mesmo com repetidas declarações de que disputará um quarto mandato. Vinte e poucos dias depois do primeiro turno da eleição presidencial e dois dias depois do segundo turno. Lula estará completando 81 anos.

               A continuar a queda nas pesquisas, os esforços do Presidente em se apresentar ainda firme e forte, mesmo com idade avançada, continuarão? Lula aceitará o risco de encerrar uma vida política recheada de vitórias com uma derrota acachapante nas urnas?

                De outro lado, sem legado político, quem o substituiria? À altura, certamente ninguém. Fernando Haddad não chega aos pés dele, em competência e popularidade. Desde que cuspiu no prato em que comeu, saindo do conservadorismo  para a extrema esquerda, Geraldo Alckmin é visto com desconfiança pelos dois lados. Boulos? Gleisi Hoffmann? Randolfe Rodrigues? Todos com zero chances...

             O presidente Lula vive a reta final do seu terceiro governo numa situação inédita. Com exceção de alguns Estados do Nordeste, onde ainda tem maioria, em praticamente todo o país há grande rejeição ao seu governo, até pelo acúmulo de denúncias, de corrupção desenfreada e pela parceria com um STF com ministros sob suspeita.

                O que fará o Presidente Lula, se continuar a cair nas pesquisas e seus principais adversários o empurrarem mais para trás? Teimará em concorrer e ter um encerramento de vida pública funesto ou sairá por cima, como um vencedor das urnas?

           Este é o dilema de um homem público sempre vencedor nas urnas e que, no final de carreira, está correndo sérios riscos. O que ele decidirá? Em breve saberemos! 

EXPRESSO PORTO: 260 MILHÕES DA OBRA ESTÃO AUTORIZADOS E SAIRÃO DA CONCESSIONÁRIA NOVA 364

          Houve um esforço conjunto, mas a comemoração final foi do prefeito Léo Moraes. Os recursos são federais, mas houve apoio importante de senadores e deputados federais, principalmente Confúcio Moura e Marcos Rogério. A participação ativa da representante da Prefeitura em Brasília, Euma Tourinho, também merece destaque, por Justiça. O resumo: com antecipação de seis anos (a obra estava programada, desde o ano passado, para 2031) terá início em breve o asfaltamento dos 40 quilômetros da Expresso Porto, o nome oficial do Anel Viário.

            Os mais de 260 milhões de reais que serão liberados pelo governo federal, servirão para retirar cerca de 70 por cento dos caminhões carregados de soja e outros produtos da região ventral da cidade. Em vídeos pelas redes sociais, Léo Moraes comemorou a decisão, que anuncia a licitação para a obra para um curto espaço de tempo.

           A Expresso Porto é daquelas obras que não saem do papel há longos anos. Projetada e aberta há mais de dez anos e desde lá havia projeto para o asfaltamento. O chamado “contorno norte” já serve para o transporte de centenas de caminhões diariamente, indo e vindo para a BR 364.

            O inferno do barro no  inverno e da poeira no verão podem acabar em menos de dois anos, caso as obras comecem mesmo ainda no segundo semestre deste ano. Os recursos a serem aplicados serão da Concessionária Nova 364.

A CAMPANHA JÁ ESQUENTA COM DENÚNCIAS À JUSTIÇA ELEITORAL E BUSCA PELOS VICES DE ROGÉRIO E FÚRIA

          Quem disse que a  campanha não começou? E começou quente, muito antes das convenções. O PL de Marcos Rogério, por exemplo, através do seu advogado Nelson Canedo, já ingressou com duas ações na Justiça Eleitoral, denunciando propaganda antecipada dos seus adversários. O primeiro caso foi contra Hildon Chaves e seu vice, Cirone Deiró. O outro foi contra Adailton Fúria. Ou seja, desde agora, já se antevê como será o clima da disputa de outubro.

          Mas tem mais: Marcos Rogério tem se aproximado muito do prefeito da Capital, Léo Moraes, tentando conseguir o apoio público dele. Experiente, Léo aceita todos os encontros que possam acabar em benefícios para a cidade que ele comanda, mas certamente só baterá o martelo bem mais à frente.

          Ouve-se nos bastidores que Marcos Rogério teria um Plano B dos mais quentes, caso não feche com Léo Moraes e nem o prefeito de Porto Velho indique seu vice. O candidato do PL estaria em conversas adiantadas com um grande líder empresarial, comandando empresas com sede na Capital, mas também muitos tentáculos no interior. O nome: segredo absoluto.

           Já Adailton Fúria, o candidato do Palácio Rio Madeira/CPA, já teria escolhido seu vice: um nome muito conhecido em Porto Velho e em todo o Estado. Logicamente que as conversações ainda estão em andamento e, claro, nada foi divulgado e nem o será, ao menos por enquanto.

Já Hildon e Deiró percorrem o Estado, visitando prefeitos, autoridades, dando entrevistas e falando de seus planos. O mesmo faz Expedito Netto, que deu longa entrevista ao programa SICNews, da SICTV Rondônia, na noite da sexta-feira.

CONFRONTO: FÚRIA IRONIZA E DIZ QUE MARCOS ROGÉRIO PERCORRE O ESTADO AVISANDO QUE JÁ ESTÁ ELEITO

          Ainda sobre o tema eleições e a campanha: Marcos Rogério tem apoio de pelo menos sete prefeitos do Cone Sul, liderados pelo de Vilhena, o Delegado Flori e tem concentrado visitas naquela região, embora, claro, se preocupe em andar por todo o Estado. Já Fúria também visita os prefeitos. Com o apoio do grupo governista, informações, obviamente que não oficiais, garantem que o ex-prefeito de Cacoal teria fechado acordos com um grande grupo de comandantes de Prefeituras.

          Embora não haja confrontos pessoais e estamos a grande distância dos debates, as alfinetadas já começaram. Numa entrevista a uma emissora , nesta semana, Fúria ironizou Marcos Rogério, que ingressou na Justiça contra ele: “estou surpreso que ele tenha ido à Justiça contra mim, por publicações feitas por apoiadores que nem conheço, porque o candidato já anda por todo o Estado dizendo que está eleito no primeiro turno, desrespeitando os eleitores rondonienses”.

           Já Hildon Chaves e Cirone Deiró ainda não comentaram o assunto, ao menos publicamente e continuam suas andanças pelo Estado.

            Expedito Netto, em entrevistas que têm dado pelo Estado, tem criticado autoridades que apresentam obras feitas pelo governo Lula como se fosse delas. “Tem que dar valor a quem verdadeira trabalha”, tem repetido.

NADA SÓ DE GABINETE! O GOVERNADOR INTERINO CUMPRE PESADA AGENDA ACOMPANHANDO OBRAS NA CAPITAL E INTERIOR

          Não é do estilo deles assumir apenas para não deixar a cadeira vaga. Os Miguel querem ação e trabalho. Foi assim com Raduan. É assim com Alexandre. Os dois irmãos que assumiram interinamente o Governo de Rondônia não aceitaram ficar apenas no gabinete apertando mãos. Foram para as ruas, acompanhar obras e ver o que o Estado está fazendo para os rondonienses.

          O governador interino, Alexandre Miguel, por exemplo, que fica no poder até a próxima sexta-feira, dia 24, tem cumprido agenda pesadíssima nos primeiros dias no comando de Rondônia, enquanto o governador Marcos Rocha está no exterior. Em Porto Velho, entre outras visitas, foi ver pessoalmente o ritmo das obras em dois bairros diferentes:  a Escola Integral 4 de Janeiro, no Cuniã e no Centro de Desporto e Lazer (Cedel), no bairro Jardim Santana.

          No interior, Alexandre Miguel foi ver o andamento das obras no novo Complexo da Polícia Civil e também da nova Rodoviária da cidade, ambas em andamento e priorizadas pelo governo rondoniense.

          O desembargador Miguel também foi a Jaru, ver de perto a implantação do esgoto sanitário. Um investimento de mais de 45 milhões de reais dos cofres do Estado e da União, mas que, no total, com os investimentos federais, supera os 45 milhões de reais.

          “Trata-se de um investimento essencial que garante mais dignidade à população e constrói bases sólidas para o futuro da cidade”, comemorou o governador interino.   A obra faz parte do pacote de investimentos do Governo Federal, destravado pelo Governo de Rondônia, que, dos seus cofres, está investindo nada menos do que 29 milhões e 600 mil reais na obra.

BRUNO BOLSONARO SCHEID: QUEM É ESTE PERSONAGEM QUE COMEÇA A SE DESTACAR NAS PESQUISAS PARA O SENADO?

           Há algo de novo na política rondoniense e pouca gente está se atenta a esta novidade. De uma hora para outra, começa a aparecer em destaques nas pesquisas para uma das duas cadeiras de Rondônia, um nome pouco antes falado na política rondoniense. Bruno Scheid parece ter surgido para a corrida ao Senado como desconhecido para a maioria do eleitorado. Mas quando ele usa o nome registrado na Justiça Eleitoral (Bruno Bolsonaro Scheid) e assiste-se a vários vídeos em que o ex-presidente Bolsonaro e a ex-primeira dama Michelle o lançam como escolha pessoal deles, a história muda.

            Bruno é rondoniense da gema, nascido no bairro Caladinho, em Porto Velho. Sua família mudou-se para Ji-Paraná e ele teria herdado uma fazenda, tornando-se produtor rural. Durante muitos anos, foi um personagem praticamente anônimo. Ficou conhecido quando suas terras foram atacadas por membros da LCP, aquela organização terrorista que atua em Rondônia e ele foi feito refém, foi agredido e ferido, antes de ser solto.

              Reapareceu anos depois, ao lado do então presidente Bolsonaro, Durante quatro anos, Bruno foi praticamente um membro da família presidencial, frequentando sua cozinha e se tornando pessoa de extrema confiança. Quando o PL escolheu Fernando Máximo como um dos seus candidatos ao Senado, o outro já estava escolhido e indicado pelos Bolsonaro: Bruno Scheid.

                Quando estiveram em Ji-Paraná, tanto Jair Bolsonaro quanto Michelle fizeram questão de oficializar o nome de Bruno. Flávio Bolsonaro, o candidato a Presidente que, a princípio, parecia ser contra, esteve na cidade e fez um discurso elogiando e pedindo apoio para Bruno.

                Portanto, não é do nada que Bruno Scheid esteja aparecendo nas pesquisas. Não poderia ter melhores padrinhos, num Estado que é mais de 70 por cento bolsonarista.

TERCEIRA EMPRESA ASSUME RECOLHIMENTO DO LIXO EM PORTO VELHO A PARTIR DESTA QUARTA-FEIRA, DIA 22. VAI DAR CERTO?

          Faltam três dias. Se o cronograma for obedecido, quarta-feira, dia 22, muda a empresa responsável pelo recolhimento de lixo em Porto Velho e em todos os seus distritos. Sai a EcoPVH, que substituiu a Marquise e entra a Sistemma, que atua em cidades como Belo Horizonte, em Minas; Goiânia e outras  cinco cidades de Goiás e Londrina, no Paraná, além de outras cidades.

            O contrato para o trabalho que deve iniciar em pouco mais de 96 horas, inclui a coleta convencional de resíduos sólidos urbanos; transporte do lixo; operação e tratamento de resíduos de saúde e operação do Aterro Sanitário de Jirau. Há outras responsabilidades no contrato, mas estas são as principais.

            Vislubram-se problemas! A Sistemma, ao menos até agora, não informou onde será sua garagem principal; quantos caminhões colocará para atendimento da Capital; quantos funcionários vai disponibilizar; seu mapa com os horários de coleta do lixo; seu mapa de recolhimento e nem os horários em que eles serão feitos.

           A Sistemma é a terceira empresa a fazer a retirada do lixo na Capital, desde o início do governo Léo Moraes. A primeira e que já estava atuando há cerca de 30 anos, com expertise, grande estrutura de equipamentos e pessoal e sempre elogiada, foi a Marquiise. Retirada do processo por determinação do Tribunal de Contas, foi substituída pela EcoPVH, que não deu conta do trabalho. A Sistemma dará? Esperemos que sim. 

PERDEMOS OSCAR SCHMIDT, UM DOS TRÊS MAIORES BRASILEIROS DO ESPORTE EM TODOS OS TEMPOS

          O Brasil chora a perda daquele que foi um dos três maiores atletas de todos os tempos e que serviu de exemplo positivo (nada de drogas, nada de defesa de teses ideológica que ajudam a causar danos à sociedade; nada de maus exemplos) para todos. Oscar Schmitt teve algum mérito a mais do que Pelé, o maior de todos e de que Ayrton Senna, o rei da Fórmula 1. Ambos nasceram com talento puro. Oscar não!

          “Nunca tive talento. Nem sabia o que era basquete. Meu mérito foi treinar, treinar e treinar, sempre o primeiro a começar, sempre o último a sair”!, contava o maior jogador de basquete que tivemos em todos os tempos e um dos maiores do mundo. Oscar ficava furioso quando acertava “apenas” 99 arremessos e 100. Treinava o triplo dos demais jogadores. Nunca deixou que a falta de talento nato o afastasse da meta de ser um dos melhores do Planeta.

          Acometido por um câncer, ele o enfrentou com força e galhardia. Deu exemplos para todos, por sua coragem e força. Venceu a doença que parecia corroer suas entranhas, mas acabou sofrendo um mal súbito nesta sexta-feira e indo embora aos 68 anos.

          No meio de tantos covardes, corruptos, criminosos, dos que desrespeitam a Pátria, o céu escolheu justamente um brasileiro especial, um exemplo positivo para mais de uma geração, um homem enorme, com um coração proporcional ao seu tamanho.

          Infelizmente, nos restam pouquíssimos craques em todos os esportes, talvez com uma outra exceção, mas certamente nenhum que chegue aos pés de Pelé, Ayrton Sena e Oscar. O Brasil também empobrece no esporte, lamentavelmente.

CARTA DE RONDÔNIA, COM PRINCIPAIS REIVINDICAÇÕES DO AGRONEGÓCIO, SAIU DA “CARAVANA AGRO SUSTENTÁVEL”

          Regularização fundiária e ambiental, infraestrutura e logística, crédito e tributação, sanidade agropecuária, energia e conectividade rural, inovação, segurança jurídica, agroindustrialização e segurança rural. Estes são alguns dos principais temas que o setor produtivo de Rondônia apresentou na Carta do Setor Agropecuário, com as demandas levantadas ao longo da Caravana Agro Sustentável RO 2026, que percorreu o Estado ouvindo produtores rurais e lideranças do setor.

           Os detalhes da Carta foram apresentados aos jornalistas pelo presidente da Associação dos Pecuaristas de Rondônia (APRON), o empresário Adélio Barofaldi, que destacou o papel da Caravana “como um movimento de escuta ativa e construção coletiva”. Barofaldi também ressaltou a importância da união das entidades e dos parceiros, além do engajamento dos produtores de todas as regiões: “o documento representa um marco para o setor”, afirmou.

            Outro destaque, segundo o líder empresarial do setor,  é “a necessidade de avanço na infraestrutura logística, incluindo a valorização de corredores estratégicos como a BR-429, considerada fundamental para o escoamento da produção e integração regional”.

          A Caravana Agro Sustentável RO 2026 foi organizada por um conjunto de entidades do setor produtivo e contou com o apoio de parceiros estratégicos. Entre os patrocinadores, destaque para a Autovema Mitsubishi e Autovema Fiat, do Grupo Rovema, que contribuíram diretamente para a realização do projeto e a mobilidade da comitiva durante todo o percurso.

         O documento será agora encaminhado às autoridades, incluindo governos estadual e federal, parlamentares e instituições, com o objetivo de transformar as demandas em ações concretas “para o desenvolvimento do agronegócio”.

 “Esta carta não se encerra aqui. Ela marca o início de um novo ciclo!”, afirmou Barofaldi, para, segundo ele, “avançar com ainda mais força na busca pelo compromisso dos poderes constituídos, com o propósito claro de fortalecer o Agro Sustentável de Rondônia”.

PERGUNTINHA

           Você sabia que a agora ex-ministra de Lula e atual deputada federal Gleisi Hoffmann tem a maior rejeição do eleitorado do Paraná para o Senado, com 45 pontos percentuais? E quem lidera a corrida para as duas vagas é o ex-governador Álvaro Dias, com o ex-procurador Deltan Dallagnol em segundo; o representante do Republicanos Alexandre Curi em terceiro e só então aparece a líder petista, a mais de 20 pontos do líder?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO




AMIGOS DO FUSCA - Encontro no estacionamento da Loja Havan / Sábado



Realizado mais um já tradicional encontro dos Amigos do Fusca lá no estacionamento da Loja Havan, localizada na Avenida Jorge Teixeira, neste último sábado (18), a partir das 19h. Boa conversa, bons momentos. Veja as fotos e vídeos registradas pelos Amigos que lá compareceram.



















Vídeos:






MOMENTO JURÍDICO - O problema não é o delegado

Uma advogada presa dentro do próprio escritório, por ordem de um delegado que se dizia vítima, não é apenas um excesso. É um sinal de que algo essencial deixou de funcionar. Quando o exercício da defesa passa a ser tratado como afronta e respondido com força estatal, o problema deixa de ser individual e passa a ser institucional. Fingir que se trata apenas de um caso isolado é a forma mais fácil de não enfrentar o que realmente está em jogo.

O episódio em Goiás escancara um desconforto maior. Não se trata apenas da prisão, mas da forma como ela ocorreu e do que ela revela. Nas imagens, a advogada aparece sentada em sua cadeira, dentro do próprio escritório, quando o delegado ordena que ela se levante. Em seguida, afirma que, em caso de resistência, ela será algemada. A condução foi realizada sob acusação de difamação contra o próprio delegado. As algemas vieram depois, já na delegacia. A advogada ficou presa por mais de seis horas e foi liberada mediante fiança de R$ 10 mil.

A pergunta que deveria incomodar não é apenas por que isso aconteceu, mas como isso se tornou possível. Não se trata de um ato impulsivo, isolado ou desconectado da realidade institucional. Trata-se de uma decisão tomada dentro de um ambiente que, de alguma forma, já não oferece barreiras claras o suficiente para conter esse tipo de atuação.

O delegado errou, e errou de forma grave. Mas encerrar a análise aí é reduzir um problema estrutural a uma falha individual. Nenhum agente público age completamente sozinho. Ele interpreta sinais, observa o comportamento das instâncias superiores e ajusta sua atuação a partir disso. O direito, na prática, não é apenas o que está escrito, é o que se permite fazer.

Nos últimos anos, o sistema de justiça brasileiro passou a conviver com decisões que flexibilizam formas em nome de finalidades consideradas legítimas. O marco mais evidente foi a instauração, em 2019, do inquérito das fake news pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sem provocação do Ministério Público e fora da lógica tradicional do sistema acusatório. A justificativa era proteger a própria instituição, e muitos aceitaram.

O problema não está necessariamente em cada decisão isolada. Está no padrão que se constrói. Na sequência, vieram medidas envolvendo bloqueio de perfis, remoção de conteúdos e restrições a manifestações, frequentemente baseadas em fundamentos amplos. Cada uma delas pode ser defendida sob determinado ângulo. Mas, juntas, enviam uma mensagem clara: os limites podem ser ajustados conforme a urgência.

O sistema de justiça opera por sinais, e os mais fortes vêm do topo. Quando a mais alta Corte do país passa a atuar expandindo, ainda que gradualmente, as margens de sua atuação, o que se transmite não é apenas uma decisão, é um método.

É nesse ponto que o caso de Goiás deixa de ser um episódio isolado. O delegado que prende alguém em causa própria, dentro de um escritório de advocacia, por um suposto crime contra a honra, não está criando uma lógica nova. Está reproduzindo, em escala inferior e de forma muito mais precária, uma lógica que já encontrou espaço em níveis mais altos: a de que, diante de uma situação considerada grave, a autoridade pode ampliar seus próprios poderes.

Isso não significa equiparar condutas. Não se trata de colocar decisões do Supremo e atos de um delegado no mesmo plano. Não estão. Mas ignorar a conexão entre o que se legitima no topo e o que se reproduz na base é fechar os olhos para o funcionamento real das instituições.

O risco, portanto, não está apenas no erro individual. Está na normalização do método. Quando o método se normaliza, a exceção deixa de ser exceção e passa a ser uma ferramenta disponível. Hoje, a justificativa pode ser a proteção institucional. Amanhã, pode ser a proteção da honra de uma autoridade. Depois, qualquer outra razão que pareça suficiente.

Reagir ao caso concreto é necessário. A advocacia precisa defender suas prerrogativas, e o episódio exige resposta firme. O caso foi levado à Gerência de Correições e Disciplina da Polícia Civil de Goiás, que informou estar adotando providências para a apuração dos fatos.

Mas limitar a reação ao agente que executou o ato é tratar o sintoma e ignorar a causa. O episódio não é apenas sobre um delegado. É sobre o tipo de sistema que estamos dispostos a tolerar.


Fonte
Márcio Nogueira - Presidente da OAB Rondônia