sexta-feira, 9 de janeiro de 2026

Opinião de Primeira - MAIS UM ESCÁRNIO: O SUPER PODEROSO MINISTRO INTERVÉM EM ENTIDADE PRIVADA DOS MÉDICOS, POR ELA CUMPRIR SEU PAPEL

          



Não há, fora o STF e principalmente o superhipertriministro Alexandre de Moraes, qualquer outro poder mais forte no país. Com decisões que cada vez mais contrariam as leis vigentes e a Constituição, Moraes agora se arvora no pleno direito de intervenção em entidades privadas, como o é o Conselho Federal de Medicina. A maior entidade médica do país, que reúne em torno de 650 mil profissionais (e só eles tinham o direito de decisões técnicas sobre a Medicina), agora está sob intervenção (porque não há outro termo) do maior mandatário do país.

         O CFM, surpreso com decisões desumanas dos médicos da Polícia Federal, que negaram atendimento especial e internação ao ex-Presidente Jair Bolsonaro, mesmo depois de ele ter caído da cama e com suspeito de danos sérios, anunciou a abertura de uma sindicância, medida legal e dentro das suas atribuições, para investigar tais decisões.

        Alexandre de Moraes, com decisão monocrática, caracterizando mais uma vez a ditadura do Judiciário da qual ele é o maior representante,  sem base que advogados e especialistas conheçam na legislação ou na Constituição, não só impediu a sindicância, como deu dez dias para que a Polícia Federal ouça o depoimento do rondoniense Hiran Gallo, presidente do CFM, como se ele tivesse cometido algum crime, por cumprir determinações do organismo que preside.

           É inacreditável o que está acontecendo no nosso país. Qualquer menção, qualquer decisão, qualquer crítica ao poder central e à ditadura da toga, coloca autoridades de todos os naipes e cidadãos comuns sob o tacão de decisões estapafúrdias, como se nosso país não tivesse suas leis e sua Constituição que, aliás, deveria ser protegida por Moraes e seus colegas de Supremo.

         Calem-se os que não rezam pela cartilha ditatorial, porque se não o fizerem, estarão sujeitos a decisões inacreditáveis como esta. Que, aliás, é apenas uma sequência da série de absurdos ideológicos e políticos/partidários que têm sido tomadas pelo nosso Judiciário, e não só nos tribunais superiores. Felizmente, em Rondônia, isso não acontece. Mas os exemplos da ditadura da toga são comuns, hoje, em todas as regiões do país.

          Hiran Gallo é um rondoniense da melhor estirpe e um brasileiro de valor. Comanda uma entidade com o maior número de associados da América Latina. Tem feito um trabalho excepcional em defesa da Medicina e dos pacientes. Pode tudo, menos defender um ancião doente, só porque ele é inimigo deste Governo e dos seus aliados no STF. Agora, está na alça de mira do poderoso Moraes, cada vez mais poderoso e cada vez com menos medo de sofrer impeachment pelo Senado acovardado. Pobre Brasil!

COMPRA DA ÁREA DA UNIRON PELO GOVERNO (ALI PODE SER O NOVO HEURO) ESTÁ SENDO ANALISADA PELO TRIBUNAL DE CONTAS

           O assunto continua andando, mas em sigilo. Está avançando. Uma das questões que ainda não permitiram que o martelo tenha sido batido, é que o Tribunal de Contas do Estado fez consultas e questionamentos ao Governo, pedindo mais informações. Elas estão sendo dadas. Se tudo der certo, é provável que ainda neste primeiro semestre o Governo de Rondônia confirma a compra da área e prédios da antiga Faculdade Uniron, na zona avenida Mamoré. É ali que pode sair o novo Hospital de Urgência, o Heuro, de Porto Velho.

           A área, com 80 mil metros quadrados no total e vários prédios, totalizando  cerca de 30 mil metros de área construída, estava sendo negociada por 70 milhões de reais. A contraproposta do Governo, de 67 milhões de reais, já foi aceita pelos donos da área. Inaugurado em 2003, como um dos maiores campos universitários de Rondônia e da região norte, a Uniron se uniu ao Centro Universitário Norte.

            Além da fiscalização do Tribunal de Contas, ainda em fase de levantamentos, há necessidade ainda de estudos para se saber se os prédios existentes poderiam ser adaptados para uma unidade hospitalar do tipo que a saúde pública estadual exige. Há ainda um longo caminho a percorrer, mas, se tudo der certo e o governador Marcos Rocha permanecer no cargo até dezembro, como acena, quem sabe não poderá entregar o tão sonhado (por ele e a população) o novo hospital funcionando, ao menos em parte?

MDB PODE LANÇAR EMPRESÁRIO COMO CANDIDATO AO GOVERNO. NOME AINDA É MANTIDO EM SIGILO

          A política nunca é estática. Quando menos se espera, lá vem uma surpresa. É o que está acontecendo no MDB, partido que há décadas não elege um Governador e que, neste ano, estava caminhando para a mesma estrada de coadjuvante. No meio do caminho, contudo, aparece uma nova liderança no partido, sugerindo um novo nome (por enquanto mantido em total sigilo) como o representante emedebista para concorrer à cadeira de Marcos Rocha.

         Luciano Valério, contra todos os prognósticos, venceu a eleição para comandar o Diretório Municipal do partido. A posse foi dias atrás. Junto com ele, comandam o emedebismo de Porto Velho vários nomes também pouco conhecidos na política e internamente. O MDD municipal respira novas lideranças.

         No Diretório estão nomes como os de João Bosco de Araújo, Anilton Nunes Júnior,  Rosimeire Araújo, Valdemar Albuquerque Filho, Francisca Souza Silva, Laudesmar Silva, Richardson Cruz da Silva, Jonathas Lopes e Carlos Tadeu Júnior.

            Muitos destes membros do Diretório, como o próprio presidente Luciano Valério, estão no partido há anos, mas nunca haviam tido espaço, o que agora, certamente, vão ter.

          Luciano está tentando convencer o presidente regional e candidatíssimo à reeleição Confúcio Moura e os membros do Diretório Estadual, de que o MDB precisa ter um nome próprio na corrida pelo Governo. Ele, Luciano, o tem, na manga. Mas, por enquanto, é segredo. Em breve, ele promete, vai mostrar quem é o empresário que ele acredita que possa governar Rondônia.

AO MENOS CINCO DOS ATUAIS DEPUTADOS FEDERAIS DISPUTARÃO MAIS UM MANDATO. QUAIS DELES CONSEGUIRÃO?

        Dos atuais deputados federais, pelo menos dois não estarão no rol dos que buscarão a reeleição. Podem haver mais nomes, mas, por enquanto, é certo que Sílvia Cristina e o mais votado há quatro anos, Fernando Máximo, vão disputar vagas ao Senado. Maurício Carvalho ainda não bateu o martelo. Está conversando sobre uma possibilidade de compor uma chapa ao Governo e, ainda, que sua irmã, Mariana Carvalho, entre na briga pelas duas cadeiras ao Senado.

        Cristiane Lopes vai buscar o segundo mandato. O Coronel Chrisóstomo, o terceiro. Lúcio Mosquini quer chegar à quarta vez como representante rondoniense no Congresso. De Ariquemes, tanto Thiago Flores quanto Rafael Fera querem continuar com suas cadeiras na Câmara Federal. Fera tem apenas um curto período de mandato, já que ocupou a vaga do veterano Eurípedes Lebrão, que perdeu seu mandato quando as regras do jogo mudaram do primeiro para o segundo tempo.

          No Senado, apenas Jaime Bagattoli está absolutamente tranquilo. Tem mais quatro anos de mandato. Marcos Rogério, seu companheiro de partido, quer mesmo é o Governo e não concorre à reeleição, à princípio. Confúcio Moura sim, está trabalhando firme para ser o esquerdista, aliado de Lula, com mais oito anos de mandato. Conseguirá?

HILDON, JESUALDO, EXPEDITO, JAQUELINE, JOLIANE FÚRIA, DONADON, GAZOLA: NOMES QUENTES NA DISPUTA EM OUTUBRO

            O problema para os atuais ocupantes das cadeiras na Câmara, em Brasília, é o time de pesos pesados que vêm por aí, querendo tomar seus lugares. É gente com grande lastro eleitoral e de popularidade. Entre eles, dois ex-prefeitos: Hildon Chaves, de Porto Velho e Jesualdo Pires, de Ji-Paraná. Ambos com grandes condições de chegar lá, na disputa de outubro próximo. Estes dois estão muito bem na foto e darão muita dor de cabeça aos demais concorrentes.

           De Rolim de Moura, vem o experiente Expedito Júnior. Além da sua história pessoal, ele terá o aval do seu candidato ao Governo, o prefeito Adailton Fúria, de Cacoal. Fúria, aliás, obviamente também dará apoio especial à sua esposa, Joliane, que por muito pouco já não foi eleita em 2022. O atual prefeito de Rolim, Aldair Júlio. Ele tem sido procurado até om insistência para entrar na disputa, mas ao menos até agora, tem dito que sua missão é cumprir seu segundo mandato. Da cidade de Aldair tem ainda outro nome fortíssimo: o da ex-deputada federal Jaqueline Cassol.

            De Porto Velho, com o apoio e aval do prefeito Léo Moraes, seu atual secretário de saúde, o ex-vereador Jaime Gazola é um possível candidato com chances reais. Do Cone Sul, o ex-deputado Natan Donadon anda ensaiando uma candidatura, pelas redes sociais. Os Donadon estão longe do poder há bastante tempo. Hoje, sua única representante é Rosângela Donadon, esposa de Marco Antônio Donadon, que já foi presidente da ALE rondoniense.

               Esta é apenas a ponta do iceberg de uma longa relação de pretendes que se formará a partir de abril próximo. Não será fácil para os atuais parlamentares manterem suas cadeiras, embora para alguns que se destacaram nos últimos anos, possa ser menos difícil conquistar um novo mandato.

CASSOL NEGA SAÍDA DO PP POR CAUSA DA FEDERAÇÃO COM O UNIÃO BRASIL. ELE AINDA ESTÁ ANALISANDO O QUADRO

             Com a Federação que uniu o Progressistas e o União Brasil, como ficarão as lideranças dos dois partidos? A presidente regional Silvia Cristina já disse que, se dependesse da decisão dela, esta Federação não teria sido feita. Outro nome importante do partido, histórico no PP, hoje chamado de Progressistas, o ex-governador e ex-senador Ivo Cassol também tratou do assunto, nesta semana.

            Num vídeo divulgado pelas redes sociais, Cassol tratou de desmentir boatos de que ele já teria decidido procurar outro ninho para se abrigar politicamente. Segundo Cassol, ele é filiado ao partido há quase 20 anos e tem uma história nele. Também elogiou os vários companheiros de partido e amigos pessoais que tem no comando do Progressistas e citou e elogiou as lideranças locais do União Brasil, como o deputado federal Maurício Carvalho.

            Em resumo, Ivo Cassol, que mesmo não podendo concorrer, aparece em primeiro lugar em todas as pesquisas, na disputa pelo Governo, deixou claro que ainda não decidiu nada. Vai analisar todo o quadro, conversar com seus atuais companheiros e com membros do União Brasil e só então decidirá se fica onde está ou não. Também não declarou ainda, ao menos publicamente, quem pretende apoiar ao Governo, entre os nomes que estão sendo postos. Só o fará bem lá na frente.

GUERRA ÀS ALAGAÇÕES CHEGA À AVENIDA COM CANALIZAÇÃO OBSTRUÍDA E COM CANOS QUE NÃO DAVAM VAZÃO À ÁGUA

              Não param as batalhas da administração do prefeito Léo Moraes contra alagações e melhorias na infraestrutura da Capital, para amenizar os danos das chuvas, principalmente neste pesadíssimo inverno amazônico. Uma obra importante está sendo realizada num longo trecho da avenida Lauro Sodré, não só com a troca de canos que não davam conta de escoar as águas por outros, bem maiores, como ainda uma limpeza geral. Num vídeo que postou em suas redes sociais, o Prefeito conta, por exemplo, que “a rede da Lauro Sodré está tomada por raízes e por muita sujeira há anos.

                Segundo Léo, com todos estes problemas, a água não passava, alagando a rua, casas e bairros vizinhos. “Neste caso, só a limpeza não resolve. Vamos trocar tudo, com mais de 100 metros com canos maiores, para ajudar no escoamento da água e combater os alagamentos”, explica. O engenheiro Caio Castro, responsável pela obra, informa que o trabalho foi baseado em critérios técnicos e na busca de uma solução definitiva para o problema.

                Em várias regiões da Capital, o trabalho antialagações não para. Limpeza de canais, limpeza e implantação de ecobueiros, para impedir que a sujeira entre e obstrua a canalização, trocas de canos para melhorar o escoamento fazem parte das estratégias para minorar o grave problema. Léo Moraes também pede a população para que não jogue lixo nas ruas, porque ele vai parar na canalização, piorando ainda mais um sistema que já é deficiente.

SEGURANÇA PÚBLICA MELHOROU EM 2025, COM DESTAQUES PARA APREENSÃO DE DROGAS. ATAQUES A MULHERES NÃO CAÍRAM

              A segurança pública funcionou no Estado, no ano passado. Quase todos os números de ocorrências tiveram quedas significativas.  Menos latrocínios (roubo seguido de morte): 10 casos em 2024 e metade neste ano. Queda de 38 por cento no número de roubos: 10.539 em 24 e 6.538 no 2025. As tentativas de homicídio caíram 17 por cento, no mesmo período. Queda de 16 por cento no número de furtos: caíram de quase 32 mil para menos de 27 mil.

          O combate ao tráfico de drogas também se destacou: em 2024, foram apreendidas cinco toneladas de maconha e cocaína; em 2025, o volume mais que dobrou, alcançando aproximadamente 14 toneladas, um crescimento de 160 por cento.

          Outro fator que se destacou na segurança pública, segundo números apresentados pelo governo rondoniense nesta semana, foi a grande diminuição do roubo de veículos. Foram 779 casos em 2024 e agora, em 2025, 56 por cento a menos: 346 ocorrências. 

          Vale ainda destacar outros dados com avanços relevantes, como é o caso do número de homicídios dolosos, pois se em 2024 foram registrados 418 casos, em 2025 este número caiu para 398, uma redução de 5 por cento. Os casos de estupro de vulnerável também reduziu ao sair de 1.295 registros para 1.207, uma diminuição de 7 por cento.

          O que preocupa é que praticamente não diminuíram (apenas 1 por cento) o total de crimes familiares praticados contra a mulher, ou seja, todo o somatório das vítimas do sexo feminino (o que inclui feminicídio, estupro de vulnerável, lesão corporal, violência doméstica em geral, ameaças, sequestro e cárcere privado) foi de 10.787 casos em 24 para 10.727 no ano que recém terminou.

UM ANO SEM JORGE PEIXOTO, UM PROFESSOR E GÊNIO AMADO POR TODOS OS QUE COM ELE CONVIVERAM

          A quarta-feira, dia 7 deste mês, marcou uma data muito triste, para Rondônia mas, principalmente para quem teve a honra de conviver com ele. A morte do professor Jorge Peixoto deixou um lastro de tristeza não só a seus familiares, mas também nos milhares de amigos, telespectadores da SICTV/Rondônia e da Rádio Parecis FM, onde ele atuou como uma estrela local durante pelo menos oito anos.

           O conhecimento profundo do Professor Peixoto, seu senso refinado, sua criatividade e inteligência acima da média deixavam seus companheiros de programas da nossa mídia, chamados de Dinossauros, encantados com tudo o que aprendiam, todos os dias, com seu amigo e parceiro.

           Mesmo já com problemas cardíacos há bastante tempo (inclusive teve que ser submetido a uma cirurgia de peito aberto), Peixoto não vivia de queixas. Pelo contrário, era uma alegria vê-lo todos os dias, andando pelos corredores da empresa, abraçando e sendo abraçado por funcionários de todas as áreas.

           Um professor amado por seus alunos, que o aplaudiam de pé ao final de cada aula; um especialista em vários temas, com um currículo  invejável; um sucesso no rádio e na TV, Jorge Peixoto deixou uma lacuna que jamais se preencherá na vida de todos os que tiveram a sorte de conviver com ele. Faz e continuará fazendo muita falta!

PERGUNTINHA

             Primeiro: desestruturar a família. Segundo: destruir o sistema empresarial e produtivo da iniciativa privada. Terceiro: acabar com a propriedade privada. Quarto: pela corrupção, cooptar o Judiciário e as Forças Armadas. Você sabia que estes são os principais passos cumpridos para implantar um regime comunista, como ocorreu na Venezuela?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO





quinta-feira, 8 de janeiro de 2026

IPTU 2026 - Contribuintes já podem emitir boletos online ou presencial em Porto Velho

 Para facilitar o acesso, a Prefeitura de Porto Velho disponibiliza a emissão totalmente digital dos boletos do IPTU 2026, da TRSD 2025 e da Cosip

A emissão pode ser feita presencialmente, em postos de atendimento da PrefeituraA emissão pode ser feita presencialmente, em postos de atendimento da Prefeitura
Com o objetivo de facilitar o acesso dos contribuintes, a Prefeitura de Porto Velho liberou a emissão dos boletos do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU 2026), da Taxa de Resíduos Sólidos Domiciliares (TRSD 2025) e da Contribuição para Custeio da Iluminação Pública (Cosip). A emissão pode ser feita de forma online, pelo Portal de Serviços da Prefeitura, ou presencialmente, em postos de atendimento da Secretaria Municipal de Economia (Semec).

A emissão online permite que o contribuinte evite filas e resolva tudo sem sair de casa. Para facilitar ainda mais o acesso, a Prefeitura de Porto Velho disponibiliza a emissão totalmente digital dos boletos do IPTU 2026, da TRSD 2025 e da Cosip. O procedimento é simples: basta acessar o Portal de Serviços da Prefeitura, localize a opção referente ao IPTU/TRSD e em seguida informar os dados solicitados e gerar o boleto em poucos minutos.

Após esse processo, o contribuinte deve escolher a forma de quitação desejada, optando entre o pagamento em cota única ou em parcelas. Em seguida, é necessário gerar o Documento de Arrecadação Municipal (DAM), que pode ser pago em qualquer banco autorizado ou por meio de aplicativos de pagamento. Além da praticidade, o serviço garante maior segurança e agilidade, permitindo que o pagamento seja feito diretamente pelo banco ou aplicativos de pagamento.

Ari Carvalho disse que Semec entende a importância de continuar oferecendo comodidade aos contribuintesAri Carvalho disse que Semec entende a importância de continuar oferecendo comodidade aos contribuintes

O secretário da Semec, Ari Carvalho, afirmou: “Embora a emissão do boleto possa ser feita de forma rápida e prática pela internet, entendemos a importância de continuar oferecendo comodidade aos contribuintes”.

EMISSÃO PRESENCIAL

Quem preferir o atendimento presencial tem a comodidade de emitir seus boletos diretamente em um dos postos disponibilizados pela Prefeitura, de segunda a sexta-feira, durante o horário de funcionamento. Essa opção garante suporte personalizado para quem precisa de orientação ou prefere evitar a emissão online, tornando o processo mais acessível e seguro para todos os contribuintes.

Centro – Divisão de Atendimento da Semfaz
Avenida Sete de Setembro, nº 744 – das 8h às 14h

Zona Norte – Agência de Rendas da Sefin
Avenida Tiradentes, nº 3.361 – das 7h30 às 13h30

Zona Leste – Praça CEU
Rua Antônio Fraga Moreira, nº 1.706, bairro JK – das 8h às 14h

Zona Leste – Tudo Aqui (IG Shopping)
Avenida Amazonas, nº 8.338, bairro Tiradentes – das 10h às 20h

Zona Sul – Biblioteca Viveiro das Letras
Avenida Jatuarana, nº 5.068, bairro Cohab – das 8h às 14h

DESCONTOS

Quem optar pelo pagamento em cota única até o dia 5 de fevereiro de 2026 garante 10% de desconto.

Também há opção de parcelamento em até dez vezes, sem desconto, com a primeira parcela vencendo na mesma data. Já a cota única de 6 de fevereiro a 5 de março será de 5% de desconto. A Prefeitura alerta que, após o dia 6 de abril, os valores passam a sofrer juros e encargos legais.

O IPTU é uma das principais fontes de arrecadação do município e os recursos são destinados a áreas como saúde, educação, infraestrutura e serviços urbanos.

Acesse o link aqui.

Fonte:Texto: André Oliveira
Fotos: Júnior Costa/ Secom

Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)


quarta-feira, 7 de janeiro de 2026

Ânimo ! - SENTIR-SE FELIZ



Sabes que és feliz?

A felicidade tem que ser aceita interiormente. És tu que te julgas com ela, que a sentes, que a pões onde queres, combinando-a com o que tens à mão, com o que dizes, fazes ou esperas.

Ela se parece com uma estrada que fazes ao andar, porque não existe por si. É um condimento para temperar o teu dia-a-dia, ou uma escada, em que sobes para ver mais longe.

Quem se considera feliz não se desorienta, pois abe que tudo lhe é um benefício, e mantém plena a atividade.

Confia nos teus valores, que a felicidade aparece.

As pessoas felizes nem sempre sabem que o são, porque a felicidade não tem peso; mas, os infelizes sabem, porque a infelicidade pesa.



Motos elétricas no Brasil: mercado avança em 2025, mas preço, infraestrutura e confiança ainda limitam adoção

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As motos elétricas vêm ganhando espaço quando o assunto é mobilidade no Brasil, impulsionadas por crescimento nos emplacamentos e maior atenção à sustentabilidade. Ainda assim, o segmento enfrenta entraves que vão além dos números, envolvendo preço, desempenho, infraestrutura, regulamentação e confiança do consumidor.

Silvio Rotilli - ao centro - com a equipe da AuperSilvio Rotilli - ao centro - com a equipe da Auper, ainda no Canadá

Falar de motos elétricas no Brasil é sempre um desafio. E as questões são muitas, desde problemas que aconteceram recentemente com Voltz, que até então era considerada uma das maiores promessas em termos de eletrificação no país, seja por conta das dúvidas em relação ao licenciamento e CNH.

Quem vai responder à diversas dúvidas a respeito das "elétricas" é Silvio Rotilli, CEO e cofundador da Auper, marca com desenvolvimento iniciado no Canadá e que já possui linha de montagem em Santa Catarina, responde a dúvidas frequentes sobre o mercado. Segundo a empresa, as primeiras motos elétricas da Auper estão previstas para entrega em 2026. Assista ao vídeo no final do artigo.

Linha de montagem das motos elétricas Auper, em Santa Catarina - DivulgaçãoLinha de montagem das motos elétricas Auper, em Santa Catarina - Divulgação

As motos elétricas são mais caras que as motos a combustão?

O preço das motos elétricas varia de acordo com a categoria e o nível de desempenho. No Brasil, existem modelos elétricos, desconsiderando scooters, a partir de cerca de R$ 16.000. Esses veículos costumam oferecer potência média de 3 kW (aproximadamente 4 cv), velocidade máxima de 90 km/h e autonomia em torno de 50 km por bateria, considerando o modo esportivo.

Segundo o executivo, esse tipo de configuração não tem atendido plenamente às necessidades do motociclista brasileiro, principalmente em relação a desempenho, qualidade construtiva, durabilidade e confiabilidade. Quando se observa o segmento de motos elétricas com características mais próximas das motocicletas a combustão tradicionais, os valores iniciais sobem.

Um exemplo citado é a Auper 600 CE em sua versão de entrada, com preço a partir de R$ 25.900. O modelo oferece potência de 25 kW, velocidade máxima de 140 km/h e autonomia declarada de 100 km com bateria fixa.

Auper 600 CE - DivulgaçãoAuper 600 CE - Divulgação

Para efeito de comparação, a Honda CG 160, modelo mais vendido do país, tem preço sugerido a partir de R$ 19.520 no site oficial da marca, podendo chegar a cerca de R$ 22.000 nas concessionárias, dependendo da região. O comparativo indica que existem motos elétricas mais baratas no mercado, mas com desempenho inferior, enquanto os modelos que buscam atender às demandas do usuário brasileiro tendem a ter preço inicial mais elevado devido ao uso de tecnologias mais avançadas.

Por outro lado, Rotilli destaca que o custo total de propriedade das motos elétricas pode ser menor ao longo do tempo, considerando economia com combustível, manutenção e outros custos operacionais.

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O mercado de motos elétricas no Brasil está realmente crescendo?

Os dados oficiais confirmam a expansão do segmento. No primeiro trimestre de 2025, o mercado de motos elétricas registrou crescimento de 104,74% em relação ao mesmo período de 2024. Até novembro de 2025, foram emplacadas 7.643 unidades eletrificadas, número 15% superior ao registrado em todo o ano anterior.

As informações são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) e da Abraciclo, entidade que representa as montadoras instaladas no Polo Industrial de Manaus. Apesar do avanço percentual expressivo, o volume absoluto ainda é considerado baixo quando comparado ao mercado total de motocicletas.

Existem benefícios fiscais para quem compra motos elétricas?

Os incentivos fiscais para motos elétricas variam conforme o estado e, em alguns casos, o município. No Distrito Federal, Paraná e Rio Grande do Sul, há isenção total do IPVA para veículos elétricos. Em Mato Grosso do Sul, o desconto chega a 70%, enquanto no Rio de Janeiro a redução é de 75% no imposto.

Em São Paulo, não há isenção estadual para motos elétricas, mas a prefeitura da capital permite o estorno de até 50% da parte municipal do IPVA, desde que o veículo esteja registrado no município. Esses benefícios pontuais influenciam o custo final, mas ainda não configuram uma política nacional uniforme de incentivo.

A Voltz causou uma certa "decepção" no mercado de motos elétricas - DivulgaçãoA Voltz causou uma certa "decepção" no mercado de motos elétricas - Divulgação

O governo oferece programas de crédito para a compra de motos elétricas?

Até o momento, não existem programas amplos de crédito governamental em vigor para a aquisição de motos elétricas por consumidores em geral. No final de junho de 2025, o Governo Federal anunciou a intenção de criar uma linha de crédito voltada a motocicletas elétricas, com foco em entregadores de aplicativo.

No entanto, o programa foi estruturado exclusivamente para uma empresa específica, a 99, deixando de fora outras plataformas e consumidores finais. Segundo o setor, a ausência de políticas mais abrangentes limita o potencial de crescimento das motos elétricas no país.

As motos elétricas já representam uma parcela relevante do mercado?

Apesar do crescimento recente, as motos elétricas ainda correspondem a menos de 0,5% do mercado total de motocicletas no Brasil. O dado reforça a avaliação de que o segmento está em fase inicial, mesmo com taxas de expansão elevadas.

A frota nacional segue amplamente dominada por modelos a combustão, especialmente de baixa e média cilindrada, utilizados tanto para deslocamento urbano quanto para trabalho.

O que impulsiona o crescimento das motos elétricas no Brasil?

Entre os principais fatores estão a busca por alternativas de mobilidade com menor custo operacional e menor impacto ambiental, sobretudo em grandes centros urbanos. A economia com combustível e a redução de ruído também são citadas como atrativos das motos elétricas.

Por outro lado, o crescimento abaixo do potencial é atribuído a entraves estruturais. Segundo Rotilli, muitos modelos disponíveis são projetados para o mercado asiático e não se adaptam plenamente ao perfil do motociclista brasileiro. Há ainda questionamentos sobre a qualidade dos componentes, confiabilidade e desempenho quando comparados às motos a combustão.

Outro ponto mencionado é a limitação da infraestrutura, especialmente em sistemas de troca de baterias, que podem acelerar a degradação do componente mais caro do veículo. Para o executivo, a transição energética só ocorre quando o consumidor percebe ganhos claros em desempenho, economia, segurança e praticidade, e não apenas no aspecto ambiental.

Modelo de troca de baterias, bastante utilizado no Brasil, também é alvo de críticas - DivulgaçãoModelo de troca de baterias, bastante utilizado no Brasil, também é alvo de críticas - Divulgação

Motos elétricas são realmente mais sustentáveis?

As motos elétricas apresentam vantagens ambientais durante o uso, pois não emitem gases poluentes e, no caso brasileiro, utilizam uma matriz elétrica majoritariamente renovável. Além disso, os motores elétricos operam com maior eficiência energética do que os motores a combustão.

No entanto, há controvérsias. Uma parcela significativa do impacto ambiental ocorre antes do veículo entrar em operação, envolvendo a extração de matérias-primas, a fabricação das baterias, o transporte internacional e a durabilidade dos componentes. Esses fatores podem reduzir ou até anular parte dos benefícios ambientais.

O modelo de troca de baterias, bastante utilizado no Brasil, também é alvo de críticas. A necessidade de manter grandes estoques de baterias em circulação, muitas vezes sem rastreabilidade adequada, aumenta o impacto ambiental e dificulta a gestão do ciclo de vida do componente.

Qual é a preocupação com o descarte das baterias?

O descarte de baterias é considerado um dos pontos mais sensíveis na discussão sobre motos elétricas. As baterias de íons de lítio contêm metais como lítio, cobalto e níquel, que podem causar danos ambientais e à saúde se descartados de forma inadequada.

No Brasil, a infraestrutura de coleta e reciclagem ainda é limitada. A ausência de uma cadeia bem estruturada compromete a proposta de sustentabilidade da mobilidade elétrica. No caso do sistema de troca de baterias, a falta de responsabilidade clara sobre o componente tende a reduzir sua vida útil.

Especialistas defendem a necessidade de rastreabilidade completa, recondicionamento e reciclagem em sistemas especializados, o que exige regulamentação, tecnologia e logística adequadas.

Scooter elétrica Neo’s da Yamaha - DivulgaçãoScooter elétrica Neo’s da Yamaha - Divulgação

As grandes marcas tradicionais já atuam no segmento?

Segundo a Fenabrave, entre as 15 motos elétricas mais emplacadas no início de 2025, não há modelos das duas maiores fabricantes do país, Honda e Yamaha, que juntas concentram mais de 80% do mercado de duas rodas.

A Yamaha lançou no início de 2025 a scooter elétrica Neo’s, com potência de 3,3 cv, autonomia de 71 km, velocidade máxima de 45 km/h e preço a partir de R$ 33.990. O modelo se enquadra como ciclomotor elétrico. A Honda, por sua vez, já apresentou modelos elétricos na Europa, mas ainda não iniciou operações no Brasil.

Por que o setor ainda é descrito como “engatinhando”?

Apesar do crescimento, a mídia e o próprio mercado apontam que as motos elétricas ainda representam uma fatia muito pequena da frota nacional. Também são recorrentes as críticas à qualidade, ao desempenho e à dependência de projetos importados e adaptados.

Para Rotilli, o setor ainda carece de protagonismo tecnológico capaz de resolver problemas estruturais, em vez de soluções temporárias. Segundo ele, a adoção em larga escala só ocorrerá quando as motos elétricas entregarem desempenho, qualidade e experiência superiores às opções a combustão, tornando a transição uma escolha racional e vantajosa para o consumidor brasileiro.

No atual cenário, as motos elétricas seguem em expansão no Brasil, mas ainda enfrentam desafios relevantes para se consolidarem como alternativa dominante no mercado de duas rodas.


Fonte: Tudo de Moto.com.br