sexta-feira, 14 de agosto de 2026

BMW Motorrad celebra 10 anos de produção em Manaus com série especial

 

Serie da BMW R 1300 ADV edição especial Limitada a apenas 10 unidades, a edição comemorativa conta com identidade visual exclusiva e numerada

BMW Motorrad celebra uma década de produção em Manaus com o lançamento de uma série especial e extremamente exclusiva da BMW R 1300 GS Adventure. Limitada a apenas 10 unidades, a edição foi criada para comemorar os 10 anos da fábrica da marca na capital amazonense e homenagear uma trajetória marcada pela expansão da produção local e pela forte relação da BMW Motorrad com o mercado brasileiro.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil
 

A escolha da BMW R 1300 GS Adventure para protagonizar a série comemorativa carrega um significado especial. Referência no segmento de motocicletas Adventure no Brasil, o modelo também foi responsável por marcar a produção da motocicleta de número 150 mil da BMW Motorrad em Manaus, tornando-se um símbolo da evolução da operação brasileira.
 

Produzida em uma configuração exclusiva para a celebração, a série especial reúne elementos desenvolvidos especificamente para as dez motocicletas, transformando cada unidade em uma peça comemorativa da história da BMW Motorrad no país.

 

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil

 

Uma BMW R 1300 GS Adventure única

A edição especial dos 10 anos da fábrica de Manaus se diferencia por uma identidade visual exclusiva, desenvolvida a partir de uma combinação própria de pintura, acabamentos e elementos gráficos.
 

Os detalhes comemorativos estão distribuídos por diferentes partes da motocicleta, incluindo tanque, painéis laterais, protetor de cárter e protetores das tampas de válvulas, além de outros componentes que receberam personalização específica para a série.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil


Até mesmo o top case recebeu elementos gráficos exclusivos, reforçando o cuidado dedicado à criação de uma motocicleta que celebra tanto o produto quanto sua origem brasileira.
 

Cada uma das dez unidades contará ainda com uma placa comemorativa numerada com “01/10”, destacando o caráter colecionável da edição.
 

Tecnologia para uma edição especial


Além dos elementos exclusivos de design e equipamentos já presentes nas versões regulares, as dez unidades serão equipadas com o Automated Shift Assistant (ASA), tecnologia que automatiza a operação da embreagem e permite trocas de marcha de forma automatizada ou por meio do comando no pedal, ampliando o conforto e oferecendo uma nova experiência de pilotagem.
 

A presença do sistema na série especial reforça a combinação entre tradição e inovação que acompanha a trajetória da BMW Motorrad no Brasil, conectando a celebração dos dez anos de produção em Manaus a uma das tecnologias mais recentes disponíveis no portfólio da marca.

Foto - Divulgação - Assessoria de Imprensa do BMW Group Brasil


 

 Uma década de produção brasileira


A série especial também representa um novo capítulo na história da fábrica da BMW Motorrad em Manaus. Ao longo de dez anos, a unidade consolidou-se como um importante pilar da operação da marca no Brasil, acompanhando o crescimento do mercado nacional e a ampliação do portfólio de motocicletas produzido localmente.
 

A marca de 150 mil motocicletas produzidas, alcançada justamente com uma BMW R 1300 GS Adventure, materializa essa evolução e reforça a importância da produção brasileira para a BMW Motorrad.


 

Agora, ao transformar o modelo responsável por esse marco em uma série limitada a apenas dez exemplares, a BMW Motorrad conecta passado, presente e futuro em uma motocicleta criada especialmente para celebrar uma década de produção em Manaus.


 Dez anos, dez motocicletas


A escolha de produzir apenas dez unidades, uma para cada ano de operação da fábrica, torna a série ainda mais simbólica. Cada exemplar reúne elementos que remetem diretamente à trajetória da BMW Motorrad no Brasil e à importância da fábrica de Manaus na história recente da marca.
 

Com produção limitada, identificação individual e componentes desenvolvidos exclusivamente para a série, a BMW R 1300 GS Adventure comemorativa dos 10 anos nasce como uma das edições mais exclusivas já produzidas pela BMW Motorrad no Brasil.
 

Mais informações da BMW Motorrad Brasil - https://www.bmw-motorrad.com.br/pt/home.html#/filter-todos


Fonte:
Equipe MOTO.com.br


ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 PESQUISA

A nova pesquisa Genial/Quaest traz um recado que os candidatos ao Senado em Rondônia deveriam ler com alguma atenção -  antes que descubram, tarde demais, que campanha eleitoral não se faz apenas de fotografia com líder nacional, discurso inflamado contra o adversário ou postagem indignada nas redes sociais. O eleitor quer resultado.
ENTREGAS
Segundo a pesquisa, 31% dos brasileiros apontam como principal atributo de um candidato ao Senado a capacidade de levar emendas, recursos e obras para o Estado. É o item disparado na preferência. O apoio de Lula aparece com 15%; o fim da escala 6x1, com 13%; a independência da polarização, 12%; o impeachment de ministros do STF, 11%; e o apoio de Bolsonaro, apenas 8%. A fotografia é particularmente interessante para Rondônia, onde a eleição oferece duas cadeiras para  um pelotão numeroso de candidatos.
ESTRATÉGIA
A pesquisa desmonta, pelo menos parcialmente, a tese de que a eleição para senador será exclusivamente um campeonato de bolsonarismo contra lulismo. A polarização continua importante, evidentemente. Mas o eleitor parece querer algo mais prosaico: um senador que tenha acesso a Brasília e consiga transformar essa influência em dinheiro, estrada, hospital, saneamento, infraestrutura e investimentos. Em outras palavras: o eleitor pode até gostar do senador que briga no plenário. Mas quer aquele que também aparece na fotografia da obra inaugurada. Isso muda a estratégia.
PRESTAÇÃO
Para candidatos que já exercem mandato federal, a campanha será inevitavelmente uma prestação de contas. Quantas emendas trouxeram? Que obras ajudaram a viabilizar? Que ministérios abriram portas? Que projetos efetivamente saíram do papel? O discurso de competência precisará encontrar provas no mundo real.
DESCONHECEM
A pesquisa também contém uma informação estratégica pouco explorada: apenas 34% dos entrevistados sabem que poderão votar em dois candidatos ao Senado. Outros 22% acreditam que votarão em apenas um e 34% não sabem responder. Esse desconhecimento pode ser decisivo em Rondônia onde o índice de quem não decidiu em quem votar é altíssimo. A eleição não será uma corrida de sobrevivência individual. Cada eleitor poderá escolher dois nomes. Isso permite combinações improváveis e, sobretudo, abre espaço para o chamado segundo voto. Um candidato pode não ser a primeira opção de determinado eleitor e, ainda assim, aparecer como a segunda escolha. É nesse território que a eleição pode ser ganha. E aí a pesquisa Quaest conversa diretamente com a realidade rondoniense.
CREDIBILIDADE
Se a capacidade de levar recursos é o atributo mais valorizado, os candidatos precisarão disputar não apenas votos, mas credibilidade para entregar resultados. Aquele que conseguir construir a imagem de senador útil ao Estado poderá capturar o segundo voto de eleitores que já tenham uma preferência ideológica definida. É uma péssima notícia para quem pretende transformar a campanha numa guerra de narrativas.
PRAGMATISMO
Ser de direita, ser de esquerda, ser bolsonarista, ser lulista, ser contra o STF ou ser contra a polarização pode ajudar a conquistar uma parcela do eleitorado. Mas a pesquisa indica que nenhuma dessas bandeiras supera a expectativa por obras e recursos. Até o apoio de Bolsonaro, uma das marcas mais cobiçadas por candidatos conservadores, aparece com 8%, enquanto a defesa do impeachment de ministros do STF chega a 11%. A capacidade de trazer recursos, entretanto, alcança 31%. Não significa que a ideologia morreu. Longe disso. Significa que o eleitor pode estar ficando mais pragmático.
REALIDADE
E pragmatismo, em política, é uma criatura bastante conhecida: pode passar quatro anos discutindo grandes questões nacionais e, na hora de votar, perguntar simplesmente quem trouxe alguma coisa para casa. Para os candidatos ao Senado em Rondônia, portanto, a pesquisa serve como um alerta. A campanha precisará sair um pouco do palanque nacional e voltar os olhos para a realidade estadual.
VALOR
BR-364, saúde, saneamento, energia, infraestrutura, agricultura, logística, educação e desenvolvimento regional são temas que podem valer mais votos do que uma dúzia de discursos sobre Brasília. A eleição ainda está começando. As pesquisas locais mostrarão quem largou melhor. Mas a Quaest ajuda a compreender uma coisa que números de intenção de voto não conseguem revelar sozinhos: o eleitor vai escolher dois nomes, mas quer uma razão concreta para escolher cada um deles. No Senado de Rondônia, talvez não vença apenas quem tiver o melhor padrinho político. Pode vencer quem convencer o eleitor de que, depois da eleição, será capaz de abrir a porta de Brasília e trazer alguma coisa de volta. Porque promessa todo candidato traz. Obra é que precisa chegar. Este é o mapa real que a pesquisa aponta neste momento, não é uma receita acabada, mas dá caminhos para novas reflexões.
SAÚDE
Não foi exatamente uma surpresa para ninguém que acompanha a política de Rondônia o diagnóstico pouco animador apresentado pelo Tribunal de Contas do Estado aos candidatos ao governo. Se alguém ficou espantado, provavelmente passou os últimos anos em alguma ilha paradisíaca, longe dos corredores dos hospitais públicos e, principalmente, do João Paulo II.
DIGNIDADE
A saúde pública é, disparadamente, uma das áreas mais deficitárias da administração estadual e aquela que mais diretamente bate à porta do cidadão. E não bate para pedir licença. Bate com a urgência de quem precisa de atendimento, exame, cirurgia, medicamento e, muitas vezes, simplesmente de uma vaga para ser tratado com um mínimo de dignidade.
PROMESSAS
O problema é que essa história não começou ontem. Nos últimos 12 anos, os políticos de Rondônia fizeram o que políticos fazem com especial desenvoltura: prometeram melhorar a saúde. Prometeram hospitais, equipamentos, atendimento digno, redução das filas e modernização da estrutura. A promessa, como se sabe, é o produto mais abundante da política brasileira. Não paga imposto, não exige licitação e pode ser renovada a cada eleição.
INCAPAZ
Enquanto isso, unidades hospitalares continuam enfrentando problemas conhecidos, com o João Paulo II convertido quase em monumento à incapacidade histórica do poder público de resolver aquilo que todo mundo sabe que precisa ser resolvido. Mas estas eleições apresentam uma circunstância particularmente interessante - e que merece ser explorada pelo eleitor.
TRIUNVIRATO
Os três últimos secretários estaduais de Saúde estarão na campanha, pedindo o voto e o apoio da população. Dr. Maiorquim, coronel Jefferson e Fernando Máximo ocuparam a cadeira mais importante da administração estadual na área da saúde. Conhecem, portanto, não apenas os problemas, mas também os bastidores, os números, as dificuldades administrativas e, sobretudo, as razões pelas quais tantas promessas não conseguiram virar realidade. É uma excelente oportunidade para que expliquem ao eleitor.
GRANA
Não se trata de fazer acusação gratuita, muito menos de transformar ex-secretários em réus de uma tragédia anunciada. Trata-se de uma questão elementar de responsabilidade política: quem comandou a saúde precisa ter algo a dizer sobre por que ela não chegou ao nível que a população esperava. E há um agravante que torna a pergunta ainda mais pertinente. Os três passaram pela secretaria em períodos nos quais a pasta contou com orçamento expressivo, reforçado inclusive por emendas parlamentares. Ou seja, não se pode resumir tudo à velha desculpa de que “faltou dinheiro”.
SOLUÇÃO
Se faltou dinheiro para determinada ação, que expliquem. Se faltou gestão, que expliquem. Se houve entraves burocráticos, que expliquem. Se o problema estava na estrutura, que expliquem. E se alguma coisa foi feita e não produziu o resultado esperado, que expliquem também. O eleitor não precisa de milagres. Precisa de respostas.
NÚMEROS
Agora, as promessas serão renovadas pelos candidatos ao governo. E deverão mesmo ser renovadas, porque seria absurdo imaginar que alguém possa disputar o Palácio sem apresentar uma proposta séria para a saúde. A diferença é que, desta vez, há uma pequena novidade no roteiro: ninguém poderá alegar desconhecimento da situação fiscal e financeira do Estado. O TCE colocou os números sobre a mesa. E número, ao contrário de discurso de palanque, não se comove com aplauso.
PREVISÕES
O diagnóstico dos burocratas daquela Corte é preocupante, mas não precisa ser tratado como o anúncio do Armagedom fiscal. Já vi muitos diagnósticos produzidos pelo próprio Tribunal de Contas carregados de advertências severas, previsões sombrias e cenários que pareciam anunciar a chegada dos quatro cavaleiros do Apocalipse. Nem todos os desastres previstos chegaram a se materializar. Isso não significa, evidentemente, que se deva jogar o relatório numa gaveta e voltar à velha política do “depois a gente resolve”. O diagnóstico merece ser estudado com seriedade, sobretudo pelos candidatos que pretendem governar o Estado pelos próximos quatro anos.
PLANEJAMENTO
E há uma razão simples para isso: não existe dinheiro sobrando no cofre para financiar todas as promessas que cabem num programa eleitoral. O orçamento tem limites, a despesa tem limites e até a criatividade dos marqueteiros deveria ter algum. Rondônia possui uma economia robusta em diversos setores e tem condições de continuar crescendo. Mas robustez econômica não é salvo-conduto para irresponsabilidade fiscal. A máquina pública precisa de ajustes, planejamento e, sobretudo, capacidade de executar bem e rapidamente os recursos disponíveis.
RETÓRICA
Porque existe também um fenômeno curioso na administração pública brasileira: às vezes há dinheiro, mas falta capacidade para transformar orçamento em obra, contratação, atendimento e serviço. O recurso fica parado, o cidadão continua esperando e o governante aparece depois para anunciar que “está trabalhando”. Na saúde, esse truque retórico já não engana ninguém. E é justamente por isso que a   presença dos três ex-secretários na disputa eleitoral torna esta eleição particularmente interessante.
EXPLICAÇÕES
Eles não chegam à campanha como comentaristas de arquibancada. Chegam com experiência de quem esteve dentro do campo, sentou na cadeira, assinou documentos, administrou orçamento e conheceu de perto as dificuldades da máquina. Terão, portanto, uma oportunidade extraordinária de explicar ao eleitor o que fizeram, o que não conseguiram fazer e, principalmente, o que fariam diferente se tiverem novamente poder para decidir.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira - Porto Velho-RO





quinta-feira, 13 de agosto de 2026

CARROS ANTIGOS - Joias de Lata




     



Postagem sugerida pelo prezado Amigo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.









quarta-feira, 12 de agosto de 2026

VENCER O MEDO, CRESCER NA FÉ




Ventos contrários e fortes sempre se abateram sobre a barca dos seguidores de Jesus. Como aos discípulos então, também a nós podemos sobrevir ondas violentas e dexar-nos à deriva, sem rumo.

Não obstante, o Mestre quer que sigamos sempre além, quer que cheguemos ao outro lado do mar. Contudo, ir além requer a coragwem de enfrentar o desconhecido, os mares aparentemente calmos que podem revelar as forças do mal e trazer sofrimento à comunidade dos seguidores. À vista disso, o Senhor ressuscitado, vivo no meio de nós, garante que nunca deixará de nos acompanhar.

O Evangelho, portanto, convida-nos a vencer o medo e a crescer na caminhada de fé. O motivo é a própria presença de Jesus. Presente na comunidade dos seguidores, ele nos ajuda a vencer o medo e a superar os erros, as ondas, contrárias que insistem em querer afundar o barco. Sua presença entre nós nos mantém unidos, na fé que só é possível viver em comunidade, conscientes de que ninguém é cristão sozinho. É assim que, unidos no mesmo barco, podemos nos ajudar uns aos outros a continuar a remando, com à coragem da vida digna para todos.

Desse modo, duvidar e tropeçar não é tão grave quanto ignorar que temos necessidades de crescer na fé, de fortalecer na própria vida e na comunidade, por meio de nossas ações e palaveas, a certeza de que Jesus nos acompanha. Pois, se somos de fato seguidores de Jesus, então nossas ações e palavras espelharão as ações e as palavras dele.

Sabemos, no entanto,m que a fé e, sobretudo, dom de Deus. Por isso, junto com nosso empenho de crescimento pessoal e comunitário, suplicamos ao Senhor da vida que nos conceda uma fé ativa, um amor capaz de doação e sacrifícioos, e uma firme esperança. É assim que chegaremos com ele, então, unidos, ao outro lado.

Fonte: Pe. Paulo Bazaglia, ssp / O DOMINGO - semanário litúrgico-catequético.


Quem disse que eu não sei fazer doce de banana?



Eu sei sim, e fica muito gostoso. Olha a 'panelada' de doce de banana, e o que é melhor essa banana é produção aqui do meu quintal, de primeira qualidade. Quer provar o doce?









Opinião de Primeira - HAVERÁ TERRA ARRASADA EM RONDÔNIA, COMO PREVIU O TRIBUNAL DE CONTAS NO ENCONTRO COM OS CANDIDATOS AO GOVERNO?

 



Em 2018, ao reunir os então candidatos ao Governo, o Tribunal de Contas de Rondônia vaticinou: o Estado de Rondônia está quebrado. O motivo: a dívida bilionária do Beron, que, quanto mais se pagava, mais se devia. Não iria sobrar dinheiro para nada.

          Em 2022, a mesma reunião e dois motivos para que o TCE avisasse os candidatos: ainda a dívida do Beron e, agora, pior, o Iperon, que não sobreviveria mais um ano.

          Neste 2026, novamente a mesma previsão catastrófica, mas com alguns ingredientes novos. Os candidatos foram avisados que o Estado está quebrado. Que não terá dinheiro para nada. Que o eleito terá que demitir e enxugar, para conter seus gastos. Mas com ressalvas: que não se toque no orçamento do Tribunal de Contas, porque ele sim, ajuda o Estado!

         O quadro apresentado pelo TCE, no encontro da semana passada, é de um futuro de terra arrasada.

          Não se falou sobre os repasses obrigatórios aos poderes, que levam quase 25 por cento do orçamento; nem dos 11,29 por cento ao Poder Judiciário, proporcionalmente o que mais recebe no País; nos 4,77 para Assembleia; 4,98 para o Ministério Público; 2,54 para o TCE; 1,53 para a Defensoria Pública, previstos na LDO, ou seja, na Lei de Diretrizes Orçamentárias.  

          O fato do Orçamento do Estado ter saltado em cerca de  128 por cento nos últimos sete anos (era pouco mais de 8 bilhões em 2019 e saltou para 18 bilhões e 650 milhões) também não foi considerado, na importante palestra de orientação do TCE aos candidatos.

          Claro que o Estado tem graves problemas. Seríssimos. As críticas, algumas parecendo discurso de oposição, foram feitas com base em várias informações. O caso da falta de asfalto em 74 por cento das rodovias do Estado, sem dúvida, é um exemplo claro disso. Problemas existem em profusão.

          Contudo, nunca se deve esquecer a terra que vivemos. Nos anos 70, pouco mais de meio século, não havia praticamente gado em todo o Estado. Hoje temos o sexto rebanho do país, com perto de 18 milhões de cabeças. Nosso agronegócio, então incipiente, é de uma grandeza imensa, inclusive com recorde de exportações.

          Governos bons ou ruins passam, mas a grandeza desta terra de Rondônia é inegável, pelo seu povo trabalhador, que sofre, mas nos mantém no caminho do desenvolvimento. Nenhuma das previsões catastróficas em relação ao Estado se confirmou, ao menos na última década.

        Orientar, cobrar, fiscalizar, ajudar, é papel de todos os organismos que fazem parte do pacote de serviços prestados à coletividade. Contudo, é sempre bom se ficar de olhos atentos para exageros, seja de onde venham e sejam para aumentar ou diminuir.

          A realidade é que todos querem sacrifícios, mas sempre dos outros. Como disse e repetiu várias vezes no encontro com os candidatos ao Governo presidente do TCE, Wilber Coimbra: “não cortem nossos recursos, porque nós ajudamos o Estado”!

PODERES E ÓRGÃOS AUTÔNOMOS VÃO RECEBER MAIS DE 4 BILHÕES E 600 MILHÕES DE REAIS DO ORÇAMENTO DESTE ANO

         Ainda sobre o mesmo tema: em valores, o Judiciário rondoniense receberá, neste ano, pouco mais de 2 bilhões de reais. A fatia do Ministério Público será acima de 928 milhões. À Assembleia Legislativa caberá 940 milhões. Para o Tribunal de Contas, acima de 473 milhões de reais. A Defensoria Pública, uma espécie de primo pobre neste pacote, ficará com 285 milhões. No total, algo em torno de 4 bilhões e 600 milhões

          Só como exemplo: no indicador de despesa do Judiciário estadual por habitante, o relatório mais recente do Conselho Nacional de Justiça aponta Rondônia em posição extremamente elevada: mais de 1.412  reais por habitante, colocando o TJRO no topo da Justiça Estadual brasileira nesse indicador.

         Claro que o grosso da faia orçamentária é do Executivo. A dotação orçamentária dele é de 13 bilhões e 910 milhões. Deste total, o governo poderia utilizar até 48 por cento para custeio de pessoal, embora hoje gaste menos de 42  por cento. Com os 25 por cento destinados aos poderes, restariam 33 por cento para todas as demais despesas. Neste contexto, restaria uma fração mínima para novos investimentos.

          Estas e outras informações são públicas. O cidadão pode acompanhar tudo pelo Portal da Transparência estadual, que mantém inclusive uma área específica para “Repasses Financeiros Recebidos p- Duodécimos”, informando todos os valores transferidos pelo Executivo a todos os demais poderes e órgãos autônomos.

ATÉ O DOMINGO, PODE HAVER MUDANÇAS NAS CANDIDATURAS. UM DIA DEPOIS, COMEÇA OFICIALMENTE A CAMPANHA

           O sábado, dia 15, não é um 15 de agosto comum. Pelo contrário. Até a meia noite, as atas das convenções poderão ser mudadas em alguns aspectos, nomes poderão ser trocados, renúncias podem ocorrer e substitutos inesperados podem aparecer nas relações de candidatos.

          Há quem jure que vão acontecer surpresas. Vozes mais experientes acham que podem ocorrer mudanças não só no pacote de candidaturas ao Governo, como também ao Senado. Claro que ninguém ousa falar claramente sobre o assunto, mas é corrente nos bastidores que só depois do 15 de agosto se poderá dizer, com certeza, se todas as candidaturas já anunciadas, a todos os cargos postulados, serão mantidas.

       No dia seguinte, o domingo, dia 16, começa oficialmente a campanha. A partir deste dia, os candidatos já podem começar a pedir votos, adesivar carros e tomar várias medidas na caça ao eleitor. A partir daí, a corrida das centenas de candidatos em direção ao sucesso ou fracasso nas urnas, já está autorizado para começar.

          O horário eleitoral gratuito, contudo, ainda demora. Começa apenas na sexta-feira, dia 28, com as primeiras inserções das 6 às 6h25 e das 11 às 11h25 no rádio. Na TV, das 12 às 12h25 e das  19h30 às 19h55. Serão apenas 35 dias, já que o horário gratuito encerra em 1º de outubro, um dia antes da eleição.

            O primeiro turno será em 4 de outubro, um domingo, das 7 da manhã às 16 horas, horário de Rondônia. O segundo turno será dia 25 de outubro, também domingo.

DISPUTA ACIRRADA: MARCOS ROGÉRIO E SEU PATAMAR; FÚRIA VAI SER O ALVO. EXPEDITO E ABIB TEM POUCAS CHANCES

          A disputa pelo Governo de Rondônia se acirra. Esquenta. Nos próximos dias, a primeira pesquisa depois das convenções deve dar um panorama da situação da corrida pela cadeira de Marcos Rocha. Até aqui, sem grandes eventos, mudanças de rumo ou algum acontecimento especial que possa mudar o rumo da campanha, a tendência é que o quadro até aqui registrado se mantenha, embora possam mudar os percentuais.

          Até agora, as pesquisas apontam, nesta ordem, Marcos Rogério, Adailton Fúria, Hildon Chaves, Expedito Netto, Pedro Abib e Samuel Costa. Claro que quando a campanha começar a valer e for para a rua com toda a intensidade, tudo pode mudar. Neste momento, contudo, é esta a situação.

          A partir de agora, Fúria, que tem crescido perante o eleitorado, será o alvo dos seus dois principais adversários. Marcos Rogério sonha com uma vitória de primeiro turno e, nessa hipótese, Fúria é a sua enorme pedra no sapato. Já Hildon considera que Marcos Rogério está no segundo turno, portanto, para chegar à disputa final, teria que ultrapassar o jovem prefeito de Cacoal.

          Marcos Rogério tem suas dificuldades também. Mesmo personagem muito conhecido, mesmo já sendo senador há quase oito anos e tendo concorrido ao governo na eleição passada, não se elegendo por pouco, há quem considere que ele chegou num patamar elevado e que dele pode não passar. Já Fúria e Hildon têm espaço para crescer. E aí que mora o perigo para o senador do PL.

           Expedito Netto só tem os votos da esquerda e poucas chances de ir adiante. Pedro Abib começou tarde, é um nome novo e pouco conhecido em todo o Estado. E ainda terá que carregar consigo a grande rejeição do presidente do seu partido, o senador Confúcio Moura. Samuel Costa tem poucas chances de ir adiante.

           A eleição será muito disputada, mas, ao que tudo indica, pelos três nomes que estão à frente nas últimas pesquisas. Mas numa eleição, tudo pode mudar de um dia para o outro. Agora, é esperar a campanha!

NOVE DOS ATUAIS VEREADORES DA CAPITAL QUEREM SER DEPUTADOS ESTADUAIS E UM LUTA PELO SENADO

          Dos 23 vereadores da Capital, nove estão batalhando para chegarem à Assembleia Legislativa e o décimo, o vereador Nilton Souza, do PSDB, concorrerá ao Senado. Há nomes fortes na relação, como o vereador Márcio Pacele, o mais votado na última eleição municipal, do Republicanos e Breno Mendes, do Avante, líder do Prefeito Léo Moraes na Câmara.

            Vão disputar, ainda, os vereadores Everaldo Fogaça, do PSD; Zé Paroca, do Avante; Marcos Combate, do Avante; Jeovani Ibiza, igualmente do Avante. Estão na relação, também, Fernando Silva, do Republicanos; Dr. Gilbert, do Partido Novo e Pedro Geovar, também do Novo.

           Ex-vereadores, como Edwilson Negreiros (foi presidente da Casa), também entram na relação dos candidatos neste ano. Edwilson, aliás, não pode concorrer na eleição passada e escolheu seu irmão, Gedeão Negreiros, para substituí-lo. Gedeão é o atual presidente da Câmara e, certamente, poderá ajudar bastante o irmão que quer ser deputado.

          Em toda a eleição para o parlamento rondoniense, políticos com mandato na Câmara conseguem se eleger. Pelo menos quatro dos atuais deputados estaduais começaram suas carreiras políticas na Câmara Municipal de Porto Velho. Um deles, Marcelo Cruz, chegou a presidir a ALE. Os outros são Alan Queiroz, Edevaldo Neves e Eyder Brasil.

          Quantos dos nove postulantes a cadeiras na ALE conseguirão chegar lá, na eleição de 4 de outubro que se aproxima?

FAB ATACOU AVIÃO DOS BANDIDOS BOLIVIANOS E O BOPE DO MATO GROSSO DO SUL TERMINOU O SERVIÇO

         A fúria dos criminosos, das facções, dos donos do tráfico continuam cada vez mais acentuada, mas já há forte reação, inclusive no Brasil, mesmo o governo federal continuando a proteger grupos como o Comando Vermelho e PCC, para que não sejam tratados como organizações terroristas.

         No Mato grosso do Sul, dias atrás, o BOPE da Polícia Militar perseguiu durante sete dias e depois enfrentou, em tiroteio, onde os bandidos usavam fuzis, um quarteto de bolivianos, assassinos de policiais no seu país.

           O caso ganhou grande repercussão, porque depois de matarem um policial na Bolívia, os quatro pegaram uma avião e fugiram para o lado brasileiro. Perseguidos por Tucanos da FAB e atingido, os criminosos foram obrigados a um pouso forçado. Depois, fugiram pela mata.

           Foram sete dias de perseguição ininterrupta. Quando localizados, ao invés de se entregaram, os facínoras decidiram enfrentar a polícia brasileira. Claro que todos os quatro foram mortos.

           Na Colômbia, nesta semana, o novo presidente que não apoia bandidos, como seu antecessor, passou a atacar duramente as facções, com uso dio Exército. Vários líderes do tráfico foram presos ou mortos. O mesmo está acontecendo no Peru. Enfim, os bandidos estão sendo tratados com o peso da lei, como devem ser.

          O que se espera é que que os heróis policiais brasileiros do BOPE sul -matogrosense não sejam tratados como vilões, num país onde o que vale são os direitos humanos dos bandidos.

BAGATTOLI CRIA PROJETO QUE IMPEDE REPETIÇÃO DOS ERROS DA CONCESSÃO DA BR 364, EM RONDÔNIA

          Projeto do senador Jaime Bagattoli, não tem, obviamente, o poder de mudar o passado. Mas pode mudar e impedir que se repitam casos como os que aconteceu com a forma de privatização da BR 364, em Rondônia. O PL quer proibir as concessões e instalação de pedágios nas rodovias federais que são a única via de integração entre municípios ou Estados.

          A intenção, segundo Bagattoli, é exatamente não permitir que se repitam os erros da concessão da BR-364, para evitar o isolamento regional no Norte e Nordeste. Na prática, o projeto busca evitar situações como a da concessão da BR-364 em Rondônia, que é considerada a “espinha dorsal” do estado por, justamente, ser a única rodovia federal que interliga os municípios e o próprio estado de Rondônia ao resto do país.

          O projeto, que já é chamado de “Rodovia Essencial”, prevê, ainda, que a União seja a responsável pela manutenção e melhoria desse tipo de rodovia, inclusive as priorizando em ações do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

           “Essa é uma proposta muito justa, porque estamos falando de regiões do país que, muitas vezes, não vão ter uma rota alternativa, gratuita e adequada, caso ocorra a concessão da única rodovia federal que atende aquela região. Foi o que aconteceu em Rondônia e pode acontecer em outros Estados do país”, lembrou Bagattoli.

          Para o senador, a concessão desse tipo de rodovia afeta o usuário de todas as formas possíveis, acarretando um custo não só na mobilidade, mas também encarecendo o custo de vida e impondo, indiretamente, um isolamento regional às pessoas.

           “O que estamos querendo garantir com esse PL é a integração nacional, a proteção do setor produtivo, mas, principalmente, o direito de ir e vir das pessoas. Não podemos permitir que o único meio de mobilidade e de desenvolvimento de uma região inteira fique condicionado ao pagamento de uma tarifa”, destaca o senador.

ANTES RUIDOSOS, USANDO DE MEIAS VERDADES E MENTIRAS, AGORA OS QUE FORAM CÚMPLICES NA MORTE DE MILHÕES SE CALAM!

        O Ministério da Saúde confirmou, em documento enviado para a CPI da Covid, que “os medicamentos cloroquina, hidroxicloroquina, azitromicina e ivermectina não devem ser utilizados em pacientes hospitalizados por conta da Covid-19. Esse grupo de medicamentos ficou conhecido como “kit covid”. (Julho de 2021)

          Uma mulher, cujo nome não foi divulgado, terá de se retratar por divulgar áudio em que chama de “incompetente” e “incapaz” médio que não quis receitar o chamado “kit covid”. Na decisão, a juíza de Direito Geilza Fátima Cavalcanti Diniz, da 3ª vara Cível de Brasília, ressaltou que “o médico possui autonomia para prescrever o tratamento que julgar mais adequado ao caso”. d (Outubro de 2021)

          Luiz Carlos Dias, Professor Titular do Instituto de Química da Unicamp; membro titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e membro da Força-Tarefa da UNICAMP no combate à Covid-19. “É preciso acabar com a farsa do Kit Covid e focar no combate à pandemia”! (Abril de 2021)

          Radar Aos Fatos – “Vídeos em que médicos brasileiros reproduzem desinformação sobre a Covid-19 —como ao defender drogas sem eficácia comprovada para a doença ou alertar contra o uso de máscaras— tiveram ao menos 30 milhões de visualizações no YouTube desde janeiro do ano passado”. (Fevereiro de 2021)

          A Justiça Federal em São Paulo determinou que o governo federal pare de fazer campanhas com referências a medicamentos sem eficácia comprovada contra a Covid-19 e que os influenciadores digitais contratados pela gestão publiquem mensagens para desencorajar o uso do "kit Covid". A decisão da juíza Ana Lúcia Petri Betto, da 6ª Vara Cível Federal de São Paulo. (Maio de 2021)

           Site G1, da Globo: “Uso de medicamentos do Kit Covid pode ter provocado a morte de três pessoas em São Paulo. Outro paciente fez transplante de fígado””! (Março de 2021)

          Site G1!, da Globo: “Idosa denuncia médica que prescreveu Kit Covid mesmo sem resultado de exame e disse que “a Coronavac” é a pior”. (Janeiro de 2022)

TERREMOTOS, TORNADOS, ENCHENTES: A NATUREZA DESTRÓI NA VENEZULA E COLÔMBIA E ATACA TAMBÉM NO BRASIL

          São tempos assustadores, pela violência com que eventos naturais têm atingido o mundo, mas, nos últimos tempos, também a América Latina e a do Sul, especialmente. Há pouco mais de um mês, em 24 de junho, o terremoto da Venezuela matou, até agora, 6.301 pessoas e deixou 73 mil feridos.

           Nesta segunda-feira, outro tremor violento, desta vez na Colômbia, com potência de 7,4 na Escala Richter que vai até 9, chegou destruidor. O número de mortos já chega perto de duas centenas e meia. Mais uma tragédia que apavorou um país inteiro.

            No Brasil, embora não haja vítimas fatais, uma série de temporais trouxeram enchentes, chuva de granizo, em alguns casos do tamanho de uma bola de tênis e ventos que causaram danos enormes. O fenômeno dos tornados, que conhecíamos muito mais em filmes e cenas assustadoras vindas dos Estados Unidos, também começaram a aparecer  com maior frequência em diferentes regiões do sul do país. 

          Para se ter ideia do que acontecendo, só neste ano e até o mês de julho passado, nada menos do que 81 tornados tinham sido registrados em todo o Brasil.  O tornado mais violento já registrado em nosso país, aconteceu na cidade de Itu, no interior de São Paulo. Foi em 1991, classificado entre os mais potentes do mundo.

          O tornado de 91 atingiu mais de 300 quilômetros por hora e foi classificado como F4, de altíssima potência.  O tornado derrubou um obelisco de 100 toneladas, arrastou veículos por 700 metros e causou 15 mortes. 

PERGUNTINHA

           Você acredita, como divulgou o site G1 da Globo, que a maioria dos eleitores brasileiros vai votar em candidatos ao Senado que, via suas emendas, levem obras para seus Estados ou concorda com os bolsonaristas que dizem que elegerão a maioria para ter poder de cassar ministros do STF que, segundo eles, descumprem a Constituição e decidem apenas pela ideologia?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO