quinta-feira, 9 de julho de 2026

CARROS ANTIGOS - Joias de Lata

 










Postagem sugerida pelo meu Amigo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.










ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 XEQUE MATE

A pré-candidatura de Confúcio Moura à reeleição ao Senado caiu em Rondônia como uma peça de dominó lançada no xadrez da centro-esquerda. O movimento, que à primeira vista parece apenas uma tentativa de manter uma cadeira no Congresso, tem potencial para provocar um rearranjo mais profundo: colocar em xeque tanto a pré-candidatura de Pedro Adib ao governo pelo MDB quanto a de Expedito Neto pelo campo petista.
PRAGMATISMO
Nos bastidores, a conversa é menos ideológica e mais matemática. A direção nacional do PT, segundo interlocutores, tem priorizado candidaturas senatoriais consideradas viáveis, deixando em segundo plano projetos majoritários que servem mais para marcar posição do que para disputar poder real. Nesse cálculo, Confúcio Moura ganha peso por ser o único senador da bancada federal rondoniense alinhado ao governo Lula.
LANCE
A consequência dessa equação é uma possível operação de “duas baixas em um lance”. Ao enfraquecer a candidatura de Pedro Adib no MDB e, ao mesmo tempo, esvaziar a de Expedito Neto no PT, abrir-se-ia espaço para uma nova composição no campo progressista. Nesse cenário, o nome de Luciana Oliveira surgeria como alternativa para a disputa ao governo, caso haja consenso entre PT e MDB.
 
OPÇÃO
Mesmo em viagem à China, Luciana já é citada por setores do PT local como uma opção capaz de reorganizar a estratégia eleitoral. A lógica seria simples: fortalecer uma candidatura ao Senado com maior densidade eleitoral e ajustar a chapa majoritária para evitar dispersão de forças. Além de colocar ao eleitor a opção de uma candidatura feminina.
ISOLADO
Não é segredo que Confúcio Moura e Acir Gurgacz, ambos aliados do campo governista, nunca demonstraram entusiasmo com a pré-candidatura de Expedito Neto. A avaliação de bastidor é que Neto, desde o anúncio de sua postulação, perdeu tração política e passou a operar em isolamento.
ORDEM
Se a mudança de rota for oficialmente apresentada, há quem considere que as chances de aprovação interna no PT local são significativas. Afinal, partidos costumam trocar convicções por viabilidade quando a urna começa a falar mais alto que o discurso. E uma decisão da Executiva Nacional do PT é uma ordem.
CONFIGURAÇÃO
No fim das contas, o tabuleiro ainda está longe de uma definição. Mas a entrada de Confúcio Moura no jogo altera a geometria da disputa e transforma candidaturas antes anunciadas como certas em peças negociáveis. Em política, o problema não é apenas ter projeto; é sobreviver quando os aliados decidem redesenhar o mapa. A conferir se o campo progressista de Rondônia conseguirá costurar essa nova configuração sem deixar mais feridos pelo caminho.
 
PRIVATIZAÇÃO
O Governo de Rondônia abriu a etapa decisiva da concessão regionalizada dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário. O edital da Concorrência Pública Internacional nº 90496/2025/SUPEL/RO prevê contrato de R$ 8,477 bilhões, prazo de 35 anos e abrangência sobre 40 municípios da Microrregião de Água e Esgoto de Rondônia.   O Governo de Rondônia publicou o edital da Concorrência Pública Internacional nº 90496/2025/SUPEL/RO e deu início à etapa decisiva da concessão. Estimado em R$ 8,477 bilhões, o contrato terá prazo de 35 anos e abrangerá os 40 municípios da Microrregião de Água e Esgoto de Rondônia (MRAE).
SURPRESA
A entrega das propostas está marcada para 22 de setembro de 2026, enquanto o leilão ocorrerá em 29 de setembro, na sede da B3, em São Paulo. O julgamento levará em consideração a combinação entre a menor tarifa oferecida aos consumidores e o maior valor de outorga fixa, cuja oferta mínima foi estabelecida em R$ 567,6 milhões. A publicação do edital surpreendeu pela proximidade da realização do leilão. Em pouco mais de dois meses, o Estado pretende concluir uma das maiores concessões de infraestrutura da história de Rondônia, responsável por redefinir o modelo de prestação dos serviços de água e esgoto em praticamente todo o território estadual.
DEBATE
Embora o edital registre que o Governo promoveu consulta pública entre 19 de março e 17 de abril de 2025 e realizou audiência pública em 4 de abril de 2025, conforme as exigências legais, a divulgação da concorrência reacendeu questionamentos sobre o alcance efetivo do debate público antes da abertura da licitação. Até a publicação do edital, o tema teve repercussão limitada fora dos meios técnicos e administrativos. Não houve ampla mobilização pública envolvendo entidades representativas da sociedade civil, sindicatos, associações de trabalhadores da Companhia de Águas e Esgotos de Rondônia (Caerd), setor produtivo, câmaras municipais, Assembleia Legislativa ou a bancada federal, apesar do impacto que a concessão poderá produzir sobre o saneamento básico e sobre a principal empresa pública do setor no Estado.
SUSPEITAS
Entre os grupos apontados pelo mercado como potenciais interessados está a Aegea Saneamento, uma das maiores operadoras privadas de saneamento do país e que já mantém contratos em municípios de Rondônia. A empresa também ganhou destaque nacional após acordos de colaboração premiada e de leniência firmados no âmbito de investigações conduzidas pelo Ministério Público Federal e homologadas pelo Superior Tribunal de Justiça. Ex-executivos relataram o pagamento de vantagens indevidas para facilitar a obtenção e a manutenção de concessões em diferentes estados entre 2010 e 2018.
DELAÇÃO
Reportagens publicadas pelo UOL e repercutidas por outros veículos informaram que Rondônia aparece entre os estados mencionados nos anexos das colaborações. A Aegea declarou que os fatos dizem respeito a período anterior a 2018, afirmou ter colaborado com as investigações e informou que implantou novos mecanismos de governança e compliance após a celebração do acordo de leniência.
 
RETA
O edital estabelece que a futura concessionária assumirá a prestação regionalizada dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, devendo cumprir metas de universalização, desempenho e qualidade previstas no contrato e em seus anexos. Com a publicação da concorrência internacional, Rondônia entra na reta final de um processo que poderá transformar o setor de saneamento pelos próximos 35 anos.
INVESTIGAÇÃO
Enquanto a preparação para o leilão avança, permanecem sem definição oficial questões consideradas centrais para a população, entre elas o futuro institucional da Caerd, a situação de seus trabalhadores e os efeitos da transição para o novo modelo de concessão. Temos, então, um processo longo que rederão debates enormes com muita demagogia e explicações a serem dadas em ano eleitoral.
 
USINAS
As usinas vendem a narrativa do progresso, mas deixam aos ribeirinhos a conta salgada da devastação. O rio, antes estrada de vida, virou corredor de incerteza para comunidades que dependem da pesca. A redução dos peixes não é estatística fria: é alimento escasso, renda perdida e cultura ameaçada. Nos barrancos, a erosão avança como uma assinatura cruel da intervenção humana mal compensada. Casas ficam sob risco, margens desabam e a paisagem que sustentava famílias inteiras se desfaz.
REPARAÇÃO
Enquanto isso, os empreendimentos seguem embalados por discursos técnicos e relatórios cuidadosamente polidos. Mas a realidade dos ribeirinhos não cabe em folder corporativo nem em promessa de compensação. Por isso, merece aplauso a atuação do MPF e da DPF ao ajuizarem ações por danos ambientais. Ao buscarem reparação milionária com base em informações públicas, reforçam que desenvolvimento sem responsabilidade tem preço. Fica o recado: energia não pode ser produzida à custa do rio, da pesca e da dignidade de quem vive às suas margens.
OPERAÇÃO
Como há suspeitas de vazamento, a operação policial que atingiu o coração do Poder Legislativo Estadual não surpreendeu quem é alvo das investigações. Foi uma bola supostamente cantada horas antes da deflagração. Mas é um tema a ser abordado mais para frente uma vez que existem oito procedimentos investigatórios em andamento. Os demais fatos, como assistimos ao vivo nas plataformas, estão sendo amplamente divulgados. Muito mais vêm por ai.   

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO




quarta-feira, 8 de julho de 2026

Até chegar a BMW GS 450, veja todos os modelos da linha no Brasil

Enquanto a BMW GS 450 não chega, confira todos os modelos da família à venda no Brasil em 2026, com preços atualizados.


A família BMW GS continua sendo uma das mais desejadas no segmento de motos trail no Brasil e em breve pode chegar mais um modelo para integrar o segmento, a F 450 GS. Projetada para oferecer versatilidade entre uso off-road e viagens longas, a linha está disponível em seis versões em 2026, com preços que vão de R$ 42.990 a R$ 146.990. 

BMW R 1300 GS: big trail recebe atualizações e novas cores
BMW R 1300 GS: big trail recebe atualizações e novas cores

Atualmente, as BMW GS à venda no país são:

  • G 310 GS – R$ 42.990
  • F 800 GS – R$ 69.990
  • F 900 GS – R$ 78.990
  • F 900 GS Adventure – R$ 92.990
  • R 1300 GS – R$ 107.990
  • R 1300 GS Adventure – R$ 146.990

Nova BMW GS

Nos próximos meses, a BMW deve trazer ao Brasil a F 450 GS, modelo que deve ocupar o espaço entre a G 310 GS e a F 800 GS. Produzida na Índia em parceria com a TVS, a moto já teve preço revelado no exterior e deve chegar ao mercado brasileiro por cerca de R$ 53 mil. No exterior, a moto é oferecida em disponível em 4 versões: Basic, Exclusive, Sport e GS Trophy.

bmw f 450 gs

A F 450 GS é equipada com motor bicilíndrico paralelo de 420 cc, que entrega 48 cv e 43 Nm de torque. Entre os destaques estão iluminação full LED, painel TFT de 6,5 polegadas, modos de pilotagem (Rain, Road, Enduro e Enduro Pro nas versões mais equipadas), controle de tração em curvas e quickshifter bidirecional.

Fonte: Motonline.com.br




RECICLAGEM - Limpar o Meio Ambiente e faturar uns "cascaios"






terça-feira, 7 de julho de 2026

“Fim da cobrança previdenciária” de aposentadorias do serviço público fora da pauta do STF de agosto

 As pautas das sessões de agosto já estão disponíveis no site do Supremo Tribunal Federal (STF), mas as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIs) que pedem a suspensão da cobrança previdenciária de aposentadas e aposentados dos serviços públicos sobre a parcela dos benefícios que vai até o teto do INSS (R$ R$ 8.475,55 ), popularmente conhecida como “fim dos 14%”, seguem sem previsão de julgamento.

Para participar da mobilização virtual, mande uma mensagem automática de WhatsApp para o STF solicitando que o presidente da corte, ministro Edson Fachin, inclua o julgamento do “fim dos 14%” na pauta basta CLICAR AQUI. Para mais informações sobre a questão, acompanhe o SINJUSC no Intagram clicando AQUI.

Em meados de junho, a diretoria do SINJUSC se reuniu com o líder da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT) na Câmara dos Deputados, Pedro Uczai, que se comprometeu a reunir outras lideranças do Congresso e solicitar uma audiência com o min. Fachin para tratar do tema. Até aqui, a maioria de ministros e ministras do Supremo já se manifestou favorável à inconstitucionalidade da cobrança dos 14%, bastando colocar as ADIs em pauta para que sejam aprovadas.

Isenção de imposto para mega empresários é 100 vezes maior que o impacto do “fim dos 14%”

A Lei Orçamentária Anual (Loa) 2026 determina que o Estado de Santa Catarina abra mão de R$ 31 bilhões em impostos que deixarão de ser cobrados, principalmente, do agronegócio, das indústrias e do setor portuário. De acordo com o economista Maurício Mulinari, o montante é 100 vezes maior do que o impacto do fim dos 14% até o teto do INSS para 2026 que seria de R$ 309 milhões.




Fonte: Sinjusc.com.br/






ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 MUDANÇA

Uma informação revelada pelo presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia, desembargador Raduan Miguel, durante entrevista ao podcast Resenha Política, merece atenção de todos os eleitores rondonienses. Quem não observar o novo horário de votação poderá chegar ao local de votação e encontrar as urnas já fechadas.
SIMULTÂNEA
Segundo o magistrado, por determinação do Tribunal Superior Eleitoral, a abertura e o encerramento da votação ocorrerão de forma simultânea em todo o país, seguindo exclusivamente o horário oficial de Brasília. Na prática, isso significa que, em Rondônia, as seções eleitorais funcionarão das 7h às 16h, e não mais das 8h às 17h, como ocorria quando o fuso horário era considerado.
FUSOS
A mudança busca uniformizar o processo eleitoral e permitir que a apuração dos votos tenha início logo após o fechamento das urnas em todo o território nacional. Antes, os estados localizados em fusos diferentes acabavam retardando a divulgação dos primeiros resultados em até duas horas.
ABSTENÇÃO
Outro ponto destacado por Raduan Miguel é o elevado índice de abstenção registrado em Rondônia. O presidente do TRE afirmou que o Estado lidera o ranking nacional de eleitores que deixam de comparecer às urnas, situação que preocupa a Justiça Eleitoral.
VOTO
Para ele, independentemente da preferência política, é fundamental que o cidadão participe do processo democrático. Mesmo quem pretende votar em branco ou anular o voto deve comparecer às urnas para exercer seu direito e cumprir seu dever cívico. O TRE trabalha para reduzir esse índice e interromper a tendência de crescimento das abstenções observada nas últimas eleições.
IA
Durante a entrevista, o desembargador também abordou os desafios impostos pelo uso da inteligência artificial nas campanhas eleitorais. Segundo ele, a tecnologia amplia as possibilidades de comunicação, mas exige vigilância permanente da Justiça Eleitoral para coibir abusos e a disseminação de conteúdos irregulares.
EXCESSOS
Raduan Miguel chamou atenção ainda para as restrições impostas pela legislação eleitoral aos candidatos, especialmente em relação à promoção pessoal durante festas populares e eventos públicos. O presidente do TRE garantiu que o tribunal acompanha atentamente eventuais excessos e advertiu que, constatadas irregularidades, a Justiça Eleitoral dará a resposta prevista na legislação, responsabilizando aqueles que descumprirem as regras do processo eleitoral.
LIMITADA
Confesso que deixei de me empolgar com a Seleção Brasileira no dia em que a vi perder, pelas Eliminatórias, para uma Bolívia tecnicamente limitada. Ali percebi que, mesmo classificada para a Copa, dificilmente passaria por seleções mais organizadas, mais bem treinadas e com jogadores mais decisivos.
GARRA
O tempo apenas confirmou a impressão. Levamos um chocolate da Argentina, caímos diante da Colômbia e vimos nossos rivais sul-americanos exibirem justamente aquilo que o Brasil sempre teve de sobra: fome de vencer. A garra latino-americana continua viva por lá. Por aqui, muitos dos nossos craques parecem tê-la deixado nos cofres dos gigantes europeus.
DESCENDÊNCIA
Não há erro algum em enriquecer. Pelo contrário. O talento merece recompensa. Mas muitos esqueceram pelo caminho a irreverência, a improvisação e a ginga que fizeram do futebol brasileiro uma referência mundial. Curiosamente, quem ainda desfila pelos gramados com esse futebol espontâneo são, em grande parte, jogadores descendentes dos povos africanos espalhados pelo mundo.
MISCIGENAÇÃO
A Europa evoluiu muito também graças à miscigenação de seus povos (apesar da forte reação contra imigrantes), iniciada há séculos e intensificada pelas ondas migratórias contemporâneas. O resultado aparece dentro de campo: seleções cada vez mais fortes, físicas, técnicas e disciplinadas.
GOLS
Mesmo consciente das limitações da nossa Canarinho, torci como qualquer brasileiro. Queria vencer a Noruega, justamente a única seleção europeia que jamais derrotamos. Mas a história não mudou. A Noruega fez um jogo simples, sem espetáculo e sem genialidade. Jogou o suficiente. Fez exatamente o que o Brasil não conseguiu fazer durante noventa minutos: transformar oportunidades em gols.
Pior ainda: os gols nasceram da maneira mais previsível possível.
ENGANO
Durante toda a semana, comentaristas dos mais diversos níveis alertaram que aquele seria o caminho dos noruegueses. Era uma bola cantada. Por isso imaginei que Carlo Ancelotti e sua comissão estariam preparados para neutralizar justamente esse setor. Não estavam.
MARKETING
Minha esperança acabou quando o treinador começou a trocar seis por meia dúzia e cedeu espaço ao marketing. Colocou em campo um jogador que há muito tempo não entrega futebol compatível com sua fama. Comparado a Messi, ainda brilhando aos 39 anos, Neymar parece um menino. E talvez esse seja exatamente o problema. Um menino mimado que, em sucessivas Copas, vendeu ao país a imagem de salvador da pátria sem conseguir corresponder dentro das quatro linhas.
IMBATÍVEL
No marketing, Neymar continua imbatível. Tudo o que toca vira ouro. Dentro de campo, porém, há muito tempo seus pés já não produzem o mesmo encanto nem a mesma magia. Ainda assim, o lobby financeiro e comercial insiste em vendê-lo como última esperança nacional.
DEZ
Jamais disputamos uma Copa sem um lateral-direito de origem. Ancelotti decidiu desafiar décadas de lógica futebolística e tratou a posição como se pudesse ser ocupada por qualquer jogador. O resultado apareceu no placar. Um camisa dez de referência nem de longe hoje  lembra quem vestiu a amarelinha.
COMPETÊNCIA
Os dois gols nasceram exatamente daquele lado. Aliás, durante todo o segundo tempo, as melhores investidas dos descendentes dos vikings surgiram pela direita da defesa brasileira. O treinador norueguês estudou o adversário, identificou a fragilidade e navegou em águas tranquilas até a vitória. Não foi um triunfo brilhante da Noruega. Mas venceu.
SOFRIMENTO
Foi apenas uma vitória competente sobre um Brasil que desaprendeu a competir.
Talvez exista até um consolo. Os vikings nos pouparam de uma humilhação maior. Enfrentar a Argentina novamente poderia significar outra goleada histórica. Perder já dói. Perder para os hermanos dói muito mais, porque a gozação atravessa fronteiras e permanece viva durante anos. No fundo, a torcida sabia das limitações da equipe. Bastou lembrar do sofrimento para superar seleções medianas como o Japão, além das dificuldades diante de Haiti e Escócia. O futebol apresentado nunca convenceu. Ainda assim, o brasileiro fez sua parte.
PESQUISAS
Novas pesquisas sobre as eleições estaduais estão saindo e causam as polêmicas de costume, mas quem acompanha os bastidores e tem acesso ao que anda sendo apurado pelos partidos sabem quem o retrato de hoje não significa a imagem de amanha. Mas um ponto é comum em todas porque revela um eleitor ainda está muito apático aos candidatos e as eleições. Não há favoritos até porque a campanha em si nem deu o ponta pé. Exceto nas bolhas.
CONFIRMOU
Como a coluna antecipou, Confúcio Moura do MDB, mesmo sendo o mais criticado, confirmou que é pré-candidato a reeleição. Bobo é quem o subestima, embora seja a campanha mais difícil que o velho emedebista disputará.  Pedro Abid, pré-candidato a governador pela legenda, ponha as barbas de molho porque o donatário do MDB não o quer no mesmo palanque.
PUBLICIDADE
A expansão da infraestrutura elétrica em Rondônia ganhou novo impulso com investimentos da Energisa em obras estratégicas na capital e no interior do estado. Em Espigão do Oeste, a concessionária aplica mais de R$ 40 milhões na construção de uma nova subestação de energia, acompanhada de uma moderna agência de atendimento. O empreendimento contempla mais de 5 mil metros quadrados de estrutura e cerca de 20 quilômetros de linhas de transmissão. A obra irá ampliar a capacidade de distribuição de energia, beneficiando aproximadamente 32 mil clientes, incluindo os moradores do distrito de Pacaranã. Com conclusão prevista para 2026, o projeto também cria condições para a atração de novos investimentos, fortalecimento da economia local e geração de empregos.
OBRAS
Em Porto Velho, a Energisa iniciou as primeiras etapas de outra importante obra, desta vez com investimento estimado em R$ 77 milhões. Os serviços começaram com a preparação do terreno, lançamento de cascalho, compactação da base e construção das estruturas que receberão os equipamentos.
INVESTIMENTOS
A nova subestação terá área de 7.600 metros quadrados, cerca de oito quilômetros de linhas de transmissão e três transformadores com capacidade total de 75 MVA. A estrutura atenderá aproximadamente 330 mil clientes da capital e contará ainda com uma torre de telecomunicações para ampliar o monitoramento remoto da rede e tornar mais ágil o atendimento em casos de ocorrências. As duas obras reforçam a modernização do sistema elétrico de Rondônia e ampliam a segurança e a confiabilidade no fornecimento de energia.