sexta-feira, 16 de outubro de 2026

FESTA DO DIA DAS CRIANÇAS / AGRADECIMENTO - Luiz da Lanchonete Luma - Point do Motociclista



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BMW F 450 RR é lançada com 48 cv, ABS em curvas e até 350 km de autonomia; preço equivalente a cerca de R$ 41 mil

 

A BMW F 450 RR foi apresentada nesta semana. Trata-se de uma esportiva carenada de 420 cc com 48 cv, freios Brembo, ABS Pro em curvas e quatro versões. O modelo estreia na Europa por 7.250 euros e amplia a recém-formada linha 450 da marca, que também reúne as F 450 GS e F 450 R.

A BMW Motorrad revelou nesta quinta-feira, 15 de outubro, a F 450 RR, nova motocicleta esportiva carenada da família 450. A linha inclui ainda a F 450 GS, de proposta trail, e a futura F 450 R, com configuração naked.

A novidade terá lançamento inicial no mercado europeu. Na Alemanha, o preço da versão de entrada começa em 7.250 euros, valor equivalente a cerca de R$ 41 mil em conversão direta, sem incluir impostos, taxas ou oscilações cambiais.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

Visual da S 1000 RR

O desenho da F 450 RR adota referências visuais da BMW S 1000 RR. A moto tem frente baixa, traseira elevada e perfil lateral marcado pela chamada flyline, elemento que define a linha superior da carenagem.

A carenagem incorpora "asas frontais", conhecidas como winglets, além de aberturas laterais. A dianteira é formada por dois volumes, enquanto a composição externa utiliza elementos assimétricos em diferentes pontos.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR: winglets e visual de S 1000 RR - Divulgação

O conjunto óptico usa iluminação em LED. A assinatura de luz diurna segue uma solução inspirada na adotada pela S 1000 RR, conforme as informações divulgadas pela BMW Motorrad.

Motor e câmbio

O propulsor da F 450 RR é um bicilíndrico paralelo de quatro tempos, com refrigeração líquida e cilindrada de 420 cc. Embora derive da unidade usada na F 450 GS, recebeu calibração específica para a versão esportiva.

A moto entrega 48 cv a 8.750 rpm e torque de 4,38 kgf.m a 6.750 rpm. Segundo a fabricante, 80% da força máxima está disponível a partir de 3.000 rpm.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

O motor utiliza virabrequim com defasagem de 135 graus e conta com eixo de equilíbrio. A BMW associa essa arquitetura à entrega de força e à redução das vibrações durante o funcionamento.

A transmissão tem seis marchas e transmissão final por corrente. O escapamento, construído em aço inoxidável, foi instalado sob o motor, em uma configuração que concentra seus componentes na região inferior da motocicleta.

De acordo com a marca, o consumo homologado pelo ciclo WMTC é de 26,3 km/l. Com tanque de combustível de 14 litros, a autonomia teórica supera 350 km, considerando o índice informado pela fabricante.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

Chassi e medidas

A estrutura da nova BMW utiliza quadro tubular de aço, com o motor exercendo também função estrutural. O entre-eixos é de 1.405 mm, medida definida para a configuração específica da F 450 RR.

Na suspensão dianteira, a esportiva traz garfo invertido KYB de 43 mm. Na traseira, o conjunto é composto por balança de alumínio e monoamortecedor KYB, montado diretamente no sistema.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

As rodas de alumínio usam pneus 110/70-17 na dianteira e 150/60-17 na traseira. A altura do banco é de 790 mm, enquanto o peso em ordem de marcha declarado é de 177 kg.

Nas configurações equipadas com o sistema Easy Ride Clutch, o peso informado sobe para 178 kg. A velocidade máxima declarada é de 177 km/h, e a aceleração de zero a 100 km/h é indicada em 5,6 segundos.

Freios e ajustes

O sistema de freios combina disco dianteiro de 310 mm com pinça monobloco Brembo de quatro pistões. Na traseira, a F 450 RR utiliza disco de 240 mm e pinça fornecida pela ByBre.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

O ABS Pro, que atua também em curvas, faz parte da lista de série. A moto ainda traz controle de frenagem dinâmica, identificado pela sigla DBC, como parte do pacote eletrônico de condução.

Na versão Sport, o garfo dianteiro recebe regulagens de compressão e retorno. A possibilidade de ajuste busca permitir a adaptação da suspensão às condições de uso e às preferências de pilotagem.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

Modos eletrônicos

A F 450 RR oferece de série os modos de pilotagem Rain, Road e Race. O pacote também inclui controle dinâmico de tração, ou DTC, e controle de torque do motor em desaceleração, chamado MSR.

As configurações M Sport recebem o pacote Riding Modes Pro, que adiciona o modo Race Pro. Esse recurso permite ampliar as possibilidades de ajuste dos parâmetros eletrônicos de condução.

BMW F 450 RR - Divulgação

BMW F 450 RR - Divulgação

O Shift Assistant Pro, equipamento que permite subir ou reduzir marchas sem o acionamento convencional da embreagem, está disponível na linha. Na versão básica, porém, o item é oferecido como opcional.

Outro recurso é o Easy Ride Clutch, sistema que permite arrancar e parar sem usar a manete da embreagem. Ele vem de fábrica na M Sport com Pacote Innovation e pode equipar as demais variantes conforme a configuração escolhida.

Entre os equipamentos de série estão painel TFT de 6,5 polegadas, porta USB-C, manoplas aquecidas e câmbio com padrão de seleção reversível. A lista reforça a presença de recursos eletrônicos na nova esportiva de média cilindrada.

Família BMW 450 - Divulgação

Família BMW 450 - Divulgação

Quatro opções

A BMW Motorrad anunciou quatro configurações para a F 450 RR, que se diferenciam por acabamento visual e pela presença de recursos adicionais de condução, suspensão e transmissão.

  • Base: acabamento na cor Cosmic Black.
  • Sport: pintura Racing Red, Shift Assistant Pro e suspensão Sport.
  • M Sport: pintura Snaefell White com cores M Motorsport, quadro branco e adesivos nas rodas.
  • M Sport com Pacote Innovation: mantém a aparência M Sport e acrescenta o Easy Ride Clutch.

Por enquanto, a BMW confirmou a chegada inicial da F 450 RR ao mercado europeu. Não há, nas informações divulgadas pela fabricante, previsão ou preço para a comercialização da esportiva no Brasil.


Fonte: Tudo de Moto.com.br





ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 REPERCUSSÃO

A entrevista do governador eleito Marcos Rogério ao podcast Resenha Política repercutiu em todo o estado, pautando comentários radiofônicos e discussões nas redações. Mais do que a repercussão, o episódio reafirma o espaço conquistado pelo programa no cenário da comunicação rondoniense: um veículo comprometido com o jornalismo sério, a agilidade na informação e a análise dos fatos sem perder de vista o interesse público.
COMPROMISSOS
Durante a conversa, Marcos Rogério reafirmou compromissos assumidos ao longo da campanha e destacou a parceria com o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, que, segundo sinalizou, deverá ser duradoura. A relação entre o governo estadual e a administração da capital será um dos pontos a observar nos próximos anos, sobretudo diante da necessidade de enfrentar problemas históricos que ultrapassam os limites administrativos do município.
EQUIPE
O governador eleito demonstrou consciência dos desafios que o aguardam. Anunciou que apresentará, depois de amanhã, a equipe técnica responsável pela transição e pretende chegar ao primeiro dia de governo com as primeiras medidas emergenciais definidas. A prioridade, conforme já antecipou, será enfrentar os gargalos mais graves da administração, especialmente nas áreas que exigem respostas rápidas e capacidade de execução.
COMPREENSÃO
Marcos Rogério também deixou transparecer que compreende o peso político do resultado eleitoral. Uma vitória expressiva não representa apenas capital político. É, sobretudo, uma procuração popular acompanhada de cobranças proporcionais à confiança recebida. O eleitor não entrega quatro anos de mandato para assistir à administração descobrir, depois da posse, o tamanho dos problemas que prometeu resolver durante a campanha.
RESULTADOS
A entrevista revelou um governador eleito disposto a assumir o protagonismo e consciente de que o discurso eleitoral precisa, agora, transformar-se em gestão. Preparação, nesse contexto, não se mede apenas pela segurança das respostas, mas pela capacidade de montar uma equipe competente, estabelecer prioridades e converter promessas em resultados verificáveis.
CONTEÚDO
Para o Resenha Política, a repercussão também confirma a relevância de um trabalho construído com independência editorial, experiência profissional e atenção permanente aos acontecimentos. Em um ambiente no qual a informação circula em velocidade crescente, chegar primeiro é importante. Oferecer conteúdo consistente, capaz de pautar o debate público, é o que distingue o jornalismo da simples reprodução de declarações.
TEMPO
A entrevista cumpriu esse papel. E deixou uma questão que o tempo, único instituto de pesquisa verdadeiramente implacável com os governantes, terá de responder: Marcos Rogério conseguirá transformar a expectativa depositada nas urnas em resultados concretos para Rondônia? A campanha terminou. A responsabilidade começou.
 
GAZOLA
Na próxima semana, o podcast Resenha Política leva ao ar a entrevista com Jaime Gazola, eleito deputado federal, que esclarece uma das especulações em torno da formação do futuro governo de Marcos Rogério: a possibilidade de assumir a Secretaria de Estado da Saúde.
DESCARTANDO
Perguntado diretamente se abriria mão do mandato parlamentar para comandar a pasta, Gazola foi taxativo: não aceitará nenhum cargo no Executivo. Segundo ele, o eleitor o escolheu para representá-lo na Câmara Federal, onde pretende honrar os compromissos assumidos durante a campanha. O deputado eleito também destacou o apoio recebido em Porto Velho, especialmente a contribuição do prefeito Léo Moraes, cujo respaldo teve importância em sua trajetória eleitoral na capital.
RESPOSTA
Gazola participará da equipe de transição do governador eleito Marcos Rogério, mas sua colaboração não deve ser confundida com uma disposição para ocupar secretarias. A decisão está tomada, ao menos segundo o que afirmou na entrevista: seu lugar será no Congresso Nacional, não no primeiro escalão estadual. A declaração encerra, de forma categórica, as especulações sobre sua ida para a Saúde. Em política, convites e sondagens costumam produzir manchetes antes mesmo de existir uma decisão. Neste caso, o próprio interessado tratou de antecipar a resposta. A entrevista vai ao ar na próxima semana, no podcast Resenha Política.
CINZAS
As queimadas voltaram a castigar Porto Velho com a força de uma velha tragédia anunciada. A fumaça encobre o céu da capital, compromete a qualidade do ar e começa a pressionar a rede pública de saúde, com o aumento dos problemas respiratórios. O que deveria provocar uma reação preventiva das autoridades parece continuar tratado como surpresa sazonal.
FOGO
Há, neste ano, um detalhe que merece atenção: o fogo voltou a ganhar força em outubro, quando agosto e setembro costumam concentrar os períodos mais críticos da estiagem e da fumaça em Rondônia. A mudança no calendário deveria servir de alerta, não de desculpa. O clima não consulta o planejamento dos órgãos públicos antes de espalhar suas consequências.
FUMAÇA
O fenômeno El Niño pode agravar as condições de seca e calor, embora a intensidade de seus efeitos dependa de outros fatores climáticos. Mas a discussão sobre as causas não pode servir de cortina de fumaça para o que está diante dos nossos olhos. Os danos à vegetação, aos recursos hídricos e à saúde da população são problemas concretos, que exigem respostas igualmente concretas.
RISCOS
Os órgãos de fiscalização e combate às queimadas conhecem, há anos, o calendário de maior risco. Sabem onde o fogo costuma avançar, conhecem as limitações operacionais e têm elementos para antecipar cenários. Portanto, era razoável esperar equipes reforçadas, fiscalização preventiva e estrutura de resposta preparada antes que a fumaça voltasse a transformar a capital numa câmara de ar contaminado.
VUNERABILIDADE
Mas a velha burocracia tem um método peculiar de administrar emergências: espera que elas aconteçam para, então, descobrir que eram previsíveis. Quando o fogo avança, aparecem as reuniões, os comunicados e as providências de última hora. A prevenção, essa senhora discreta que custa menos e salva mais, continua sem o prestígio das operações montadas diante das câmeras. Enquanto isso, a população respira o prejuízo. Crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias ficam mais vulneráveis, e o sistema público de saúde recebe uma conta que poderia ser reduzida com planejamento e ação antecipada.
INDAGAÇÕES
Em Rondônia, o fogo não precisa de convite. Basta encontrar vegetação seca, condições favoráveis e fiscalização insuficiente. O poder público, por sua vez, não pode continuar agindo como se cada temporada de queimadas fosse uma calamidade inédita. A fumaça passa. Os danos permanecem. E, quando o próximo período crítico chegar, a pergunta será a mesma: por que não fizeram antes o que todos sabiam que precisava ser feito?
VICE
Na quinta-feira, no Podcast Resenha Política, vai ao ar a entrevista com o vice-governador eleito, Delegado Camargo. É outra ótima entrevista muito mais pela qualidade do entrevistado do que pelas perguntas do entrevistador. Camargo, ao contrário do que falam nos bastidores, está bem afinado com o governador eleito e disse que vai colaborar em tudo que for convocado, além das atribuições constitucionais. Diferente de Gazola, perguntado se aceitaria as funções de Secretário de Segurança adiantou que sim. Basta Marcos Rogério convoca-lo.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

Kawasaki Versys 900 2027 é lançada com motor da Z900, radares e controle adaptativo

 

A Kawasaki revelou a Versys 900 2027, crossover equipada com motor de 948 cm³ derivado da Z900, radares dianteiro e traseiro e recursos eletrônicos de assistência. O modelo será vendido na Europa a partir de abril de 2027, nas versões convencional e SE.

A Kawasaki apresentou a Versys 900 2027. A motocicleta passa a ocupar uma nova faixa na linha de crossovers da marca, posicionada entre as atuais Versys 650 e Versys 1100.

Entre os equipamentos anunciados estão radares na dianteira e na traseira, usados por sistemas de assistência à condução. A gama terá uma configuração convencional e a Versys 900 SE, com mais itens voltados ao uso em viagens.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 SE 2027 - Divulgação

Até o momento, não há previsão oficial para a chegada da nova Versys 900 ao Brasil. No mercado nacional, a Kawasaki comercializa atualmente as Versys 1100, Versys 650 e Versys X 300.

Motor e câmbio

O modelo utiliza um motor de quatro cilindros em linha com 948 cm³, baseado no propulsor da Z900. A fabricante informa potência máxima de 122 cv a 9.500 rpm e torque de 9,92 kgf.m a 8.000 rpm.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

A transmissão tem seis marchas, embreagem deslizante e quickshifter. O recurso permite efetuar trocas sem o acionamento da embreagem, segundo as informações divulgadas pela fabricante.

A Kawasaki não divulgou dados oficiais de consumo para a Versys 900 2027. O tanque de combustível tem capacidade para 20 litros, enquanto a eletrônica reúne diferentes ajustes de desempenho e condução.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Base ciclística

A motocicleta é construída sobre um chassi tubular de aço, combinado a uma balança traseira de dois braços feita em alumínio. O entre eixos declarado é de 1.550 mm.

Segundo a Kawasaki, a distribuição de massa fica próxima de 50% para cada eixo. Na frente, a Versys 900 usa garfo invertido, e na traseira trabalha com monoamortecedor central. Os dois conjuntos oferecem regulagens de pré carga e amortecimento de retorno.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 SE 2027 - Divulgação

O curso de suspensão informado é de 150 mm na dianteira e 159 mm na traseira. As rodas são de aro 17 nas duas extremidades e recebem pneus rodoviários Metzeler ROADTEC 01.

O assento fica a 82,5 cm do solo na regulagem padrão. Um sistema de ajuste em dois estágios permite elevar essa medida para 84,5 cm, conforme a configuração escolhida pelo motociclista.

Radares

Um dos principais itens tecnológico da Versys 900 2027 é o conjunto de radares frontal e traseiro. Os sensores fazem parte do pacote ARAS, sigla usada pela Kawasaki para seus sistemas avançados de assistência à condução.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Entre as funções está o Adaptive Cruise Control Lite, uma versão simplificada do controle de cruzeiro adaptativo. O equipamento ajusta o funcionamento do controle de velocidade com base no tráfego à frente.

O pacote também inclui alerta de colisão frontal, identificado como Forward Collision Warning, e detector de ponto cego, chamado de Blind Spot Detection pela fabricante.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Outro recurso é o Emergency Stop Signal. O sistema aciona automaticamente o pisca-alerta quando identifica uma frenagem de emergência, alertando os demais veículos sobre a desaceleração da motocicleta.

Tecnologia

A lista eletrônica ainda traz ABS e controle de tração Kawasaki Traction Control, o KTRC, ambos sensíveis à inclinação. O modelo também recebe o Kawasaki Cornering Management Function, conhecido pela sigla KCMF.

O KCMF é o sistema da marca destinado ao gerenciamento da condução em curvas. A Versys 900 também oferece modos de potência e modos de pilotagem integrados, reunindo ajustes para diferentes condições de uso.

As informações de condução são exibidas em uma tela TFT colorida de 5 polegadas. O painel disponibiliza dois formatos de visualização e concentra os comandos das funções eletrônicas anunciadas para a moto.

Conexão e rota

A conectividade é feita pelo aplicativo Rideology. Entre as funções divulgadas estão comando de voz e navegação curva a curva, recursos que podem ser acessados por meio do sistema integrado ao painel.

A crossover também conta com uma porta USB C. A entrada pode ser usada para conectar ou alimentar dispositivos compatíveis, ampliando as opções de uso do modelo em deslocamentos diários e viagens.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Versão SE

Na versão convencional, a Kawasaki Versys 900 terá manetes reguláveis, para brisa com sete posições de ajuste manual e bagageiro. Esses itens fazem parte da configuração de entrada anunciada para o mercado europeu.

A Versys 900 SE adiciona cavalete central, protetores de mão, manoplas aquecidas, faróis auxiliares e protetor de radiador. A versão também recebe coberturas e proteções adicionais de fábrica.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

A Kawasaki disponibilizará acessórios para ampliar a capacidade de carga. Entre eles estão um top case de 47 litros e malas laterais de 32 litros cada, que somam 64 litros no conjunto.

Cores e preços

Na Europa, a Versys 900 convencional será oferecida nas opções Metallic Spark Black e Pearl Robotic White. A versão SE terá os acabamentos Plasma Lime Green com Metallic Spark Black e Firecracker Red com Metallic Carbon Gray.

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

Kawasaki Versys 900 2027 - Divulgação

  • Versys 900 convencional, 10.899 libras no Reino Unido, equivalente a cerca de R$ 72 mil em conversão direta do dia.
  • Versys 900 SE, 11.799 libras no Reino Unido, aproximadamente R$ 78 mil em conversão direta do dia.

Os valores convertidos não consideram impostos nem variações de mercado. O objetivo é meramente informativo.

As vendas da Kawasaki Versys 900 2027 na Europa estão previstas para abril de 2027.


Fonte: Tudo de Moto.com.br