domingo, 13 de setembro de 2026

O PERDÃO RESTAURA OS CORAÇÕES



O Evangelho (Mt 18,21-25) deste 24º Domingo do Tempo Comum acentua o valor do perdão na vida cristã.

Pedro mostra-se generoso, dispondo-se a perdoar "até sete vezes" (v. 21). Jesus, porém, vai mais longe, orientando Pedro para que perdoe sempre! Assim como Deus age conosco, somos chamados a proceder com os outros.

Esse caminho, que identifica a pessoa que abrça a vida cristã, é ilustrado como uma parábola. Um rei resolve acertar as contas com seus empregados e chama um que lhe devia enorme fortuna. Tratava-se de dívida imposível de pagar. Ainda assim, o pedido daquele empregado, a dívida é perdoada. Saindo dali, esse empregado encontra um dos seus companheiros, que lhe devia importância incomparalvmente menor que a perdoada. Recusa-se a perdoar.

Lição do Evangelho: Deus é perdão e misericórdia sempre. Não temos como retribuir-lhe. Cabe-nos, no entanto, corresponder à sua misericórdia a ao seu perdão, com palavras e gestos que sejam-na expressão do papa Leão XIV - "desarmados e desarmantes".

Nesse sentido, o saudoso papa Francisco lembrava que  o "perdão é o oxigênio que purifica o ar poluído pelo ódio, é o antídoto que cura os venenos do ressentimento, é o caminho para desarmar a raiva e curar tantas doenças do coração que contaminam a sociedade".

Em tempos de discursos agressivos, que se multiplicam nas redes (anti) sociais, somos tentados a percorrer esses mesmos caminhos, a fim de alacançar o poder, fama e lucro. O Evangelho, no entanto, propõe-nos outra atitude.

Viver em comunidade requer disposição para perdoar, compartilhando com os outros o perdão recebido. Requer decisão de romper o ciclo da autorreferencialidade interesseira. O perdão restaura o coração de quem o recebe e de quem o concede!

Fonte: Pe. Darci Luiz Marin, sso - O DOMINGO / semanário litúrgico-catequético


879. Point do Motociclista

 879. Point do Motociclista

Avenida Nações Unidas com Rua Salgado Filho

Espaço do Motociclista

12.09.2026

Porto Velho - Rondônia




Quando o sábado chega, todo mundo já sabe, "Point na Cabeça", e assim foi o mais festivo e já tradicional em nossa cidade e reconhecido em nosso Estado como ponto de encontro dos apaixonados pelo motociclismo. Veja as fotos registradas pelo nosso Parceiro o Senhor Luiz da Lanchonete Luma, assim como todos os integrantes de sua Família. 



























Brabu, Guardião do Point do Motociclista

Vídeo:



sábado, 12 de setembro de 2026

Em cena, o voto

 Fato é que existem escolhas que fazemos e que nem percebemos o quão são importantes são



Começamos o mês de setembro de uma no importante, pois vamos execujtar o exercício do voto - uma conquista de muitas lutas. O voto será o protagonista do ano. Por meio dele, tudo em nossas vidas será definido.

Maria Helena, por certo, irá dizer: "Já estou de olho em quem vai sair candidata"; Lucas vai comentar: "Eleição complicada né? Vamos rter que escolhir cinco representantes, além de dois vices que virão no combo"; há quem vá dizer: "Hã? Vai ter eleição este ano? E tem quem nem quer saber, e a eleição passa ao largo, deixando de ser um compromisso, resultando na famosa obstenção, que, na última, em nossa cidade, ficou nos 22%.

Fato éque existem escolhas que fazemos e que nem percebemos o quão importantes são - nosso voto é uma delas. E, votando ou não, as consequências virão. Podemos dizer uma lista dos vários tipos de votos: o despreparado mesmo - que surgiu para "cumprir tabela", o "meu chefe" mandou; o responsável - consicente das consequências; o rabo preso: praticamente um "voto de cabresto"; o estreante - nem por isso inconsequente; o pechinchado, o que não quer sair perdendo, dentre outros tantos.

Porém, sendo muitos os motivos a determinar nossas escolhas, corremos o risco de perder a essência do ato. Banalizar o voto é alienar-se da vida em comum e desconsiderar o percurso histórico de nossas conquistas, deixando a democracia vazia de sentido, o que contribuiu para desgastar nossas instiutições e oportunizar o surgimento de governos tirânicos.

Mas, se você tivesse que responder sobre qual a importância do voto, a resposta talvez não viesse de imediato. E isso não significa o despreparo, mas a certeza de que algumas perguntas merecerm maior reflexão sobre a resposta. O processo de "estar no mundo" apresenta sua dimensão política quando traz o sentimento de pertencimento, e temos, no período eleitoral, um momento que pode favorecer esta percepção.

Fiquemos, então, no campo da pertinência do voto, da sua importância coletiva, de modo a que colocarmos disponíveis para entender as diferentes necessidades da população e não só as nossas. Definir oque pode ir na mesa do almoço dos brasileiros, por exemplo, envolve todo um processo de relações entre vários segmentos da sociedae e pode, justamente, ser definido no momento do voto. Levemos em consideração o trecho da música de Gonzaguinha: "somos nós que fazemos a vida, como der, puder, ou quiser". E, quando você dá valor ao seu voto, o protagnoista é você, sujeito definidor da história vindoura.

Fonte: Luciana Bonosque Figueiredo - Pedagoga, compõe o "Coletivo Mulheres na Política". (Jornal Diário da Região)


PENSAMENTO DA SEMANA

Quem se prende aos equívocos do passado não se liberta dos tentáculos do remorso.




AUTO CLUBE /RO - Encontro no estacionamento do Auto Posto Trevo / Sexta-Feira



Realizado mais um encontro dos integrantes e amigos do Auto Clube/RO, nesta última sexta-feira (11), lá no estacionamento do Auto Posto Trevo, localizado na Avenida Vieira Caúla. Veja as fotos registradas pelos Amigos que lá compareceram.








sexta-feira, 11 de setembro de 2026

Royal Enfield Himalayan 440 é lançada com visual inspirado na antiga 411

 

A Royal Enfield Himalayan 440 foi apresentada na Índia com o mesmo visual da antiga 411, motor de 443 cm³ emprestado da Scram 440, câmbio de seis marchas e proposta voltada ao uso misto.

A Royal Enfield lançou a Himalayan 440 no mercado indiano como uma nova opção de entrada na linha de motos aventureiras da marca. O modelo recupera elementos visuais e mecânicos associados à primeira geração da Himalayan.

A novidade utiliza o motor monocilíndrico de 443 cm³ da Scram 440 e substitui o câmbio de cinco relações da antiga Himalayan 411 por uma transmissão de seis marchas.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Na Índia, a motocicleta será comercializada ao lado da Himalayan 450. Enquanto a versão maior usa uma plataforma mais recente e propulsor refrigerado a líquido, a 440 mantém uma configuração de concepção mais simples.

Dez anos da Himalayan

O lançamento ocorre no período em que a linha Himalayan completa dez anos. A linha Himalayan chegou ao Brasil em 2019. As primeiras unidades da Himalayan 440 receberão um emblema comemorativo aplicado no tanque de combustível.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

O desenho geral retoma referências da Himalayan equipada com motor de 411 cm³, apresentada em 2017. A proposta mantém a posição de pilotagem aventureira, o porte voltado a trajetos mistos e componentes destinados ao uso fora de estrada.

A Himalayan 440 passa a ocupar a faixa mais acessível entre as aventureiras da fabricante no país. A Himalayan 450 permanece como alternativa de arquitetura mais moderna dentro do catálogo indiano da Royal Enfield.

Motor de 443 cm³

O principal avanço técnico está no propulsor. A Himalayan 440 adota o monocilíndrico de 443 cm³, refrigerado a ar e óleo, já utilizado pela Scram 440 comercializada no mercado indiano.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Segundo os dados divulgados, o motor entrega 25,4 cv a 6.250 rpm e torque de 3,47 kgf.m a 4.000 rpm. Em relação ao conjunto de 411 cm³, o aumento de cilindrada foi obtido principalmente pela alteração no diâmetro interno.

O diâmetro passou de 78 mm para 81 mm, enquanto o curso foi mantido em 86 mm. A atualização resulta em ganhos de potência e torque sobre a mecânica usada na Himalayan 411.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

A transmissão de seis velocidades é a mudança mais relevante diante da antecessora, que tinha cinco marchas. De acordo com a Royal Enfield, a sexta relação foi incluída para favorecer a utilização em rodovias.

As relações inferiores também foram revistas com o objetivo de oferecer maior controle em baixas velocidades. A moto segue com acelerador acionado por cabo e não dispõe de modos de pilotagem nem de controle de tração.

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Suspensões

A ciclística da Himalayan 440 preserva componentes voltados a estradas de terra e pisos irregulares. Na frente, a moto traz garfo telescópico de 41 mm, com 200 mm de curso.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Na traseira, o conjunto usa monoamortecedor com sistema de articulação e 180 mm de curso. As rodas raiadas têm aro de 21 polegadas na dianteira e 17 polegadas na traseira.

Os pneus mistos são os CEAT Grip XL. A altura do assento é de 800 mm, enquanto o vão livre do solo chega a 220 mm. O tanque de combustível tem capacidade para 15 litros.

O peso em ordem de marcha informado para a Himalayan 440 é de 199 kg. A frenagem combina disco dianteiro de 300 mm, com pinça flutuante de dois pistões, e disco traseiro de 240 mm.

O sistema inclui ABS de dois canais e pode ser desativado.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Farol de LED

Embora mantenha a aparência associada à geração anterior, a Himalayan 440 recebeu itens atualizados. O farol é circular e utiliza LED, com luz de rodagem diurna integrada ao conjunto óptico.

Os grafismos foram renovados e o painel passou a combinar instrumentos digitais e analógicos. A solução é semelhante à adotada em outros modelos da marca, como Super Meteor e Hunter.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

O equipamento inclui o sistema de navegação Tripper e uma entrada USB-C para carregamento. O antigo painel multifunção formado por pods sobrepostos, característico da Himalayan 411, deixou de ser utilizado.

A Royal Enfield oferecerá a Himalayan 440 nas cores Sela Black, Mustang Brown e Nelong White. A relação de acessórios inclui malas rígidas, top case, bancos para viagens e proteções para mãos e motor.

Preço

Na Índia, a Himalayan 440 tem preço inicial de 229 mil rúpias. Em conversão direta do dia, o valor corresponde a cerca de R$ 12,4 mil, sem considerar impostos, taxas e demais encargos. Esse preço é apenas informativo, sem base de mercado para o Brasil.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Até o momento, a Royal Enfield apresentou o modelo apenas para o mercado indiano. Não há informações divulgadas sobre comercialização global ou sobre uma possível chegada da Himalayan 440 ao Brasil.

A Scram 440, motocicleta que fornece o motor para a nova trail, também foi lançada com foco relevante no público da Índia. A fabricante não informou se a estratégia de mercado será repetida com a Himalayan 440.

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Royal Enfield Himalayan 440 - Divulgação

Ficha técnica da Royal Enfield Himalayan 440

  • Motor: monocilíndrico de 443 cm³, refrigerado a ar e óleo
  • Diâmetro x curso: 81 mm x 86 mm
  • Potência: 25,4 cv a 6.250 rpm
  • Torque: 3,47 kgf.m a 4.000 rpm
  • Câmbio: seis marchas
  • Suspensão dianteira: garfo telescópico de 41 mm, com 200 mm de curso
  • Suspensão traseira: monoamortecedor com articulação, com 180 mm de curso
  • Rodas: raiadas, aro 21 na frente e 17 atrás
  • Freios: discos de 300 mm e 240 mm, com ABS de dois canais desligável
  • Tanque: 15 litros
  • Peso em ordem de marcha: 199 kg

Fonte: Tudo de Moto.com.br