quarta-feira, 24 de junho de 2026

Convite - FILHOS DE PORTO VELHO - MG / ANIVERSÁRIO

O convite está feito, vamos participar!

(Comodoro-MT)

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 CALCULO

O anúncio do prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, de apoio à pré-candidatura do senador Marcos Rogério ao Governo de Rondônia foi muito mais do que um gesto protocolar. Foi um movimento político calculado, antecipado e carregado de simbolismo eleitoral.
LEITURA
Ao subir ao palco do evento promovido pelo PL e declarar apoio ao senador, indicando ainda o delegado Camargo como pré-candidato a vice-governador, Léo sinalizou que já fez sua leitura do cenário de 2026 e decidiu entrar em campo antes da maioria dos atores políticos.
REFERÊNCIA
Não se trata de um político qualquer. Hoje, Léo Moraes ocupa uma posição rara na política rondoniense: é um dos poucos líderes capazes de mobilizar simpatia popular para além das fronteiras partidárias. Sua alta aprovação administrativa e sua capacidade de comunicação o transformaram em uma referência eleitoral de peso, mesmo sem disputar mandato neste pleito.
PROMESSA
Ao justificar o apoio pelo volume de recursos destinados por Marcos Rogério a Porto Velho e pela promessa de novos investimentos, Léo também estabeleceu um contraste direto com o atual governo estadual, ao lembrar os R$ 200 milhões que, segundo ele, teriam sido prometidos e não entregues à capital. Ele agora aposta na promessa renovada por Marcos Rogério.
ANTECIPOU
O movimento surpreendeu porque muitos apostavam que a adesão ocorreria apenas durante as convenções de julho. Não foi o que aconteceu. Léo decidiu antecipar o apoio e assumir os riscos inerentes a uma eleição que promete ser disputada e, possivelmente, resolvida apenas no segundo turno.
GARANTIA
É verdade que a história eleitoral mostra que apoios políticos não são transferidos integralmente. O eleitor costuma fazer suas próprias escolhas, guiado por identificação, confiança e empatia. Nem mesmo alianças consideradas decisivas conseguiram, em eleições passadas, garantir uma transferência automática de votos.
ANÁLISE
Mas ignorar o peso político de Léo Moraes seria um erro de análise. Em Rondônia, lideranças com capacidade real de influenciar o eleitorado são cada vez mais raras. E Léo reúne carisma, visibilidade e aprovação administrativa, combinação que poucos possuem atualmente.

DESAFIO
Se conseguir transferir apenas uma parcela de seu capital político - algo em torno de 30% - já terá produzido um impacto significativo na corrida pelo Palácio Rio Madeira. Para Marcos Rogério, o apoio representa um ganho estratégico inegável. O senador é reconhecido pela sólida formação política, experiência parlamentar e domínio dos temas administrativos. Poucos questionam sua capacidade técnica para governar. Seu desafio, porém, nunca esteve no currículo.
ARROGÂNCIA
A dificuldade de Marcos Rogério reside justamente na construção de uma conexão emocional mais ampla com o eleitorado. Em determinados momentos, sua postura firme e excessivamente autoconfiante acaba transmitindo uma imagem de distanciamento, característica que pode gerar resistência em um eleitor cada vez mais atento ao comportamento dos candidatos. Um perfil assimilado pelo eleitor de um cidadão vaidoso e arrogante.
EMPATIA
A política contemporânea exige mais do que preparo. Exige proximidade, empatia e capacidade de gerar identificação. É justamente nesse ponto que Léo Moraes pode se tornar peça fundamental. O prefeito possui atributos que complementam fragilidades percebidas na candidatura do senador.
PROTAGONISTA
Ao fim e ao cabo, Marcos Rogério recebeu um dos apoios mais relevantes da atual disputa. E Léo Moraes, mesmo sem disputar cargo algum, demonstra que continuará sendo um dos protagonistas centrais das eleições de 2026 em Rondônia.
BOLHA
A indicação do deputado estadual Delegado Camargo, pelo Podemos, para compor como candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo senador Marcos Rogério representa uma escolha coerente com a identidade política que o PL pretende consolidar na disputa estadual.
 GRAVITANDO
Entre os nomes pesquisados dos para a vaga, em pesquisas internas, Camargo apareceu com o melhor perfil e o de maior capilaridade dentro do campo conservador. Ainda assim, sua presença pouco amplia o alcance eleitoral da chapa, pois gravita na mesma bolha ideológica do candidato ao governo.
LASTRO
Individualmente, não acrescenta novos contingentes de votos, mas confere lastro ao discurso de endurecimento da segurança pública que Marcos Rogério passou a entabular com maior intensidade, tema que, ao que tudo indica, ocupa posição relevante nas pesquisas qualitativas do partido.
SEGURANÇA
A expansão das facções criminosas em Rondônia transformou a segurança pública em um dos principais motes da campanha bolsonarista. O tema ganhou ainda mais apelo político depois que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, passou a classificar organizações criminosas latino-americanas como grupos terroristas. Em sintonia com essa narrativa, a chapa procurou alinhar seu discurso ao imaginário do enfrentamento sem tréguas ao crime organizado.
MARKETING
A estratégia ficou evidente no evento realizado no espaço Talismã, onde foi exibido aos correligionários um vídeo cuidadosamente produzido pela equipe de marketing. Nele, Delegado Camargo protagoniza cenas de treinamento tático, empunhando armamento de uso militar, numa estética claramente inspirada nos filmes de ação americanos.
RAMBO
O parlamentar encenou com desenvoltura o personagem elaborado sob encomenda, numa espécie de "Rambo dos trópicos", conduzindo exercícios militares como se preparasse uma tropa para uma guerra. No desfecho da produção, aparece exibindo um sorriso de êxtase, como quem deixa transparecer certa nostalgia dos tempos de polícia e do comando do quarteirão.
CONTROVÉRSIA
Do ponto de vista cinematográfico, a peça é bem produzida e cumpre seu papel de mobilizar a militância. A mensagem, porém, desperta inevitável controvérsia. A ideia de que a segurança pública possa ser solucionada prioritariamente pela demonstração da força e pela lógica do confronto remete a experiências como as implementadas no Rio de Janeiro, marcadas por operações de forte impacto midiático e resultados permanentemente questionados e sem as soluções.
CONFRONTO
A literatura especializada em segurança pública sustenta, em larga medida, que o enfrentamento ao crime organizado depende da combinação entre inteligência, investigação, integração das forças policiais, prevenção e políticas sociais, e não apenas de uma lógica resumida ao "atira primeiro, aborda depois". Ainda assim, para a maioria da plateia presente, a encenação cumpriu plenamente seu objetivo: levou ao delírio uma militância que enxerga na força ostensiva a principal resposta para um problema cuja complexidade desafia soluções simplificadas. E deixou o pré-candidato em êxtase ao vê-lo no papel de Rambo. Caso a chapa vença, certamente nas conversas internas a Secretaria de Segurança Pública vai ser comanda pelo nosso Rambo dos trópicos de sotaque gaúcho.
CONSENSOS
Ao observar a crise entre o prefeito Tony Pablo e a Câmara de Vereadores de Cacoal, fica evidente que falta ao chefe do Executivo uma compreensão mais refinada das engrenagens da política institucional. Liderança classista e liderança política são exercícios distintos. O que funciona na advocacia nem sempre produz resultados quando se governa uma cidade e se depende da construção permanente de consensos.

DIALOGANDO
Tony é reconhecido pela inteligência e firmeza de posições, mas a inflexibilidade costuma cobrar preço alto na política. Prefeitos não governam apenas com convicções; governam também com diálogo, concessões e habilidade para administrar conflitos.

ERRO
Por outro lado, a estratégia adotada pela presidência da Câmara de bloquear sistematicamente projetos do Executivo revela um erro igualmente grave. Quando divergências pessoais passam a orientar decisões institucionais, quem perde não é o prefeito, mas a população.

PREJUÍZO
O episódio envolvendo a votação de uma simples adequação orçamentária é emblemático. Sem orçamento, a administração enfrenta dificuldades para honrar compromissos básicos, inclusive na saúde. Nesse caso, o prejuízo recai sobre servidores e cidadãos.

RAZÃO
A política tem suas vaidades, mas o contribuinte não pode ser transformado em refém delas. Entre a rigidez do prefeito e a birra do Legislativo, Cacoal precisa de menos disputa de egos e mais responsabilidade pública. Mas neste caso Tony Pablo tem a mais completa razão uma vez que sustou emendas impositivas – muitas não aguentam uma boa investigação – o fez visando os servidores da saúde e a população que dependem dos serviços essenciais funcionando. Os edis insurretos deveriam ter vergonha na cara.
PODCAST
Nesta quinta-feira, no podcast Resenha Política, veicularemos a entrevista do pré-candidato a governador pelo MDB, Pedro Adib. Bom de papo – fala pelos cotovelos -, mostrou-se bem preparado para a disputa e capaz de abordar vários temas com mais qualificação que os adversários. Na próxima semana será a vez do pré-candidato do PSOL, advogado José Teodoro. Faltando apenas ser entrevistado o pré-candidato do PT, Expedito Neto. Várias vezes convidados tem evitado a entrevista com evasivas, mas o espaço continua democraticamente aberto. Acesse todos os conteúdos de politica pelo site resenhapolitica.com


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO




(Comodoro-MT)

segunda-feira, 22 de junho de 2026

Opinião de Primeira - A CEGUEIRA E O TERRORISMO AMBIENTAL IMPEDEM VER A REALIDADE: HOJE, O MERCÚRIO NÃO É MAIS JOGADO NOS RIOS!

 



A cegueira ideológica, o terrorismo ambiental e a burrice imposta a idiotas, por aqueles que se tornam bilionários, defendendo teorias como as do aquecimento global e a destruição da Amazônia, não permitem que se conheçam avanços importantes, conquistados para a convivência entre a produção e a sobrevivência do meio ambiente.

        A prioridade é atender interesses internacionais, destruir casas de pobres produtores, roubar seu gado; destruir balsas e dragas de garimpeiros pobres; ameaçar pessoas simples de prisão e até de morte, como tem feito o atual governo brasileiro. Não só em Rondônia, como igualmente em outras regiões do país.

       A cegueira, o terrorismo ambiental e a burrice impedem que melhorias tecnológicas sejam conhecidas e reconhecidas, acabando com mitos como, por exemplo, que os garimpeiros jogam mercúrio nos rios.

       Estudos feitos desde 2023 pela Universidade Federal de Rondônia, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Instituto militar de Engenharia e o CETEM, órgão do Ministério das Minas e Energia, além da Fapero de Rondônia, atestam que hoje, 99,99 por cento de todo o mercúrio que separa o ouro, são reutilizáveis.

           Além de muito caro (hoje, 100 gramas de mercúrio custam cerca de 450 reais) o metal tem amplo controle de todos os órgãos governamentais e ambientais. Cada grama utilizada, hoje, é contabilizada. Os relatórios são contínuos, a fiscalização intensa.

           Os garimpeiros utilizam, reutilizam, utilizam de novo, até que o mercúrio tenha praticamente desaparecido. Como então acusá-los de estar jogando o produto nos rios. Numa explicação simples, por que há mercúrio em muitos rios, mesmo nos que não registram um só garimpo?

            O mercúrio existe n natureza, principalmente vindo de erupções vulcânicas. Fica no ar. Quando se aproxima dos rios, se não houve mata para absorvê-lo, ele vai mesmo para a água. O desmatamento e o fim das matas ciliares, estes sim, hoje, têm culpa no cartório. Hoje, com os avanços tecnológicos, o mercúrio não causa mais danos ambientais, como causou no passado.

          Enfim, mesmo com toda a informação científica, como recente estudo de Universidades respeitadas, com os estudos de instituições (inclusive algumas ligadas ao próprio Governo) continua valendo o discurso ideológico.

         Enquanto isso, nossas riquezas se esvaem nas mãos de contrabandistas e representantes de governos estrangeiros, que querem que nós, brasileiros, jamais possamos usufruir de tudo o que temos para explorar e desenvolver este país.

        Como sempre, eles ganham na força e no grito. Porque a verdade não importa!

A 103 DIAS DA ELEIÇÃO, OS SETE QUE VÃO AO GOVERNO SE MOVIMENTAM, NO INTERIOR E NA CAPITAL

           Como andam as caminhadas dos principais candidatos ao Governo, a essa altura do campeonato, faltando apenas 104 dias para a eleição de outubro e menos de um mês para o início das convenções?

              Marcos Rogério anda pelo interior, mas na segunda-feira comandará um grande evento em Porto Velho, na Casa de Shows Vila Privilege, a antiga Talismã, para lançamento da sua candidatura pelo PL, na Capital. Pode anunciar seu vice.

              Adailton Fúria mantém seu sorriso de orelha a orelha, pela forma com que tem sido recebido em cada recanto de Rondônia. É óbvio o crescimento do nome do ex-prefeito de Cacoal em todo o Estado. Na Capital, Fúria também cresce, na medida que cresce a popularidade e o trabalho do seu vice, Everton Leoni.

                Hildon Chaves mantém a batalha de buscar o eleitorado do interior. Suas caminhadas, ao lado do vice, o deputado estadual Cirone Deiró, tem trazido alegria para a dupla, pela forma com que tem sido recebida por onde passa.

                 Pedro Abib passou parte da semana em Brasília, reunindo com a cúpula do MDB. Esteve num encontro com o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, acompanhado do senador Confúcio Moura, presidente regional do MDB. Abib recebeu de ambos vários elogios e incentivo para ampliar sua caminhada na disputa pelo governo.

                 Expedito Neto, do PT, percorre diretórios, visita municípios, participa de entrevistas e busca o apoio de toda a esquerda do Estado, sonhando com um segundo turno.

                   O jornalista e advogado Samuel Costa, do PSB, ainda prioriza sua campanha em Porto Velho. Já Luiz Teodoro, do Psol, personagem que tem sido elogiado por seus discursos, também concentra mais seu trabalho em Porto Velho.

                  Por enquanto, são sete nomes confirmados na disputa do primeiro turno em outubro. Outras candidaturas poderão ser oficializadas.

FERNANDO MÁXIMO IRONIZA E DIZ QUE GOVERNO VAI IMPORTAR ÍNDIOS DA BOLÍVIA PARA OCUPAR ÁREA ONDE NÃO EXISTE NENHUM

           O governo brasileiro vai importar índios da Bolívia para ocupar a área equivalente a quase onze mil campos de futebol, criado em quatro municípios brasileiros como área indígena, mas onde não há um só índio? A pergunta foi feita em vídeo divulgado pelas redes sociais pelo deputado federal Fernando Máximo.

           É o segundo parlamentar de Rondônia a apresentar um PDL, Projeto de Decreto Legislativo, pedindo o cancelamento da criação do Parque Nacional Povos Indígenas do rio Tanaru, ocupando áreas de Chupinguaia, Parecis, Pimenteiras do Oeste e Corumbiara.

          No vídeo, Fernando Máximo protesta: “é uma área do tamanho de quase onze mil campos de futebol. Onde não tem sequer um índio. O único que existia e vivia ali, solitário, já morreu. Então, será que o governo brasileiro vai importar índios da Bolívia para ocupar aquela área?”, ironiza.

            Ele diz que “não posso acreditar que isso seja verdade. Se for, é mais lima aberração. Não podemos aceitar isso”. Para protestar e exigir que o decreto presidencial seja cancelado, o parlamentar ingressou que a PDL. “Sei que não é fácil”, diz Máximo no vídeo que divulgou, mas avisa: “nós não vamos desistir!”.

             Da bancada federal, a deputada Sílvia Cristina também gravou vídeo protestando contra o decreto de criação da nova área de proteção ambiental, que certamente vai desalojar muita gente. Outro deputado, Lúcio Mosquini, já havia registrado seu protesto tão logo o decreto foi conhecido.

            O primeiro a agir foi o senador Jaime Bagattoli, que, via Senado, ingressou com um PDL para não permitir que o decreto de Lula seja mantido.

ACIR PRONTO PARA ENTRAR NA BATALHA PELO SENADO, FALA DE PLANOS, DA PRIVATIZAÇÃO DA 364 E DOS PEDÁGIOS ABUSIVOS

       Acir Gurgacz tem certeza de que não haverá obstáculos legais para que sua candidatura ao Senado seja confirmada. O TRE já transferiu duas vezes a decisão final sobre o assunto, mas, certamente, na próxima terça-feira o assunto será definido. Com 83 por cento dos eleitores rondonienses ainda sem terem definido seu candidato ao Senado, segundo ele informa, seu nome surge como forte opção.

          Nesta sexta-feira, quando participou do programa Papo de Redação, com os Dinossauros, na Parecis FM, Acir falou, como sempre empolgado, sobre suas realizações na vida pública e sobre planos para o futuro, o que inclui, é claro, sentar numa das duas cadeiras a que Rondônia tem direito no Senado.

           O experiente político e histórico empresário (sua família é pioneira em Rondônia, comandando a Eucatur, uma das maiores empresas de transporte de passageiros do país) ele lembrou que, mesmo sem ser senador, lutou muito para que a privatização da BR 364 não fosse feita como o foi e ainda com os preços abusivos do pedágio, como está ocorrendo.

            Acir disse, contudo, que por sugestão sua, foram incluídas cláusulas no contrato de privatização que permite ao Dnit investir nas obras de melhorias e duplicação da Rodovia, além de emendas parlamentares. Na medida em que estas emendas e os recursos do Dnit forem sendo aplicados, os valores dos pedágios diminuiriam.

            Num dos momentos do bate-papo com os Dinossauros, ele contou que a Eucatur chega a pagar meio milhão de reais em pedágios e lamentou que “no final das contas, quem paga é o passageiro, aquele que menos condições tem, porque não tem carro e usa ônibus para se deslocar”.

            Disse ainda que, se pudessem, a Eucatur e outras empresas que estão pagando fortunas aos pedágios, certamente investiriam os valores na recuperação da BR 364. Que, aliás, segundo ele, continua por, registrando ainda mais mortes do que antes da privatização.

              Acir vem aí. Olho nele!           

TED WILSON TRAZ DE SÃO PAULO A IDEIA DO SUS ESTADUAL, PARA ACABAR COM AS ENORMES FILAS NA SAÚDE PÚBLICA

          Não é uma ideia maluca, como se alguém dissesse que descobriu petróleo no seu terreno. Mas é algo tão óbvio que, nos meios políticos e governamentais, não se compreende como até agora, ninguém defendeu esta ideia em Rondônia: a criação do SUS estadual. O sistema já funciona em São Paulo com grande sucesso, acabou com as filas da regulação e ao invés de vidas perdidas (“a fila mata”, diz o rondoniense autor da proposta) ela salva gente.

          Quem traz a ideia é o ex-vereador e hoje candidato a deputado federal pelo MDB, Ted Wilson. Inspirado no SUS Paulista, Ted, que também já foi presidente da Fhemeron, defende a utilização da rede privada e filantrópica, com remuneração complementar aos procedimentos do SUS nacional, “para ampliar o atendimento e reduzir filas sem a necessidade de construir novos hospitais”.

           Basicamente, ele explica a ideia: “o maior problema do SUS não é apenas a falta de hospitais, mas a defasagem da Tabela SUS Nacional, que paga valores considerados insuficientes para muitos procedimentos, tornando pouco atrativo o credenciamento de hospitais privados ao sistema público”.

            Ele destaca que, em São Paulo, “o problema começou a ser enfrentado com a criação da Tabela SUS Paulista, que complementa os valores pagos pelo Ministério da Saúde. Em alguns procedimentos, os reajustes chegaram a até 400 por cento, permitindo a ampliação do atendimento em áreas como cirurgias, oncologia, obstetrícia e exames especializados.

           É uma ideia viável, com a complementação dos recursos vinda de emendas parlamentares e recursos do Estado. A adaptação do sistema em Rondônia seja a solução definitiva para acabar com as filas da saúde. Como é criativo e teme ter seu projeto copiado, Ted Wilson já registrou a ideia em cartório. 

CFM COMEMORA LEI DA PROFICIÊNCIA MÉDICA, DEPOIS DE UMA LUTA DE DÉCADAS PELA QUALIDADE NA MEDICINA

          Prestes a ser derrotado no Congresso, pronto para votar lei que obriga exames proficiência para os médicos, a exemplo do que são obrigados os advogados, antes de poderem começar a atuar na profissão, o governo brasileiro voltou atrás. Nesta sexta, o presidente Lula editou uma Medida Provisória, agora apoiando a medida considerada vital para a qualidade da Medicina brasileira.

           O médico rondoniense Hiran Gallo, presidente do Conselho Federal de Medicina, com 650 mil associados, comentou sobre o assunto: “há décadas, o CFM denuncia a abertura indiscriminada de escolas médicas sob autorização do Governo Federal; alerta para as fragilidades na formação oferecida no país e defende a instituição de mecanismos objetivos para avaliar competências necessárias ao exercício profissional. Com a publicação desta MP, finalmente o Governo Federal reconhece que há falhas estruturais na formação médica brasileira e age”.

          O Enamed, nada mais é do que o atendimento de uma luta de décadas do Conselho Federal de Medicina e dos Conselhos Regionais, que trabalharam bravamente para que a decisão fosse tomada e implantada.

           A partir de agora, o estudante de Medicina precisará demonstrar que está realmente apto e qualificado na prova para obter o registro profissional e exercer a medicina legalmente no país. O ato foi assinado durante a inauguração do Hospital Universitário da Universidade Federal de São João del-Rei e a cerimônia contou com a presença dos ministros da Educação, Leonardo Barchini, e da Saúde, Alexandre Padilha, entre outras autoridades.

           O Brasil tem hoje nada menos do que 389 escolas médicas espalhadas pelos Estados e Distrito Federal. É a segunda maior quantidade do mundo, ficando apenas atrás da Índia.

CANEDO EXPLICA PORQUE O TSE EXTINGUIU AÇÃO QUE TENTAVA PROIBIR FILME SOBRE A VIDA DE BOLSONARO

        Quer entender porque o TSE extinguiu ação que tentava impedir a exibição do filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período eleitoral? O advogado Nelson Canedo, especialista em direito eleitoral e uma das vozes mais respeitadas quando se trata da legislação que comanda as eleições, fez um vídeo nas redes sociais, explicando tudo.

        Segundo Canedo, duas ações ingressaram no TSE, pedindo que a exibição do filme do principal líder da direita no Brasil não fosse permitida, ao menos neste período eleitoral. Segundo os autores da ação, o filme configuraria propaganda eleitoral antecipada e abuso do poder econômico. O filme, alegam os autores da ação, poderia servir em propaganda de enorme impacto, beneficiando Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente.

           Para a decidir pela extinção da ação, Canedo lembra que o TSE considerou a inexistência de um requisito básico: falta de legitimidade dos autores da ação. Ele explica que nas pré-campanhas, como agora, somente os partidos políticos, federações e o Ministério Público possuem legitimidade para tais atos.

          Já nas campanhas, além destes três entes, também podem propor ações eleitorais os candidatos já registrados. Há outros quesitos necessários para tais pleitos. Canedo detalha tudo e quem quiser ter acesso a todas as informações, basta acessar o link https://www.instagram.com/reel/DZw8aHJB_fR/?igsh=YXUyNDlrc2xjMTk1

ESQUERDA NÃO ACEITA PERDER NAS URNAS, TANTO NO PERU QUANTO NA BOLÍVIA. BOLIVIANOS ESTÃO SOB ESTADO DE EMERGÊNCIA

           No Peru, o presidente esquerdista derrotado Roberto Sánchez não aceita o resultado das urnas e avisa manifestações contra a eleita Keiko Fujimori. O país sai rachado ao meio das urnas, com a presidente eleita tendo apenas alguns milhares de votos a mais. Mas o perdedor, claro, mão quer saber. Quer ganhar na marra!

          Na nossa vizinha Bolívi9a, está acontecendo o mesmo. O presidente Rodrigo Paz, eleito por ampla maioria nas últimas eleições e livrando os bolivianos de governos esquerdistas que atrasaram o país em décadas, não consegue governar. Ao ponto de ser obrigado a decretar estado de emergência, neste sábado.

           A decisão se deu  em meio à escalada da crise política e econômica no país. A medida amplia os poderes do governo para mobilizar as Forças Armadas e remover bloqueios de estradas que já duram 50 dias e vêm afetando o abastecimento e a economia boliviana.

          “Este não é um estado de emergência para restringir a vida das pessoas. É um estado de emergência para devolver a liberdade ao povo, para libertar a Bolívia daqueles que usam o conflito político para bloquear estradas e prejudicar a população”, declarou o Rodrigo Paz, ao anunciar a medida.

          Os protestos são liderados por sindicatos e associações rurais, muitos deles aliados ao ex-presidente Evo Morales, que está foragido, com mandado de prisão em aberto contra ele . Manifestantes bloquearam rodovias estratégicas em várias regiões, deixando caminhões parados e comprometendo o fornecimento de produtos básicos em diferentes áreas do país, incluindo a capital, La Paz.

QUAL SERÁ A DECISÃO DOS AMERICANOS SOBRE PROCESSO DE EMPRESAS DE TRUMP CONTRA O MINISTRO ALEXANDRE DE MORAES?

          Aliado de primeira hora do governo brasileiro, se tornando um importante braço forte dentro da Justiça (leia-se STF) como parceiro da atual administração sob o comando do presidente Lula, o ministro Alexandre de Moraes conseguiu com que a AGU, A Advocacia Geral da União, o defenda nos Estados Unidos, onde ele é processado pelas empresas Rumble e Trump Media, por interferência e censura em empresas americanas.

          A AGU pede à Justiça dos Estados Unidos para que o Brasil seja incluído como parte na ação judicial e que a denúncia contra Moraes “é uma tentativa de ofensa à soberania brasileira”. Mas, em uma petição enviada à Justiça da Flórida, as duas empresas argumentam que Alexandre de Moraes foi notificado sobre o caso e não se manifestou no prazo estabelecido. Pede, portanto, que ele seja julgado à revelia.

          De agosto de 2025 a março deste ano, a citação de Moraes ficou retida no STJ e, ao final do julgamento do caso, os ministros rejeitaram o pedido da Justiça dos Estados Unidos. O poderoso ministro do STF foi processado no seu CPF, o que não foi aceito pelos seus colegas do Judiciário brasileiro.

O processo contra o magistrado brasileiro foi aberto em fevereiro no Tribunal Federal da Florida. As acusações são que Moraes promoveu censura ilegal contra usuários ligados à direita brasileira e que a censura teria sido praticada contra empresas americanas. Moraes obrigou as empresas americanas a remover contras de figuras brasileiras, o que viola a Primeira Emenda de total liberdade de expressão na Constituição americana. Pode haver pedidos de indenizações milionárias, entre outras penalidades.

Não se sabe ainda qual será o desfecho do caso.

PERGUNTINHA

         Você sabia que enquanto descerebrados e descerebradas brasileiros aplaudem o governo de tirania do Irã e fazem discursos em defesa da mulher por aqui, por lá duas atletas, pouco mais que meninas, foram assassinadas por críticas aos ditadores e uma conhecida cantora, a da foto, foi condenada a 70 chicotadas por ter cantado sem um véu na cabeça?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO




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