quinta-feira, 29 de janeiro de 2026

Estrella Galicia 0,0 nomeia o Grande Prêmio do Brasil de MotoGP e sorteia ingressos VIP; veja como participar

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Estrella Galicia 0,0 será patrocinadora principal do Grande Prêmio do Brasil. É o retorno da MotoGP ao país, com promoção com brindes, pontos e experiência VIP.

MotoGP volta a ter uma etapa no Brasil após mais de duas décadas, e a cervejaria espanhola Estrella Galicia 0,0 assume a posição de patrocinadora principal do evento. Inclusive dará o nome do Grande Prêmio do Brasil.

Estrella Galicia 0,0 nomeia o Grande Prêmio do Brasil de MotoGP - DivulgaçãoEstrella Galicia 0,0 nomeia o Grande Prêmio do Brasil de MotoGP - Divulgação

Em outra frente, a marca anuncia uma promoção nacional que permite aos fãs acumular pontos, resgatar brindes oficiais e concorrer a uma experiência VIP completa em Goiânia.

As informações sobre a nomeação da etapa e a promoção foram divulgadas pela Estrella Galicia 0,0.

Como participar da promoção

Ao longo da promoção, válida de 16 de janeiro a 27 de março, ou enquanto durarem os estoques dos prêmios. Os participantes poderão acumular pontos e trocá-los por brindes oficiais e colecionáveis.

A cada produto Estrella Galicia, o consumidor ganha um ponto e, a partir de 12 pontos, já está apto a resgatar prêmios, incluindo boné, copo térmico, shoulder bag e jaqueta exclusiva, todos personalizados com a identidade do MotoGP e da Estrella Galicia 0,0.

Os produtos são oficiais da MotoGP - DivulgaçãoOs produtos são oficiais da MotoGP - Divulgação

Além disso, todos os consumidores cadastrados até 6 de março concorrem automaticamente ao prêmio final, que oferece uma experiência VIP completa durante a etapa brasileira do campeonato.

Para mais informações sobre o regulamento da campanha e para cadastrar os números dos produtos, a marca orienta acessar o site https://www.promocaoestrellagalicia.com.br/.

Os sorteados Vips terão 3 dias de acesso a espaços exclusivos - DivulgaçãoOs sorteados Vips terão 3 dias de acesso a espaços exclusivos - Divulgação

Prêmio VIP

O prêmio final contempla dois ganhadores, com direito a acompanhante, para uma experiência VIP de três dias no Grande Prêmio do Brasil, em Goiânia.

Os vencedores terão acesso a um espaço exclusivo da marca no autódromo, com open bar e open food, acesso aos bastidores do evento, além de conhecer os pilotos patrocinados pela marca.

A experiência inclui traslado, hospedagem e alimentação, garantindo suporte completo aos vencedores durante o evento.

Grande Prêmio do Brasil e Diogo Moreira - DivulgaçãoGrande Prêmio do Brasil e Diogo Moreira - Divulgação

Diogo Moreira e o retorno da MotoGP ao Brasil

Grande Prêmio do Brasil será, de fato, o palco da grande estreia de Diogo Moreira, embaixador da Estrella Galicia 0,0, na categoria principal, segundo a divulgação da marca.

Moreira fará seu debut na MotoGP diante do público local depois de conquistar, na temporada passada, o título mundial da Moto2, encerrando um ciclo de evolução que teve o apoio da Estrella Galicia 0,0 desde as categorias de base.

Sobre a relação da empresa com o Brasil, Ignacio Rivera, presidente executivo da Corporación Hijos de Rivera, afirmou, "Nossa empresa está fortemente vinculada a um mercado com sólida tradição e cultura cervejeira, como é o perfil do brasileiro, no qual temos presença histórica graças à aposta firme e persistente da companhia no país, por meio de uma filial própria".

Moreira fará seu debut na MotoGP 2026 - DivulgaçãoMoreira fará seu debut na MotoGP 2026 - Divulgação

O Brasil volta a receber uma etapa do campeonato após 22 anos, representando um marco da expansão do Motociclismo no país, que é o único da América Latina presente no calendário de 2026.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Opinião de Primeira - LÉO MORAES DEU O AVAL QUE FALTAVA E FLORI, PREFEITO DE VILHENA, CONFIRMA CANDIDATURA AO GOVERNO

         


 

Agora é definitivo! O prefeito de Vilhena, Delegado Flori, é mesmo candidatíssimo ao Governo. O aval público que ele ainda queria, foi dado pelo prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, num evento social deste final de semana, que acabou se transformando em acontecimento decisivo para a política regional e para as pretensões de Flori.

        O prefeito reeleito de Vilhena já vinha demonstrando forte desejo de disputar o Governo. Numa das suas muitas entrevistas nas últimas semanas, quando anunciou seus projetos, Flori disse, no programa dos Dinossauros (Parecis FM, segunda a sexta, meio-dia) que dependia apenas do aval daquele que seria seu maior cabo eleitoral: Léo Moraes, o prefeito de Porto Velho.

           Além de ser o presidente regional do Podemos, partido do Delegado Flori, Léo é ainda o prefeito com maior aprovação entre os de todas as capitais do país e comanda a cidade que tem o maior eleitorado do Estado. Ter este apoio seria e é vital para as pretensões de qualquer postulante ao Governo, ainda mais para um membro do mesmo partido que o jovem alcaide porto-velhense dirige.

            No final de semana, durante a comemoração do aniversário do secretário de saúde de Porto Velho, Jaime Gazola, na sede da OAB, apenas para convidados especiais, os discursos se transformaram em uma espécie de pré-campanha política. Jaime, candidatíssimo à Câmara Federal, foi o centro das homenagens, mas tanto ele quanto os demais oradores, destacaram a candidatura do Delegado Flori ao Governo. O próprio prefeito de Vilhena discursou, dizendo que está pronto e preparado para enfrentar o desafio.

              Com a entrada de um novo nome, ainda pouco conhecido no restante do Estado, mas muito forte no Cone Sul, começa a mudar o quadro da disputa. Há quem diga que o principal prejudicado com a candidatura de Flori, será o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria. Ambos são de direita, ambos são novos numa disputa estadual deste peso e disputam votos também na mesma região. O maior beneficiado seria o senador Marcos Rogério.

             Mas, claro, tudo isso é estudo de futurologia. Lá na frente é que saberemos se todas as candidaturas (incluindo a de Expedito Netto, pelo PT e Hildon Chaves, do PSDB) serão mantidas ou se tudo muda, como as nuvens da política, que mudam a cada instante. Esperemos, pois!

ENCONTRO DE CONTAS GOVERNO E ENERGISA: PREFEITURAS VÃO RECEBER MAIS DE 300 MILHÕES DE REAIS

          Mais de 1 bilhão de reais. Este é o valor a ser rateado entre Governo do Estado e Prefeituras, graças a aprovação de projeto de encontro de contas entre o Estado e a Energisa. O caso se arrastava desde 2019, quando começou uma mobilização dos prefeitos rondonienses, através da sua associação, a Arom e culminou com a aprovação do projeto que beneficiará todos os municípios. Só para se ter ideia dos valores, a Prefeitura de Porto Velho deve receber em torno de 40 milhões de reais deste dinheiro.

         O total de recursos a serem distribuídos aos municípios deve bater na casa dos 300 milhões de reais e todos receberão sua parte, proporcionalmente à sua população. Chamado de projeto de Transação Tributária, a aprovação significa que todas as empresas que tenham débito com o Governo do Estado, terão direito à mesma negociação.

Resumo da ópera: a Energisa tem uma dívida de 1 bilhão de reais com o Estado de Rondônia. O Estado tem uma dívida de 1 bilhão de reais com a Energisa. Não se sabe porque diabos ou que interesses estavam em jogo que uma negociação simples, que resolveria o problema, levou nada menos do que quase sete anos para ser resolvida.

          A Energisa já depositou há muito tempo o valor que deveria pagar e aceitou que o Estado parcelasse, em vários anos, seu 1 bi de reais de dívida com a empresa. Todos ganham. A pergunta que fica é: quem e por quais motivos era grande este grande negócio só agora foi autorizado.

          No final das contas, foi Rondônia e suas Prefeituras os grandes vencedores. Graças à decisão do presidente da Assembleia, deputado Alex Redano, atendendo pedido do presidente da Arom, o ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves, que falava em nome de todas as Prefeituras, o projeto foi colocado em votação e teve um único voto contrário.

          O presidente da AROM, Hildon Chaves, destacou que a aprovação do projeto é resultado da união dos municípios e da persistência do movimento municipalista. “Essa é uma vitória construída com diálogo, mobilização e união. Defendemos diariamente os municípios e sabemos das dores causadas pela queda de receitas e pelo aumento constante de encargos”, afirmou.

O TUCANO HILDON CHAVES VAI ENTRAR NA DISPUTA PELO GOVERNO. PODE SER COM O MDB OU COM UNIÃO BRASIL. DECISÃO EM MARÇO

        Tem mais um candidato ao Governo, a partir de agora. O ex-prefeito de Porto Velho, Hildon Chaves, está entre os que querem sentar na cadeira que hoje é de Marcos Rocha. Ele se animou ao aparecer nas pesquisas com até 16 pontos, com Marcos Rogério e Adailton Fúria à frente, mas Hildon surgindo como uma forte terceira via. O ex-Prefeito deixou o posto, depois de oito anos de governo em Porto Velho, com uma alta dose de aprovação. Mas, alega, as pesquisas são feitas em todo o Estado e é em diferentes regiões ele tem conseguido percentuais positivos para uma eventual candidatura ao Palácio Rio Madeira/CPA.

             Não é só um partido que “namora” Hildon Chaves. O MDB já lhe fez várias ofertas. Recentemente, o União Brasil, através do deputado federal Maurício Carvalho, também entrou no assunto. Caso Hildon tope, poderia liderar a Federação que tem o UB, o PP e, somando-se a eles, o PSDB, que não está no pacote oficial, mas é o partido do ex-Prefeito. No caso do MDB, ao que se ouviu nos bastidores, Hildon poderia, caso topasse, comandar toda a estratégia de campanha do partido.

              Ao participar do programa Papo de Redação, na última segunda-feira,  além de defender interesses das Prefeituras, já que preside a Associação dos Municípios de Rondônia, a Arom, Hildon também falou sobre a eleição deste ano. Deixou claro que pretende disputar o Governo, mas que as decisões ocorrerão mais à frente. Elas começam a ser definidas, segundo ele, “depois do Carnaval”, quando o ano verdadeiramente começa no Brasil. E em Rondônia. 

CONFÚCIO FORA DA REELEIÇÃO? BASTIDORES DA POLÍTICA E ATAQUES A BOLSONARO SERIAM FORTES INDÍCIOS

          Não é definitivo, é claro! Mas os bastidores anunciam que o senador Confúcio Moura pode desistir de concorrer à reeleição em outubro. Há também indícios de que isso pode ser real. As conversas que circulam nos meios políticos informam que Confúcio teria fechado um acordo com o empresário e ex-senador Acir Gurgacz. Confúcio teria anunciado sua desistência em disputar a eleição e fechado um acordo entre o MDB, que ele preside e o PDT, de Acir.

             Os emedebistas apresentariam, no acordo, uma nominata para a Assembleia Legislativa e os pedetistas, uma para a Câmara Federal. Não se pode afirmar com todas as letras que é real o acordo, já que este tipo de conversa não é confirmada por nenhum dos participantes. O que é verdade é que Gurgacz já havia informado a Confúcio que vai mesmo disputar o Senado e não o Governo, como poderia ocorrer.

           Outra questão que sugere que Confúcio Moura não vai à reeleição são vídeos em que ele ataca o ex-presidente Bolsonaro, numa Rondônia em que 70 por cento são bolsonaristas.  Cobrado nas redes sociais de que seria o culpa pelos pedágios e preços na BR 364, Confúcio negou e disse que o assunto começou no governo Bolsonaro. Foi rapidamente desmentido também nas redes sociais: a questão da privatização da 364 começou em 2017, dois anos antes de Bolsonaro ser Presidente.

            Além de continuar sofrendo pesadas críticas pela criação de onze áreas de reserva ambiental um dia antes de deixar o Governo, agora Confúcio entra diretamente em rota de colisões com o bolsonarismo rondoniense.

SEM LIDERANÇAS E NOMES QUE PUXEM VOTOS, COMO FICARÁ O ANTES PODEROSO MDB RONDONIENSE?

          Sem Confúcio Moura (caso ele desista mesmo de ir à reeleição); sem Lúcio Mosquini (o ex-presidente que deixou o partido, porque não concorda que ele caminhe com a esquerda); sem Valdir Raupp e sem Marinha Raupp, a dupla que brilhou no Congresso  e que não quer mais saber de disputas eleitorais; sem o ex-senador Amir Lando, como ficará o MDB de Rondônia?

          A juíza aposentada Euma Tourinho, que disputou a Prefeitura de Porto Velho na última eleição, chegando a mais de 25 mil votos, foi outra que, tão logo passou a disputa, deixou o partido. Euma será candidata a deputada federal pelo Podemos, com o apoio do prefeito Léo Moraes. Willames Pimentel, que é outro nome importante do partido, também não estaria disposto a concorrer novamente.

            O MDB ainda pode fazer alianças fortes, mas de emedebistas mesmo, com nomes viáveis e conhecidos para tentar eleger bancadas fortes tanto no parlamento estadual quanto no federal, está muito difícil. O MDB hoje não tem nenhum “puxador” de votos que possa levar consigo um ou mais candidatos à Assembleia e, muito menos, para a Câmara Federal.

             O partido, que já foi o maior e mais poderoso do Estado, conta hoje com apenas quatro prefeitos, entre as 52 cidades rondonienses: Jeverson Lima, de Jaru; Cleone Lima, do Vale do Anari;  Osmy Toledo, de Teixeirópolis e Silvano Almeida, de Cabixi. Em Porto Velho, o partido tenta se reconstruir, com nova lideranças, que assumiram o Diretório Municipal, mas sem nenhuma grande estrela.

              Como disse um antigo emedebista, numa roda de conversa: “se Confúcio não disputar a eleição, o MDB de Rondônia pode se desintegrar!”

MARIANA CARVALHO PODE DEFINIR PELO SENADO EM BREVE, ENQUANTO MAURÍCIO ALINHAVA CONVERSAS PARA OUTUBRO

           Todos os indícios apontam para Mariana Carvalho. Isso mesmo! A ex-deputada federal e muito querida pelos rondonienses, está muito perto de oficializar sua candidatura ao Senado, pela segunda vez. Nada foi oficializado, ao menos por enquanto, porque o irmão dela, o deputado federal Maurício Carvalho está em conversações com várias lideranças, para definir seu próprio caminho. Ele pode ser candidato ao Governo, inclusive, já que é um dos líderes do União Brasil no Estado e, com este poder, anda dialogando com vários partidos que possam ser aliados, além do PP, que já faz parte da Federação nacional entre as duas siglas.

             Mariana continua percorrendo o Estado, até hoje entregando benefícios graças às emendas que conseguiu para Rondônia quando ainda era deputada. Onde chega, é recebida com festa e alegria. Mesmo não tendo sucesso nas duas últimas eleições (para o Senado, há quatro anos e para a Prefeitura de Porto Velho) ela tem a política no sangue e continua como uma liderança importante e incontestável na política regional.

              Maurício, enquanto isso, trabalha mais nos bastidores. Suas conversas, embora não tenha ainda martelo batido, alinhavam futuros projetos e alianças para a disputa de outubro próximo.  Os dois irmãos, ambos ainda jovens e com futuro no nosso mundo das eleições, certamente vão estar na disputa. Se ela fosse hoje, Mariana iria ao Senado e Maurício buscaria a reeleição. Mas ainda há um longo caminho a trilhar, até as decisões finais. Mais algumas semanas, saberemos com mais segurança sobre as decisões eleitorais dos irmãos Carvalho.

UNIÃO DOA ÁREA E PRÉDIOS SEMIACABADOS NA BR 364, LONGE DO CENTRO, PARA A PREFEITURA DE PORTO VELHO

         Presente grego? A União está doando à Prefeitura de Porto Velho alguns prédios em parte construídos, abandonados há cerca de 19 anos, desde que um processo de corrupção foi aberto e as obras paralisadas. Ali seria construída a nova sede da Polícia Rodoviária Federal. Seria bom, caso o local não fosse uma área na BR 364, distante vários quilômetros do centro da cidade, no acesso à Estrada da Areia Branca.

          A área é imensa: mais de 42 mil metros quadrados, com vários prédios semiacabados. Não há informações se as obras realizadas há quase duas décadas ainda poderiam ser aproveitadas ou não. Mas é provável que sim. Só que tudo teria que ter acabamento. 

           O problema é que, se instalada naquele local,  a sede da Prefeitura ficaria totalmente na contramão para a imensa maioria dos porto-velhenses. Fácil para quem tem carro; praticamente inacessível para quem não tem.

            O que se ouve pelos corredores da Prefeitura, já que não há ainda uma posição oficial do prefeito Léo Moraes e sua equipe, é que o local, dependendo do investimento que ainda teria que ser feito para concluir as obras, poderia abrigar secretarias como a de Infraestrutura e outras, até para local de guarda de máquinas e equipamentos, onde não há atendimento ao público. Para a sede administrativa da Prefeitura, ao menos por enquanto, não existe qualquer projeto para mudança do prédio do Relógio.

CERCADO NO MATO GROSSO, LÍDER FORAGIDO DA LCP É MORTO AO AMEAÇAR ATIRAR EM PMS DE RONDÔNIA

          A perigosa Liga dos Camponeses Pobres, a famigerada LVP de Rondônia, perdeu, neste final de semana, um dos seus mais perigosos e violentos líderes. Adeildo Calheiro, o “Flecha” foi cercado pela PM de Rondônia, quando descoberto no Mato Grosso, na cidade de Alto Paraguai, a cerca de 200 quilômetros de Cuiabá. Ele estava foragido, foi cercado, reagiu mirando policiais e acabou morto.

           “Flecha”, acusado de vários crimes, tinha dois mandados de prisão em aberto. Foragido, estava no Mato Grosso, quando foi descoberto pelo serviço de inteligência da PM rondoniense. Cercado pelos policiais do BOPE, ele tentou fugir, armado, depois de saltar por uma janela. Apontou a arma contra os PMs, mesmo cercado e acabou baleado.

            A LCP é uma organização criminosa que a própria polícia teme em enfrenta. Usando táticas de guerrilha, fortemente armados, o grupo que invade propriedades, mata pessoas, sequestra, destrói máquinas, equipamentos e prédios, cresceu muito, sob os olhares complacentes das autoridades de todos os níveis. Quando atacados, os líderes colocam crianças, principalmente e mulheres na linha de frente, para depois poderem acusar os policiais de violência contra pessoas indefesas.

          No confronto em que o criminoso morreu, a PM descobriu que ele estava armado com uma pistola Glok 9 milímetros, com 16 cartuchos. Levava também uma mochila com mais de 50 munições. No ano passado, 1.377 unidades da pistola Glok, iguais a que o líder da LCP usava, foram apreendidas com bandidos, em todo o país.

OBRAS DE SANEAMENTO E ASFALTO PARA COMUNIDADE DO PARQUE AMAZÔNIA: PEDIDO DE GEDEÃO LEVADO À SEINFRA

           Melhorar a vida das comunidades, lutando por seus pleitos. Conseguir avanços que representem melhoria na qualidade de vida das pessoas. Estas são algumas das missões que o vereador Gedeão Negreiros leva com toda a força e prioriza do seu mandato. Foi o  que fez, mais uma vez, ao defender a realização de obras, tanto de drenagem como de asfalto, em ruas do bairro Parque Amazônica.

           O pedido foi encaminhado ao secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Felipe Cantanhede Pacheco, principalmente para as ruas Paineira e Corticeira, do bairro Parque Amazônia.

           De acordo com o parlamentar, as vias são importantes acessos à Escola Eduardo Valverde Araújo Alves e encontram-se em condições precárias, especialmente durante o período chuvoso, quando ocorrem constantes alagamentos que dificultam a mobilidade de moradores, estudantes e demais usuários.

          Na justificativa, Gedeão destacou que a situação tem causado sérios transtornos à população, comprometendo o tráfego de veículos e pedestres, além de favorecer a proliferação de insetos e o surgimento de doenças, colocando em risco a saúde pública e a qualidade de vida da comunidade local.

          O vereador ressaltou ainda que diversas reclamações chegaram ao seu gabinete por parte dos moradores, que pedem providências urgentes para a recuperação das vias. Segundo ele, a execução das obras é fundamental para garantir segurança, acessibilidade e melhores condições de trafegabilidade, principalmente para a comunidade escola.

PERGUNTINHA

        Você sabia que um assassino psicopata que atacou uma escola, matou quatro estudantes e feriu 12 pessoas, em Aracruz, no Espírito Santo em novembro de 2022, está soltinho da silva, depois de cumprir três anos de “medidas sócioeducativas”, porque tinha 16 anos à época dos cruéis assassinatos?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO





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Postagem sugerida pelo Cido, o melhor mecânico de Fusca de São José do Rio Preto-SP, e Região.










terça-feira, 27 de janeiro de 2026

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 ENTREVISTA

O prefeito de Vilhena e pré-candidato ao Governo de Rondônia pelo Podemos, Delegado Flori, concedeu sua primeira entrevista ao podcast Resenha Política. Falou das principais propostas de governo e apresentou um balanço amplo das ações implementadas no município do Cone Sul, desempenho que lhe rendeu uma das melhores avaliações entre os atuais  prefeitos rondonienses.
VITRINE
Como manda o figurino, iniciou com uma imersão na trajetória profissional até o ingresso na política. Apresentou-se como alternativa à polarização já desenhada entre o senador Marcos Rogério (PL) e o prefeito de Cacoal, Adailton Fúria (PSD), enfatizando sobretudo as ações na saúde municipal, vitrine administrativa que alavancou sua popularidade regional.
PROLIXIA
Flori não exala o carisma intuitivo de Fúria, tampouco demonstra a desenvoltura retórica de Marcos Rogério ao explicar projetos e intenções. Ainda assim, mesmo derrapando na prolixidade, Flori revela segurança ao tratar temas complexos da administração pública e destemor ao criticar o que chama, sem rodeios, de máfias entranhadas no serviço público. Reconhece a dureza da disputa e aposta que as políticas bem-sucedidas de Vilhena podem ser replicadas no restante do Estado, ainda que o discurso, por vezes, soe mais ambicioso do que exequível.
MÁFIAS
O momento mais tenso da entrevista, disponível no podcast Resenha Política em nosso canal no YouTube, ocorre quando o prefeito afirma ter enfrentado três “máfias” para reorganizar a saúde municipal: a “máfia de branco”, em referência aos médicos; a “máfia do sindicato dos ladrões”, sem especificar qual entidade; e o preconceito ideológico contra a Parceria Público-Privada na administração pública.
PERFIL
Foi por meio de uma PPP que Flori transferiu a gestão da saúde municipal a uma Organização Social sem fins lucrativos. Segundo ele, a única saída para melhorar os serviços públicos, inclusive em escala estadual. A declaração inflama o debate e revela um personagem confortável no confronto. Em uma eleição estadual, esse perfil não passa despercebido. A beligerância acima do tom não combina com o figurino governamental. O candidato precisa ser repaginado antes  de queimar na largada.
PROTOCOLAR
É verdade que o prefeito de Porto Velho e presidente estadual do Podemos, Léo Moraes, tem feito declarações públicas destacando as qualidades administrativas de Flori Cordeiro e registrando sua pretensão de disputar o governo. Fê-lo como dirigente partidário e também por elegância pessoal, já que o prefeito de Vilhena estava presente no evento realizado na capital. Foi um apoio protocolar sem caráter homologatório como os avexados interpretaram.
SINAIS
Nada mais trivial do que registrar a presença de um correligionário ilustre que manifesta desejo de disputar o Executivo estadual. Daí a transformar gestos protocolares em apoio fechado existe uma avenida larga. Mas, na política, os apressados enxergam sinais onde só há formalidade. Ao que parece, óculos é uma mercadoria escassa em nosso meio.
VOANDO
Diferente do apoio protocolar a Flori, Léo Moraes tem explicitado apoio à pré-candidatura do Delegado Camargo ao Senado Federal. Trata-se de um projeto que exige menor exposição e menos desgaste do que uma candidatura ao governo, e o ungido já demonstra musculatura eleitoral relevante. Nenhum outro postulante as vagas recebeu uma manifestação tão direta quanto Camargo.
CORINGA
Embora ambas sejam disputas majoritárias, os interesses são distintos. Além disso, Camargo oferece uma saída estratégica confortável caso Léo seja compelido a rever seus próprios planos à medida que as convenções se aproximem. A capilaridade demonstrada é tamanha que, se o projeto migrar para a Câmara Federal, as chances de êxito seriam consideráveis. Sempre sob as asas do prefeito da capital e da nominata do Podemos.
DESABAFO
Foi pertinente o desabafo do senador Confúcio Moura (MDB) nas redes sociais ao defender sua posição sobre a implantação do famigerado pedágio na BR-364. Em tom didático, pontuou cronologicamente o processo que resultou na concessão e nas tarifas previstas em contrato. Bem diferente das perorações que professam os desafetos.
MORTES
Confúcio jamais se esquivou de apontar o principal argumento em defesa da concessão: salvar vidas. Durante anos, a BR-364 figurou semanalmente nas estatísticas de acidentes fatais, a ponto de ganhar o macabro epíteto de “Rodovia da Morte”. O discurso humanitário sustenta sua narrativa, ainda que não silencie as críticas. Erra ao não criticar e lutar por uma revisão das tarifas que estão sendo cobradas de forma extorsiva e desavergonhada. Nesta questão faz cara de paisagem.
REAÇÃO
A indignação do senador nas mídias digitais responde, com dureza, aos colegas de bancada que se omitiram durante todo o debate da concessão e, agora, diante da reação popular, tentam lavar as mãos e empurrar a responsabilidade. Embora Moura também tenha parcela de culpa por não criar obstáculos ou discutir a prefixação das tarifas, seu desabafo expõe a hipocrisia coletiva. A reação é compreensível e, em certa medida, justa.
PEDÁGIO
O que escandaliza a população não é a concessão em si, mas o valor cobrado por quilômetro rodado na BR-364. Rondônia passou a figurar no topo de um ranking indigesto: o das rodovias com tarifas mais caras do país na relação preço/distância, mesmo sem entregar, até aqui, a infraestrutura prometida.
COMPARAÇÕES
Em valores aproximados, enquanto rodovias concedidas do Sul e Sudeste cobram entre R$ 7 e R$ 12 a cada 100 quilômetros, na BR-364 o custo ultrapassa R$ 20 por 100 km. No Paraná, em trechos duplicados e bem conservados, paga-se quase metade do valor praticado em Rondônia. Na BR-163, em Mato Grosso do Sul, referência nacional em concessão, a tarifa por quilômetro é ainda menor.
INVERSÃO
A comparação desmonta o discurso oficial. Lá, cobra-se menos onde há pista duplicada, sinalização adequada e histórico de investimentos. Aqui, cobra-se mais numa rodovia que ainda promete melhorias. A lógica foi invertida: primeiro se cobra caro, depois se explica.
MODELO
A concessionária  tem invoca o “custo invisível” da estrada precária. O custo é muito visível no bolso de caminhoneiros, produtores rurais e usuários comuns, que pagam como se trafegassem numa rodovia de primeiro mundo, quando ainda enfrentam gargalos de décadas. O pedágio virou símbolo de um modelo mal digerido politicamente: tarifas elevadas, bancada federal silenciosa no momento decisivo e gritaria tardia quando o contrato virou fato consumado. Com eleição nas portas, estancar a sangria é o que interessa aos parlamentares do ócio.
ANOMALIA
Um detalhe tem passado despercebido por parte da mídia e de muitos atores políticos: a concessão da BR-364, no trecho que vai de Porto Velho a Vilhena, se estende apenas até o trevo de acesso a Colorado do Oeste. Na prática, isso significa que o segmento da rodovia que corta o perímetro urbano de Vilhena fica fora das obrigações da concessionária no que diz respeito à conservação e às obras de melhoria. Ainda assim, todo motorista vilhenense que trafega em direção ao trevo paga a tarifa integral, a mesma cobrada de quem utiliza o trecho completo da rodovia. Sem que haja uma contrapartida aos munícipes. Nem esta anomalia contratual Jaime Bagatolli é capaz de corrigir, mesmo tendo domicílio eleitoral em Vilhena. 
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CÁLCULO
Tarimbado e calejado por disputas eleitorais, Confúcio Moura sabe ler números, interpretar pesquisas sérias e decifrar cenários. Um deles revela o desgaste causado pela criação de reservas ecológicas no apagar das luzes de seu governo. Medida correta sob a ótica ambiental, mas politicamente custosa.
MESTRE
Agora, tenta se afastar da pecha de ambientalista radical para colar seu discurso em um eleitorado de esquerda e centro, fatia relevante em uma eleição senatorial de turno único e altamente fragmentada. É uma aposta arriscada, mas calculada. Nunca se deve subestimar os movimentos deste velho emedebista, ainda que continue sangrando.
DIÁLOGOS
No sábado passado, em Porto Velho, Marcos Rogério reuniu-se com Hildon Chaves para tratar das eleições estaduais. Ambos são pré-candidatos ao governo. A conversa foi amena, sem acordos firmados, mas com nova rodada já agendada.
Na sexta-feira, Maurício Carvalho recebeu em sua residência os principais líderes do União Brasil para estruturar as nominatas proporcionais. Embora se declare pré-candidato ao governo, candidatura que nem ele parece levar muito a sério, o tema sequer foi mencionado na reunião. O restou claro na reunião é que o governador Marcos Rocha não faz mais parte dos planos do União Brasil. Sequer foi convidado para o regabofe.
FILIAÇÃO
No PSD, aguarda-se um encontro entre Gilberto Kassab e o governador Marcos Rocha. A conversa pode ocorrer ainda esta semana, dependendo apenas das agendas, já que Rocha se encontra em São Paulo. O governador desmentiu semana passada que tenha se filiado a legenda, mas nunca negou os convites recebidos. Com o caneco seco de um partido para chamar de seu, o PSD pode muito bem suprir a aridez partidária.
RAIO
Embora a caminhada do deputado federal mineiro Nikolas Ferreira (PL) tenha alcançado visibilidade, o ato acabou ofuscado por um episódio tão inusitado quanto simbólico: a queda de um raio sobre a multidão reunida em Brasília para recepcioná-lo. Mais estrondoso que o próprio evento, o fenômeno natural acabou chamando mais atenção do que o objetivo central da mobilização, que era pressionar o Supremo Tribunal Federal pela libertação do ex-presidente Jair Bolsonaro. O raio também fez mais barulho que as vozes assustadas dos cerca de dezoito mil bolsonaristas — inclusive caravanas vindas de Rondônia — que foram à capital para protestar e ovacionar Nikolas.
CASQUINHA
Em um encontro de extremados, com discurso radicalizado e barulho amplificado até pelo clima, não poderiam faltar políticos de Rondônia. Marcaram presença o deputado federal Coronel Crisóstomo, o senador Jaime Bagattoli, a vereadora Sofia Andrade e até o estridente — e pouco relevante no cenário estadual — pastor Muniz, que, além das explicações políticas, ainda terá de se justificar aos seus padrinhos pela ausência temporária na confortável sinecura da capital. Em Rondônia houve quem exigiu que o quarteto caminhasse de Vilhena a Porto Velho para revogar as tarifas dos pedágios. Mas o que queriam era tirar uma casquinha para viralizar na internet. O raio queimou até esta côdea.
NUVEM
Hildon Chaves (PSDB), ex-prefeito da capital, encerrou o ano de 2026 praticamente fora da disputa padra governador por um erro estratégico de piscar com uma vaga na Câmara Federal. Isolado por tratar parceiros políticos com empáfia o ex-prefeito não soube esperar a nuvem política que se formou entre Marcos Rogério e Adailton Fúria e praticamente jogou a toalha recuando da candidatura ao Governo para uma de deputado federal. Mas a política é como nuvem, conforme Magalhães Pinto, as nuvens da disputa em Rondônia neste ano de 2026 pode ressuscitar a pré-candidatura natimorta de Hildon Chaves.
CENÁRIO
Com a entrada de Flori Cordeiro na disputa, ao se apresentar como terceira via a polarização entre Marcos e Fúria, pulveriza-se, em tese, os votos do interior e Hildon passa a ter uma chance de olho em uma vaga ao segundo turno diante deste novo cenário. Aliás, foi num mesmo formato eleitoral que em 2018 o desconhecido Dr Hildon conseguiu vencer uma eleição improvável na capital. É um cara que os ventos sempre sopra ao seu favor e consegue crescer numa campanha. É um novo cenário que estava fora do radar até então. Especialmente se evoluir as conversas para que ingresse no União Brasil para ser o candidato a governador.
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 NUVEM
Hildon Chaves (PSDB), ex-prefeito da capital, encerrou o ano de 2026 praticamente fora da disputa pelo Governo de Rondônia após cometer um erro estratégico elementar: sinalizar interesse por uma vaga na Câmara Federal. Ao flertar com a proporcional, transmitiu insegurança ao eleitor e aos aliados, além de aprofundar seu isolamento político ao tratar potenciais parceiros com empáfia — vício recorrente em quem confunde liderança com soberba.
RESSUCITADO
Sem paciência para aguardar a nuvem política que se formou entre Marcos Rogério e Adailton Fúria, Hildon antecipou a retirada e praticamente jogou a toalha ao recuar da pré-candidatura ao Governo para buscar abrigo numa disputa de menor risco. Contudo, como ensinava Magalhães Pinto, política é como nuvem: muda de forma, de direção e de densidade conforme o vento. E as nuvens da sucessão estadual de 2026 podem, ironicamente, ressuscitar uma pré-candidatura dada como natimorta.
FRESTA
A entrada de Flori Cordeiro na disputa, ao se apresentar como terceira via na polarização entre Marcos Rogério e Adailton Fúria, tende a pulverizar os votos do interior e reconfigurar o tabuleiro eleitoral. Nesse rearranjo, Hildon volta a enxergar uma fresta para mirar uma vaga no segundo turno.
PROGNÓSTICOS
Não seria novidade. Em 2018, sob um formato eleitoral semelhante, o então desconhecido Dr. Hildon venceu uma eleição improvável na capital, contrariando prognósticos e analistas. Trata-se de um político que parece manter uma relação quase mística com os ventos eleitorais: quando o subestimam, cresce na campanha. O novo cenário — até então fora do radar — recoloca seu nome no jogo, especialmente se avançarem as conversas para uma eventual filiação ao União Brasil, onde poderia surgir como alternativa viável à sucessão estadual.
NUVEM
Na política, quem aprende a ler o céu pode transformar nuvem dispersa em tempestade eleitoral — sobretudo quando se trata de alguém aparentemente sortudo como o ex-prefeito Hildon Chaves. Não foram poucas as vezes em que decretaram o seu fim político, e ele renasceu feito fênix, contrariando previsões e ironias. Em Rondônia, nada é definitivo.
CENÁRIO
Se não errar o cálculo e tiver coragem para se lançar de vez na disputa majoritária, bastará recompor pontes políticas com antigos parceiros para que sua pretensão deixe de ser apenas uma nuvem passageira e se transforme em verdadeiro dilúvio sobre os adversários. Como gostam de repetir os marketeiros de plantão: cenários são cenários.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO.