sábado, 11 de abril de 2026

Himalayan 450 Phantom é uma edição especial focada no off-road e rally

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A Himalayan 450 Phantom foi lançada como uma edição especial da Royal Enfield, com modificações voltadas ao uso off-road e produção limitada. O modelo foi desenvolvido pela concessionária britânica Cooperb Motorcycles e tem preço inicial de 10.299 libras, cerca de R$ 72 mil em conversão direta.

A proposta da Royal Enfield Himalayan 450 Phantom não partiu diretamente da fabricante indiana. A preparação foi realizada pela revenda inglesa, que utilizou a base original e incorporou uma série de componentes técnicos voltados para trilhas e uso em rally.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - DivulgaçãoRoyal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação

O resultado é uma versão exclusiva, com mudanças estruturais e mecânicas, posicionada em uma faixa de preço significativamente superior à da linha convencional da Himalayan 450.

Diferença de preço

No mercado britânico, a Himalayan 450 Phantom apresenta um valor consideravelmente mais alto em comparação às versões originais. A versão padrão Hanie Black custa 6.300 libras (aproximadamente R$ 44 mil), enquanto a Mana Black é vendida por 6.400 libras (cerca de R$ 44.600).

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - DivulgaçãoRoyal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação

A edição especial custa 3.899 libras a mais que a versão Mana Black, o que representa uma diferença aproximada de 60,9%. Esse aumento está diretamente ligado aos componentes adicionais e à preparação específica voltada ao off-road.

No Brasil, as versões topo de linha da Himalayan 450, como Hanie Black e Kamet White, têm preço sugerido de R$ 31.990, com frete incluso, segundo a marca.

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Modificações para uso off-road

A Himalayan 450 Phantom recebeu uma série de alterações com foco em desempenho fora de estrada. Entre os principais itens estão opções de amortecedor traseiro das marcas K-Tech ou Hagon, ambos com ajustes de pré-carga e compressão.

O modelo também conta com risers de guidão (com função de elevar ou reposicionar o guidão) desenvolvidos pela própria Cooperb, além de um kit de reposicionamento da mangueira de freio dianteira. O conjunto inclui ainda para-lama inferior frontal e pedaleiras articuladas Pivot Pegz.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - DivulgaçãoRoyal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação

Tanque ampliado

A preparação incorpora diversos componentes da fabricante Acerbis. Entre eles estão protetores de mão, protetores superiores do garfo, gaiters curtos, guia de corrente e protetor de cárter.

Um dos principais destaques da Himalayan 450 Phantom é o tanque de combustível ampliado, com capacidade para 23 litros. O modelo original possui tanque de 17 litros, o que indica um aumento significativo na autonomia.

O pacote inclui ainda proteção de radiador em malha metálica, carcaças de motor X-Power e banco do tipo Rally Seat com unidade traseira específica.

Motor mantido com ajustes complementares

Apesar das modificações, a base mecânica da Himalayan 450 Phantom permanece a mesma do modelo de produção. A motocicleta utiliza o motor Sherpa monocilíndrico de 452 cc.

O conjunto entrega 40 cv de potência a 8.000 rpm e torque de 4,0 kgf.m a 5.500 rpm. No entanto, a versão especial recebe um sistema de escape completo HP Corse e o kit de admissão DNA Combo Induction.

Outro item incluído é o módulo eletrônico Fuel X Pro Plus, responsável pelo gerenciamento da mistura de combustível.

Royal Enfield Himalayan 450 Phantom - DivulgaçãoRoyal Enfield Himalayan 450 Phantom - Divulgação

Produção limitada

De acordo com a Cooperb Motorcycles, a Himalayan 450 Phantom está disponível exclusivamente no Reino Unido e é comercializada em produção limitada.

A venda é realizada diretamente pela concessionária responsável pela preparação. Não há informações oficiais sobre distribuição em outros mercados.

No Brasil, como diferencial, a marca garantiu a chegada da versão Mana Black, apresentada em novembro do ano passado durante Salão de Milão.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



sexta-feira, 10 de abril de 2026

ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 NOMINATA

Embora historicamente relegado a um papel periférico no quadro político de Rondônia, o Partido Novo ensaia, nesta quadra eleitoral, uma movimentação que merece registro atento. Longe de ostentar musculatura eleitoral consolidada no estado, a legenda conseguiu, ainda assim, articular uma nominata para deputado estadual que, se não chega a ser robusta em densidade numérica, revela-se qualitativamente instigante.
ÊXITOS
Entre os nomes postos à prova das urnas, despontam o deputado estadual Luiz do Hospital e o vereador ariquemense Lucas Follador, ambos com trajetórias recentes que indicam razoável capacidade de diálogo com parcelas do eleitorado e, sobretudo, com potencial competitivo em um cenário fragmentado. Não são candidaturas de mero preenchimento de chapa; ao contrário, carregam consigo expectativas plausíveis de êxito, ancoradas em visibilidade política e atuação institucional.
ANALÓGICO
Ressurge ainda Edson Martins, ex-deputado estadual que, após longo período de ostracismo imposto pelas amarras da inelegibilidade, retorna ao jogo político. Reabilitado juridicamente, tenta agora reconstruir sua conexão com o eleitorado. Contudo, o tempo - implacável na política - parece cobrar seu preço: o vigor eleitoral de outrora já não se manifesta com a mesma intensidade, e a travessia rumo a um novo mandato exigirá esforço redobrado e uma capacidade de reinvenção que nem sempre acompanha trajetórias interrompidas. Não será uma tarefa fácil para quem fazia política de forma analógica. O tempo mudou. Mas é experiente nas urnas.
REALIDADE
Já a vice-prefeita da capital, Magna dos Anjos, figura como a incógnita mais eloquente da nominata. Sua decisão de se afastar da órbita política que a alçou ao posto atual e investir em um projeto de afirmação individual será testada com rigor nas urnas. Há, nos bastidores, a percepção de que sua ascensão não decorreu de uma liderança consolidada ou de densidade eleitoral própria, mas de circunstâncias políticas específicas que a favoreceram naquele momento em razão das escolhas do prefeito Léo Moraes. Ao tentar trilhar caminho autônomo, arrisca-se a confrontar uma realidade menos generosa do que supõe. Não é a primeira no posto que ocupa a dar com os burros n’agua. A ex-vice de Roberto Sobrino é ilustrativo.
VOLATILIDADE
Nesse mosaico de candidaturas, a nominata do Novo revela mais que uma simples aposta eleitoral: expõe tensões entre capital político herdado e protagonismo efetivo, entre passado e presente, entre expectativa e viabilidade concreta. Se há nomes com horizonte promissor, como Luiz do Hospital e Lucas Follador, também há trajetórias que precisarão provar, mais uma vez, sua resiliência diante de um eleitorado cada vez mais volátil e exigente. O Novo sempre foi um partido nanico e sem representação política forte em Rondônia; agora, se firma para eleger alguém.
CONVENÇÕES
Passada a janela partidária - esse breve período em que a fidelidade vira artigo descartável - o jogo muda de fase. Agora, não há mais fuga possível: quem ficou, ficou. E quem pretende disputar, precisa rezar na cartilha da legenda até o dia das convenções. Até lá, candidatura é miragem. Só existe, de fato, depois do carimbo partidário.
CAPITANIAS
O problema é que, encerrada a temporada oficial de trocas, inaugura-se a fase mais previsível da política brasileira: a das especulações infladas e das promessas que começam a vencer como cheque pré-datado. Dirigentes partidários, esses novos donatários de capitanias eleitorais, venderam mais vagas do que o cardápio comporta. Resultado: alguém inevitavelmente ficará sem cadeira - e dificilmente sairá em silêncio.
PANELINHA
Sem a possibilidade de mudança de partido, o critério passa a ser outro, mais doméstico e menos republicano. As listas proporcionais começam a ganhar a forma de um clube fechado. Deputado federal e estadual? Só entra quem for da panela, quem tiver senha ou quem aceitar o papel de figurante numa nominata já previamente hierarquizada. O discurso de renovação, tão útil na pré-temporada, começa a ser arquivado junto com as promessas de campanha.
DEGOLA
Nas majoritárias, o cenário não é mais elegante. Partidos menores, especialmente, viram terreno fértil para movimentos bruscos. Nos bastidores, já se fala abertamente em “degola” de pré-candidatos que chegaram com promessa de legenda, estrutura e algum lastro financeiro. A conta não fecha - e quando não fecha, alguém paga. Geralmente, o mais irrelevante.
VOCAÇÃO
O enredo é conhecido, mas nem por isso menos ruidoso. Até as convenções, o que se verá é uma sucessão de puxadas de tapete, ajustes de última hora e compromissos sendo reescritos com a naturalidade de quem nunca os assumiu. A política, nesse intervalo, deixa de ser arte da articulação e assume sem disfarces sua vocação para o improviso.
DESCARTE
Até lá, convém cautela com anúncios e euforias. No papel, há pré-candidatos. Na prática, há sobreviventes em disputa. E, como de costume, será um Deus nos acuda - com roteiro já conhecido, mas sempre capaz de surpreender na crueldade dos detalhes. As convenções estão chegando e muita gente vai sendo descartado. Na política, a palavra dada, invariavelmente, não vale nada.
ROBUSTOS
Como o cenário para as eleições estaduais começa a ganhar contornos mais definidos, o PL, PSD e a federação PP/União Brasil despontando como forças estruturadas e competitivas. Essas legendas montaram nominatas densas para deputado estadual e também robustas para a disputa federal, ancoradas em nomes já testados nas urnas e com histórico eleitoral relevante. Em tese, trata-se de um ativo importante, capaz de ampliar o potencial de votos e consolidar bancadas expressivas.
SACRIFÍCIO
Entretanto, o que é virtude coletiva pode se transformar em dilema individual: a elevada competitividade interna tende a sacrificar candidatos bem votados que, mesmo com desempenho expressivo, podem ficar fora das vagas. A disputa, portanto, será marcada por uma cogestão intensa de interesses e estratégias, onde nem todos os protagonistas alcançarão êxito.
NANICOS
Paralelamente, dois ou três partidos de menor expressão eleitoral na última disputa devem atingir o quociente eleitoral, beneficiando-se da fragmentação do voto. No plano federal, o cenário é mais restrito, mas não impenetrável. Com as novas regras de distribuição de vagas decorrentes do cálculo eleitoral recentemente validado pelo STF, abre-se uma fresta para que legendas menos competitivas também conquistem espaço na bancada federal. Mas aí não é somente o cálculo que pesa: é o percentual de votos que o candidato pode auferir individualmente.
IMPULSO
Esta coluna já havia classificado a pré-candidatura do Delegado Camargo (Podemos) como uma incógnita no cenário eleitoral, mas jamais descartou sua capacidade de ganhar densidade ao longo da campanha. Havia, inclusive, a expectativa de que o movimento natural da disputa, somado a um eventual apoio do prefeito da capital, Léo Moraes - hoje um dos gestores mais bem avaliados do estado -, pudesse impulsionar o projeto.
ARREFECEU
No entanto, nas últimas semanas, o que se observa é um visível arrefecimento, tanto no ambiente partidário quanto na postura do próprio pré-candidato. Após o fechamento da janela partidária e a consolidação das nominatas, o cenário parece ter imposto novos limites à viabilidade da candidatura.
SINAIS
Pode até ser uma leitura precipitada ou fruto de uma observação ainda incompleta dos bastidores, mas quem conhece o ritmo e as engrenagens de uma campanha eleitoral percebe sinais claros quando um projeto perde tração. E, ao que tudo indica, a pré-candidatura do Delegado Camargo dá mostras de ter minguado antes mesmo de apresentar a vitalidade que este escriba, outrora, supunha possível.
ACINTE
Em Guajará-Mirim, onde a administração municipal precisa de ajuda estadual e federal para honrar compromissos básicos, manutenção urbana e políticas públicas minimamente eficientes, a prefeitura decidiu brindar a população com um espetáculo de luxo: a contratação da Bonde do Arrocha por quase meio milhão de reais.
PROVOCAÇÃO
A pergunta que ecoa - e não encontra resposta - é simples: que prioridade é essa? Em um município carente, com demandas urgentes e históricas negligências administrativas, transformar o aniversário da cidade em um evento custoso soa menos como celebração e mais como provocação.
DESCONEXÃO
A farra com dinheiro público, ainda que embalada por música e aplausos, expõe uma desconexão gritante entre quem governa e quem enfrenta diariamente a precariedade dos serviços públicos.
EMENDA
Parte dos recursos utilizados vieram de emenda parlamentar, a situação se agrava. É imperativo a posição de quem destinou, com qual finalidade e se há ciência do destino dado ao dinheiro. Pelo que está sendo tornado público a emenda seria supostamente da lavra do deputado estadual Alan Queiroz. O uso de emendas para a área cultural é plausível, mas para sair correndo atrás de um “Bonde do Arrocha” não justifica um  gasto tão perdulário. Parlamentar experiente, Alan Queiroz deveria destinar recursos para a saúde e não para animar aniversário. Ele começou a percorrer os municípios pedindo votos e é uma boa oportunidade para esquadrinhar suas emendas.
FLERTE
Em tempos em que ex-prefeitos do município acumulam passagens pela Justiça por suspeitas de irregularidades, repetir práticas questionáveis não é apenas imprudência - é um flerte perigoso com a reincidência administrativa.
ESCÁRNIO
O atual prefeito, Fábio Netinho,  parece ignorar o histórico recente dos antecessores e insiste na mesma toada que já levou outros ao descrédito e à barra dos tribunais. Mais do que nunca, o caso exige atenção rigorosa dos órgãos de controle. Porque, ao que tudo indica, não se trata apenas de um show caro, mas de um roteiro conhecido - onde o contribuinte paga a conta e a transparência fica fora do palco. Será o aniversário do escárnio.
BOI
A contratação já tomou contornos nacionais, mas no município o escândalo é a roupa curta que a timoneira do vocal do bonde usa. Oxalá que Netinho crie juízo e tome outro bonde bem mais barato. E o deputado estadual Alan Queiroz destine suas emendas individuais para que a área da cultura de Guajará-Mirim possa realizar este ano uma linda e maravilhosa festa do Boi Bumbá e que é uma tradição cultural naquela faixa de fronteira.  
 DEMISSÕES
O Chefe do Executivo Estadual resolveu passar a lâmina nos cargos comissionados que orbitavam a vice-governadoria - corte seletivo, como convém. A maioria dessas funções sempre serviu mais à engenharia política do que à eficiência administrativa, e ninguém ali desconhecia a realidade. Convém registrar: não se trata de uma limpeza total; ainda restam quadros fiéis ao vice Sérgio Gonçalves.
COICE
O gesto, embora pouco usual em tempos de convivência eleitoral, costuma aparecer quando a relação institucional azeda nos bastidores. Do ponto de vista legal, nada a contestar - cargos de confiança seguem a lógica de quem confia. Mas na política, como se vê, a liturgia é outra: primeiro a queda, depois o coice.
TRAIÇÃO
Não é a primeira vez em Rondônia que a relação entre governador e vice são cortadas em razão de supostas traições, Ivo Cassol, quando governador, fez o mesmo com a vice-governadora Odaísa Fernandes. E não será a última.
PODCAST
Hoje, já disponível no YouTube, veja a entrevista reveladora da ex-deputada federal Jaqueline Cassol que, além de confirmar pré-candidatura a deputada federal, revela os problemas emocionais que passou com uma suposta acusação de ser mandante de assassinato de uma funcionária (forjada para desgastá-la politicamente) e um abuso que teria sido vítima ainda quando criança. Confira. 


Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO










Venustidade





Fonte: Pinterest



quinta-feira, 9 de abril de 2026

O PRÓXIMO GOVERNADOR DE RONDÔNIA, PORTO VELHO E O PESADO LÉO MORAES

Faltando seis meses para conhecermos o próximo Governador de Rondônia, aliás, o 12º desde a criação do Estado, em 1982, tudo indica que teremos a eleição mais acirrada da história política de Rondônia em outubro de 2026. Outra certeza é que a eleição do próximo Governador será decidida em 2º turno, o que se tornou praxe na política rondoniense. Apenas dois governadores venceram uma eleição no 1º turno: Jerônimo Santana, em 1986 e Ivo Cassol em 2006. 

Desde Cassol, todos os governadores que o sucederam venceram no 2º turno a disputa ao Governo de Rondônia. Aliás, Ivo Cassol no auge de sua popularidade em 2010 não conseguiu eleger seu vice, João Cahulla para continuar seu projeto político e de poder. Assim, sucessivamente, Confúcio Moura e Marcos Rocha também venceram em 2º turno. Não será diferente agora. 

Mas, afinal onde entra Léo Moraes?

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, aceite ou não, é um fenômeno quando o assunto é eleição. Em 2020 levou Cristiane Lopes ao 2º turno, em Porto Velho, que por sinal botou pânico em Hildon Chaves, que venceu a eleição por conta da pandemia. A altíssima abstenção no 2º turno trouxe prejuízos para a campanha encabeçada por Léo. Depois veio 2024 e Léo dobrou a poderosa estrutura do então prefeito Hildon e da família Carvalho e venceu. 

Com altíssima aprovação entre os prefeitos das capitais, Léo aparece como o 3º melhor do Brasil. Com um forte  carisma, que tornou sua marca desde os tempos de liderança estudantil, Léo transformou-se em apoio necessário para qualquer candidato ao Governo de Rondônia. 
Porto Velho tem aproximadamente 280 mil eleitores, sendo o maior colégio eleitoral de Rondônia. Com o interior fragmentado com seus  candidatos ao Governo, a importância de Porto Velho fica evidente e necessária para qualquer um dos candidatos.

Diferentemente do prefeito anterior, que aliás será candidato ao Governo de Rondônia, Léo conseguiu em apenas 1 ano e 4 meses superá-lo na aprovação popular. Faltou ao antecessor de Léo o carisma, magnetismo, atração, simpatia e fascínio que não se produz ou se cria. É natural e espontâneo. Aliás, o apoio de Léo terá um peso enorme nas eleições em outubro que decidirá o próximo Governador pelos próximos 4 anos a partir de 5 de janeiro de 2027




Fonte: Jornalista Victoria Bacon / Porto Velho-RO