sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

Bajaj Brasil cresce 74% em janeiro e registra 3.006 emplacamentos; linha 400 cc é a mais vendida

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A Bajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro, crescimento de 74% sobre 2025. A linha 400 cc e a Dominar 250 lideraram o desempenho da marca no período.

Bajaj Brasil começou o ano com um bom aumento em suas vendas, resultado de oferta renovada e maior presença no mercado nacional.

Bajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro - DivulgaçãoBajaj Brasil registrou mais de 3 mil motos emplacadas em janeiro - Divulgação

O movimento é apoiado por um portfólio que ganhou demanda especialmente nas motos de média cilindrada e na família 400 cc.

Desempenho em janeiro

A marca registrou 3.006 unidades emplacadas em janeiro, número que representa alta de 74% em relação ao mesmo mês de 2025.

O resultado também indica um avanço de 28% quando comparado à média mensal de emplacamentos registrada ao longo de 2025, reforçando a trajetória de crescimento da empresa.

Bajaj Dominar 400 - DivulgaçãoBajaj Dominar 400 - Divulgação

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Produção e rede de vendas

Desde o início das operações comerciais, a Bajaj Brasil já soma 47.524 motocicletas emplacadas em território nacional.

No mesmo período, cerca de 45 mil unidades foram produzidas na fábrica própria da marca, localizada em Manaus, no Amazonas, evidenciando o papel da produção nacional na estratégia de expansão.

Pulsar N150 - DivulgaçãoPulsar N150 - Divulgação

Modelos que se destacaram

Entre os destaques do mês está a Dominar 250, que em janeiro alcançou a marca acumulada de 5 mil unidades emplacadas desde o lançamento no Brasil.

linha 400 cc segue como principal referência da Bajaj Brasil no mercado nacional, somando Dominar 400 e Dominar NS400Z que ultrapassaram 20 mil unidades emplacadas no acumulado desde o lançamento, considerando o fechamento de 2025.

Dominar NS400Z, lançada em outubro de 2025, já apresenta impacto direto nos números iniciais de 2026.

Dominar NS200 - DivulgaçãoDominar NS200 - Divulgação

Modelos mais vendidos da Bajaj Brasil em janeiro

O desempenho da Bajaj Brasil no mês foi distribuído entre diferentes segmentos. Confira os números por modelo:

Dominar 400
Com 650 unidades emplacadas, permaneceu como o modelo mais vendido da Bajaj Brasil no mercado brasileiro.

Pulsar N150
Registrou 564 unidades emplacadas. O modelo segue em processo de consolidação, sem base comparativa com janeiro de 2025.

Dominar NS160
Alcançou 537 unidades, crescimento de 46% em relação às 368 motos emplacadas no mesmo mês do ano passado.

Dominar NS400Z - DivulgaçãoDominar NS400Z - Divulgação

Dominar NS400Z
Somou 528 unidades em janeiro. O modelo foi lançado no último trimestre de 2025.

Dominar NS200
Emplacou 365 unidades, avanço de 18% frente a janeiro de 2025, quando registrou 310 unidades.

Dominar 250
Totalizou 362 unidades, crescimento de 34% sobre janeiro do ano anterior, que teve 270 emplacamentos.


Fonte: Tudo de Moto.com.br



Opinião de Primeira - ROCHA PREPARA A SUCESSÃO COMANDANDO O PSD, QUE COM ELE SE TORNOU UM GRANDE PARTIDO EM RONDÔNIA

         


 

O PSD não está pra brincadeira! Quer o Governo, com Adailton Fúria e quer pelo menos uma das duas vagas do Senado, senão as duas. E mais: está compondo uma nominata de candidatos à Câmara Federal dos mais quentes. Quem está organizando todas as estratégias e conversações políticas é o governador Marcos Rocha, que até a segunda-feira deve ser empossado presidente regional do partido.

            Também está definido que a primeira dama e atual secretária de ação social, Luana Rocha, comandará o PSD Mulher. Sua vice-presidente será a ex-deputada Jaqueline Cassol. No final de semana, o partido anunciou um dos nomes mais quentes do Estado na corrida por uma das oito cadeiras à Câmara Federal: o ex-prefeito e ex-deputado estadual Jesualdo Pires. Ele, Jaqueline Cassol e Expedito Júnior serão concorrentes  e o trio tem amplas condições de chegar lá!

                Expedito Júnior, que foi o principal responsável por alinhavar o ingresso de Marcos Rocha e seu grupo no PSD, também comentou a sucessão presidencial. Ao participar do programa Papo de Redação nesta semana, na Rádio Parecis FM, com os Dinossauros, Expedito aproveitou para desmentir que seu partido, em nível nacional, possa se aliar ao PT e formar uma chapa ao lado do presidente Lula. “O PSD já decidiu por candidatura própria à Presidência”, lembrando que entre Ronaldo Caiado, Ratinho Júnior e Eduardo Leite, sairá o nome para concorrer ao Planalto.

                  Em relação à Assembleia Legislativa, as conversações do Governador com deputados já lhe teria garantido uma parceria com praticamente dois terços dos atuais parlamentares, que vão concorrer à reeleição. Afora isso, conversas com outras lideranças partidárias também estão ocorrendo, entre os novos nomes que sonham com uma cadeira na ALE.

                    Por fim, um tema dos mais importantes: quem Marcos Rocha apoiará para o Senado, já que não deixará o mandato para entrar na disputa? Não há informação oficial, mas o que se ouve nos bastidores é que Rocha já teria fechado um acordo com a deputada federal Sílvia Cristina. Mais adiante, será feito o anúncio do acerto que, ao menos por enquanto, é da porta para dentro.

             Adailton Fúria, como este modesto blog anunciou há longo tempo atrás, é mesmo o candidato do grupo palaciano. O governador Marcos Rocha confirmou oficialmente a decisão e a reafirmou na entrevista que concedeu ao jornalista Robson de Oliveira, num podcast que está no ar na internet.

              Ao menos do lado do PSD, praticamente todos os acordos se não o foram, em breve estarão totalmente fechados. O partido que Rocha passa a comandar, portanto, sai na frente na grande briga pelo poder que acontece daqui a menos de sete meses 

JUSTIÇA FEDERAL CASSA LIMINAR E VOLTA A COBRANÇA DO PEDÁGIO NOS 700 QUILÔMETROS DA BR 364

          Não deu outra!  Poucos dias depois de efusivas comemorações por uma liminar concedida pela Justiça de Rondônia, ela foi cassada em decisão superior, na Justiça Federal. Ou seja, volta normalmente, com os mesmos valores e em todos os pontos, a cobrança dos pedágios, nos cerca de 700 quilômetros da BR 364, entre Porto Velho e Vilhena. O Consórcio Nova 364 tinha cancelado as cobranças tão logo recebeu a decisão do Judiciário rondoniense.

          A nova decisão, assinada pelo desembargador Pablo Zuniga Dourado, do Tribunal Regional Federal da Primeira Região, atendeu recurso do governo federal, através da Agência Nacional dos Transportes Terrestres e do Consórcio BR 364, que consideram que os termos do contrato feito estão sendo cumpridos.

          A cobrança já voltou a ser feita desde a manhã desta quinta-feira, poucas horas depois de emanada a decisão que cassou a liminar anterior, que impedia a cobrança. O líder da bancada federal, deputado Maurício Carvalho, contudo, registrou em vídeo divulgado nas redes sociais que o assunto ainda não está encerrado.

Segundo ele, o Judiciário ainda não analisou o mérito da ação movida tanto contra o contrato de privatização, da forma que foi feito, como também em relação aos preços cobrados no pedágio. Vários especialistas têm dito, contudo, que não há como mudar o que foi consolidado. Mas não é o que pensa o deputado Lúcio Mosquini, por exemplo

MOSQUINI QUER BAIXAR PREÇO DO PEDÁGIO COM CÁLCULO ATUALIZADO DO VOLUME DE TRÁFEGO NA NOSSA PRINCIPAL RODOVIA FEDERAL

            Sobre o tema, o deputado federal Lúcio Mosquini acredita que conseguiu descobrir o calcanhar de Aquiles no contrato de privatização, mas no mais essencial: o custo do pedágio. Numa ação que está propondo junto à Justiça Federal, Mosquini pede que a fórmula de contagem de veículos que trafegam na BR 364 seja refeito, com dados atualizados. “Os valores do pedágio são calculados em cima no número de todos os tipos de veículos que trafegam numa rodovia. Quanto menos carros e caminhões, maior o preço, pela viabilidade econômica”.

            Onde está o erro, no caso da privatização da nossa BR?  Mosquini explica: todos os cálculos foram feitos sobre números de veículos que trafegavam na nossa BR em 2020, ou seja, já seis anos atrás. Ora, neste período, os números são totalmente diferentes. Nossa economia quase triplicou. O total de veículos que rodam na BR 364 provavelmente também, pelo volume de crescimento de Rondônia em todos os setores. Há que se refazer todos os cálculos com estes números atualizados, para que possam pagar um pedágio que não seja tão caro e tão absurdo”, analisa.

           Na ação que já encaminhou à Justiça Federal, O arrazoado de Mosquini começa afirmando que os dados sobre o tráfego na Rodovia foram colhidos há seis anos e num período de apenas sete dias. E ainda durante a pandemia da Covid. O parlamentar rondoniense encaminhou uma ação popular, com pedido de tutela de urgência, para que a Justiça Federal determine um levantamento atualizado sobre o tráfego na 364 e que, a partir destes números, aí sim, se faça o cálculo dos valores a serem cobrados no pedágio.  

 ROBERTO SOBRINHO, INJUSTIÇADO DURANTE QUASE 14 ANOS, É INOCENTADO MAIS UMA VEZ. QUEM LHE DEVOLVERÁ TUDO O QUE PERDEU?

Onde você estava em dezembro de 201? A imensa maioria não vai lembrar, mas o ex-prefeito Roberto Sobrinho nunca vai esquecer. Faltando menos de dez dias para o fim do seu mandato, Sobrinho tinha mais de 80 por cento de aprovação e se tornava um fortíssimo candidato ao Governo do Estado, dali a dois anos. Nove dias antes do final, ele saiu preso da Prefeitura, numa daquelas ações midiáticas que pegam criminosos (e também inocentes) os expõem na mídia e depois eles que se virem para provar que estão sendo injustiçados.

          De 2012 até agora, passados bem mais de 13 anos, indo para o 14º, Roberto Sobrinho respondeu a mais de 70 processos. Um era aberto e depois dividido em vários outros. A vida pessoal dele foi destruída, assim como sua carreira política. Nesta semana, tantos anos depois, um dos personagens mais injustiçados da nossa política (como o foram, apenas para dar alguns poucos exemplos, os ex-governadores e ex-senadores Valdir Raupp e Ivo Cassol e o também ex-senador Acir Gurgacz) Sobrinho foi absolvido pela enésima vez.

            Na mais recente decisão, a 2ª Câmara Especial do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia absolveu o ex-prefeito de Porto Velho Roberto Eduardo Sobrinho no processo relacionado à chamada Operação Luminus, que denunciou desvios na Emdur, durante seu governo. No acórdão Tribunal foi claro ao afirmar: “também não foi demonstrado que o então Prefeito concorreu para os desvios, tendo, ao contrário, adotado medidas administrativas regulares de apuração e controle.”

             Quem vai devolver a Roberto Sobrinho, sua família, seus amigos e os parceiros políticos o que foi destruído durante estes anos todos? Ninguém, é claro. Mas ao menos a injustiça tem sido corrigida.

A GIGANTESCA BANDA QUE NÃO USA DINHEIRO PÚBLICO SAI DE NOVO, QUERENDO ARRASTAR MAIS DE 200 MIL PESSOAS

        Os mais otimistas falam em até 200 mil pessoas. Seria como se um em cada três porto-velhenses saíssem de suas casas, fantasiados, para participar do maior bloco carnavalesco da Região Norte e, certamente, um dos maiores do Brasil. É a Banda do Vai Quem Quer, que desfila neste sábado pela 46ª vez. Criada pelo inesquecível Manelão, a Banda agora tem o comando da filha dele, Siça Andrade, que tem cumprido a missão à altura do que seu pai o faria.

          A partir das duas da tarde, com saída na Praça das Caixas D´Água, vai sair novamente pela avenida Carlos Gomes e depois descer para a Sete de Setembro, num longo e festivo percurso, a maior e mais famosa Banda carnavalesca de Rondônia e de todo o norte. A Banda começou modesta, mas, em poucos anos, já reuniu milhares de pessoas. No ano passado, já se falava em quase 200 mil participantes. Esta é a meta para este ano também.

Ao longo de suas quatro décadas de história, a Banda consolidou um modelo de negócio sustentável sem nunca usar dinheiro público. Marcas como Brahma, Supermercados Nova Era, O Boticário, Porto Velho Shopping, Nasapan Festas, Eventos Victória, Fortaleza do Camarão, R1 Eventos, Brasil Digital, Tendas Show Locações, Versátil Comunicação Total, Iglu Fábrica de Gelo Souza, Somos + Soluções Criativas, PlanoA Administradora de Planos de Saúde, Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca) e Barbearia Jardel Gomes integram a lista de empresas que viabilizam a megaestrutura do desfile, que inclui trios elétricos, segurança, logística e cordas.

EMPRESA QUE PODE ASSUMIR RECOLHIMENTO DE LIXO É APONTADA COMO PROBLEMÁTICA NAS CIDADES EM QUE ATUA

          A questão do lixo em Porto Velo está longe de terminar. Mesmo com o encerramento do contrato emergencial com a Eco PVH, o assunto ainda rende, arte porque terá que ser convocada uma nova empresa e, ao que parece, a Prefeitura pretende convocar a terceira colocada na licitação de emergência feita. Os problemas se avolumam. No caso da empresa que está saindo, ela ainda permanecerá por algumas semanas, enquanto trabalhadores que saíram, protestam contra salários e direitos não recebidos, por exemplo.

          Outra questão também é séria: a terceira empresa, chamada da Sistemma Assessoria e Construções Ltda., que tem sua sede em Goiás e que atua em outras cuidadas como Londrina e Belo Horizonte, entre outras. Ali, também têm sido registradas multas e queixas por causa do serviço prestado que seria no mesmo nível da EcoPVH. Não se sabe ainda porque a Prefeitura não chama a Marquise, até que seja feita uma licitação definitiva. 

          A documentação da Sistemma já foi entregue à Prefeitura, para a assinatura do novo contrato. Na Câmara Municipal, vários vereadores estão contra a contratação, alguns deles temendo, como se pronunciaram em discursos e questionamentos enviados à Prefeitura, sobre a comprovação técnica de que a nova empresa poderia resolver o problema do lixo a Capital.

           A verdade é que caminha para o sexto mês a questão do recolhimento do lixo em Porto Velho. Desde que a Marquise foi retirada do trabalho, a qualidade ficou muito abaixo do que se esperava. A nova mudança vai resolver?

TRINTA ANOS DEPOIS, MAIS UMA REGIÃO ALAGADA DA CAPITAL CONSEGUE VER O PROBLEMA RESOLVIDO

          Chuva forte na Capital é risco de alagação, em várias áreas da cidade.  Mas para quem tem comércio ou trabalha na rua  Barão do Rio Branco, no centro da Capital, é um grave problema que se arrasta há cerca de 30 anos. Choveu, alagou! É este o drama de quem vive naquela área, que o prefeito Léo Moraes foi ver pessoalmente em setembro do ano passado, quando testemunhou o sofrimento de comerciantes daquele local. Garantiu, à época, que ia lutar para resolver.

          Léo disse aos atingidos pela água das pesadas chuvas, que iria passar o assunto à sua equipe e garantiu que não seria um problema esquecido. Falou e cumpriu. Nesta semana, o setor de obras públicas da Prefeitura começou a trabalhar no local. Uma comerciante, a mesma que pedira socorro ao Prefeito no seu primeiro ano de governo, agradeceu: “tenho este restaurante aqui há 30 anos e nunca isso foi resolvido”, comentou, ao destacar o cumprimento da promessa feita.

          No local, está sendo feira uma rede de canalização nova, conectando com outras redes, o que não existia no local e, ainda, é feita uma limpeza nos canos, tirando entulhos, galhos e tudo o mais, que entupia tudo e, que, claro, não permitia o escoamento da água nas chuvaradas. Léo Moraes mostrou a situação, num vídeo que divulgou pelas redes sociais. Trinta anos depois, enfim, é mais um caso sério de alagações da Capital que caminha para a solução definitiva.

A BR 429 ESTÁ CADA VEZ PIOR. MARCOS ROGÉRIO E LEBRINHA ESTÃO ENTRE OS QUE PEDEM SOLUÇÃO

       A situação da BR 429 é vital para a ligação de pelo menos seis cidades rondonienses com a BR 364, escoando a produção de uma rica área de Rondônia. Ela começa em Presidente Médici e passa por Alvorada do Oeste, São Miguel do Guaporé, Seringueiras, São Francisco do Guaporé e São Domingos, em seus 3240 quilômetros de extensão. Em longos trechos, contudo, a rodovia está em péssimas condições e seus usuários não param de pedir obras de melhorias e revitalização.

        Dias atrás, o senador Marcos Rogério percorreu a rodovia e mostrou, num vídeo, a situação caótica de alguns trechos, onde o asfalto praticamente desapareceu e os riscos aos motoristas são enormes. Ele garantiu que vai pressionar o Dnit, responsável pela manutenção da Rodovia, para que comece imediatamente obras de melhorias.

          O assunto também repercutiu na Assembleia Legislativa, onde a deputada Gislaine Lebrinha está reivindicando, através de petição ao Dnit, para que sejam tomadas “providências urgentes” para a manutenção da BR 429, “em razão do estado precário da via e, claro, pela ausência de obras efetivas, “principalmente nos trechos mais críticos”.

Lebrinha, em ofício enviado ao Dnit, afirma que “a BR 429 é uma rodovia estratégica para o desenvolvimento da nossa Rondônia. A falta de manutenção coloca em risco a segurança de quem trafega e compromete o escoamento da produção, além de impedir o acesso da população a serviços básicos”.

ESTAMOS NO ALTO DO PÓDIO EM CORRUPÇÃO. NESTE TRISTE ESPORTE, NÃO HÁ QUEM NOS VENÇA

           Conseguimos! Com escândalos como a roubalheira do INSS e, mais recentemente, com a trágica situação do Banco Master, que envolve algumas das principais figuras da República, o Brasil está caminhando célere, para se tornar o país mais corrupto do mundo. Segundo a ONG Transparência Internacional. O documento sobre o que nos aponta como o local mais alto deste lamentável pódio circula em vários países e domina o noticiário de sites, blogs e vídeos na internet.

            Certamente vamos nos manter neste lugar enquanto durar este governo. Até porque são dezenas de escândalos, quebradeira de empresas estatais, farta distribuição de dinheiro público para aliados e apaniguados, patrocínio de carnaval para que o Presidente seja o homenageado.

           Agora, explode a vergonhosa ligação de um ministro do STF em ligações telefônicas, comprovando que ele recebia dinheiro do falido banco Master. Isso recém de outro escândalo, onde a esposa do ministro Alexandre de Moraes tinha um contrato de 129 milhões de reais com o mesmo banco.

           Mas não nos preocupemos. Em breve virá outro escândalo. No governo, no Judiciário ou no Congresso. Porque somos mesmo campeões em corrupção, sem que nada aconteça com os corruptos, como já ocorreu no Mensalão. Pobres dos brasileiros decentes!

PERGUNTINHA

         Afinal de contas, o Brasil atingiu o menor nível de desemprego desde muitos anos, como anuncia o governo Lula com dados do IBGE ou estão certas as informações apontadas por Dados Consolidados sobre o Mercado de Trabalho no Brasil em 2025, que diz o contrário: que o país teve o pior  desempenho na criação de empregos deste 2020?  Quem está mentindo e quem está falando a verdade?


Fonte: Jornalista Sérgio Pires / Porto Velho-RO





quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026

CONVITE - Big Prime Motopoint / Porto Velho / Inauguração

 


O convite está feito, vamos participar da inauguração, será no próximo sábado (14), a partir das 12h. O Big Prime, está localizado na Rua Dom Pedro - 2540 - Bairro Nossa Senhora das Graças. 


ROBSON OLIVEIRA - Resenha Política

 JUSTIÇA

A decisão da Justiça Federal que condena a Funai e a Santo Antônio Energia a cumprir integralmente as medidas compensatórias previstas no Plano Básico Ambiental – Componente Indígena (PBA-CI) não representa ativismo judicial, mas cumprimento rigoroso da lei. Grandes empreendimentos não podem operar à margem das condicionantes que viabilizaram seu licenciamento. Quando há falhas e atrasos na execução dessas obrigações, rompe-se não apenas um cronograma administrativo, mas o pacto institucional firmado com os povos indígenas impactados. Em Rondônia, onde os efeitos sociais e ambientais de obras estruturantes são permanentes, garantir diagnóstico, reavaliação de impactos e proteção a povos isolados é medida civilizatória. Desenvolvimento não pode significar atropelo de direitos originários.
HOSTILIDADE
Em nosso estado, defender povos indígenas, reservas ambientais e políticas de proteção socioambiental tornou-se, para muitos, um ato de resistência. Segmentos políticos influentes — especialmente ligados ao agro mais radicalizado — tratam qualquer política de preservação como obstáculo ao crescimento econômico. Povos originários são frequentemente relegados à condição de entraves ideológicos, quando são titulares de direitos constitucionais expressos. A polarização política agravou o ambiente, tornando hostil o espaço público para quem defende comunidades vulneráveis e o meio ambiente. Decisões judiciais firmes funcionam, nesse cenário, como contenção institucional contra a erosão de garantias fundamentais. A coluna conhece político que vive sob ameaça e proibido inclusive de visitar município com receio de levar uma bala.
FACHADA
Embora a esquerda não apresente força eleitoral consistente para vencer o governo estadual, os candidatos da direita travarão uma disputa retoricamente polarizada. A estratégia será colar no adversário vínculos históricos com a esquerda e fabricar rótulos ideológicos convenientes. A maioria dos postulantes construiu trajetória ancorada em agendas conservadoras. A retórica tende a mobilizar paixões, mas dificilmente revelará diferenças programáticas profundas.
ALGORITMOS
A manipulação de narrativas ganhará força com o uso intensivo das redes sociais. Recortes de falas serão amplificados para rotular adversários. Enquanto o debate permanecer restrito a essas disputas simbólicas, problemas estruturais — diversificação econômica, infraestrutura, sustentabilidade fiscal, educação, saúde e inovação — ficarão à margem. Crescem sinais de campanhas personalistas, centradas na imagem e não na apresentação de soluções concretas.
IMPROVÁVEL
Com a aproximação do fim de março e início de abril, o cenário eleitoral tende a sofrer reconfigurações importantes. Desistências estratégicas, novas candidaturas e rearranjos partidários devem embaralhar o jogo. Rondônia tem histórico de definições tardias. O quadro é fluido e ainda comporta surpresas.
ABERTA
Não há favoritismo consolidado. A tradição eleitoral rondoniense é de campanhas intensas, disputadas voto a voto, muitas vezes decididas nas curvas finais. Previsões definitivas, neste momento, são arriscadas.
SURPRESAS
Marcos Rogério (PL), Adailton Fúria (PSD) e Hildon Chaves (Republicanos) aparecem mais bem posicionados, nessa ordem. Delegado Flori (Podemos) trabalha para consolidar viabilidade competitiva. Até aqui, não surge outro nome com força suficiente para alterar substancialmente o cenário. A disputa promete ser dura, com peso maior para trajetória administrativa, capacidade de gestão e posicionamento político claro — embora apoios sejam sempre relevantes.
ARTICULAÇÃO
A entrevista do governador Marcos Rocha ao podcast Resenha Política atraiu audiência expressiva, especialmente quando afirmou, de forma peremptória, que está fora das eleições de 2026. A declaração reduz especulações e reorganiza o tabuleiro. Ao mesmo tempo, Rocha deixou claro que pretende liderar o PSD no estado, com a meta ambiciosa de eleger o maior número possível de deputados estaduais e federais. Reafirmou ainda apoio à pré-candidatura de Adailton Fúria ao governo, sinalizando que, mesmo fora da disputa majoritária, continuará influente no processo eleitoral por meio da articulação partidária.
CARNAVAL
Nesta quinta-feira, o Resenha Política recebe Ciça Andrade, presidente da tradicional Banda do Vai Quem Quer. A expectativa é de um Carnaval grandioso, com promessa de arrastar mais de duzentas mil pessoas no sábado carnavalesco pelas ruas da capital. Cultura popular e política, aliás, muitas vezes se cruzam na dinâmica local. E fica o aviso aos ouvintes: na terça-feira de Carnaval o podcast não estará no ar, em razão das festividades. Retornamos na programação seguinte, após a folia.
SIMBIOSE
A homenagem ao presidente Lula por uma escola de samba do Grupo Especial no Carnaval do Rio de Janeiro, em um ano eleitoral e marcado por forte polarização, revela-se um movimento politicamente sensível e estrategicamente questionável. A trajetória do presidente possui, sem dúvida, densidade histórica e elementos narrativos capazes de sustentar um enredo consistente. O problema não está no personagem em si, mas no contexto. Ao levar para a avenida uma figura política em pleno ambiente de disputa ideológica acirrada, a escola corre o risco de judicializar simbolicamente uma festa que é patrimônio cultural e vitrine mundial do Brasil. Carnaval é expressão artística e popular — e a arte é livre —, mas a simbiose direta com a política partidária, em momento tão tensionado, tende a ampliar antagonismos. O resultado previsível é a transferência da polarização para a Sapucaí, com aplausos e vaias dividindo arquibancadas e desviando o foco daquilo que deveria ser central: o espetáculo, a cultura e a celebração coletiva.
INVESTIGAÇÃO
Gigante privada do saneamento, controlada pela holding Montese (famílias Toledo e Vettorazzo), a Aegea expandiu sua presença pelo país na última década acumulando concessões de água e esgoto, sobretudo em municípios médios e pequenos. Essa expansão, no entanto, foi atingida por acordos de colaboração e leniência firmados após executivos admitirem, em delação homologada pelo STJ em 2025, o pagamento de propinas entre 2010 e 2018 para obtenção ou manutenção de contratos. O acordo prevê pagamento de R$ 439 milhões e envolve fatos ainda sob sigilo judicial.
RADAR
Entre os estados mencionados nos anexos da delação — cujo conteúdo permanece sob sigilo — constariam referências a supostas propinas direcionadas a agentes políticos em municípios de Rondônia onde a empresa mantém contratos para expansão dos serviços de água e esgoto. Há investigações em andamento. Como os termos ainda não vieram a público oficialmente, trata-se de apontamentos sob apuração, mas que já colocam o ambiente político local em estado de atenção.
ABALO
Até o momento, nenhum nome da política rondoniense veio a público. Ainda assim, a empresa elenca Rondônia entre os estados em que supostamente teria ocorrido pagamento de vantagens indevidas, segundo os termos da delação homologada e mantida sob sigilo. Caso as investigações confirmem que agentes públicos receberam benefícios ilícitos para viabilizar a instalação ou manutenção das concessões, o estado poderá assistir a um novo escândalo de grandes proporções. O impacto não seria apenas jurídico, mas também eleitoral e institucional, especialmente em um ambiente político sensível a denúncias envolvendo contratos públicos de grande porte. Por ora, prevalece a presunção de inocência — mas o potencial de desgaste é evidente.

Fonte: Jornalista Robson Oliveira / Porto Velho-RO